terça-feira, 24 de setembro de 2013

O LIVRO DE MATEUS! NOS DAR E NOS MOSTRA A VINDA E A VIDA DO SENHOR JESUS NA TERRA. Mateus Chave: Reino dos Céus Único livro do Novo Testamento que foi escrito originalmente em hebraico.* Comentário: O evangelho segundo São Mateus tem em mira dar testemunho de que Jesus é o prometido Messias da antiguidade, e que sua tarefa messiânica consistia em levar aos homens o reino de Deus. Estes dois temas - a messianidade de Jesus e a presença do reino de Deus - estão inseparavelmente vinculados, e cada um deles engloba um "mistério"- uma nova revelação do propósito redentor e divino. (Leia Romanos 16:25, 26). O mistério da missão messiânica está que antes que o Messias venha nas nuvens, como celestial Filho do Homem, para estabelecer seu reino sobre a terra, deve primeiramente vir com humildade entre os homens, como o Servo sofredor que morrerá na cruz. O judeu do primeiro século jamais tinha ouvido tal coisa. Para o crente da atualidade, o capítulo 53 de Isaías relata com meridiana clareza os sofrimentos do Messias. Contudo, nesta passagem não se faz referência ao Messias, e o contexto (Isaías 48:20; 49:3) cita especificamente a Israel como servo de Deus. Portanto, não devemos surpreender-nos com o fato de que os judeus não compreendessem que o capítulo 53 de Isaías se referia ao Messias. Esperavam um Messias que viesse com poder e vitória, e o Antigo Testamento promete, em realidade, tal Messias. O Filho de Davi é um Rei divino que governará no reino messiânico (Isaías 9:11; Jeremias 33), quando todo o pecado e todo o mal serão tirados, e prevalecerão a paz e a justiça. O Filho do Homem é um Ser celestial a quem é confiado o governo sobre todas as nações e reinos da terra. O Antigo Testamento não nos diz de que forma se relacionam entre si estes dois conceitos proféticos do Rei davídico e do celestial Filho de Deus, ou de que modo cada um deles pode ser identificado com o Homem de dores do capítulo 53 de Isaías. Portanto, os judeus do primeiro século esperavam um Messias vencedor, ou um Filho do Homem, porém celestial, e não um Servo humilde do Senhor, que sofreria e morreria. O mistério messiânico - a nova revelação do propósito divino - consiste em que o celestial Filho do Homem deve primeiro sofrer e morrer em cumprimento de sua missão messiânica e redentora, como o Varão de dores, antes de apresentar-se com poder e glória. O mistério do reino está intimamente associado com o mistério messiânico. O capítulo 2 do livro de Daniel descreve a vinda do reino de Deus com linguagem vivida, do ponto de vista da destruição de toda e qualquer potência que resista a Deus e se oponha à vontade divina. O reino virá com poder, varrendo todo mal e todo governo hostil, transformando a terra e apresentando uma nova ordem universal de perfeita paz e justiça. Contudo, o Senhor Jesus não apresentou um reino de poder portentoso. Daí que tanto sua mensagem como sua pessoa deixassem completamente perplexos seus contemporâneos, inclusive seus discípulos. Era filho de um carpinteiro; sua família era conhecida em Nazaré; tinha muitíssima semelhança com qualquer rabino judeu. Suas obras eram atos bondosos de afeto e amor; não obstante isso, afirmou que em suas palavras, em seus feitos e em sua pessoa havia chegado a eles o reino de Deus. Contudo, os reinos do homem e do mundo continuavam como sempre, sem que o odiado governo romano sobre o povo de Deus fosse desafiado. Como podia ser o reino de Deus se ele não despedaçava os outros reinos do mundo? Que esse reino viesse com poder espiritual antes de apresentar-se em glória era uma nova revelação do propósito divino. Autor: A tradição do segundo século da igreja atribui a autoria do primeiro evangelho ao apóstolo Mateus. Comentários do Evangelista Manoel Moura Ao ler logo o livro de Mateus vamos aprender sua historia real, pois o livro nos dar verdadeiras evidencias da originalidade das escrituras, vamos estudar e ver como começa esse lindo livro que fala da promessa de Deus aos humanos, leia Mateus capitulo 01 do veiculo 18 ao 25, veja a promessa feita no livro de Isaias se manifestando aqui, e es que uma virgem dará a luz um filho e ele se chamara Emanoel, e ele salvará toda nação, Obs. que Maria uma crente fiel é escolhida por Deus para ter e coloca-lo como homem na terra, veja essa promessa se realizando e quando esta essa promessa em terra essa promessa careci, pela lei dos Israelitas um homem só tinha autoridade de manifesta-se como adulto aos 30 anos e Jesus mesmo disse que ele não veio abolir a lei mas fazer com que ela seja cumprida. Veja que João Batista está ministrando no deserto da Judéia no rio Jordão, chegado o dia de passa seu ministério para o prometido ele mesmo afirma que diante de Jesus ele não tem poder algum, veja ai o reconhecimento do chamado de Cristo, pois ele mesmo foi batizado por João Batista, veja as primeira palavras de Jesus como pregador do reino. Mateus cap. 04 vc. 17 17 Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. Comersa ai sua autoridade a se manifestar com ousadia e coragem, Jesus veio do pai para um proposito aqui na terra, salvar a humanidade para tinha que manifestar seu poder, sua ousadia e sua coragem, Obs. Em João cap. 08 vc. 12 o que ele diz. Discurso de Jesus sobre a sua missão 12 Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida. Vimos aqui ele determinando para qual proposito desceu a terra, eu vejo como amor, justiça, salvação, cura, libertação, Jesus esteve entre nós por amor de nós. Ao final de seu ministério no próprio livro de Mateus cap. 24, Jesus estruindo os seus servos de como será o fim dos tempos leia medite ore fale com o Espirito Santo para te mostra a verdade da palavra. Amém. MATEUS 24 O sermão profético: O principio de dores Mc.13.1. Lc.21.5-36 1 Ora, Jesus, tendo saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos, para lhe mostrarem os edifícios do templo. 2 Mas ele lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. 3 E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. 4 Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. 5 Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. 6 E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim. 7 Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares. 8 Mas todas essas coisas são o princípio das dores. 9 Então sereis entregues à tortura, e vos matarão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. 10 Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão. 11 Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos; 12 e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. 13 Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. 14 E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. O sermão continua: A grande tribulação 15 Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda), 16 então os que estiverem na Judéia fujam para os montes; 17 quem estiver no eirado não desça para tirar as coisas de sua casa, 18 e quem estiver no campo não volte atrás para apanhar a sua capa. 19 Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! 20 Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no sábado; 21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. 22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias. 23 Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; 24 porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. 25 Eis que de antemão vo-lo tenho dito. 26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis. 27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem. 28 Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. O sermão continua: A vinda do Filho do homem 29 Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. 30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. 31 E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. 32 Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. 33 Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas. 34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram. 35 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão. O sermão continua: Exortação á vigilância 36 Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. 37 Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. 38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, 39 e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem. 40 Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro; 41 estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra. 42 Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor; 43 sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. 44 Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem. O sermão continua: A parábola dos dois servos 45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o senhor pôs sobre os seus serviçais, para a tempo dar-lhes o sustento? 46 Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo. 47 Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens. 48 Mas se aquele outro, o mau servo, disser no seu coração: Meu senhor tarda em vir, 49 e começar a espancar os seus conservos, e a comer e beber com os ébrios, 50 virá o senhor daquele servo, num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe, 51 e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes. Amados e querido irmãos estamos perto do fim, tudo está comersando a acontecer. Tem coisas que mesmo nós orando vai acontecer porque está escrito, a palavra tem que se cumprir, amados povos de Deus. Quero vos dizer que busque a Deus passa-lhes misericórdia, compaixão, visite uma Igreja Evangélica conheça o Senhor. Amém 05/06/2013 Evangelista Manoel Moura.

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Somos amigos de Deus Nosso relacionamento com Jesus é mais especial do que imaginamos. Ele chamou os seus discípulos e disse: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo: 15, 15). Existem muitos que querem ser servos, porém o desejo maior de Jesus é ser nosso amigo. Amigos gostam de se encontrar, e todos precisam de amigos. Amigo é presente, e temos prazer em estar perto dele, abraçar e dar boas risadas. Mas será que Deus precisa de amigos? Ele nos deixou o exemplo. Nossa fé é esse relacionamento com Ele. E como vemos, abraçamos e beijamos Jesus? Cristo disse: “Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer” (Mt: 25, 45). Sempre que você abraça e beija um irmão, também abraça e beija Jesus. Esse deve ser o nosso entendimento. Em nossos relacionamentos, experimentaremos momentos delicados, e Jesus Cristo quer nos ensinar o que está em Mt 26: 47-50, que diz: “Falava ele ainda, e eis que chegou Judas, um dos 12, e, com ele, grande turba com espadas e porretes, vinda da parte dos principais sacerdotes e dos anciãos do povo. Ora, o traidor lhes tinha dado este sinal: ‘Aquele a quem eu beijar, é esse; prendei-o’. E logo, aproximando-se de Jesus, lhe disse: ‘Salve, Mestre!’ E o beijou. Jesus, porém, lhe disse: ‘Amigo, para que vieste?’ Nisto, aproximando-se eles, deitaram as mãos em Jesus e o prenderam”. Quando Jesus disse: “Amigo, para que vieste?”, era para Judas começar a chorar. Quando alguém diz: “Amigo, para que vieste?”, é para você não fazer a besteira que pretendia fazer. Judas tinha o livre-arbítrio, e Jesus sabia que ele estava ali para traí-lo, mas o Senhor disse a referida frase. Judas precisava ter uma resposta. Jesus não o chamou de filho, mas de amigo. Essa palavra é tão forte, mas, infelizmente, as pessoas estão perdendo e menosprezando o sentido dela. O livro de Provérbios enaltece a verdadeira amizade quando diz: “Em todo o tempo, ama o amigo, e na angústia se faz o irmão” (Pv: 17, 17). Em todas as estações da vida, ama o amigo. Todos nós passamos por estações na nossa vida, por angústias tão terríveis, mas, se tivermos amigos, esses momentos podem ser mais leves. “Em todo tempo, ama o amigo”. Na hora da angústia, do sofrimento, ele se faz irmão. Deus abençoe!