domingo, 13 de outubro de 2013

ESTUDO BÍBLICO SOBRE A IGREJA DE JESUS CRISTO, ACOMPANHE COM A BÍBLIA.



PARTE 4 - IGREJA:

1) O QUE É IGREJA?
Igreja é o grupo de seguidores de Cristo que se reúnem em determinado lugar para adorar a Deus,
receber ensinamentos, evangelizar e ajudar uns aos outros (Rm 16.16).
Como a totalidade das pessoas salvas em todos os tempos (Ef 1.22).
No Novo Testamento era um termo novo, que aparece só em dois versículos dos Evangelhos
(Mateus 16:18 e Mateus 18:17).
Lucas o usou bastante no livro de Atos tornando-o mais comum.
Paulo também escreveu sobre a igreja na maioria de suas cartas; e João, no Apocalipse.
No Velho Testamento Igreja era simplesmente "a congregação".
A palavra era também usada pelos primeiros cristãos.
REUNIÕES DA IGREJA
A palavra grega ecclesia é normalmente traduzida como "igreja".
O Novo Testamento algumas vezes fala de uma assembléia grega secular (Atos 19:32,41).
Em muitas passagens, como em I Coríntios 14: 19, 28, 35, Paulo se refere à igreja como uma
reunião de fiéis que formam uma congregação local.
Igreja também pode significar todos os fiéis (passados, presentes e futuros) que formam a igreja
universal, o completo corpo de Cristo.
Há muitas igrejas citadas no Novo Testamento, às quais os apóstolos escreveram cartas de
exortação, aconselhamento e instrução (Romanos 16: 3-5, 14, 15: I Coríntios 1:1; I Coríntios 16: 19-20;
Colossenses 4: 15-16; Filemom 1: 1-2).
ADORAÇÃO
Quando a igreja se iniciou em Jerusalém, os fiéis se reuniam nos lares para comunhão e adoração.
Atos 2:42-47 nos conta que os primeiros cristãos se reuniam nos lares para ouvir os ensinamentos
dos apóstolos e para celebrar a Comunhão ("o partir do pão").
Nesses encontros, também compartilhavam refeições (II Pedro 2:13; Judas 1:12), recitavam as
Escrituras, cantavam hinos e salmos e alegremente louvavam ao Senhor (Efésios 5:18-20, Colossenses 3:
16-17).
2) ECLESIOLOGIA: DOUTRINA DA IGREJA:
Não é o judaísmo ampliado, mas o “sinal” do Reino Divino.
A verdadeira Igreja de Jesus Cristo são os corações humildes dos servos fiéis e adoradores, que
aguardam sua vinda.
3) NATUREZA DE IGREJA:
Projeto de Jesus para a sociedade; parte do Reino de Deus e não é organização ou governo, mas
viva e espiritual.
4) A INSTITUIÇAO E OS CRISTAOS:
QUANTO À INSTITUIÇÃO:
Palavra grega: “EKKLESIA”, significa uma assembléia de chamados para fora. Este termo se aplica a:
a) todo o corpo de cristãos de uma sociedade (At.11:22;13:1);
b) uma congregação (1Co.1:2; 1Co.14:19,35;Rm.16:5);
c) todo o corpo de crentes na terra (Ef.5:32);
d) A assembléia do povo de Israel (At.7:38);
OBSERVAÇÃO: O Templo difere de denominação, que difere de membrezia, que é diferente de
Corpo de Cristo, que é o grupo dos regenerados.
QUANTO AOS SEGUIDORES: Outros nomes:
a)Irmãos:A igreja é uma fraternidade ou comunhão espiritual, devendo ser abolidas as divisões que
separam a humanidade.
Ex: ”Nem grego nem judeu”-mais profunda das divisôes religiosas;
“Nem grego nem bárbaro”-mais profunda das divisões culturais;
“Nem servo nem livre”-mais profunda das divisões socio-econômicas;
20
““ Nem macho nem fêmea “-mais profunda de todas as divisões humanas vencidas”, conforme
(1Co.14:26; Cl.3:11; Gl.3:28).
b)Crentes-Porque na sua doutrina a característica é a fé no Senhor Jesus, conforme (1 Co.1:21;
Gl.3:22; 1Tm.6:2);
c)Santos-(consagrados ou piedosos) porque estão separados do mundo e dedicados a Deus,
conforme (Rm.1:7;1Co.7:14; Ef.3:8);
d)Os eleitos ou escolhidos porque Deus os escolheu para um ministério importante e um destino
glorioso, conforme (Cl.3:21; Rm.11:7;Mc.13:20);
e)Discípulos-Aprendizes-sob preparação espiritual com instrutores inspirados por Cristo,
conforme(Mt.5:1;At.21:4;Jo.21:8);
f)Cristãos-porque a sua religião gira em torno da Pessoa de Cristo, conforme (At.11:26);
g)Os do Caminho: Nos dias primitivos porque viviam de acordo com uma maneira especial de
viver(At.9:2).
h)Da seita(dos nazarenos)- porque somos seguidores de Jesus Cristo de Nazaré, conforme
(At.24:5).
OBS: Nome “Católico” é uma transliteração do termo grego Kathólicos, que significa universal ou
geral.
No século II D.C., essa palavra tornou-se sinônimo de ortodoxo, ou seja, a igreja que mantinha a
doutrina verdadeira, em contraste com heresias da época.
Durante a Reforma Protestante, a palavra veio a designar as igrejas que aderiram ao papado.
Foi durante a cristianização do império romano, quando surgiu um clero formal e oficial, que a igreja
se institucionalizou.
Conforme Cipriano (258 D.C.)
A igreja era uma “instituição salvadora”.
A Igreja Cristã é espiritual e fiel.
5) ILUSTRAÇÕES DA IGREJA:
a)Corpo de Cristo:
Cristo: Está presente no mundo por meio da igreja, o qual é seu corpo.
A vida de Jesus continua a ter expressão por meio dos seus discípulos como se evidencia no livro de
Atos dos Apóstolos e pela subsequente história da lgreja. (Jo.20:21).
Jesus é conhecido no mundo mediante os que tomam o seu nome e participam de sua vida. Na
medida em que a igreja tem contato com Cristo, seu cabeça, assim tem participado de sua vida e
experiências.
Tal qual Jesus, a igreja foi ungida, ameaçada, perseguida, mas ressuscita indestrutivelmente
(Cl.1:24).
O corpo de Cristo é composto de almas nascidas de novo (1Co.12:13). O cristão não é meramente
seguidor de Cristo, mas membro de Cristo e membros uns dos outros.
b) Templo de Deus: (1Pe.2:5-6):
Templo é um lugar em que Deus, que habita em toda parte, se localiza a si mesmo em determinado
lugar, onde o seu povo o possa achar “em casa, referencial de fé.”
Assim como Deus morou no tabernáculo e no templo, assim vive, por seu Espírito na lgreja (Pessoas
transformadas e não na denominação).
Neste templo espiritual, os cristãos, como sacerdotes oferecem sacrifícios espirituais, sacrifícios de
oração, louvor e boas obras cristãs. (Ef.2:21,22; 1Co.3:16,17).
c) Noiva de Cristo:
Ilustração usada tanto no Antigo Testamento quanto no Novo testamento, descrevendo a união e
comunhão de Deus com seu povo. (2Co.11:2; Ef.5:25-27; Ap.19:7; 21:2; 22:17).
21
6) FUNDAÇÃO DA IGREJA:
a)Profeticamente:
Assim como Israel foi uma nação chamada dentre outras para servir a Deus, na tradução do Antigo
testamento para o Grego, a palavra congregação (de Israel) foi traduzida para “ekklesia” (igreja), que
continuaria sua obra na terra (Mt.16:18).
b)Historicamente:
Surgida no dia de Pentecostes pela unção do Espírito Santo, como retorno da shekinah, a Glória
manifestada no tabernáculo, onde a obra foi feita pelo Espírito, operando mediante os apóstolos, que
lançaram os fundamentos e edificaram a igreja por sua pregação, ensino e organização. (Ef.2:20).
7) MEMBROS DA IGREJA:
Condições:
a)Fé implícita no Evangelho e confiança sincera e de coração em Cristo como único e divino salvador
(At.16:31);
b)submeter-se ao batismo nas águas como testemunho simbólico da fé em Cristo (Cl.2:12;1Pe.3:21);
c)confessar verbalmente esta fé (Rm.10:9,10; Mt.3:6;1 Jo.1:9).
Entrar na Igreja não é questão de unir-se à organização, mas tornar-se membro de Cristo.
Atualmente, a igreja tem aumentado em número e popularidade, com batismo e catequese (ensino),
mas poucos se convertem, ou seja, poucas pessoas são verdadeiramente cristãs de coração, assim,
existem cristãos verdadeiros em meio a cristãos de nome.
Devemos distinguir a igreja invisível (composta dos verdadeiros cristãos de todas as denominações,
cujos nomes estão escritos no livro da vida (Fl.4:3;Ap.3:5), da igreja visível (composta de todos os que
professam ser cristãos, cujos nomes estão escritos no rol de membros (Mt.13:36-43; 47-49; 2Tm.2:19-21).
8) OBRAS DA IGREJA:
a) Pregar a Salvação a toda criatura (Mt.28:19,20) e explanar o plano de salvação tal qual é ensinado
nas escrituras. Cristo tornou acessível à salvação para provê-Ia; a igreja deve torná-la real por proclamá-
Ia.
b)Prover meios de adoração Assim como Israel possuia um sistema de adoração divinamente
estabelecido, a igreja deve ser uma casa de oração para todos os povos, onde Deus é cultuado em
adoração, oração e testemunho.
c)Prover comunhão religiosa:O homem é um ser social e anela por comunhão e amizade, por isso
precisa se congregar com os que participam da mesma realidade espiritual.
A igreja provê uma comunhão baseada na paternidade de Deus e no fato de ser Jesus o Senhor de
todos, nesta fraternidade de experiência espiritual comum, livrando-os da solidão e desamparo pela
solidariedade, no calor do amor da comunhão.
d)Sustentar uma norma de conduta moral:A igreja é a “luz do mundo”, significando afastar a falta de
entendimento da ignorância moral; é o “sal da terra”, que preserva da podridão da corrupção moral. A
igreja deve ensinaras homens a viverem bem e se prepararem para a morte.
e)Deve proclamar o plano de Deus para regulamentar todas as esferas da vida e sua atividade,
contra as tendências de corrupção social, admoestando contra os perigos malignos.

Entre em demissão com a palavra do céu e Deus te ensinará o que convém a ele. Amém  

Nenhum comentário:

Postagem em destaque

A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: