quinta-feira, 29 de maio de 2014

PRECISAMOS SABER, OS ACONTECIMENTOS QUE ENVOLVE NOSSA NAÇÃO

OBAMA REAGE A CRÍTICOS E PROMETE AJUDA À OPOSIÇÃO SÍRIA

Em discurso a uma turma de formandos da Academia Militar dos EUA, em West Point, no Estado de Nova York, Obama fez uma ampla explanação sobre a condução da política externa até o final de seu mandato, que muda o foco da luta contra o terrorismo no Afeganistão para lidar com ameaças mais difusas em outras partes do mundo
28 DE MAIO DE 2014 ÀS 17:28
Por Steve Holland
WEST POINT, Estados Unidos (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reagiu às criticas sobre sua política externa nesta quarta-feira ao insistir que a confiança na diplomacia dos EUA, em vez da intervenção militar, estava sendo efetiva para resolver crises mundiais, citando a Ucrânia e o Irã como exemplos, e prometeu aumentar a ajuda à oposição síria.
Em discurso a uma turma de formandos da Academia Militar dos EUA, em West Point, no Estado de Nova York, Obama fez uma ampla explanação sobre a condução da política externa até o final de seu mandato, que muda o foco da luta contra o terrorismo no Afeganistão para lidar com ameaças mais difusas em outras partes do mundo.
A tendência de Obama a recorrer à diplomacia e contornar um envolvimento maior em questões externas tem dado munição a oposicionistas republicanos no Congresso e a vários especialistas em política externa, que prefeririam uma abordagem mais veemente.
Uma dessas questões diz respeito à Síria. Em seu discurso, Obama defendeu sua decisão de não intervenção militar no país e expressou a vontade de expandir a assistência a grupos de oposição síria que tentam derrubar o presidente Bashar al-Assad.
"Como presidente, tomei a decisão de que nós não deveríamos colocar tropas norte-americanas no meio dessa guerra cada vez mais sectária, e creio ter tomado a decisão certa", disse ele. "Mas isso não significa que não devamos ajudar o povo sírio a se afirmar contra um ditador que lança bombas contra a própria população e provoca fome."
Obama disse que o governo iria trabalhar com o Congresso para "aumentar" o suporte a grupos que "oferecem a melhor alternativa contra terroristas e ditadores brutais". Mais recursos devem ser entregues a países vizinhos da Síria, como Jordânia, Líbano, Turquia e também o Iraque.
Obama também anunciou plano para um fundo contraterrorismo de 5 bilhões de dólares, destinado a treinar e equipar aliados em outros países para combater o extremismo violento.
Obama fez uma forte defesa do uso de instituições multilaterais para lidar com problemas globais. Segundo ele, a liderança norte-americana ajudou o restante do mundo a isolar a Rússia por ter invadido a Ucrânia e é real a possibilidade de um avanço para firmar um acordo com o Irã sobre seu programa nuclear --apesar de amplos desentendimentos.
(Reportagem adicional de Roberta Rampton)

COMENTÁRIOS
9 comentários em "Obama reage a críticos e promete ajuda à oposição síria"
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Gilmar Miranda 29.05.2014 às 09:16
É um engano total, uma total alienação (que foi imposta pelos meios de comunicação do Brasil, Rede Globo e cia), acreditar que os atentados de 11 de set/2001 foram praticados por terroristas muçulmanos, a mando de Bin Laden. Não! Não foram! Foram cometidos pelos próprios norte-americanos, para justificarem suas intervenções militares no Oriente Médio! Não existe a menor possibilidade de terroristas muçulmanos atacarem os EUA daquela maneira! Os atentados foram forjados! As torres gêmeas foram implodidas! O Pentágono foi atingido por um míssil de longo alcance (que terroristas muçulmanos não têm). Os aviões não foram sequestrados, mas sim teleguiados, pq os EUA têm tecnologia militar para fazer isto. E mesmo que tivessem sido sequestrados, seriam interceptados antes de atingirem as torres, pois quem tem tecnologia para interceptar mísseis, por que razão não interceptaria Boengs, muito mais lentos? Ocorre que, mesmo isto, seria totalmente impossível a fanáticos muçulmanos que não sabem pilotar nem mesmo teco-tecos, e muito menos habilidades suficientes para manobrá-los precisamente contra dois prédios, o que seria difícil até a pilotos muito experientes. Nós fomos enganados, pelos meios de comunicação, que além de sonegarem informação, sonegam impostos no nosso país, como a "Rede Globo de alienação". Acordem!
VEM PRO LADO DO BEM VC TBEM 29.05.2014 às 09:10
Esse neguinho obama bin laden perdeu a guerra do Afeganistão, da Síria e da Ucrania. E tá cagando de medo dos russos. Sai daqui canalha, tira sua lacaia e seus mercenarios da embaixada brasileira, porque sabemos que ela foi implantada para derrubar nossa querida Dilma. Vc só é macho pra bater em mulher, quero ver encarar o poderoso Putin.
Gilmar Miranda 29.05.2014 às 09:00
O presidente Barak Obama é, em grande parte, uma marionete nas mãos dos oligarcas norte-americanos, donos das armas e do dinheiro. Prestem atenção, nós somos enganados!!! Vocês sabiam que os atentados de 11 de set/2001 foram forjados pelos americanos, para terem um pretexto para invadirem o Afeganistão? Não sabiam? Então saibam! Vejam o documentário "A grande farsa dos atentados de 11 de setembro de 2001 - RTP-2", traduzido pela TV portuguesa (no Brasil, a Globo não mostra, pq defende os interesses dos magnatas norte-americanos que patrocinaram os atentados - portanto, sonega informação aos brasileiros, como aliás sonega impostos também, alienando todo mundo. Isto mesmo, a Rede Globo trabalha contra o nosso país. Trago aqui uma citação de um analista político norte-americano, Paul Craig Roberts. Vejam, são os próprios americanos que reconhecem a atuação de governantes tiranos dos EUA no mundo. Vejam: "Os regimes de Bush e Obama destruíram a reputação dos EUA com suas incessantes mentiras e a violência recorrente contra outros povos. O mundo vê Washington como a mais grave ameaça a pesar contra todos. A maioria das pessoas ao redor do mundo considera EUA e Israel como as maiores ameaças à paz mundial, como mostram consistentes pesquisas já realizadas. Os países declarados pelos EUA “estados párias” e do “eixo do mal”, como Irã e Coréia do Norte, estão muito distantes e bem abaixo na lista de países que ameaçam os povos do mundo. O mundo claramente já não acredita na autopropaganda de Washington. Verdadeiros estados párias, como o mundo os vê, são Israel e EUA. São eles os dois únicos países do mundo ainda dominados hoje por uma ideologia. Nos EUA, é a ideologia neoconservadora, que levou os EUA ao ridículo de se declarar “país excepcional, indispensável” supostamente escolhido pela história para exercer sua hegemonia sobre todos os outros. Essa ideologia é sustentada pelas doutrinas de Brzezinski e Wolfowitz, que se tornaram a base da política externa dos EUA... A mesma ideologia de superioridade manifestada na ideia neoconservadora de supremacia dos EUA e dos norte-americanos era pregada pela ideologia nazista de Hitler... O presidente Putin respondeu que “Deus nos criou todos iguais” quando Obama declarou em discurso que os norte americanos são “excepcionais”, superiores a todos os outros. Ora, é evidente que todos os “outros” não gostam nem se sentem bem com esse tipo de declaração ou doutrina. Enquanto isso, o governo israelense coleciona inimigos por todos os lados, com prejuízo de sua própria população. Conseguiu de forma muito competente isolar totalmente o país. A existência de Israel depende servilmente da capacidade e vontade de Washington, de protegê-la. Assim, o poder de Israel deriva diretamente do poder dos EUA. O poder de Washington tem história bem diferente. Como era a única economia em boa situação depois do fim da IIª Guerra Mundial, o dinheiro dos EUA, o dólar, tornou-se moeda mundial. Esse poder do dólar deu aos EUA a hegemonia financeira global, a origem principal de seu poder. Se outros países obtêm poder, põem em perigo essa “hegemonia” de Washington. Agora, os EUA invocam as doutrinas de Brzezinski e Wolfowitz, para justificar que só os EUA possam usar todos os meios para impedir que outros países adquiram poder. Sintetizando: a doutrina de Brzezinski advoga que, para continuar a ser a única potência mundial, hegemônica, Washington terá de dominar a Eurásia. Zbig concede que seja feito de modo pacífico, mediante suborno aos governantes russos, subordinando a Rússia ao Império Americano. “Uma Rússia vagamente confederada ... descentralizada, seria menos suscetível à movimentação imperial”. Falando cruamente: trata-se de despedaçar a Rússia em pequenos pedaços de estados semiautônomos, administráveis por políticos abjetamente nomeados e atrelados ao dinheiro de Washington. Brzezinski já propôs uma “Geoestratégia para a Eurásia”. Nela, a China e a tal ”Rússia Confederada” fazem parte de uma “estrutura transcontinental de segurança”, administrada, claro, por Washington, que permita perpetuar o papel dos EUA como a única superpotência mundial." (Paul Craig Roberts − Institute for Political Economy, in “Why War Is Inevitable”)
ADNAN EL KADRI 28.05.2014 às 23:59
Ditador é mãe desse COMERCIANTE de ARMAS INDECOROSO e CANALHA. Esse, ora governante do Império em decadência, NÃO perde a oportunidade de mostrar a TRUCULÊNCIA que preside o COMÉRCIO de ARMAS de manda na economia dos EUA. Esse é um mero despachante dos FABRICANTES de ARMAS. EL ASSAD é reconhecido pelo povo da SÍRIA, como seu LEGÍTIMO REPRESENTANTE. E esse súcubo do capital que está lá pelo poder do dinheiro e dos fabricantes de armas é o que ?! Um FANTOCHE do GRANDE CAPITAL. A sola do sapato de ASSAD tem mais valor que esse súcubo da direita.
castro 28.05.2014 às 21:46
Como presidente de um ESTADO BANDIDO Obama logicamente MENTE. O mundo DEVERIA sim isolar EUA por INVADIR o IRAQUE contrariando a uma RESOLUÇÃO da ONU que não autorizou o ato, por saber que o EUA mentia dizendo HAVER ARMA QUÍMICA em território IRAQUIANO e deu no que deu, os EUA proporcionou uma CARNIFICINA no IRAQUE, destruiu sua INFRAESTRUTURA e o ABANDONOU a PRÓPRIA SORTE. Paisinho BANDIDO.
Atualpha 28.05.2014 às 19:37
É Sr. Obama, o Afeganistão você irá ter que devolvê-lo aos Talibãs, em situação muito pior do que quando invadiram aquele país. Que pena, quanto desperdício de recursos e vidas para se levar a nada. Pelo menos a produção de drogas no Afeganistão aumentou uns 95% depois que vocês invadiram aquele país. O Iraque que invadiram sobre a mentira deslavada de procurar armas de destruição em massa, vocês foram embora e deixaram por lá um caos total. Na Líbia vocês apoiaram a invasão (o serviço de bombardear deixaram para os seus serviçais europeus). Ao final mataram dezenas de milhares de civis, inclusive o Kadaffi e parte de sua família, destroçaram a infraestrutura do país, tudo sobre a falsa justificativa de “proteger civis”. Exatamente no dia de hoje a Líbia já tem mais de 1700 milícias que lutam entre si pelo poder e já transformaram aquele outrora próspero e rico país num caos nunca antes imaginado. SERÁ SR. OBAMA QUE OS SENHORES AINDA NÃO DESCOBRIRAM QUE ESSA POLÍTICA DE INTERVIR EM NAÇÕES SOBERANAS NÃO VALE A PENA, E NA VERDADE ESSA POLÍTICA PRODUZ DESGRAÇA, SOFRIMENTO E TODO TIPO DE PERDAS PARA MUITOS INOCENTES. Hoje mesmo Sr. Obama o Departamento de Estado do seu governo recomendou a todos os americanos, civis ou não, que deixem imediatamente a Líbia. QUE VERGONHA! Vejam aí as notícias no USA TODAY, apesar de que a matéria não conte a verdade sobre o que realmente aconteceu na Líbia. (http://www.usatoday.com/story/news/world/2014/05/27/libya-turmoil/9387743/).==================================================================================================================================> DEPOIS DE TANTA DESGRAÇA SR. OBAMA, OS SENHORES AINDA INISTEM EM APOIAR TERRORISTAS PARA DERRUBAR O PRESIDENTE DA SÍRIA. AFINAL SR. OBAMA ELEIÇÕES ESTÃO ACONTECENDO NA SÍRIA. NÃO SERIA MELHOR RESPEITAR O DIREITO DOS SÍRIOS DECIDIR O QUE QUEREM PARA SEU PAÍS E SEU POVO?
eros alonso 28.05.2014 às 18:20
Faz tempo que ajudam os terroristas. Mas terrorismo por terrorismo fico com bin Laden, que não fez nada mais nada menos do que os EUA fazem.Apenas devolveu na mesma moeda ao povo americano o que sue governo faz a outros povos.
bene 28.05.2014 às 17:56
os EUA já esta ajudando os rebeldes Sírios, só precisa eles serem sinceros e dizer a verdade, querem derrubar o governo sírio para implantar suas politicas o que é seu é meu e um abraço , vai acabar sobrando para os EUA ainda a ira das nações
bene 28.05.2014 às 17:55
os EUA já esta ajudando os rebeldes Sírios, só precisa eles serem sinceros e dizer a verdade, querem derrubar o governo sírio para implantar suas politicas o que é seu é meu e um abraço


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