quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A Igreja Que Prevalece é Aquela Que se Consagra ao Senhor



Textos bíblicos para reflexão durante a semana: te convido a você fazer toda essa leitura essa mensagem vai mudar sua vida.. Amém

Segunda:  Romanos 12:1-2             Sexta:  Filipenses 4:10-20
Terça:  Gênesis 14                            Sábado:  II Crônicas 29:1-19
Quarta:  Malaquias 3:7-10             Domingo:  II Coríntios 9:7
Quinta:  II Coríntios 8

Introdução

A palavra consagração indica separação para Deus.  Pedro afirmou que somos povo adquirido, povo de propriedade exclusiva de Deus (I Pedro 2:9).
Separar-se para Deus, entretanto, não significa separar-se do mundo.  Deus deseja que nos separemos do pecado, mas que estejamos no mundo fazendo diferença.  Essa diferença, portanto, é sempre fruto de uma consagração de vida, como encontramos nos exemplos de Jacó e seu avô, o patriarca Abrãao.
1. A CONSAGRAÇÃO DA VIDA (Gênesis 35:1-3)
O livro de Gênesis mostra alguns edificadores de altares ao Senhor:  Noé, Abrãao, Isaque, Jacó...  Eles tinham esse hábito!
Aqui encontramos Jacó construindo um altar ao retornar da casa do seu tio Labão e depois de Ter recebido uma visão de Deus.  Na época de Jacó os altares eram construídos com pedras e as ofertas eram animais que representavam a consagração da pessoa ao Senhor.
Precisamos construir altares!  O lar, o local de trabalho, o local de estudo, etc...  precisam ser transformados por nós em altares em que expressemos ao mundo a nossa consagração a Deus!  É bom lembrar ainda, que, no Novo Testamento, Deus não aceita mais animais como substitutos dos ofertantes.  O que ele deseja hoje é a nossa vida em cima do altar, em total dedicação.  Ele espera encontrar em nós um“sacrifício vivo, santo e agradável”  (Romanos 12:1).
Essa consagração ocorre a partir de uma visão de nós mesmos!  Jacó reuniu a sua família  e ordenou:  “Lançai fora os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos e mudai as vossas vestes”(v. 2).
A consagração requer um despojamento de tudo o que impede a nossa comunhão com Deus; requer abandono do pecado e de embaraços (Hebreus 12:1).
Jacó ainda disse:  “mudai as vossas vestes”.  Primeiramente Jacó disse:  “lançai fora os deuses estranhos”.  Depois disse:  “purificai-vos”.  Por último, afirmou:  “mudai as vossas vestes”.  A seqüência das palavras é precisa!  Não dá para mudar as vestes se não mudar o coração.  A mudança exterior é sempre conseqüência de uma mudança interior.
O endemoninhado gadareno andava nu.  Depois que se encontrou com Jesus, foi achado sentado, vestido e em perfeito juízo (Marcos 5:15)
Na verdade, mais do que uma mudança de vestes, Deus requer de nós uma mudança de mente, de pensamento, de atitudes!  Uma mudança de dentro para fora!  Jacó disse:  “purificai-vos”.  A purificação precisa ocorrer a partir do coração, como aprendemos nos seguintes textos bíblicos:  Mateus 15:1-20;  Mateus 5:8; e Salmo 24:3-5.
Vivemos dias difíceis em que experimentamos uma grande inversão de valores!  Aquilo que era certo passou a ser errado; aquilo que era errado, passou a ser certo.  Como encontramos em Ezequiel 22:26 - “Os seus sacerdotes transgridem a minha lei e profanam as minhas coisas santas; entre o santo e o profano, não fazem diferença, nem discernem o imundo do limpo e dos meus sábados escondem os olhos; e, assim, sou profanado no meio deles”.  Por  isso precisamos de uma comunhão íntima com Deus, buscando na sua palavra o discernimento correto para identificar o que santo e o que é profano.
A consagração também depende de um quebrantamento de coração!
Jacó disse:  “farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia”.  Por  meio das provações, Deus quebrantou o coração de Jacó.  Encontramos aqui um Jacó bem diferente daquele que fugiu da presença do seu irmão Esaú.  Aqui é Israel quem está falando.  O suplantador Jacó ficou para trás!
O pastor Ivênio dos Santos, falando no segundo Congresso de Pastores Batistas Cariocas, em 1996, realizado na cidade de São Lourenço, MG, contou que numa certa ocasião um jovem entrou na forja de um ferreiro e passou a observar o seu trabalho.  Ele viu o ferreiro batendo nos ferros e separando-os em duas pilhas:  a pilha dos úteis e a pilha dos inúteis.  Então perguntou ao ferreiro:  quem é que vai para a pilha dos inúteis?  Ao que o ferreiro respondeu:  “os ferros duros, resistentes são aqueles que não prestam.  Eu só fico com os moldáveis e maleáveis.  Os que são duros demais não servem para o trabalho”. Os que vão para a pilha dos inúteis são os fortes, que resistem à operação de Deus no coração.  Deus está à procura de homens fracos!  Homens maleáveis, que se deixam moldar pelas suas mãos!
Deus coloca as pessoas na sua forja de provações e dali saem os úteis e os inúteis (Tiago 1:2-3).  As provações são o meio pelo qual Deus confirma a nossa utilidade!  Precisamos pedir a Deus que nos dê forças para orar assim:  “Senhor, prova-me o quanto quiseres, mas não me jogues na pilha dos inúteis”.
Deus tem uma grande obra a fazer por meio dos seus servos.  Precisamos nos consagrar e nos colocar em suas mãos, como ferros maleáveis que se deixam moldar pelas mãos do Senhor.  Deus é digno de receber a nossa consagração.  Ele nos responde no dia da angústia!  Ele participa do nosso viver a cada dia!   Expressemos ao mundo a nossa consagração a Deus!
2. A CONSAGRAÇÃO DOS BENS (Gênesis 14;18-24)
O exemplo de consagração de bens vem do patriarca Abrãao.  Quando voltou da guerra pela libertação do seu sobrinho Ló, Abraão entregou o seu dízimo a Melquisedeque.
A doutrina da consagração de bens tem sido objeto de muita controvérsia em nossos dias.  Para evitar qualquer dificuldade a esse respeito, basta recorrer ao ensino da palvra de Deus.
A Bíblia diz:  “Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam” (Salmo 24:1).  O ensino bíblico sobre mordomia cristã parte do princípio de que tudo pertence ao Senhor.  O que temos em nossas mãos não nos pertence.  Somos apenas administradores daquilo que Deus nos dá para a nossa subsistência.
Não apenas o dízimo pertence ao Senhor.  Cem por cento de tudo o que recebemos pertence ao Senhor.  Ao consagrar o dízimo, simplesmente devolvemos uma parte do todo que dele recebemos.
O dízimo deve ser uma expressão de gratidão
Deus é fiel.  Apesar da nossa infidelidade ele permanece fiel.  Ao devolver o dízimo a ale estamos, na verdade, demonstrando nossa gratidão em prover o sustento da nossa família.
O dízimo deve ser entregue voluntariamente (II Coríntios 9:7).
O dízimo não deve ser entregue por constrangimento.  Deus ama a quem contribui com alegria e tem prazer em ver  a sua obra crescer.
O dízimo deve ser uma contribuição sistemática
Sendo a maneira instituída por Deus para a manutenção da sua obra, a entrega do dízimo deve ser sistemática para a manutenção dos serviços e atividades da igreja.
A entrega do dízimo é uma demonstração de fé.
Não entregamos o dízimo porque sobra no nosso salário.  Entregamos porque amamos ao Senhor e à sua obra; porque desejamos que o seu reino cresça; e ainda, porque cremos que ele há de abençoar os 90% que ficam conosco.
O dízimo fortalece a experiência com Deus.
Inúmeras são as experiências daqueles que, pela fé, têm consagrado os seus dízimos ao Senhor.  Essas experiências fortalecem a fé e mostram que vale a pena servir a Deus.
Gostaria de sugerir que, durante o estudo na classe da Escola Bíblica, houvesse um momento para que os alunos contassem suas experiências a respeito da entrega do dízimo.
Um menino entregou cinco pães e dois peixinhos a Jesus e a sobra depois da multiplicação foram doze cestos cheios.  Deus abençoa o crente fiel.
Por outro lado, Deus não aceita barganha.  Não devemos devolver o dízimo com outros interesses.  Mas sempre recebemos mais do que entregamos.
A Bíblia condena a atitude ficar com o dízimo do Senhor.
Por meio do profeta Malaquias, Deus fala de uma maneira muito clara a esse respeito:  “Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes;  tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis:  Em que havemos de tornar?  Roubará o homem a Deus?  Todavia, vós me roubais e dizeis:  Em que te roubamos?  Nos dízimos e nas ofertas.  Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim  me roubais, vós,  a nação toda.  Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida” (Malaquias 3:7-10)
Não temos o direito de ficar com aquilo que não nos pertence.  Ficar com o dízimo é uma apropriação indébita, imerecida.
Não importa a quantia.  Deus conhece o desejo e a sinceridade do coração.
Especialmente, por ser um percentual, dez por cento, não importa o valor quantitativo do dízimo.  Também não devemos nos esquecer de que Deus não está atento apenas à nossa atitude, mas também à motivação do nosso coração.  Ele deseja ver sinceridade no coração do ofertante!
O dízimo é um reflexo da nossa dedicação pessoal (II Coríntios 8:1-6)

Aquele que se acha consagrado, mas não consagra o seu dízimo está enganando a si mesmo.  Paulo afirmou que os irmãos das igrejas da Macedônia primeiramente a si mesmos se deram ao Senhor, para depois levantarem a oferta em favor dos irmãos da Judéia que estavam passando privações.  O dízimo é uma conseqüência da nossa consagração pessoal ao Senhor.

Consagração de nossas vidas

"O mesmo Deus da Paz vos santifique em tudo e vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" ( 1Tessalonicenses 5:23 )

Quem começa  a viver uma vida com Cristo, apartir daí tem que haver uma mudança, se não haver essa mudança, verdadeiramente o Filho não libertou essa pessoa, essa pessoa não permitiu a libertação das coisas do mundo, de se mesma!  porque ele mesmo diz em João 8-36 que Diz se verdadeiramente o Filho vos libertar sereis livres.

Então que vive em Jesus a mudança é real, no corpo, na alma e na mente. Amém
Novo pensamento,  nova mente, novo olhar, novo ouvir, nova vestes, novos comportamentos, nova forma de se referir as outras, pessoas, se isso não acontecer e nem existir, essa pessoa não permitiu verdadeiramente que Jesus mudasse sua vida. Amém

Mas faça-se tudo decentemente e com ordem. 1 Coríntios 14-40

veja alem de viver, temos que fazer tudo para Deus e na presença de Deus com Ordem e com a Decência, não podemos escandalizar o Evangelho de Jesus com nosso viver, nosso falar, nosso jeito de vestir, ou de se comportar no meio dos outros.

Façamos tudo com ordem e decência, para que Deus seja glorificado em Jesus Cristo em nós. Amém  

Conclusão

O povo que Deus usa há de ser sempre um povo consagrado, separado por ele e para ele.  A igreja que prevalece é formada por membros que se consagram ao Senhor e, conseqüentemente, consagram seus bens.  Que Deus renove a nossa fé, a nossa alegria em colocarmos a nós mesmos no seu altar, inclusive com os nossos bens.


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