quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Esse é um incentivo, a você ler mais a Bíblia, para entender melhor, suas duvidas. Amém

 Jesus Cristo: A Verdadeira História

(YHWH) do Velho Testamento.
Quando Jesus foi preso, o Seu uso do mesmo termo teve um efeito
electrificante nos que o prendiam. “Quando, pois, lhes disse: ‘Sou eu’,
recuaram, e caíram por terra” (João 18:6). De notar que os tradutores
no seu esforço em tornar a resposta de Jesus mais compreensiva
e gramaticalmente correcta, obscurecem o facto de que Ele mais
provavelmente reclamou outra vez ser o “EU SOU” das Escrituras do
Velho Testamento.

“Eu e Meu Pai somos um”

Os Judeus confrontaram Jesus numa outra ocasião, perguntando-Lhe:
“Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o Cristo [o Messias
profetizado], dize-no-lo abertamente” (João 10:24). A resposta de Jesus é
bastante reveladora: “Já vo-lo tenho dito, e não o credes” (versículo 25).
Ele, com efeito, já tinha confirmado a Sua identidade divina numa prévia
ocasião (João 5:17-18).
Jesus diz ainda: “As obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas
testificam de mim” (João 10:25). As obras que Ele fizera foram milagres
que só Deus poderia fazer. Eles não podiam refutar as miraculosas obras
que Jesus fez.
Em Isaías 42:8 este mesmo Ser diz: “Eu sou o Senhor [YHWH]; este é o
meu nome; a minha glória, pois, a outrém não darei, nem o meu louvor às
imagens de escultura.” Dois capítulos à frente diz: “Assim diz o Senhor
[YHWH], Rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou
o Primeiro, e eu sou o Último, e fora de Mim não há Deus” (Isaías 44:6).
Para os Judeus não havia dúvida sobre Quem Jesus dizia ser. Ele disse
que Ele era Aquele que a nação de Israel tinha por ser o verdadeiro Deus.
Jesus ao dizer que era o “EU SOU,” estava dizendo que era o Deus a quem
os Hebreus conheciam por YHWH. Este nome era considerado tão santo
que um Judeu devoto nem o pronunciaria. Este era um nome especial de
Deus, que pode só fazer refência ao verdadeiro Deus.
O Dr. Norman Geisler, no seu livro Christian Apologetics (Apologias
Cristãs), conclui: “Em virtude do facto de que Jeová, do Velho Testamento
Judaico, não daria o seu nome, honra, ou glória a alguém, não é de
admirar que as palavras e feitos de Jesus de Nazaré levassem os Judeus
do primeiro século a atirarem pedras e a gritarem: “blasfémia!” O que o
Jeová do Velho Testamento dizia ser, o próprio Jesus de Nazaré também o
dizia . . .” (2002, pg. 331).

Jesus identificado com YHWH

O Dr. Geisler continua a referir algumas passagens em que Jesus
se iguala a Si mesmo com o YHWH do Velho Testamento. Vejamos
algumas delas.
Jesus disse de Si mesmo: “Eu sou o bom Pastor” (João 10:11).
David, no primeiro versículo do famoso Salmo 23, declarou:
“O Senhor [YHWH] é o meu pastor...” Jesus invocou ser juiz
de todos os homens e nações (João 5:22, 27). Contudo Joel 3:12
diz: “eu, o Deus Eterno [YHWH], vou julgar todas as nações vizinhas”
(BLH).
Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo” (João 8:12). Isaías 60:19
diz: “. . . o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus a tua glória.”
Também David em Salmos 27:1 diz: “O Senhor (YHWH) é a
minha luz . . .”
Em oração Jesus pediu ao Pai para compartilhar da Sua eterna glória:
“E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que
tinha contigo antes que o mundo existisse” (João 17:5). Porém Isaías 42:8
diz: “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrém
não darei . . .”
Jesus falou d’Ele próprio como o noivo vindouro (Mateus 25:1), o
que é exactamente como YHWH é caracterizado em Isaías 62:5 e em
Oseias 2:16.
Em Apocalipse 1:17 Jesus diz que Ele é o primeiro e o último, o que é
idêntico ao que YHWH diz d’Ele mesmo em Isaías 44:6: “Eu sou o Primeiro,
e eu sou o Último.”
Não há dúvida de que Jesus entendeu ser Ele próprio o Senhor,

Jesus Cristo:‘A Rocha’ do Antigo Testamento

O apóstolo Paulo afirma que
o Deus que os Israelitas
conheciam do Velho Testamento―
aquele a quem eles viam
como a sua ‘Rocha’ da força
(ver Deuteronómio 32:4; Salmos
18:2)―era aquele que nós
conhecemos por Jesus Cristo.
Notemos o que Paulo escreveu
em 1 Coríntios 10:1-4:
“...os nossos antepassados....
foram protegidos pela nuvem e
passaram pelo mar Vermelho.
Como seguidores de Moisés,
eles foram batizados na nuvem
e no mar. Todos comeram da
mesma comida espiritual e beberam
da mesma bebida espiritual.
Pois bebiam daquela Rocha espiritual
que ia com eles; e a Rocha
era Cristo” (BLH).
Jesus foi quem falou com
Moisés e lhe disse para voltar
para o Egipto para trazer os
Israelitas para a liberdade. Jesus
Era o Senhor (YHWH) que fez
com que as pragas viessem
sobre o Egipto. Ele foi o Deus
que conduziu os Israelitas para
fora do Egipto nas viagens (no
deserto) durante 40 anos. Foi
Ele quem deu as leis a Moisés
e quem falou regularmente a
Moisés. Ele foi o Senhor que
lidou com Israel ao longo da sua
história nacional.
Sim, por muito espantoso que
isso pareça, Jesus Cristo é o
Senhor (YHWH) tantas vezes
referido no Velho Testamento.


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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: