sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Todos aqueles que já receberam o amor e perdão de Deus são chamados para ser bênção para todos aqueles que estão à sua volta. A Bíblia nos revela a importância de ajudar o próximo em vários versículos que você pode ver nesta página. Como posso ajudar o próximo? Neste momento você pode estar pensando: "eu não tenho condições para ajudar ninguém". Mas ajudar alguém financeiramente ou com comida são apenas duas maneiras de ajudar alguém. Há muitas pessoas que têm dinheiro mas não têm amor, não têm pessoas que as escutem e que se importem com elas. Você pode ajudar pessoas dizendo palavras de encorajamento, dando um abraço, mostrando que elas são importantes. Nós fomos escolhidos não apenas para viver uns anos neste mundo e depois ir para o céu. Nós temos uma missão: anunciar o Evangelho de Jesus e expressar o amor de Deus para a humanidade. Ajuda ao próximo na Bíblia Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus. Mateus 5:16 Sempre haverá pobres na terra. Portanto, eu ordeno a você que abra o coração para o seu irmão israelita, tanto para o pobre como para o necessitado de sua terra. Deuteronômio 15:11 Deem e será dado a vocês: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem também será usada para medir vocês". Lucas 6:38




 

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Referências bíblicas O Novo Testamento não inclui descrições da aparência física de Jesus antes de sua morte e as narrativas do Evangelho, geralmente, são indiferentes para as aparência ou características das pessoas.[3][4]:48–51 Os Evangelhos Sinóticos incluem o relato da Transfiguração de Jesus, durante o qual ele foi glorificado com "o Seu rosto brilhando como o sol",[5][6] mas essa aparência é se referindo forma sobrenatural de Jesus. O Livro de Apocalipse inclui a visão que João teve do Filho do Homem: "e os seus pés eram semelhantes ao bronze, e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve" [outras traduções: "bronze polido"] em uma visão (1:13-16), mas esta visão é normalmente considerada uma referência a forma celestial de Jesus, não necessariamente a sua aparência durante a sua vida terrena.[7][8] Tradições literárias Igreja primitiva da Idade Média Apesar da falta de descrições bíblicas ou referências históricas, do século II em diante, várias teorias sobre a aparência de Jesus estavam avançando e muitas se concentraram mais na sua aparência física do que na raça ou ascendência. Justino Mártir defende a genealogia de Jesus através da linha Davídica de Maria, bem como de sua pai não biológico José.[9] Mas isso só implica uma ascendência judaica, geralmente reconhecida pelos autores. Como citado por Eisler,:393–394, 414–415 João de Damasco, afirma que o judeu Flávio Josefo descreveu Cristo como tendo sobrancelhas com bons olhos e a face arredondada e bem cultivada.[10] Os Padre da Igreja, São Jerônimo e Santo Agostinho de Hipona argumentaram a part… Representações artísticas O mais velho sobrevivente Cristo Pantocrator ícone, do século 6, o Mosteiro de Santa Catarina, Egito.[15][16] Apesar da falta de referências bíblicas ou registros históricos, por dois milênios uma ampla gama de representações de Jesus tem aparecido, muitas vezes influenciado por contextos culturais, políticos e contextos teológicos.[17] Como em outras artes Cristãs, as primeiras representações datam do final do segundo ou início do século III e são encontradas principalmente em Roma.[18] nestas primeiras representações, Jesus é normalmente apresentado como um jovem sem barba e com o cabelo encaracolado, por vezes com características diferentes dos outros homens retratados, por exemplo, seus discípulos ou romanos. no entanto represe… Ver também Representação de Jesus Jesus Histórico Referências Racializing Jesus: Race, Ideology and the Formation of Modern Biblical Scholarship by Shawn Kelley 2002 ISBN 0-415-28373-6 pages 70-73 The Oxford companion to the Bible 1993 ISBN 0-19-504645-5 page 41 Robin M. Jensen "Jesus in Christian art", Chapter 29 of The Blackwell Companion to Jesus edited by Delbert Burkett 2010 ISBN 1-4051-9362-X page 477-502 The likeness of the king: a prehistory of portraiture in late medieval France by Stephen Perkinson 2009 ISBN 0-226-65879-1 page 30 The Cambridge companion to the Gospels by Stephen C. Barton ISBN pages 132–133 The Content and the Setting of the Gospel Tradition by Mark Harding, Alanna Nobbs 2010 ISBN 978-0-8028-3318-1 pages 281–282 Revelation b… Vi nesses dias muitas gentes exaltando o Cristianismo e também outras religiões, mais na verdade ao Obs, vi que de fato elas não conheciam a verdadeira fé do Cristaníssimo, amis sim o achismo. [11:09, 16/09/2021] Oficina De Autos Coringa: No planeta há várias religiões, cada religião tem seu próprio sistema de orientação doutrinária. Por elas se distribuem milhões de pessoas. Cada pessoa que adere a determinada religião recebe orientações teóricas e práticas para se manter nela. Embora isso seja verdade não se descarta a pretensão de pessoas que optam a não pertencer a um grupo religioso especifico, outros que acreditam que o importante é absorver um pouco de cada uma delas e outras que não querem fazer parte de nenhuma delas. Há religiões que abrigam uma pequena quantidade por existirem em lugares tribais de pequeno porte. Todavia, há aquelas que aglomeram milhões de adeptos por se situarem num conjunto cultural global no planeta. É certo que todas as religiões não são uniformes e as que apresentam maiores divisões são aquelas de grande escala. Quanto maior a religião, mas ela apresenta suas várias divisões. As divisões se forem levadas em consideração num raciocínio integrado favorecem a unidade, tanto de cada religião quanto das religiões em si. Este modo de raciocínio ainda não prevalece, por isso vemos as religiões se esfacelarem. Isso porque o que se estar em jogo não é o sentido sagrado do profundo da vida, mas o lucro e a ambição de prepotência, aquilo que a Bíblia chama de pecado original. Dentro da historia, vários reis e imperadores se consideraram um deus, chegando ao absurdo de manipularem as pessoas que estavam em seus territórios de domínio. Isso encheu os pulmões deles pela ganância de poder econômico e bélico, instrumentalizando pessoas e violentando-as. O Império Romano é o que mais de exemplar se apresenta aos ocidentais. Nele apareceram imperadores que absorveram para si toda autoridade divina. Calígula é um exemplo desse absurdo. Nos tempos atuais, isso estar voltando com outra aparência. Como atualmente não temos pessoas com grande potência como nos grandes impérios do passado, temos pessoas que se multiplicam em várias partes do planeta. Essas pessoas disseminam arrogância, ganância de poder e crueldade. Quando algumas delas conseguem um poder de escalão na sociedade demonstram suas loucuras, as consequências são guerras entre países. Na mesma linha segue aquelas que mesmo sem alcançar poder social promovem nas esquinas, praças ou lugarejos brigas e discórdias entre as pessoas. Tudo isso não é briga de deus, é briga por que querer ser deus. Certamente querem ser o Deus que nenhuma religião em sã razão considera existir. Deus não tem religião, não segue os padrões impostos pelas religiões e pelos não religiosos. Ele não se enquadra em nada que o ser humano possa estabelecer. Mas, quem é Deus? Certamente Ele está na força escondida na profundidade da vida humana. Podemos encontrá-lo quando na quisermos mais procurá-lo. Deus é tudo aquilo que o ser humano não pode definir. O cristianismo conhece Deus a partir de Jesus Cristo, mas Jesus não definiu Deus, nem fez grandes discursos ou propagandas sobre Ele. O que Cristo fez foi pregar um mundo de unidade na diversidade, sem fome, ódio ou guerra, um mundo de justiça e paz. Podemos acrescentar que o mundo pregado por ele é de inteligência e sabedoria humana. O erro histórico do cristianismo foi entender e criar a prática de fazer cristãos, coisa que Jesus não quis. “Cristo não veio para criar cristãos”, colocação inteligente e sábia do teólogo Leonardo Boff numa de suas entrevistas. Quando nós cristãos entendermos que o primordial de Jesus Cristo é o Reinado de Deus e não criar cristãos seremos libertadores como nosso Mestre. Com isso entendemos que o cristianismo tem em sua raiz o primeiro passo para paz religiosa e para o mundo secular. Se cada cristão, seja ele católico ou não, entender o sentido real do Reinado de Deus fará grandes milagres, coisa que esses doentes com a Bíblia na mão gritando trazer a cura das doenças e só aumentam a sua conta bancária não conseguem fazer. Conhecendo a Deus pessoalmente O que é preciso para se iniciar um relacionamento com Deus? Esperar que um raio caia? Devotar-se a obras de caridades em diferentes religiões? Tornar-se uma pessoa melhor para ser aceita por Deus? NADA disso. Deus deixou muito claro na Bíblia como podemos conhecê-lo. Aqui estão Quatro Princípios que irão explicar como você pode iniciar um relacionamento pessoal com Deus, agora mesmo… [11:24, 16/09/2021] Oficina De Autos Coringa: PRIMEIRO PRINCÍPIO: Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida. O AMOR DE DEUS “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). O PLANO DE DEUS Cristo afirma: “…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” [Uma vida completa e com propósito] (João 10.10). Por que a maioria das pessoas não está experimentando essa “vida em abundância”? Porque… SEGUNDO PRINCÍPIO: O homem é pecador e está separado de Deus; por isso não pode conhecer nem experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida. O HOMEM É PECADOR “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa de sua desobediência e rebeldia, escolheu seguir seu próprio caminho e seu relacionamento com Deus se desfez. Esse estado de independência de Deus, caracterizado por uma atitude de rebelião ou indiferença, é evidência do que a Bíblia chama de pecado. O HOMEM ESTÁ SEPARADO “Porque o salário do pecado é a morte…” [separação espiritual de Deus] (Romanos 6.23). Deus é santo e o homem é pecador. Um grande abismo separa os dois. O homem está continuamente procurando alcançar a Deus e a vida abundante, através de seus próprios esforços: vida reta, boas obras, religião, filosofias, etc… A Terceira Lei nos mostra a única resposta para o problema dessa separação… TERCEIRO PRINCÍPIO: Jesus Cristo é a única solução de Deus para o homem pecador. Por meio dele você pode conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida. ELE MORREU EM NOSSO LUGAR “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8). ELE RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS “…Cristo morreu pelos nossos pecados… foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos..” (1 Coríntios 15.3-6). ELE É O ÚNICO CAMINHO “Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (João 14.6). Deus tomou a iniciativa de ligar o abismo que nos separa dele… QUARTO PRINCÍPIO: Precisamos receber a Jesus Cristo como Salvador e Senhor, por meio de um convite pessoal. Só então podere- mos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida. PRECISAMOS RECEBER A CRISTO “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” (João 1.12). RECEBEMOS A CRISTO PELA FÉ “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9). RECEBEMOS A CRISTO POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL Cristo afirma: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei…” (Apocalipse 3.20). Receber a Cristo implica arrependimento, significa deixar de confia… A vida controlada pelo “EU”. O “EU” no centro da vida. Cristo fora da vida. Interesses controlados pelo “EU”, geralmente, causando discórdias e frustrações. A vida controlada por Cristo. CRISTO no centro da vida. O”EU” fora do centro. Interesses controlados por Cristo, resultando em harmonia com o plano de Deus. Qual dos dois círculos representa melhor sua vida? Qual deles você gostaria que representasse sua vida?