quarta-feira, 2 de outubro de 2013

EVANGELISMO NAS RUAS


EVANGELISMO NAS RUAS COM GRUPOS ENVIADOS DE  DOIS EM DOIS, PROPOSITOS BUSCAR ALMAS PERDIDAS COM AMOR E FÉ!
EVANGELIZANDO O BRASIL E O MUNDO.
Não existe receita para evangelizar, mas sair sem preparação por ai falando um monte de coisas pra quem aparecer já não dá certo há muito tempo. Devemos entender o que realmente estamos fazendo e porque estamos fazendo. Veja alguns pontos importantes:
1.     Você não é obrigado a fazer isso. A pior coisa do mundo é construir algo que você não acredita. Nunca dá certo. Então, esteja certo de que você realmente acredita no que está fazendo. Creia que Jesus está com você se você não tem fé e força para executar essa tarefa não vá, esse trabalho é para os fies os corajosos, as pessoas que passam amor não medo se ponha no lugar da pessoa que está sendo evangelizada e basta.
2.   O relacionamento com Deus é pessoal. Ninguém é obrigado a ir até a igreja ou até seu líder/pastor para falar com Deus. Simples assim. O tratamento é para ganhar a confiança dessa pessoa, a partir dai você chama olha eu congrego em tal igreja você quer conhecer se sim marque o dia e cumpra se não diga vá a mais próxima de sua casa, que seja cristocentrica. Amém.
3.   Pessoas tem o livre-arbítrio. Respeite o tempo dela. Ninguém gosta de um religioso chato que só liga na hora de ir ao culto. Ao pegar o telefone em outros dias não fora de hora para não se tornar chato, mande uma mensagem ou ligue abençoado essa pessoa. Amém.
4.   A bíblia não é apenas um cajado. A maioria das pessoas que ainda não tem intimidade com Deus vêem a bíblia como um manual de tortura pra quem não acredita em Deus. Apresente a bíblia como uma resposta para as perguntas dela, não fique apenas acusando tudo que está errado na vida dela. De sempre palavras de paz de carinho sempre colocando Cristo é a resposta de tudo, e pode tudo por você é só você crê. Amém.
5.    Paciência é um dom. Você daria sua vida para alguém só por causa de uma apresentação brilhante? Faça sua parte e deixe que o Espírito Santo  irá convencer no tempo certo. Não faça tempo longo, pois pregue Cristo e siga, e deixe o Espírito Santo fará o restante.  Amém.
6.   Faça mais, fale menos. Evangelizar não é só falar. Uma imagem vale mais que mil palavras. Suas atitudes então, muito mais. A pessoa evangelizada tem que ver em você a diferença de servir a Deus e de não servir, suas atitudes valem mais que sua voz. Amém.
7.    Seja encontrável. Se você plantou a semente do evangelho na vida de alguém, ela vai florescer mais cedo ou mais tarde. Esteja por perto quando isso acontecer. Procure se tornar uma pessoa, mas próxima quando o evangelizado lhe der espaço.  Amém.
8.   Ganhe a amizade. Muitas pessoas querem ganhar uma vida para Cristo sem nem mesmo se apresentarem. Faça o trabalho direito. Ganhe a amizade e confiança da pessoa, depois mostre o quão bom é o evangelho. Isso facilita muito. Se apresente converse se o evangelizado estiver triste mostre a ela ou ele a solução. Cristo Amém.
9.   Você não sabe tudo. Muitas vezes ao falar de Deus para alguém você vai ouvir perguntas que não sabe responder. Isso não é um erro. Admita que não sabe e que vai buscar um texto sobre o tema e então discutir novamente. Humildade vale muito aqui. Seja simples não autoritário. Amém.
10.                     Mostre o bônus em vez do ônus. Ninguém gosta de ouvir sobre um futuro desastroso no inferno. Em vez disso diga o quanto à vida dele pode ser melhor que agora.
Há muito mais a se falar sobre evangelismo. Vamos nos aperfeiçoar a cada dia, fazendo o melhor de Deus em nossas vidas e na vida dos outros.
Para se sair a evangelizar primeiro tem que ter vida com Deus, viver para Deus dar testemunho, as pessoas tem que olhar para você e ver um cristão, meditação da palavra, jejum e oração essa é a intimidade com Deus sem essas armas não vá, você pode sair ferido, você na bíblia passagens de Cristo chorando mais rindo não, você ver passagens dele extrovertido mais nunca com brincadeiras lebre a palavra de Deus é seria, lebre com Deus não se brinca e de Deus não se zomba, seja humilde não eu ou eu posso.  Amém.

Entrando nesse pequeno manual, como pregar a justiça de Deus para pessoas que mal conhecem seu amor? E falar de justiça para uma pessoa que no momento esta pensando talvez em tirar a própria vida não seja uma boa alternativa. Se Deus não revelar, não temos nem pelo dom natural saber o que a pessoa evangelizada esta precisando é muito menos pensando no momento. Com Espírito. Você pode passa alegria As pessoas já vem cheio de cargas do mundo, fardos pesados e com varias perguntas e se entrarmos logo no inicio na questão justiça de Deus, poderemos afastá-lo e perde-lo para o inimigo de nossa alma, que tem estratégias muito eficientes se a nossa não surtir efeito. Nosso inimigo não apresenta logo de cara as dificuldades de segui-lo e obedecê-lo, pelo ao contrario ele mostra as maravilhas e quando a pessoa menos espera  ela já esta cativa. No meio cristão a palavra cativo e substituída por liberdade, e em primeiro instante não à liberdade com opressão. Primeiro preguemos o bom caminho e devagar lançarmos os dogmas, doutrinas e justiça de Deus. E sempre lembrar que justiça não é vingança, mas sim nova oportunidade.
Se eu chegasse pra você sem lhe conhecer e dissesse toma esse remédio ele é maravilhoso, vai te curar e te fazer uma nova pessoa e te trazer uma nova vida.(mostrando todo o bônus.)certamente você diria esse cara é louco,não tem sentido o que ele ta falando.mas se eu disse se éi você esta abatido,com uma cor diferente com um andar estranho,o olhar caído.(mostrando todo o ônus.) mas olha eu tenho um remédio ele é maravilhoso,vai te curar e te fazer uma nova pessoa e te trazer uma nova vida.agora consértesa a esta fazendo sentido, pois assim é o evangelismo verdadeiro tem que mostra o ônus pra que o bônus faça sentido ou seja o pecado e depois a graça
um exemplo, a mulher samaritana jo 4:15-18,Jesus mostrou seu pecado e depois a sua graça, tem muito mais basta ler efésios,gálatas,1 e 2 Timóteo vimos nela a conduta de Evangelização praticada e ensinadas por Paulo sem meias palavras
Independente  da forma de evangelismo, temos que fazer de uma forma que as pessoas não se escandalizem com a forma que falamos e precisamos sim, mostrar os dois lados, para que a pessoa entenda se quer viver uma vida de miséria ou mudar e desfrutar das bênçãos de Deus. Afinal não é por força nem por violência, mas pela palavra, e uma dica muito importante é não tratarmos as pessoas de uma forma que elas se sintam menores do que nó, afinal  um dia também fomos assim. Procure comunhão com Cristo, e as palavras serão dirigidas pelo Espírito Santo.
Evangelizar é fácil porque muitas vezes não precisamos falar , só entregar folhetos. Difícil é ter coragem para ir ao encontro dos pecadores, porém uma coisa eu posso afirmar que é verdadeira a palavra de Deus quando diz que nossas passadas não são em vão, tem recompensa. Crie coragem e faça a obra que Deus vai te abençoar

ninguém é obrigado a fazer, pois seria fazer por fazer, apesar de ser uma obrigação do crente, apresentar Cristo a quem não o conhece. Se você não for apaixonado por Jesus, e não buscar direção de Deus, sua obra será de mãos humana. Gerando convencidos e não convertidos pois quem convence é o Espírito Santo. Temos que nos encher de Deus. SEMPRE.  para quando surgir a oportunidade, O Espírito de Deus nos usar da forma que Ele achar melhor. (Rm13. 11-14) Amém amados Irmãos foi com muito carinho que preparei esse material para fazer bom uso dele para a obra de Cristo Jesus o nosso Senhor afinal ele é o maior Evangelista do mundo. Obrigado e faça sua parte com amor e dedicação. Evangelista Manoel Moura.

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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: