terça-feira, 10 de setembro de 2013


Essa Mensagem é do Céu!

Um Verdadeiro Profeta para nossa Geração



Todo cristão sério sabe que a hora é desesperadamente tarde; que brevemente nosso amado
Senhor Jesus encontrará Sua Noiva no ar (1 Ts 4:16-17). O que a maioria das pessoas não sabe é
que, assim como João Batista precursou a primeira vinda de nosso Senhor, haverá de vir um
profeta tendo o espírito de Elias que precursará a segunda vinda de Cristo. Certamente, mesmo
agora haverá muitos falsos profetas no mundo, guiando vários para fora do caminho (Mt 24:11,
24). Porém o mesmo Deus que disse que haveria o falso, disse que haveria de vir um profeta
VERDADEIRO.
Em Malaquias 4, onde fala do fim do mundo, Deus disse: “Eis que eu vos enviarei o profeta
Elias antes da vinda do grande e terrível dia do Senhor; e ele converterá o coração dos
pais aos filhos, e o coração dos filhos aos seus pais, para que eu não venha e fira a
terra com maldição.” Neste verso, tendo um significado composto, está se referindo a duas
vindas separadas de Elias. Um anjo disse concernente a João Batista (Lc 1:17): “E ele irá adiante
no espírito e poder de Elias, (note: Elias é a palavra grega para Elijah) para converter os
corações dos pais aos filhos, (João foi o cumprimento desta porção de Malaquias 4:6, porém
aquilo foi tudo, pois o anjo prossegue) e converter o desobediente à prudência dos justos; e
habilitar um povo preparado para o Senhor”. O anjo nada disse sobre João converter “o
coração dos filhos aos pais”, porque aquela parte de Malaquias 4:6 não pertenceu a ele.
Agora, Jesus disse que João Batista era o Elias, e isto é verdade (Mt 11:7-14). “Porque a lei e os
profetas profetizaram até João. E se vós o quereis reconhecer, este é Elias que estava
para vir”. Porém agora abra em João 1:19-21: “E este é o testemunho de João, quando os
judeus enviaram sacerdotes e levitas de Jerusalém para lhe perguntarem: Quem és tu?
E ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. E eles lhe perguntaram:
Quem és pois? És tu Elias? E ele respondeu: Não”. Isso é estranho. Jesus disse que João era
Elias, e João disse que ele não era. A Bíblia se contradiz? De maneira alguma. Lembre-se que os
judeus estavam esperando o Messias para destruir os romanos e pôr Israel acima como os
governantes do mundo. Eles estavam esperando um Elias para precursar um Messias que viria em
Poder. João disse: “Não, eu não sou aquele Elias”, pois ele não foi enviado “antes da vinda do
grande e terrível dia do SENHOR”. Então lhe disseram: “Quem és? Para que possamos dar
uma resposta para aqueles que nos enviara;, que dizes a respeito de ti mesmo? Ele
disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Endireitai o caminho do Senhor’”. (Jo
1:22-23). João, sabendo bem quem ele era, comparou-se a Isaías 40:3.
O próprio Cristo dividiu Mal 4:5-6 como duas vindas de Elias. Embora Jesus tivesse dito aos Seus
discípulos claramente que João Batista era Elias (Mt 11), algum tempo depois (Mt 17) eles ainda
estavam confusos (10). “E seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Por que dizem os
escribas que Elias deve vir primeiro? (11) E Jesus respondeu e disse-lhes: Elias
verdadeiramente virá, e restaurará todas as coisas, (12) Porém eu vos digo que Elias já
veio, e eles não o conheceram, mas fizeram com ele tudo quanto quiseram... (13).
Então os discípulos entenderam que ele lhes falara a respeito de João Batista”. (Mt
17:10-13). Examine atentamente o verso 11, onde Jesus diz: “Elias verdadeiramente VIRÁ,
(note: tempo futuro. Este Elias ainda não tinha vindo) e RESTAURARÁ TODAS AS COISAS”.
João Batista restaurou todas as coisas? João preparou um povo para a aparição do nosso precioso
Senhor, porém ele não restaurou todas as coisas. Mas Jesus disse que viria um Elias no futuro que
restauraria todas as coisas. Agora leia Atos 3:19-21, onde Pedro fala a respeito de Jesus Cristo,
“cujos céus devem receber até aos tempos da RESTAURAÇÃO DE TODAS AS COISAS”.
Assim o Senhor a quem amamos deve permanecer no céu até que todas as coisas sejam
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restauradas, e o próprio Jesus disse que Elias restauraria todas as coisas. Faz 1+1= 2? Então o
ministério deste Elias é essencial.
Em Mt 24:37-39 Jesus disse: “Porém como foi nos dias de Noé, assim deverá ser na vinda
do Filho do homem”. Tudo bem, como foi nos dias de Noé? Havia uma grossa cegueira no povo
concernente a Palavra de Deus, o que lhes motivou agir com maldade. Deus enviou um homem,
um profeta, com uma Mensagem: “Entrem na arca e sejam salvos!”. Deus disse que se Ele não
enviasse um Elias naqueles últimos dias, a Verdade estaria tão enfraquecida e desordenada que
Ele teria que “ferir a terra com maldição”. Esta mensagem de Elias será: “Venha para Cristo
e seja salvo!”. Lembre-se, Cristo é a PALAVRA (Jo 1:1, 14; 1 Jo 5:7). A Palavra de Deus tem sido
deformada e pervertida e se perdido através das eras que até hoje1 existem mais de 900
denominações no mundo, todas alegando ter a correta interpretação da Palavra. Mas Deus
prometeu que a Verdade será restaurada. Isto, na verdade, é o que a estranha linguagem de Mal
4:6 diz. O anjo disse que João converteria “os corações dos pais aos filhos”. Ao estudar o que
João fez depois, podemos ver que ele converteu os corações dos pais judeus da fé ortodoxa para a
nova fé em Cristo, pois os seguidores de Cristo no tempo de João eram somente filhos espirituais.
Aqueles filhos cresceram espiritualmente e se tornaram os pais apostólicos, os quais Deus usou
para edificar Sua igreja e escrever o Novo Testamento. Porém as igrejas hoje têm se afastado
daquela fundação original (Ef 2:19-20) para as suas idéias organizacionais e teologias
manufaturadas até que a Verdade encontra-se oculta perante os seus olhos, encoberta por
centenas de filosofias e milhões de opiniões. Neste tempo do fim Elias “converterá o coração
dos filhos aos pais”, ou seja: converterá os nossos corações, de volta à fé dos nossos pais
apostólicos, até que nossa fé viva, e se iguale com sua doutrina perfeitamente.
Brevemente nós descreveremos este Elias através do Livro de Apocalipse. Nos capítulos 2 e 3
Jesus está ditando 7 cartas para 7 igrejas gentias na Ásia Menor. Se você observar as condições
listadas de cada uma daquelas igrejas, e depois estudar a história da igreja, você descobrirá que
cada carta era uma profecia, pois as cartas em seqüência correspondem exatamente às 6 eras da
igreja gentílica que tem chegado ao fim. Hoje estamos na 7a, ou na era da igreja de Laodicéia (Ap
3:14-22). Agora note que cada era da igreja tem um anjo (Ap 1:16, 20; 2:1, 8, 12, 18; 3:1, 7, 14).
A palavra anjo literalmente significa MENSAGEIRO, e nem sempre significa um ser celestial (Gl
4:14; Ap 22:8 e 9). Uma vez que existem igrejas gentias terrenas, existem anjos terrenos. Assim
cada era da igreja tinha um anjo, ou mensageiro, e o apóstolo Paulo sendo o mensageiro da
primeira ou era de Éfeso (Ap 2:1; Atos 9:15; 13:46-49; Rm 11:13; 15:15-16; Gl 1:11-12; 2:6b-8;
Ef 3:1-8; 2 Tm 1:11). Concernente à 7a era da igreja lemos: “E ao anjo (Mensageiro) da igreja
dos laodiceianos escreve...” (Ap 3:14a) Jesus então severamente denuncia a vasta riqueza e os
sistemas organizacionais desta era, dizendo que eles são pobres, cegos, nus e NÃO O SABEM! No
versículo 20 encontramos que Cristo pôs sua própria igreja para fora fazendo um chamado aos
poucos indivíduos que tinham mais fome e sede para sair por todo o caminho com Deus. Visto que
esta 7a era é a última era da igreja e desde que Elias deve restaurar todas as coisas antes que
Jesus venha para a Sua Noiva – vemos que o homem que terá o espírito de Elias será também o
mensageiro da 7a era da igreja. Ele será um profeta-mensageiro, o mesmo como João que foi
ambos profeta e mensageiro (Lc 7:24-27). Portanto Ap 3:14-22 será parte desta mensagem de
Elias.
Agora considere Ap 10:7 – “Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele começar a
soar, o mistério de Deus deverá ser completado, como ele tem declarado aos seus
servos, os profetas”. Segundo este versículo, o mensageiro da 7a era da igreja encerrará todas
as pontas soltas de nosso pensamento. Deus revelará a ele todos os mistérios que tem estado
oculto nas páginas da Bíblia ao longo dos séculos, e assim concluir o mistério de Deus, pelo menos
na medida em que Ele o tem declarado aos profetas. Isso corresponde ao que o homem vestido de
linho disse a Daniel: “Mas tu, ó Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do
fim” (Dn 12:4a, 8-9). De modo que a revelação dada a Daniel deve ser revelada em nosso dia, e –
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“Certamente que o Senhor não fará nada, sem antes revelar os seus segredos aos seus
servos, os profetas” (Amós 3:7). Alguns outros mistérios que este Elias revelará são: O mistério
– da translação dos santos (1 Co 15:51-54) – da Igreja como a Noiva de Cristo (Ef 5:28-32) – da
piedade (1 Tm 3:16) – da iniqüidade (2 Ts 2:6-12) – DO MISTÉRIO, BABILÔNIA A GRANDE, A MÃE
DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA (Ap 17).
Você está começando a perceber a necessidade de se receber este Elias dos últimos dias e sua
Mensagem? Jesus disse: “Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá um
galardão de profeta” (Mt 10:41a) e novamente: “Quem recebe aquele que eu enviei,
recebe a MIM “(Jo 13:20). Como você pode dizer que ama Jesus, e depois rejeita um profeta que
Ele envia? Você está parado sobre solo instável. Seja cuidadoso, a fim de que você não tenha o
mesmo espírito dos religiosos fariseus, que acreditavam no que Deus fez NO PASSADO, mas que
não acreditavam no que Deus estava fazendo BEM DIANTE DE SEUS OLHOS! Eles ofenderam o
homem cego a quem Jesus havia curado, dizendo: “Tu és discípulo dele, mas nós somos
discípulos de Moisés, porém este nem sabemos donde é” (Jo 9:28-29). Jesus disse daqueles
hipócritas: “Se de fato crêsseis em Moisés (realmente eles acreditavam) vós creríeis em
mim, pois ele escreveu de mim” (Jo 5:46). Da mesma forma, se realmente cremos em Jesus
Cristo, creremos no Seu Elias dos últimos dias, pois Jesus falou dele. Cristo também disse aos
fariseus: “E vós não tendes sua (do Pai) palavra permanente em vós; pois aquele a quem
Ele tem enviado, vós não credes” (Jo 5:38). Oh, cristãos, vamos crer naquele Elias quando o
reconhecemos! Lembre-se, cada um que rejeitou a mensagem de Noé pereceu no dilúvio. Rejeitar
o profeta de Deus é rejeitar a Deus. (1 Sm 8:4-7; Ex 16:2, 8).
No entanto, a maioria das pessoas rejeitará este profeta-mensageiro. Isso sempre tem sido desta
maneira. A maior parte dos profetas nunca foi recebida pela maioria das pessoas em seu dia (Mt
5:11-12; At 7:51-52). Dentre milhões, somente 7 ouviram a Noé. Os filhos de Israel continuamente
murmuravam e se rebelavam contra Moisés; o povo rejeitou Samuel; Elias foi tão odiado que ele
pensou que ele era a única pessoa que restou que amava Deus; o povo constantemente
debochava de Jeremias. Jesus disse: “Oh Jerusalém, Jerusalém, tu que mataste os profetas,
e que apedrejas os que te foram enviados...” (Mt 23:34-37). Todas as Escrituras
concernentes a este Elias dos últimos dias serão cumpridas, todavia por tanta simplicidade e
humildade a maioria o evitará. (Por exemplo: leia a espetacular profecia acerca do ministério de
João Batista (Is 40:4), e depois leia em Mt 3:1-12 quão humildemente isso foi cumprido).
Mas como podemos encontrar este profeta-mensageiro, em meio à multidão de falsos profetas que
pululam a terra hoje? Jesus disse: “Pelos seus frutos vós os conhecereis” (Mt 7:15-20). Não
somente agora pelos dons e milagres, pois muitos farão sinais e maravilhas no Nome de Jesus
Cristo, e todavia serão operadores de iniqüidade (Mt 7:22-23; Mc 13:22; Dt 13:1-3) Os falsos
profetas parecerão como ovelha (Mt 7:15). Os falsos profetas serão homens MUNDIALMENTE
ACEITOS, ADORADOS, ADMIRADOS, E BEM FALADOS POR TODOS! (Lc 6:26). Os falsos profetas
enganarão a muitos porque muito do que eles falam é verdade, todavia eles realmente estarão é
atrás do seu dinheiro (2Pe 2:1-3). Os falsos profetas farão o povo crer numa mentira (Jr 28:15)
dizendo coisas como: “Fiquem tranqüilos, vocês estarão no Rapto, estejam suas vidas alinhadas
com a Palavra ou não”. (Jr 23:16-17; Ez 13:10a). Os falsos profetas “perverterão os retos
caminhos do Senhor” e apesar disso eles terão poder, e nada será comparado com o verdadeiro
profeta de Deus (Atos 13:6-12; Ex 7:8-12). Todavia seus caminhos são extremamente
enganadores (Jr 23:9-32; Ez 13). Os falsos profetas se parecerão e atuarão tão perto do
verdadeiro profeta, que somente os eleitos não se enganarão (Mt 24:24; 2 Cr 18; Jr 28).
Porém existe um teste final. Deus disse: “Se disseres no teu coração: ‘Como conhecerei a
palavra que o SENHOR não falou?’. Quando um profeta falar no nome do SENHOR e se
a coisa não seguir e nem vier a acontecer, essa é a coisa que o SENHOR não falou, mas
o profeta tem falado presunçosamente; não tenhas medo dele” (Dt 18:21-22). Assim é
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como fala o verdadeiro profeta, quando ele profetiza no Nome do Senhor e a coisa sucede (veja
também Jr 28:9). Este Elias dos últimos dias terá o “ASSIM DIZ O SENHOR”. Quando ele diz
“ASSIM DIZ O SENHOR” na doutrina, isso estará perfeitamente em linha com as Escrituras.
Quando ele diz “ASSIM DIZ O SENHOR, tal e tal coisa acontecerá”, a coisa acontecerá exatamente
como dito. Se isso falha em ser perfeito, só uma vez, ele não é um profeta, pois todo o profeta
tem “ASSIM DIZ O SENHOR” e a Palavra de Deus não pode falhar. As palavras de um profeta sob
a Unção não são suas próprias; elas são as palavras de Deus (2 Pe 1:20-21).
Agora, Jesus disse concernente a João Batista: “Eu porém vos digo, que Elias já veio, e eles
NÃO O CONHECERAM, mas tem feito a ele tudo quanto quiseram” (Mt 17:12-13). Cada um
nos dias de Cristo estava procurando por um Elias por vir, porém ele veio e partiu e ELES NÃO O
PERCEBERAM! Igualmente eles estavam procurando pelo Messias, todavia Ele veio e partiu e ELES
NÃO O PERCEBERAM. Seria alguma surpresa se o Elias dos últimos dias viesse e a maioria das
pessoas não o percebessem? Isso deveria fazer-nos cair em nossas faces perante Deus em
fervente oração, pois sabemos que a hora é tarde – a vinda de nosso Senhor está perto. Com
certeza, simplesmente reconhecer este profeta-mensageiro não salvará ninguém, pois a salvação
vem somente através do sangue derramado de Jesus Cristo. Todavia, devemos prestar atenção na
MENSAGEM deste profeta, pois ele nos converterá para o PURO Jesus Cristo, livre de todos os
credos manufaturados, doutrinas, tradições, filosofias, programas e idéias.
A Noiva de Cristo deve ser tanto como Ele, ela deverá estar dizendo a mesma coisa que Ele diz (Ap
22:17a) ela deve ter “a mente de Cristo”, exatamente como a Noiva tinha na era da igreja de
Éfeso (1 Co 2:16). Paulo disse: “Cristo igualmente amou a igreja e a si mesmo se entregou
por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água PELA
PALAVRA. (Este Elias dos últimos dias restaurará a Palavra PURA para a Noiva) para apresentar
a si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer outra coisa (credos,
tradições) porém ela deverá ser santa e sem defeito” (Ef 5:25-27). Através da mensagem
deste Elias saberemos exatamente o que agrada e o que não agrada nosso Senhor Jesus. Seremos
“restaurados”!
Só mais um pensamento. João Batista preparou um povo para o Senhor, exatamente como o anjo
disse que ele faria. Mas ele preparou todo mundo? Ainda que vários o ouvissem, houve porém
poucos que realmente perceberam sua MENSAGEM, e foram preparados pelo Senhor. Da mesma
forma este Elias dos últimos dias “restaurará todas as coisas”, mas não para todos. Serão
relativamente poucos os que darão atenção a sua MENSAGEM, para virem para a plenitude de
Cristo e serem preparados para o Rapto. Poucos? “Estreita é a porta, e apertado é o caminho
que conduz para a vida, e poucos são os que a encontram” (Mt 7:13-14; também Lc 12:23-
24; 1 Co 9:24) “Porque muitos são chamados, mas POUCOS são os escolhidos” (Mt 20:16;
22:14). Oito foram salvos nos dias de Noé; três salvos nos dias de Ló. Jesus disse que estes dois
foram tipos da Sua segunda vinda (Lc 17:26-30).
E após o “rapto”, certamente, “Haverá um tempo de angústia tal como nunca houve, desde
que houve uma nação” (Dn 12:1). “Pois eis que vem o dia e arde como uma fornalha; e
todos os SOBERBOS e todos os que cometem perversidade serão como restolho; e o dia
que vem os abrasará, diz o SENHOR” (Ml 4:1).
“Vigiai, portanto, e orai sempre, para que possais escapar de todas estas coisas que
tem de suceder e estar de pé na presença do Filho do homem” (Lc 12:36; 1 Pe 4:7). Pois
que tal se aquele profeta viesse e você o evitasse como os fariseus evitaram João Batista? (Mt 17:
12-13; 21: 23-25). Ou que tal se ele já tem vindo e partiu?
“Notai, portanto, para que não vos sobrevenha o que está dito nos profetas: Eis a vós
desprezadores, maravilhai-vos e desvanecei, porque eu realizo uma obra em vossos
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dias, uma obra que não crereis se alguém vos declarar” (Atos 13: 40-41). Em outras
palavras, você deve ser cuidadoso a fim de que você não esteja tão exaltado e endurecido em seus
caminhos que não possa receber aquele profeta e sua Mensagem quando ela é declarada a você
(Rm 11:20-21).
Esta é uma hora séria, e este não é um assunto insignificante. Querido cristão, que você possa ser
como o povo de Beréia, que “eram mais nobres que os de Tessalônica, pois receberam a
Palavra com toda a prontidão de mente, e examinaram as escrituras diariamente, para
ver se aquelas coisas eram assim” (Atos 17: 10-11; também 1 Ts 5:17-21).

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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: