segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

“Depois da morte de Acabe, revoltou-se Moabe contra Israel. E caiu Acazias pelas grades de um quarto alto, em Samaria, e adoeceu; enviou mensageiros e disse-lhes: Ide e consultai a Baal-Zebube, deus de Ecrom, se sararei desta doença.”

 (2 Reis 1:1,2)

O rei Acazias tinha um médico em Israel, o Médico dos médicos, o SENHOR dos senhores; mas preferiu consultar um médico qualquer, um que não poderia curar fisicamente e nem espiritualmente, aquele que é o “senhor das moscas” – Baal-Zebube (ver nota abaixo). Não obtendo resposta e consequentemente a melhora de sua enfermidade, ele insistiu no erro, buscando informações donde não poderia obtê-las também.
A insistência de Acazias em permanecer no erro assemelha-se na atualidade aos que buscam pelas “curas” nos falsos cristos e falsos profetas, que ao operar seus prodígios e sinais, enganam a muitos e podem, até mesmo, enganar aqueles que são fiéis a Cristo (Mateus 24:24).
A cegueira de Acazias estava em sua teimosia em querer ser curado por um falso médico. Porque alguém procuraria um falso médico? No caso de Acazias é porque ele queria ser “curado” somente naquilo que ele queria, pois se procurasse o verdadeiro médico, o Médico dos médicos, ele seria curado não só da enfermidade física, mas principalmente das espirituais; e isso são poucos que querem. Só procura médico aquele que se considera doente. Só procura Jesus, quem se considera um pecador.
Outubro – 2009
Nota: Para ver as explicações sobre o deus de Ecrom, Baal-Zebube, cliqueaqui.
“Depois da morte de Acabe, revoltou-se Moabe contra Israel. E caiu Acazias pelas grades de um quarto alto, em Samaria, e adoeceu; enviou mensageiros e disse-lhes: Ide e consultai a Baal-Zebube, deus de Ecrom, se sararei desta doença.” (2 Reis 1:1,2)
Baal-Zebube referia-se a um deus que tinha a habilidade de irritar e infestar – ou (tão importante quanto) a habilidade de tirar a irritação. Na época do Novo Testamento, Baal-Zebube havia alcançado destaque entre os povos supersticiosos.” (Ver nota 1)
Não é sem fundamento que “Baal-Zebube” signifique “senhor das moscas” (ver vota 2), pois se uma mosca irrita, quanto mais um enxame? E se um enxame de moscas é irritante e infesta um local, quanto mais o seu “senhor”?
Alguém fica doente e ao invés de procurar um médico, consulta um que tem a habilidade de irritar e infestar. Você consultaria com alguém assim? Acazias, rei de Israel, filho do rei Acabe, pertencente ao povo de Deus, consultou! Ao invés de consultar o Médico dos médicos, o Deus todo poderoso, o SENHOR dos senhores; preferiu recorrer ao “senhor das moscas”. É difícil de acreditar, mas é verdade. Seria cômico se não fosse trágico! Mas na verdade não deixa de ser cômico. Quantos estão, ao longo dos anos, consultando com “senhores das moscas” e outros “senhores”, ao invés de recorrerem ao SENHOR dos senhores; o Médico dos médicos, o Deus Todo poderoso?
Outubro – 2009
Notas:
 
1 – Citação retirada do estudo “Elias”, escrito por David Roper, uma publicação de “Verdade para hoje” (Truth of Today).
2 – Para ver as explicações sobre o deus de Ecrom, Baal-Zebube, clique
aqui.
Consultando o Médico“Depois da morte de Acabe, revoltou-se Moabe contra Israel. E caiu Acazias pelas grades de um quarto alto, em Samaria, e adoeceu; enviou mensageiros e disse-lhes: Ide e consultai a Baal-Zebube, deus de Ecrom, se sararei desta doença.” (2 Reis 1:1,2)
Baal-Zebube significava literalmente “senhor das moscas” (Ver nota 1). “Baal era adorado como o deus da natureza. Baal-Zebube era uma manifestação local que, segundo a crença, controlava as moscas” (Ver nota 2). O rei de Israel, Acazias, deixou de consultar a Deus, o SENHOR e Criador, para consultar um deus pagão, o “senhor das moscas”.
A quem você consultaria estando doente: um médico, a Deus ou ao um“senhor das moscas”? Sendo cristãos, com certeza consultaríamos a um médico e pediríamos a Deus para abençoar; mas dependendo da gravidade – como em muitos casos pelo mundo -, só o poder de Deus, segundo a Sua soberana vontade. Porém, temos que lembrar que para Deus o mais importante é a nossa alma, pois o corpo – nosso tabernáculo terrestre (2 Pedro 1:13,14) – é pó e voltará para ele quando morrermos, fisicamente falando. Mesmo que Deus cure o doente, abençoando um médico com o tratamento ou por sua intervenção direta pelo Seu eterno poder, de qualquer forma, um dia a morte física chegará. Mas, aqueles que morrerem em Cristo, aguardarão a Sua suprema volta, onde ressuscitarão, e assim receberão a habitação celestial, ou seja, um corpo incorruptível (1 Coríntios 15:42-44; 2 Coríntios 5:2), e viverão para sempre na presença do SENHOR.
Portanto, não nos deixemos enganar pelas coisas que vemos ou ouvimos; pelas coisas fáceis e óbvias que trazem solução rápida pra tudo. Consultemos e busquemos a Deus em todas as coisas, principalmente nas espirituais. E esperemos pela sua ação, pois “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28).
Outubro – 2009

Notas:
 
1 - Para ver as explicações sobre o deus de Ecrom, Baal-Zebube, clique
aqui.
2 - Citação retirada do estudo “Elias”, escrito por David Roper, uma publicação de “Verdade para hoje” (
 “Depois da morte de Acabe, revoltou-se Moabe contra Israel. E caiu Acazias pelas grades de um quarto alto, em Samaria, e adoeceu; enviou mensageiros e disse-lhes: Ide e consultai a Baal-Zebube, deus de Ecrom, se sararei desta doença.” (2 Reis 1:1,2)
 
A insistente desobediência a Deus tem as suas conseqüências. O rei Acabe insistiu em não ouvir a voz da verdade e seu fim foi trágico. Acazias seguiu o mau exemplo de seu pai, dando sequência à idolatria em Israel, uma das coisas que Deus mais abomina. Assim ele distanciou ainda mais do Senhor. Com isso, os resultados negativos começaram aparecer em sua vida.
Os moabitas que dantes estavam sob o domínio de Israel, conseguiram recuperar a liberdade (2 Reis 3:4-27). Milhares de israelitas foram mortos e mulheres e crianças acabaram sendo levadas cativas. Além destes incidentes, o atual rei de Israel, ao final de seu curto reinado, sofreu uma queda em seu palácio e ficou gravemente ferido. Ele teve uma grande oportunidade, com este incidente, de voltar-se a Deus arrependido, mas ao consultar Baal-Zebube, um deus pagão de Ecrom, insultou grandemente ao Senhor, aquele que é o Médico dos médicos, o Deus de Israel, o Eterno. Porque consultar um deus pagão, ao invés de consultar ao Deus vivo e verdadeiro? Só há um Deus: o Deus eterno, o Criador de todas as coisas, YHWH.
Não sabemos o que nos acontecerá amanhã, mas Deus nos dá a oportunidade de escolhermos o caminho certo a seguir, independentemente do que possamos enfrentar neste mundo, sejam doenças, problemas ou dificuldades. Mas o importante é sempre seguir e recorrer ao único que pode nos salvar: Jesus Cristo, o Deus Filho; o único caminho que temos para chegar a Deus Pai, o eterno e Criador (João 14:6). Como disse o apóstolo Paulo:“Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1:21). Que seja assim em nossas vidas.


A Autoridade Ministerial está firmada em três bases: na Bíblia aleluia.

AUTORIDADE MINISTERIAL

A Autoridade Ministerial está firmada em três bases:

NO ANTIGO TESTAMENTO
1.  A Primeira Base da Autoridade Ministerial no AT: O Chamado
1.1 - Iniciativa de Deus (Noé, Levitas, Família de Arão).
1.2 - Pode haver a escolha de Deus antes mesmo do nascimento - Jeremias 1.5
1.3 - Votos de família (Ex.: Nazireus).

2.  A Segunda Base da Autoridade Ministerial no AT: A Unção 

Unção
:     Distinção especial do Espírito Santo que envolve e capacita o homem que foi Chamado por Deus (Ex.: David, depois de ungido por Samuel) - I Samuelm 16.12-13.
2.1 - O ungido é distinto (diferente) dos demais.
       Ex.:  Deus eliminou do meio do povo todos os que não pensavam assim, na rebelião encabeçada por Corá, Datã e Abirão - Números 16
2.2 - É a unção que capacita o homem a desenvolver seu Ministério

3. A Terceira Base da Autoridade Ministerial no AT: O Zelo de Deus
    Nota: Deus defende os seus ungidos.
3.1 - Não toqueis os meus ungidos (Salmo 105.15).
3.2 - Observe esta verdade na vida Moisés, David, Saul, os Profetas, etc.
3.3 - O Rei que estendeu o braço contra o ungido e este ressecou-se (I Reis 13.4).
3.4 - Arão e Miriã desafiam a autoridade de Moisés devido a um erro que ele cometeu, mas, Deus, castigou Miriã com lepra - Números 12.

NO NOVO TESTAMENTO
1.  A Primeira Base da Autoridade Ministerial no NT: O Chamado
1.1 - Iniciativa de Deus (Jesus chama os Apóstolos).
1.2 - Pode haver a escolha de Deus antes mesmo do nascimento (Ex: Paulo) - Gálatas 1.15
1.3 - Votos de família (Ex.: João Batista e, provavelmente, Timóteo).

2.  A Segunda Base da Autoridade Ministerial no NT: A Unção
2.1 - O ungido é distinto (diferente) dos demais em termos de funções.
        Ex.: Hebreus  13.17 – “Obedecei aos vossos pastores”. O ungido não é superior aos demais, mas diferente em termos de funções e responsabilidades. Cabe a ele a condução do Rebanho de Deus (I Pedro 5.1-4).
        Leia também I Coríntios 4.1-5.
2.2 - É a unção que capacita ao desenvolvimento do Ministério
        Ex.: Jesus (Lucas 4.17-19)

3. A Terceira Base da Autoridade Ministerial no NT: O Zelo de Deus
    Nota: Deus defende os seus ungidos.
3.1    - Ananias e Safira tentaram mentir para o Apóstolo Pedro, mas, o Espírito Santo, em defesa do apóstolo e da Igreja, revelou-lhe a verdade. Ananias e Safira combinaram mentir aos homens, mas não imaginavam que, na prática, estavam tentando mentir ao Espírito, e por isso morreram - Atos 5.1-10
3.1 - Elimas, o mágico, fica cego num confronto com Paulo - Atos 13.8-11
3.2 - Os cárceres se abriam, o mar não podia engoli-los, etc.


AS IMPLICAÇÕES DESTA AUTORIDADE NA IGREJA
E NA VIDA DOS CRENTES
 1.  As responsabilidades dos ministros - Hebreus 13.17
1.1 - Velar por vossas almas (presente).
1.2 - Como quem vai prestar conta (futuro).

2. Os critérios de como se deve desenvolver o ministério - I Pedro 5.1-4
2.1 - Não por força (não como uma obrigação).
2.2 - Nem por ganância.
2.3 - Nem como dominadores.
2.4 - Mas, servindo como exemplo.

3. As funções Pastorais:
a)  Orar e meditar na Palavra - Atos 6.4
b)  Ministrar no ensino e na pregação - I Timóteo 5.17
c)  Treinar os crentes para o serviço cristão - Efésios 4.11-12
d)  Visitar os irmãos que estejam gravemente doente - Tiago 5.14

4.  A visão que a Igreja deve ter de seus ministros
a)  Tratá-lo como “Presente de Deus” - Jeremias 3.15
b)  Tratá-los como seus filhos, pois os levitas foram tomados por Deus no lugar dos filhos do povo de Deus.
c)  Tratá-los com estima e amor - I Tessanolissences 5.12
d) Tratá-los com honra dobrada (honorários) - I Timóteo 5.17.

5. A postura que os crentes devem ter diante da autoridade dos ministros:
a)  Obediência - Hebreus 13.17.
            Nota.:  Cuidado: Existem vários tipos de desobediência:
                        - A desobediência  DESCARADA (o confronto).
                        - A desobediência CAMUFLADA (faz de conta que obedece).
                     
   - A desobediência do MENOSPREZO (quando nos firmamos nas nossas próprias
                          convicções e desprezamos o ensino do homem de Deus).

    b)  
Submissão - Hebreus 13.17
c)  Não julgá-los - I Coríntios 4.1-5
d)  Não acusá-los levianamente
 - é preciso 2 ou 3 testemunhas para acusar um ministro - I Timóteo 5.19.
e)  Não se rebelar contra os ministros por causa de problemas circunstanciais (naturais em qualquer processo ou mudança) - Números 16.13-14. Leia também Judas 16.
  

19.06.2005


Ajustamento sexual no casamento, à luz da Bíblia

Ajustamento sexual no casamento, à luz da Bíblia


Por que há tantos casais infelizes sexualmente no casamento? Na lista de prioridades do relacionamento conjugal, que lugar o sexo ocupa? A insatisfação sexual é um indicador sensível de que o plano de Deus para o casamento está desalinhado. A solução para este problema pode começar a partir da compreensão do que é o sexo, sob a perspectiva divina.
Um dos propósitos de Deus para com o sexo é despertar e satisfazer no homem e na mulher, a fome de intimidade. Sexo não é apenas um incidente no casamento. Embora não tenha sido criado para ser o cerne da intimidade, o sexo é a música do matrimônio. Pode parecer um pouco estranho para muitos, mas a verdade é que Deus espera que nós O procuremos e O conheçamos na intimidade sexual com o nosso cônjuge. Intimidade e deleite espiritual não são opostos à intimidade sexual; na verdade, a intimidade espiritual se encontra em meio ao deleite relacional e carnal da união. É por isso que o escritor aos Hebreus escreveu que o “ato sexual – o coito” é digno de honra tanto quanto o matrimônio (Hb 13.4).
Você já parou para pensar na reação de Adão quando despertou do seu sono e viu ao seu lado a mulher preparada pelo Criador para completá-lo? O elevado grau de prazer de Adão, está explicitado na sua declaração: “Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada “varoa”, porquan-to do varão foi tomada. Portanto, deixará o homem a seu pai e sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne” (Gn 2.23-24). Que declaração de amor intenso! Quando Adão contempla Eva pela primeira vez, irrompe num cântico. Não consegue conter sua alegria, e compõe um hino erótico. Não foi o diabo quem criou o sexo, a sexualidade e o erotismo. O erotismo é criação alegre de Deus, seu prazer em deleitar o coração erógeno de suas criaturas. Com muita beleza escreveu o poeta: “Seja bendita a sua fonte! Alegre-se com a esposa da sua juventude. Gazela amorosa, corça graciosa; que os seios de sua esposa sempre o fartem de prazer, e sempre o embriaguem os carinhos dela” (Pv 5.18,19 BNVI). Os casais precisam saber que o segredo para alcançar a plenitude do prazer no ato conjugal é compreendendo a sexualidade como uma importante janela para o coração de Deus.
Descobrindo as causas do desajuste sexual
A Bíblia diz: “Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias…” (Ec 9.9ª), “Beba das águas da sua cisterna, das águas que brotam do seu próprio poço” (Pv 5.15 BNVI). O sexo é tão importante para a manutenção do casamento, quanto a água para a preservação da vida, eis a razão porque o texto diz “bebe das águas da sua cisterna”. No trabalho de aconselhamento de casais, é comum eu ouvir de algumas mulheres: “Se o meu marido não precisasse de sexo, eu passaria muito bem sem”. Essa maneira de pensar revela alguma disfunção sexual que precisa ser tratada, porque o normal é gostar e sentir falta da prática do ato sexual no casamento. Muitas vezes, a causa do problema, não está na mulher e sim no homem. Quando o casal descobre a causa da disfunção ou do desajuste sexual, há mais facilidade na na busca pela solução.
A alma farta pisa favos de mel
“A alma farta pisa o favo de mel, mas para a alma faminta todo amargo é doce” (Pv 27.7). Nenhuma outra causa tem levado homens e mulheres ao adultério, como a insatisfação sexual crônica. A Bíblia é muito clara quando diz que uma “alma satisfeita ou farta” despreza o favo de mel, ou seja, quando o marido e a esposa saem de casa com as necessidades da alma, inclusive sexual, satisfeitas, fica bem mais fácil resistir todas as possíveis tentações do maligno. Quando o homem e a mulher são infelizes sexualmente no casamento, os dois tornam-se presas fáceis do diabo. Paulo, o apóstolo, quando escreveu sua carta-resposta para a igreja que estava em Corinto, tratou deste assunto com muita preocupação, dizendo: “Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido” (1 Co 7.2). Ele também deixou claro que não basta ter uma mulher ou ela um homem, é necessário que os dois sejam felizes sexualmente, por isso ele insiste: “O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (1 Co 7.3,4).
A dúvida de muitos casais é: “Como praticar o ato sexual de forma que alcancemos a plenitude do prazer, segundo Deus planejou? Como satisfazer a alma?”. A realização sexual no contexto do casamento depende do conhecimento de alguns pontos básicos sobre as diferenças afetivo-sexuais entre homem e mulher. Vejamos algumas delas: 1) O homem é tendente ao amor estético, e a mulher é tendente ao amor ético; 2) O homem é tendente ao amor quantitativo (instintivo, passageiro), e a mulher é tendente ao amor qualitativo (afetivo e que dura); 3) O homem é tendente a querer primeiro o corpo dela, e depois a pessoa dela e a mulher é tendente a querer primeiro a pessoa dele e depois o corpo dele; 4) O homem é estimulado sexualmente pela visão (erotismo visual, Ct. 7:1-9), e a mulher é estimulada pelo que ouve e pelo toque (erotismo sentimental e abrangente); 5) Para o homem o ato sexual é um prazer corporal, somático, físico e localizado, e para a mulher o ato sexual é um prazer emotivo, em todo o seu corpo, partindo dos órgãos da cópula; 6) O homem precisa de sexo para se manter vivo no casamento, e a mulher precisa de carinho, companheirismo, segurança, estabilidade e sexo; 7) No homem, o sexo é descontínuo e centralizado, na mulher, o sexo é contínuo e descentralizado.
O que o sexo significa para o casal? Para o homem e a mulher, o ato conjugal satisfaz o instinto sexual, aumenta o amor um pelo outro, reduz as tensões no lar e proporciona a mais íntima experiência da vida conjugal.
Conselhos práticos que podem ajudar os casais que buscam ajustamento
1. Nunca seja egoísta, pense na realização do cônjuge (1 Co 7.2-5).
2. Elimine os complexos através da oração e da compreensão.
3. Lembre-se, o cansaço pode ser a causa do fracasso.
4. Desenvolva uma comunicação franca nesta área.
5. Procure não praticar o ato com a tensão de um problema.
6. Reserve tempo para o exercício do ato.
7. A privacidade do casal é de fundamental importância.
8. O asseio é uma necessidade de todos.
9. A preocupação com uma possível gravidez pode ser a causa da baixa qualidade da relação sexual.
10. Nunca se esqueça que o homem se excita pelo que vê, já a mulher, mais pelo que ouve.
11. Nunca tenha o sexo como obrigação, o ato conjugal deve ser espontâneo.
12. Cuidado com a contaminação do leito, que deve ser sem mácula.
13. Cuidado com as relações “pornográficas” (Rm 1.26,27).
Lembre-se, o sexo é a música do matrimônio, quanto mais os músicos tocarem, mais habilidosos vão ficando. Meu conselho final é que os casais não devem parar de tocar a música da sexualidade no casamento, porque enquanto houver música, haverá alegria e vida conjugal plena.
“O Sexo não é tudo, mas a infelicidade sexual pode gerar um mau humor crônico que afetará todas as áreas da vida do casal”


Acabe, rei de Israel, o rei mais corrupto e miserável que a Bíblia já mencionou..

Politicamente forte, moralmente corrupto

Acabe, rei de Israel


A cabe foi um rei politicamente forte e muito poderoso, mas muito fraco na moralidade pessoal. Ele fez alianças com Fenícia, Judá e Síria e levantou Israel como uma nação. No entanto, ele permitiu que sua esposa e rainha, Jezabel, uma mulher estranha para Israel, tanto na nacionalidade quanto na prática religiosa, promovesse idolatria em Israel. Isso provocou a ira de Deus e levou à queda de Acabe. Ele juntou-se a sua rainha na prática de idolatria, no entanto se humilhou diante de Deus ocasionalmente. Ele morreu em batalha em 853 a.C.
Israel invadido pelos siros
Podemos ler sobre como aconteceu a guerra entre Israel e a Síria, também chamada de “Arã” (1 Reis 20:1-21). Ben-Hadade, o rei da Síria, fez uma proposta, esperando que Acabe recusasse. Essencialmente, Síria exigiu que Acabe pagasse tributo à Síria que consistia de tudo de valor em Israel. Acabe teria que recusar isso, e seria o pretexto da Síria para guerra.
Pode ser que Ben-Hadade estava com medo que Israel estivesse ficando forte demais, assim obrigando Acabe a lutar. Acabe deu sua resposta famosa: “Dizei ao rei, meu senhor: Tudo o que primeiro demandaste do teu servo farei, porém isto, agora, não posso consentir. E se foram os mensageiros e deram esta resposta. Ben-Hadade tornou a enviar mensageiros, dizendo: Façam-me os deuses como lhes aprouver, se o pó de Samaria bastar para encher as mãos de todo o povo que me segue. Porém o rei de Israel respondeu e disse: Dizei-lhe: Não se gabe quem se cinge como aquele que vitorioso se descinge” (1 Reis 20:9-11). Isso foi uma resposta corajosa, mas arrogante. Acabe avisou ao Ben-Hadade que não agisse como se já houvesse ganho. Mas a arrogância de Acabe é vista no fato que ele não buscou a ajuda de Deus.
Com a batalha marcada para começar, Deus interveio para que Israel soubesse “que eu sou o Senhor” (1 Reis 20:13). Acabe fez como o profeta o instruiu, e a Síria foi derrotada. Mas os siros tiveram uma idéia. Teria uma segunda batalha (1 Reis 20:22-43). Os siros atribuíram corretamente a vitória de Israel ao seu Deus. Julgando-o como o Deus apenas dos montes, eles decidiram atacar Israel nas planícies (1 Reis 20:23,28). Novamente Acabe se preparou para a batalha sem buscar a ajuda de Deus. Novamente Deus interveio, não por causa de Acabe, mas porque os siros pensaram que ele era apenas “um deus dos montes”. Os siros foram derrotados com grandes perdas. Acabe, confiando na seu próprio juízo político, poupou Ben-Hadade e fez uma aliança com ele (1 Reis 20:32-34).
O Senhor ficou irado com Acabe por ter poupado Ben-Hadade. Deus predisse que na próxima batalha, Ben-Hadade venceria e Acabe morreria. Acabe ficou “desgosto e indignado” com a repreensão de Deus (1 Reis 20:42-43).
Há muito para aprendermos, hoje em dia, desta história. Algumas coisas para você pensar a respeito:
Primeiro, Deus deve receber a glória que ele merece. Ele não é um Deus apenas dos montes, mas do universo que ele mesmo criou. Os siros não tiveram respeito suficiente pelo poder de Deus, e muitos hoje em dia também não têm! Temo por aqueles que não reconhecem Deus e não lhe dão a glória correta na suas vidas (1 Coríntios 1:24-25; Mateus 19:26; 22:29; Romanos 4:20-22).
Segundo, as coisas destinadas a destruição devem ser destruídas. Há coisas que o cristão deve destruir em relação aos seus pecados, suas atitudes e características perversas (Romanos 6:6; Gálatas 2:20; 5:24).
A vinha de Nabote
A cabe desejava a vinha de Nabote em Jezreel para usar como horta, e fez uma oferta para trocar terrenos. Nabote recusou a oferta de Acabe, e o rei ficou “desgostoso e indignado” (1 Reis 21:1-4). Jezabel planejou matar Nabote e seus filhos (1 Reis 21:7; 2 Reis 9:26), acusando-o com falsa acusações feitas por “homens malignos” que ela subornou. Nabote foi morto por crimes pelos quais ele foi acusado falsamente, e com a sua morte, Acabe tomou posse da sua vinha.
Deus mandou Elias para profetizar contra Acabe pela sua maldade. As oportunidades de Acabe para se tornar uma pessoa melhor haviam acabado (1 Reis 21:17-24). A profecia consistia de três partes principais:
Œ O sangue de Acabe seria derramado no mesmo lugar.
 A casa de Acabe seria destruída.
Ž Cães comeriam Jezabel.
Acabe arrependeu-se e Deus adiou a destruição de sua casa até após a sua morte (1 Reis 21:27-29). Novamente podemos ver algumas lições importantes neste episódio da vida de Acabe:
Primeiro, não devemos ser tão fracos moralmente (como Acabe foi) que se torna fácil para os injustos nos manipularem (como Jezabel fez) (1 Reis 21:25-26). Dá para entender que Acabe nunca ficou confortável com as concessões que fez mas não estava disposto a tomar uma posição moral corajosa (Mateus 6:24).
Segundo, Deus irá retribuir mal por mal. No final das contas, nenhum mal fica sem pagar. Para homens e mulheres de fé, o preço foi pago por Jesus e aceito por nós através da nossa obediência fiel. O preço foi o sangue de Cristo. Para os sem fé, o preço será cobrado no julgamento final (Romanos 12:17,19; 2:5-6).
Israel e Judá invadem o território siro
A cabe pediu que o Rei Josafá de Judá os ajudasse em recapturar Ramote-Gileade. Josafá concordou em ajudar Acabe mas pediu orientação profética de Deus. Quatrocentos falsos profetas profetizaram sucesso. Micaías, um verdadeiro profeta de Deus, predisse derrota e foi preso (1 Reis 22:5-8,27-28).
Na batalha resultante, os siros foram vitoriosos. Apesar de estar disfarçado, Acabe foi morto por uma flecha perdida (1 Reis 22:34-37). Acabe morreu corajosamente na batalha. Os cães lamberam o sangue de sua carruagem no poço de Samaria, assim cumprindo uma parte da profecia de Elias (versículo 38). A profecia inteira seria cumprida em breve.
Novamente, estamos lembrados de algumas coisas importantes para nós também. A palavra de Deus é verdadeira e deve ser obedecida. Assim como Acabe escolheu não acreditar em Micaías o profeta, podemos fingir que a Bíblia não diz o que diz, preferindo alguma outra coisa, mas isso não muda a verdade (João 8:31-32,44-45; 14:6; 17:17; 18:37).

De certas maneiras Acabe teve muito êxito. Ele ganhou algumas batalhas. Sua nação prosperou durante seu reinado; ele é conhecido por construir cidades em Samaria. Mas sua vida acabou tragicamente, e ele entrou na eternidade afastado de Deus. Ele ouviu Jezabel demais e não ouviu Deus o suficiente. Ele foi um rebelde orgulhoso em vida, mas agora o orgulho se foi. É um sucesso vazio nesta vida que é seguido por derrota eterna! Deus foi paciente com Acabe. Não precisava acabar daquele jeito. Não tem que acabar daquele jeito com nenhum de nós!

A unção Real -Tema: UNÇÃO DE DEUS, só Jesus e o Rei Davi receberão a unção real do céu. Amém

A unção Real
-Tema: UNÇÃO


continuação do estudo 4 tipos de unção

4- A unção do Rei - AUTORIDADE

I Samuel 16.13

Um rei também devia ser ungido como sinal de autoridade antes de iniciar de fato o seu reinado. Um rei que subisse ao trono sem antes ser ungido, seria considerado um usurpador da coroa. A unção é o que dava legitimidade e autoridade ao rei.
Davi foi ungido por Samuel para ser rei em lugar de Saul que havia abandonado ao Senhor. Mas quando Davi foi escolhido por Deus e ungido por Samuel somos induzidos a pensar que Davi saiu dali e já se tornou rei. Não foi assim. Demorou e muito. Na verdade Davi foi ungido três vezes para então se tornar rei plenamente.
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As três unções reais de Davi:
1ª unção: I Samuel 16.13, unção profética
A primeira vez que Davi foi ungido rei representa um chamado de Deus para sua vida. Foi um ato profético para o levantar como um grande rei. Esta unção o preparou para os desafios que enfrentaria pela frente até chegar definitivamente ao trono.
Logo em seguida à esta unção Davi que ainda era jovem começou a usar esta unção:
-foi ser escudeiro real (I Samuel 16.21);
-tocou harpa para libertar Saul (I Samuel 16.23);
-matou o leão e o urso defendendo as ovelhas (I Samuel 17.34,35);
-venceu o gigante Golias (I Samuel 17.49-51);
-derrotou centenas de filisteus (I Samuel 18.7).
A partir do momento em que foi ungido, Davi não ficou parado, começou a lutar e vencer exercendo o poder que já estava sobre ele. Foi crescendo gradualmente de pastor a escudeiro, depois músico, general e até ser um herói de seu povo.
Em todos os postos que galgou até ser rei sempre foi o mesmo servo de Deus com coração de pastor. Davi não se envaideceu com o sucesso. Ele foi humilde do pasto até ao trono.
Esta unção mostra para nós que Deus nos unge preparando-nos para lutar e vencer. Quando somos ungidos não significa que não teremos problemas, mas sim que se o tivermos teremos a unção para nos ajudar.
A unção te capacita para lutar e vencer!

2ª unção: II Samuel 2.4, unção de autoridade real
Treze anos depois Davi foi ungido pela segunda vez. A segunda unção de Davi foi uma confirmação de que era o escolhido de Deus.
Após a segunda unção, Davi assume o reinado apenas sobre Judá e enfrenta muitas adversidades dos inimigos externos, do próprio povo de Israel e em sua própria família quando seu filho Absalão se levantou para derrubar Davi do trono (II Samuel 15.10-14).
A segunda unção serviu para renovar a autoridade sobre Davi como rei. Foi um tempo de experiência enquanto reinava sobre Judá para depois então, estando preparado reinar sobre todo Israel.
Às vezes queremos receber tudo de Deus de uma só vez e não é assim. É preciso uma caminhada de lutas e conquistas. Deus vai nos abençoando a cada dia e enquanto isso nos prepara para recebermos o melhor que Ele tem para nós. Se formos fiéis no pouco recebemos o muito (Lucas 16.10).
A unção de Deus te dá autoridade par vencer!

3ª unção: II Samuel 5.3, unção sacerdotal
Depois da segunda unção se passaram sete anos e meio (II Samuel 2.11) e Davi foi ungido pela terceira vez. Desta vez ele estava assumindo o trono de todo o Israel e definitivamente seria rei de seu povo.
A terceira unção de Davi é uma prova da sua fidelidade para com Deus e o Senhor o honrou. Após esta unção ele conseguiu trazer a Arca da Aliança ao monte Sião e restabelecer o culto ao Senhor (II Samuel 6.15). Com este ato, Davi alcança mais que autoridade política, consegue ter influência espiritual sobre seu povo.
Esta unção foi de autoridade espiritual. Por isso Davi toma este papel de adorador e sacerdote no meio de seu povo, pois sabia que tinha autoridade espiritual.
Um rei para ser completo devia ter estas três qualidades, profética, real e sacerdotal. Por isso Jesus recebeu dos magos ouro, incenso e mirra, pois é rei, profeta e sacerdote.
O rei tem autoridade para fazer cumprir a vontade de Deus. Davi compreendeu isso e por este motivo se tornou o maior rei de toda a história de Israel.
Deus quer nos ungir com autoridade espiritual para ministrar às vidas. Precisamos aprender a exercer o poder espiritual que temos através da unção de Deus.
A unção te dá autoridade espiritual!
Para quem é a unção do rei?
A unção real é para pessoas que precisam de autoridade para vencer. A unção te autoriza a ser vitorioso e a conquistar o propósito de Deus para você.
Quem nos unge é o rei dos reis e Senhor Assim como em Davi, a unção de Deus se renova sempre em nossas vidas para nos ensinar a enfrentar os obstáculos e fortalecer para o crescimento de sua obra.
Deus pode te ungir quantas vezes for necessário para te capacitar para exercer seu ministério. Quantas vezes você já foi ungido por Deus? O que aconteceu? A cada unção é uma nova conquista!

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