quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Camelo×Agulha aprenda a simplicidade do Evangelho. Amém

Camelo e Agulha👆

“É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”
Quantas interpretações diferentes você já ouviu sobre esse texto? Lembra de alguma pregação ou explicação sobre o que significa o camelo? Ou a agulha? Eu gostaria de citar-lhes algumas das que já ouvi.
Em outro artigo postado aqui, falamos da Simplicidade do Evangelho. Poderíamos continuar usando o mesmo título ao abordarmos sobre o conhecido texto de Marcos 10.25; mas antes quero lembrar algumas explicações que certamente você já ouviu à respeito desse texto encontrado no livro de Marcos e também em Lucas 18.25 e curiosamente, todas as interpretações concordam apenas que o rico a quem Jesus se refere, é uma pessoa que possui muitos bens materiais, agora, quanto ao camelo e a agulha (…) quanta bobagem! Vamos a elas;
Certamente você já ouviu algum pregador dizer que esse “camelo” citado por Jesus era na verdade um fio de linha feito de algodão usado na confecção de roupas, ou seja, o que conhecemos hoje em dia pela nossa mãe ou avó fazendo roupas de tricô ou crochê. Explicam que por se tratar de um material feito manualmente, esse fio não tinha a firmeza que os fios industriais de hoje em dia possuem, dificultando assim a passagem pelo orifício de uma agulha de costura e levava-se muito tempo para conseguir fazer isso, e finalmente quando se conseguia atravessá-lo, uma parte difícil do trabalho havia sido conquistada, logo, um rico entrar no reino de Deus era tão difícil quanto a tal tarefa, por isso Jesus usou esse exemplo.
E a agulha? Dizem que a agulha era uma pequena porta nos muros da cidade e os viajantes ao chegarem durante a noite, deixavam os camelos do lado de fora do muro e passavam abaixados por essa porta, porque as outras portas que os camelos usavam ficavam fechadas durante a noite, devido ao perigo de assaltos e roubos, mas essa pequena porta deixada para as pessoas entrarem era obviamente impossível ser usada por um camelo.
Existem muitas outras explicações, dizem também que a porta era a passagem estreita de um curral e seria uma passagem muito apertada dificultando assim o camelo sair do curral. O animal ficava preso durante o tempo que não estava sendo usado em trabalhos, logo, o rico entrar no reino de Deus era semelhante a essa dificuldade que o camelo tinha em fugir do lugar onde era posto.
Você conhece mais alguma explicação que seja diferente dessas que citei? Eu conheço! Na verdade eu posso afirmar que conheço a verdadeira, quer conhecê-la também? Garanto a você que não precisa ser um profundo conhecedor de teologia ou assuntos bíblicos doutrinários, basta ler o texto com atenção e você vai ver a simplicidade do evangelho do nosso senhor Jesus! (…) vamos ao texto?
“É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus, E eles se admiravam ainda mais, dizendo entre si: Quem poderá, pois, salvar-se?
Jesus, porem olhando para eles disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis.
Em primeiro lugar, diferente do que as pessoas pensam Jesus não esta tratando aqui sobre condição financeira de ninguém, mas o texto trata de salvação. Muitos interpretam essas palavras pensando ser algo sobre prosperidade ou algo parecido, na verdade se enganam não somente sobre o que Jesus quer nos ensinar, mas também a respeito do camelo e da agulha.
O camelo aqui é exatamente o que você conhece, aquele bicho esquisito usado como transporte no deserto, cientificamente chamado de Camelus Dromedarius e certamente Jesus tinha familiaridade com esse animal que servia de transporte a todos.
E a agulha? Eu te pergunto; o que você conhece por agulha nos dias de hoje? Seria aquele pequeno objeto de metal que serve para fazer costura? Sim, esse mesmo objeto de hoje Jesus usou para fazer esse comparativo e você concordará que para um bicho de dois metros de altura passar por um buraquinho milimétrico de uma agulha além de ser impossível seria uma incoerência crer nisso, não é verdade? Pois saiba, foi exatamente isso que Jesus nos ensinou.
Troque a palavra rico por pobre, ou bebado, ladrão, prostituta ou simplismente por homem (…) qualquer ser humano independente de sua condição, cor ou idade era impossibilitado de entrar no Reino de Deus, quem nos possibilitou isso foi o Pai enviando seu filho para resgatar a dívida do pecado e da morte.
Entrar nesse reino sem o milagre da salvação, é impossível, nem eu nem você nem qualquer outro homem ou mulher que já nasceu nesse mundo teria a graça maravilhosa de entrar no Céu, mas o Senhor nosso Deus tornou isso possível!
Então, meu querido amigo, é mais fácil o camelo (bicho) passar pelo fundo de uma agulha (de costura), do que o rico, o pobre, eu e você entrar no Reino do Senhor!
Mas à Deus todas as coisas são possíveis, Aleluia!!

sábado, 26 de dezembro de 2015


A PAZ SEJA CONVOSCO POVO DE DEUS. AMÉM
ESTAMOS AQUI PARA NOS APRESENTAR, COMO OBREIRO DO SENHOR. AMÉM
ESTAMOS CHEGANDO AO FIM DO ANO, E ESTAMOS NESSA MENSAGEM LHE CONVIDADO A ENTRAR CONOSCO NA CAMPANHA,VIVENDO O CHAMADO DE CRISTO. AMÉM
PODEM DOAR, OFERTAR, DIZIMAR FAZER O QUE LHE FAZ FELIZ E ALEGRE.
AJUDANDO ÓRFÃO, VIÚVAS E ESTRANGEIROS, A VESTIR E ALIMENTAR A TODOS. AMÉM
EU NO NOME DE JESUS DETERMINO UMA BENÇÃO AS SEUS NEGÓCIOS, SUA CASA E SUA FAMÍLIA. AMÉM 



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Tudo para a Glória de Deus. Amém

Sei que todos podem ajudar, tudo isso é para a Glória de Deus. Amém
Jesus jamais foi para a rua com as mãos vasias e o mais importante,  ele usava as pessoas para abençoar as outras. Amém
Na multiplicação de pães,  ele disse aos discípulos alimentem essas pessoas,  mais eles só tinha 5 pães e 2 peixes,  mais Jesus levantou os cestos e deu graças a Deus,  aí então foram multiplicados,  e todos de alimentaram.  Aleluia Glória a Deus. Amém

O Rei está voltando!

[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: Mateus: 11. 29. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. - Bíblia JFA Offline
[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: 1 Pedro: 2. 24. levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. - Bíblia JFA Offline
[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: Atos dos Apóstolos: 2. 38. Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. - Bíblia JFA Offline
[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: Jó: 42. 1. Então respondeu Jó ao Senhor: 2. Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido. 3. Quem é este que sem conhecimento obscurece o conselho? por isso falei do que não entendia; coisas que para mim eram demasiado maravilhosas, e que eu não conhecia. 4. Ouve, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me responderás. 5. Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora te vêem os meus olhos. 6. Pelo que me abomino, e me arrependo no pó e na cinza. - Bíblia JFA Offline

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

PRIMEIRA CRUZADA EVANGÉLICA DO MINISTÉRIO PROCLAMANDO O EVANGELHO JESUS O SENHOR. EM 2016


Mobilizando a igreja para uma campanha evangelística

Um aspecto importante do ministério de evangelização é que há determinadas atividades que não podem ser realizadas sem o envolvimento efetivo de toda a igreja.  E, em alguns casos, sem a participação de outras igrejas da comunidade, não importando a denominação de cada uma.
Quando se realiza uma série de conferências para a qual se espera o comparecimento maciço das pessoas do bairro ou da cidade, e mesmo das autoridades locais, é necessário que haja uma grande mobilização de todas as igrejas da região, demonstrando que existe uma unidade de propósitos em proclamar o nome de Jesus Cristo como Salvador para todas as pessoas.
O trabalho de mobilização envolve três etapas distintas, mas que se entrecruzam antes, durante e depois da realização da campanha evangelística: oração, preparação e discipulado.
Mobilize o povo para orarA oração é fundamental na realização do trabalho evangelístico.  Por isso, deve começar ainda antes mesmo de se convidar às pessoas ou igrejas para o envolvimento na campanha evangelística, bem como deve continuar durante todo o processo.  A oração serve como preparação do coração daqueles que estarão semeando a palavra de Deus, bem como prepara aqueles que estarão sendo evangelizados.
Orar pela liderança, pelo local, por aquelas pessoas que serão convidadas, pelo pregador ou pregadores, pelas autoridades, pela segurança, pelos equipamentos, pelos conselheiros, pelos visitadores, enfim, por todos aqueles aspectos que são necessários para que trabalho a ser realizado seja coroado com pleno êxito.
Preparando os trabalhadoresIniciando o discipuladoA preparação daqueles que estarão recebendo para o aconselhamento inicial os recém-decididos, daqueles que estarão visitando, de quem estará realizando os estudos bíblicos deve preceder a realização da campanha.  Os primeiros dias após a realização de uma campanha são fundamentais para o fortalecimento da decisão que foi tomada durante sua realização, na vida do novo crente.A pessoa precisa saber que não está sozinho.  Precisa de acompanhamento e orientação e todos precisam estar preparados para fazer este trabalho de conservação dos resultados, do esforço realizado.  E a grande razão do insucesso de algumas campanhas evangelísticas é o fato de não se dar atenção adequada à preparação destes que farão o discipulado.Envolvendo os pastoresSe estes não compreenderem a necessidade do seu envolvimento como chave para participação da sua igreja, nada acontecerá.  E para isto é necessário que sejam conscientizados dos resultados que virão para sua igreja, através daqueles que serão preparados não apenas para a campanha, mas para o trabalho da igreja, e também daqueles novos decididos que poderão ser agregados, levando a igreja a crescer.Eles serão os principais motivadores de suas igrejas e para isto, precisam acreditar naquilo que está sendo feito e sentirem-se motivados.Estabelecendo alvosa-                  Restauração da membreziaO processo de crescimento de uma igreja não se dá apenas pelo acréscimo de novas almas ao rebanho de Deus, mas pela permanência daqueles que ali chegam.  E quando precisam sair é por algum motivo maior como a transferência por qualquer motivo para outro local que impossibilita sua assistência àquela igreja.Conhecemos uma igreja que era conhecida como o “celeiro da Associação”, visto que em todas as demais igrejas da região podiam ser encontrados ex–membros dela, enquanto anos e anos se passavam sem que ela conseguisse crescer significativamente.b-        EducaçãoAssim como na nossa vida de maneira geral, também espiritualmente vivemos um processo de educação constante.  O processo de santificação é o resultado de aprendermos cada dia, e vivermos mais e mais na dependência do Senhor.  Na II Carta a Timóteo 4:13, Paulo recomenda a ele que quando fosse vê-lo não se esquecesse de levar entre outras coisas os seus livros, especialmente os pergaminhos da palavra de Deus.Já estava velho e cansado, sabia que Deus o chamaria a sua presença a qualquer instante.  Continuava, no entanto, sedento de aprender e experimentar as coisas de Deus e do mundo que o cercava.c-         MotivaçãoMotivar é criar envolvimento.  Não se pode fazer com que alguém se sinta motivado se não há participação.  Quando ajudamos de alguma maneira, começamos a sentir que aquilo também nos pertence.  E se nos pertence queremos que seja cada vez melhor.Na falta de opção por oferecer coisa melhor, temos acompanhado nos últimos tempos a multiplicação de canais de televisão que oferecem programas com  características de interatividade, dando ao telespectador a opção de escolher entre os finais pré – estabelecidos por eles, criando assim uma falsa sensação de envolvimento.  Uma tentativa de motivação que seria resultante da mudança de posição de espectadores para a de participantes.  Precisamos fazer com que a igreja se sinta cada dia mais dependente de Deus e desejosa de realizar sua obra.  O evangelismo é um dos meios mais eficazes de se fazer com que cada membro da igreja sinta-se envolvido e responsável pela expansão do Reino de Deus, traduzido no crescimento da igreja da qual faz parte.d-        Crescimento da igrejaO resultado esperado por quem realiza a obra de evangelização envolve sempre o crescimento numérico da igreja, através daqueles que recebem a Jesus Cristo como Salvador e Senhor de suas vidas e integram-se na igreja através do batismo.A própria possibilidade de a igreja envolver-se na obra missionária ou evangelística deve ter sempre como objetivo básico o fortalecimento da própria igreja.Durante muito tempo costumávamos escutar orações do tipo:  “Senhor, ajuda-nos a crescer não tanto em quantidade como em qualidade”… quase sempre como uma justificativa para a estagnação da igreja em termos de crescimento quantitativo.  Precisamos observar que se queremos determinar o crescimento qualitativo da igreja, tendo como objetivo o seu fortalecimento, precisamos de quantidade.Se a igreja efetua um programa bem estruturado de crescimento, o resultado será o crescimento de sua membresia naturalmente.  Isto como o resultado de um trabalho que procura levar as pessoas a uma decisão, acompanhando-as no seu crescimento espiritual, de maneira a que venham ser cristãos maduros e reprodutivos.O envolvimento de todos, a utilização de recursos, a mobilização de outros grupos ou pessoas que não sejam da igreja, deve ser direcionado de tal forma a se alcançar o maior alcance possível. Em outras palavras, investirmos no fortalecimento da igreja significa fazer o máximo para que mais e mais  pessoas venham a conhecer o poder transformador e regenerador do Jesus Cristo, integrando-se ao corpo de Cristo.Os crescimentos que devemos buscara-        Crescimento dos membros em relação a comunidadeÀ medida que a igreja cresce mais ela precisa se envolver com a comunidade.  Sua importância cresce na mesma medida, em que através de seus membros ela passa a se importar e a atuar de forma dinâmica na resolução dos problemas que são comuns a todos.  E não há mais meios de se proclamar as verdades espirituais e eternas como se fossem dissociados dos problemas cotidianos daqueles que esperamos sejam nossos ouvintes.  O evangelho de Lucas é cheio de ilustrações acerca disto, e nos demais evangelhos encontramos Jesus atuando sempre de forma que aqueles problemas que atingiam as pessoas a quem ministrava tivessem solução.b-        Crescimento nas atividades dos membrosO maior envolvimento dos membros da igreja é característico do processo de crescimento e precisa ser planejado.  Ouvimos certa vez alguém dizer que Deus não dá o crescimento se não estamos preparados para fazer frente a ele.Isto se traduz bem na necessidade de que os membros da igreja estejam disponíveis e possam ser preparadas para as atividades que tendem a se tornar mais intensas à medida em que a igreja começa a se movimentar e crescer.  E há pessoas que dizem preferir igrejas pequenas porque podem ser mais úteis pelo fato de contarem com menos pessoas para trabalhar.  Na verdade, quanto mais se cresce, mais se precisa de pessoas preparadas para continuar crescendo.c-         Crescimento na maturidade dos membrosIsto implica num grau maior de maturidade e comprometimento dos membros.  À medida que se cresce aumenta o grau de complexidade dos relacionamentos e das atividades desenvolvidas.  Se não compreendemos isto, tornamo-nos suscetíveis a uma série de atitudes e reações que só criam  dificuldades e entraves ao objetivo maior de fazer com que o corpo de Cristo seja cada vez vivo e atuante na vida de todas as pessoas.Campanha evangelística e os demais ministérios da IgrejaI-              O Evangelismo em perspectiva com outros ministérios da igrejaO evangelismo não tem por objetivo competir com outros ministérios da igreja, mas antes ser complementar a eles.  Cada ministério necessita do outro para que o Corpo seja totalmente saudável e para o cumprimento da Grande Comissão.Quando o ministério de evangelização começa a produzir resultados efetivos na vida da igreja, torna-se necessário que os mais diversos ministérios se envolvam a fim de dar suporte a este crescimento.  Da mesma maneira, em que para que ele possa crescer precisa de pessoas maduras espiritualmente e preparadas nas mais diversas áreas da igreja a fim de estarem aptos a receberem aqueles que chegam e introduzi-los no Corpo de Cristo.Paulo nos lembra desta diversidade ao dizer que temos esta diversidade de  ministérios, bem como de dons, mas que devemos “trabalhar efetivamente, fazendo aquilo que lhe compete, afim de que todo o corpo possa crescer e se edificar a si mesmo em  amor”. (Efésios 4:16).II-               Uma cruzada/conferência evangelística precisa ser conservada em perspectiva com outras formas de evangelismoO evangelismo de massa é meramente uma extensão das outras formas de evangelismo e, em particular, do evangelismo pessoal.   Em uma cruzada/conferência evangelística muitos métodos diferentes são enfatizados”.Conforme já foi dito antes, o que diferencia o evangelismo de massa como uma série de conferência ou cruzada evangelística é o número de pessoas a serem atingidas ao mesmo tempo.  Se não formos capazes de traduzir para cada pessoa particularmente o significado de Deus e do Seu plano em sua vida, todo esforço dispensado será inútil.III-     O evangelismo cooperativo precisa ser conservado em perspectivaO evangelismo cooperativo não é uma união horizontal requerendo uniformidade entre todos os participantes, mas, uma unidade vertical onde, de formas variadas, nos dedicamos a um propósito comum:  a proclamação do evangelho”.Muitas vezes o esforço, os recursos e tudo o mais que se precisa a fim de fazer com que uma campanha evangelística seja efetiva são muito superiores ao que dispomos tanto em temos físicos quanto materiais.  Nesta hora precisamos manter a perspectiva de que o alvo maior é o crescimento do Corpo de Cristo, do Reino de Deus.  Permitirmos que pequenas diferenças nos impeçam de realizarmos um trabalho conjunto alcançando um resultado de maior envergadura tem um custo que não pode ser calculado e um preço que é muito maior do que o que podemos pagar: vidas que deixam de ser alcançadas para a vida eterna.O  ministério do evangelista em perspectivaO Dom do evangelista não é para ser exercido jamais no vácuo, mas sempre perfeitamente integrado no contexto do Corpo de Cristo e dos dons da Igreja.Ninguém substitui o trabalho da igreja.  Ainda que igreja convide alguém para realizar a pregação evangelística ela não está se isentando da sua responsabilidade.  Uma das razões principais de algumas igrejas acharem que não vale a pena o esforço e o investimento de recursos para a realização de séries de conferências ou cruzadas A missão em perspectivaUma Cruzada ou Conferência não é um método mas antes uma missão que envolve toda uma cidade ou área, empregando toda uma variedade de métodos evangelísticos baseados em princípios bíblicos.Seu princípio básico é o de uma ação sobre um espaço geográfico mais amplo, em que, utilizando-se de todos os meios possíveis procura-se alcançar pessoas que de outra maneira não seria possível à igreja.  Como formas de se realizar isto, podemos citar a pregação evangelística, a visitação de casa em casa, visitas a empresas, colégios, comércio, abordagem direta nas ruas e locais públicos.Não há um que especificamente seja mais efetivo do que outro.  Mas a conjugação dos diversos fatores é que determina sua utilização.  É a aplicação do princípio bastante prático que o apóstolo Paulo classifica como fazer de tudo, de todos os modos, para de alguma maneira alcançar a alguns pela graça de Deus.  “…me tornei todas as coisas para com todos os homens, para que eu possa de toda maneira salvar alguns.” (I Cor. 9:19-22). O que devemos considerar para realizar uma Campanha Evangelística?RelevânciaEste é o primeiro aspecto a ser considerado na hora de se iniciar o planejamento de uma campanha evangelística.  Não se trata aqui de discutir o valor de uma série de conferências ou cruzada.  Mas da importância que ela terá no momento de ser levada a efeito.  É mesmo necessária a realização de uma campanha evangelística neste momento para se alcançar os objetivos desejados?ComprometimentoSe a resposta for positiva ao primeiro aspecto, o que dizer agora daquele grupo de liderança?  Aqui queremos dizer daquelas pessoas que tendo ou não função de liderança na igreja, deverão estar trabalhando para que  a campanha aconteça.  Estão devidamente motivados, interessados para levar adiante esta tarefa?Condições existentesExistem recursos materiais e pessoais para se iniciar a campanha?  E para leva-la até o final?  Está incluído no orçamento da igreja ou será necessária uma campanha especial para isto?  O local disponível é adequado para a campanha?  Se não, pode ser providenciado algum outro?  E material de apoio?  Bíblias, hinários, folhetos, material para aconselhamento?ConveniênciaEmbora se disponha de recursos e pessoal para a realização da campanha, este é o momento quando se podem alcançar os melhores resultados na campanha?  Por exemplo, podemos marcar uma campanha evangelística para o dia de encerramento da Copa do Mundo?
1-        Preparação -  O processo organizacionalI-                   OrganizaçãoÉ preciso um mínimo de organização para estruturar a realização de uma campanha.  Não se deve pensar em grandes estruturas mas pequenas e ágeis.  Algumas funções chaves precisam de pessoas responsáveis para que possa ser levado a efeito, inclusive para que se possa controlar sua execução dentro do tempo previsto e adequado.
II-                RecrutamentoApós se estabelecer os alvos a serem alcançados e o modo como se atingirá estes alvos, através da diversas tarefas necessárias é preciso recrutar as pessoas que estarão envolvidas.  É o trabalho de motivação e identificação dos interessados, afim de se encontrar as pessoas adequadas às sua funções.
III-             TreinamentoO treinamento é fundamental.  O simples fato de recrutarmos as pessoas sem que lhes seja oferecido a possibilidade de prepararem-se para o que irão realizar pode ser motivo de frustração para elas e de fracasso em relação às metas estabelecidas.
IV-             FunçãoChegamos ao momento de definirmos as funções.  O que cada um fará e quais serão suas atribuições e limites.
2-        Promoção  – Fatores que determinam a audiênciaPropaganda & PublicidadeHouve um tempo em que se usava um ditado popular dizendo que “a propaganda é a alma do negócio”.  E há um grande respaldo para isto, embora não se possa resumir tudo desta maneira.  Depois de se estabelecer o que se quer realizar todo esforço possível deve ser empregado na sua divulgação.  Quanto maior a promoção da série de conferências ou cruzada, maior a perspectiva de termos uma boa audiência.  Se falhamos nisto, veremos acontecer uma cruzada com pouca participação e com poucos resultados em termos de decisões.  Ou como acontece em diversas ocasiões, campanhas evangelísticas onde só vem crente para ouvir a mensagem.
EnvolvimentoNão se trata aqui do envolvimento somente daqueles que estão encarregados de determinadas funções, mas de toda a igreja.  Todos precisam sentir-se envolvidos e responsáveis pelo êxito da campanha.  E quanto mais isto acontecer, maior será o empenho em promover e trazer mais pessoas para participarem.  Se planejamos a realização de uma campanha evangelística, é porque desejamos que a igreja esteja cheia de pessoas que precisam conhecer o amor de Deus.
Convite pessoalO melhor meio de divulgação que existe é aquele feito de boca em boca.  Cartazes, folhetos, rádio, jornais, bem como outros meios de divulgação são importantes.  Mas nenhum se compara a este modo pessoal e direto de dizermos que nos importamos pessoalmente com a presença e participação de alguém para ouvir a mensagem do evangelho.
Ampla cooperaçãoQuanto mais pessoas envolvidas, maior a possibilidade de êxito.  Se há a possibilidade do envolvimento de outras igrejas ou associações na campanha, todos devem ser bem-vindos na cooperação. Haverá sempre algo a ser feito que dependa de quem está disponível para cooperar.
Conservação – Decisão voltada para o discipuladoImediato trabalho de acompanhamentoEstaremos falando sobre isto mais adiante, mas é preciso estar conscientes  de que logo após a decisão, ou quando a pessoa demonstra interesse em conhecer mais sobre o plano de salvação de Deus para sua vida, que ela receba toda assistência possível, através de conselheiros ou pessoas previamente preparadas para isto.  Todo o material disponível deve ser usado: Bíblias, Novos Testamentos, outros tipos de literatura apropriado, visitação, telefonemas, cartas, etc.
Acompanhamento de longo alcancePor longo período.  É a melhor forma de expressar o alcance do trabalho de acompanhamento aos novos decididos.  Não basta que se tenham pessoas preparadas para o aconselhamento imediato, embora isto seja de fundamental necessidade.  Estas mesmas pessoas, quando possível, precisam continuar o acompanhamento daqueles a quem deram as palavras de boas-vindas à família de Deus.
Mas quando isto não for possível, a igreja precisa ter outras formas de continuar assistindo aquelas pessoas que procuram a igreja.  Seja através do pastor ou dos diversos departamentos da igreja.  A classe de novos decididos deve dispor de um ou mais orientadores que tenham não apenas preparo mais disponibilidade para dar atenção aos irmãos mais novos.
O grande agente de conservaçãoConservação de resultados é o resultado da atitude da igreja para com os novos decididos.  Uma atitude amorosa que faz com que cada um deles se sinta bem-vindo neste novo ambiente.  Que o faz saber que está se tornando membro de uma nova família onde será amado e aprenderá a amar.  Onde não apenas se ensina como ele deve agir de agora em diante, mas se mostra pelo exemplo o procedimento de alguém que se encontrou com Jesus Cristo como Senhor e Salvador da sua vidas.
Paulo na sua Carta aos Efésios diz que devemos buscar “o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo (Efésios 4:12)”.  É necessário que todos saibam exatamente o que deve ser feito e sejam
preparados adequadamente para isto.  Devemos nos preocupar, inclusive, com aqueles que estarão envolvidos em convidar as pessoas para participarem.  A maioria das pessoas que vêm ouvir o evangelho em uma campanha evangelística, elas o fazem por que foram convidadas.  Assim, um convite mal feito, ao invés de aproximar a pessoa, pode afasta-la.




quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O NATAL VEIO DO PAGANISMO. PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA. Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal". Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo". Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo. Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros. 1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Comentare, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1). 2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS? o Natal: "Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano. As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã. Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares. Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la." O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus. Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre. A Enciclopédia Britânica diz: "A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto." 3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se: - criou a instituição de ajuntamentos (cidades); - construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros); - fundou Nínive e muitas outras cidades; - organizou o primeiro reino deste mundo. A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo. Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal. Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo! Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema. A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo. Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17). 4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã." Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite. PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..." Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho:"Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" - É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25). Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído! 5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL? As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria: "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13) "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21) Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação. 6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES? Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano". O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...) Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março. Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu: "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra." 7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO? Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria. Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO. Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul." Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado. O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão. 8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO" PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO? Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus: "Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.' Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31) "Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3). Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos. Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência": "Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã 4.24). O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão: "Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9). A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus. "E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mat 15:6). "Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31) Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs! 9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"? "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4) 10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS? Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ). Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa"Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1). Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus: • Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19. • O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10). • O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4. • Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II. Temos a seguinte correspondência: Mês (número) Mês (nome, em Hebraico) Turnos Referências 1 Abibe ou Nissan = março / abril 1 e 2 Êxo 13:4 Ester 3:7 2 Zive = abril / maio 3 e 4 1Re 6:13 3 Sivan = maio / junho 5 e 6 Est 8:9 4 Tamuz = junho / julho 7 e 8 (Abias) Jer 39:2; Zac 8:19 5 Abe = julho / agosto 9 e 10 Núm 33:38 6 Elul: agosto / setembro 11 e 12 Nee 6:15 7 Etenim ou Tisri = setembro / outubro 13 e 14 1Rs 8:2 8 Bul ou Cheshvan = outubro / novembro 15 e 16 1Rs 6:38 9 Kisleu = novembro / dezembro 17 e 18 Esd 10:9; Zac 7: 10 Tebete = dezembro / janeiro 19 e 20 Est 2:16 11 Sebate = janeiro / fevereiro 21 e 22 Zac 1:7 12 Adar = fevereiro / março 23 e 24 Est 3:7 Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto). Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro). Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O Fim vem! Já é chegada a ultima hora e ela não tarda em chegar, muitos estão sob aviso, mas mesmo assim não vigiam e nem permanecem debaixo da santa vontade de Deus, o qual nos deu seu filho, como único e suficiente caminho para a entrada do seu reino eterno e santo. Jesus Cristo com seu grande Amor veio ao mundo cumprir o propósito de que dele já estava escrito na lei e pelos profetas, esteve entre os homens mesmo que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz. (Filipenses 2:6 ao 8). E manifestando o Senhor Deus o seu grande ato de Amor e misericórdia para conosco, nos deu através do poderoso e santo sangue de Cristo Jesus a remissão dos pecados e também através do seu sacrifício a autoridade para vencermos a iniqüidade que assola o mundo, como todos podemos ver agora, não há um só lugar em que você possa passar sem enxergar de alguma forma o pecado, a falta de temência ao juízo de Deus e os frutos maléficos da carne e seus desejos que nos afasta da santidade de Deus. Sede santos, porque eu sou Santo, está escrito e assim diz o Senhor (1Pe 1:16). Santos para que possamos andar fielmente diante de Deus e seus caminhos, assim amontoando tesouros no céu e para que possamos ter acesso ao reino Santo do Senhor, sempre com espírito humilde, pois há muitos que se deixam levar pela auto-suficiência e acabam mais se parecendo com aquele fariseu de quem falou o nosso Salvador na parábola, que se justificava a si mesmo, mais não era justificado diante de Deus, pois aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, mais aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado (Lucas 14:11). Antes devemos nos humilhar diante da potente mão de Deus, em nossas orações, pedindo misericórdia e confessando de coração puro, pois nada podemos esconder diante do Senhor, confessar nossas iniqüidades para que possamos ser justificados pelo arrependimento e remissão dos pecados pelo sangue de Jesus. A santidade vem através da obediência, da fé, (que vem através do ouvir a palavra de Deus, por isso, é bom não só para nosso entendimento e conhecimento mais para acrescentarmos em fé, estarmos sempre lendo a santa palavra do Senhor) e também outros fatores importantes dos quais eu queria destacar o ato de orar, sim, a santidade também se constrói com a oração, pois ”o homem que peca para de orar, mais o homem que ora para de pecar” (Leonard Ravenhill). Buscar maior intimidade com o Senhor, procurar entender aos anseios do coração do Altíssimo, compreender a vontade do Deus vivo, eu não acredito na oração como um escudo, mas sim, para ser usada como uma arma poderosíssima para todos os que temem ao Senhor, mas muitos não oram o quanto deveriam, alguns dos que se dizem servos do Altíssimo nem sequer oram e buscam a ele, as escrituras estão repletas de pessoas de constante oração, Jesus Cristo é exemplo, o filho de Deus aquele que conhecia mais do que ninguém o Pai. Estava constantemente em oração, há várias passagens em que está escrito que ele se retirava para orar, e ali passava noites, várias horas prostrado diante do Deus Onipotente, se o filho com toda sua Glória zelava por esse sublime ato, será que nós não deveríamos refletir sobre como esta nossa vida de oração? Esta falta de zelo de alguns pode formular em suas mentes o comodismo e o engano próprio, não estando enganando a ninguém, nem a Deus (o que é impossível), mas a si próprio, pois se tem por servos de Deus, mas não há sequer uma hora determinada no seu dia para se humilhar e buscar a presença do Senhor, porque as coisas desse mundo vem na frente dos compromissos com Deus, andam mais ociosos a buscar a solução para os problemas daquilo que é vão e esquecem do que é eterno. Do trabalho de atrair almas oprimidas que certamente irão cair no inferno, mas nenhum esforço faz, afinal ver um bombeiro parado e inércio enquanto sabe que existe alguém precisando de socorro queimando em chamas não lhes é absurdo algum, e é isso que eles estão fazendo, contemplando as almas perdidas caindo no abismo, pois estão mais preocupados com outras coisas fúteis, na maioria coisas materiais,”bênçãos” terrenas e assim testemunham, pode ser que não em palavras, mas com suas ações, contra tudo que o Senhor Jesus Cristo nos ensinou e veio trazer e traz ao nosso conhecimento. O Grande dia , o qual nunca houve nem jamais haverá sobre a face da terra vem e não tarda,o fim vem, e quase ninguém teme o julgamento de Deus, mas ai você pode replicar enquanto lê: Mais por que você diz ”quase ninguém” ?Eu respondo, sim, poucos há que temem, a maioria não teme verdadeiramente porque se temessem pra valer, não estariam como ”parasitas espirituais” esperando conquistar o Reino dos Céus sem o mínimo de esforço. O Reino dos Céus é tomado por força, se temessem orariam mais, buscariam mais a Deus, jejuariam mais, mais será que quando o Salvador voltar achará verdadeiramente fé na terra? Satanás plantou joio em meio a seara do Senhor e muitos só glorificam a Deus com seus lábios, mas testemunham contra o Senhor em sua obras, afinal não pode dar figo no pé de abrolhos, nem a árvore boa dá maus frutos e vice versa, pelo seus frutos a conhecereis, se tem por servos de Deus. Mas isso na maioria das vezes só dentro da igreja, enquanto ouvem ali a palavra de Deus e depois dali, se portam e agem como qualquer outro incrédulo e fariseu, e assim testificam com seus frutos maus a quem realmente seguem. Está escrito: Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mais os que praticam a lei hão de ser justificados (Romanos 2:13). Todo homem, pois, que escuta estas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha, e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha, e aquele que ouve estas palavras, e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia, e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.(Mateus 7:24 ao 27). Que nós venhamos a amar e amar mais o Senhor Jesus Cristo e perseverar com a nossa cruz a caminho do ”gólgota”, assim sendo crucificados para este mundo, morrer com Cristo porque de certo que se com ele morrermos, certamente com ele reinaremos, eu desejo com toda sinceridade que todas essas palavras sejam como espada de dois gumes e que tenha penetrado no mais profundo do seu coração, purificando-o e edificando a sua vida através do Poder do Espírito Santo, porque a letra mata, mas o espírito vivifica.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Esta é uma afirmação de fé por Josué no Antigo Testamento. Este versículo expressa o coração de um grande líder espiritual no final de sua vida. Nestas palavras simples encontramos a vontade de Deus expressamente afirmada. Devemos servir ao Senhor e fazer tudo ao nosso alcance para ver que a nossa família sigua o nosso exemplo. “Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” Josué 24:15 Quando os filhos de Israel entraram na Terra Prometida, eles estavam se preparando para viver em casas permanentes em vez de tendas que eram desmontadas cada poucos dias ou semanas. Seu líder, Josué, emitiu um forte desafio para as familias israelitas. Que Deus ou deuses eles irian servir? Serveriam os deuses do Egito onde foram escravizados? Serveriam os deuses adorados por diversos povos que encontraram em sua nova terra? Ou serveriam a Deus que os conduziu para fora da escravidão no Egito, e os guiou através dos anos de peregrinação no deserto e os trouxe a esta Terra Prometida? Eles tinham que fazer uma decisão, e sua decisão faria toda a diferença no mundo, não somente em suas vidas mas em toda sua história. Há muitas escolhas que podemos fazer, no entanto, a que é absolutamente vital é para servir ao Senhor. Podemos optar por ter os nossos falsos deuses (o amor ao dinheiro, roupas, jóias, esportes, TV, etc.) ou podemos escolher a caminhar com Deus. Precisamos estar cientes de que tudo o que nós amamos mais do que Deus é um deus falso. Assim como Josué, o apóstolo Paulo nos exorta: “ Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” – Romanos 12:2 Outra mensagem muito importante para se concentrar nesta passagem são as palavras “escolha hoje.” Nenhum indivíduo tem a garantida e a oportunidade de responder a Deus em algum momento futuro, porque a Bíblia proclama: “Hoje é o dia da salvação” (2 Coríntios 6:2). Josué ordenou ao povo a arrepender-se, colocando fora os deuses de seus antepassados e os deuses estrangeiros: “joguem fora os deuses estrangeiros que estão com vocês e voltem-se de coração para o Senhor, o Deus de Israel” (v. 23). Quando os israelitas manifestaram lealdade sem um fim definitivo às suas práticas, Josué deve ter os lembrado do que Moisés lhes tinha dito que não seriam capaz de servir a um santo, Deus zeloso, porque Deus não tolera rivais. “Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso” (Éxodo 20:5). A decisão para servir ao Senhor com base somente no entusiasmo não vai durar. A decisão de um cristão exige integridade: “Agora temam o Senhor e O sirvam com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Eufrates e no Egito, e sirvam ao Senhor.” (Josué 24:14). A decisão de seguir a Deus significa uma decisão formada com um compromisso “de sinceridade e verdade.” Isso significa servir de todo coração, servir com integridade, ou sem culpa. Isto era a realidade para os israelitas como é a verdade para toda a humanidade. Josué tomou a decisão junto com sua família para servir ao Senhor. Será que você e sua casa servirão ao Senhor? Precisamos estar cientes de que nossas decisões têm conseqüências boas ou más, não só sobre nós, mas também sobre outras pessoas. A decisão egoísta afeta nossas famílias de forma negativa. Da mesma forma, a decisão de servir a Deus influencia positivamente nossas famílias. Assim como Josué mostrou o caminho à Deus, cada um de nós temos a mesma oportunidade. Peça a Deus para ajudá você a examinar seu coração, porque como crentes nascidos de novo a Bíblia nos diz que somos embaixadores de Cristo (2 Coríntios 5:20). Se estamos aposentados, trabalhando ou somos dona de casa, devemos estar ensinando o caminho à Deus e ajudar outros à chegar ao conhecimento salvífico de Jesus Cristo. Se você segue a Cristo, vai chegar um momento em que você deve dizer a alguns de seus conhecidos, “faça o que quiser, mas eu vou servir ao Senhor.” Esta é uma decisão pessoal, mas no final se chegar a este ponto, você deve optar por servir ao Senhor. Assim como Josué deu um bom exemplo para sua família seguir a Deus, cada homem cristão deve fazer uma declaração semelhante à família que o Senhor lhe deu. Embora Josué poderia dar o exemplo, ele não poderia fazer a escolha para eles, as pessoas tinham que escolher para si mesmas. A quem você servirá hoje? “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Josué 24:15


Voltando-se para Deus.

2 Crônicas 7-14 E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

E orou Ezequias perante o Senhor e disse: Ó Senhor Deus de Israel, que habitas entre os querubins, tu mesmo, só tu és Deus de todos os reinos da terra; tu fizeste os céus e a terra.
Inclina, Senhor, o teu ouvido, e ouve; abre, Senhor, os teus olhos, e olha; e ouve as palavras de Senaqueribe, que enviou a este, para afrontar o Deus vivo.
Verdade é, ó Senhor, que os reis da Assíria assolaram as nações e as suas terras.
E lançaram os seus deuses no fogo; porquanto não eram deuses, mas obra de mãos de homens, madeira e pedra; por isso os destruíram.
Agora, pois, ó Senhor nosso Deus, te suplico, livra-nos da sua mão; e assim saberão todos os reinos da terra que só tu és o Senhor Deus.
2 Reis 19:15-19

Apocalipse 16-21 E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande.

E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo,
Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.
E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua fornicação.
E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,
Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.
Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.
E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem.
Apocalipse 14:6-13

Apocalipse 14-14 E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um  semelhante ao Filho do homem, que tinha sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice aguda.

Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.
João 3:15-19

Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós.
Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor.
Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias.
Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome.
Daniel 9:16-19

Meditação em Apocalipse 14-1 a 5

Obs. Apocalipse 2-10 a 11
Pensamento  cartas de Apocalipse as 7 Igrejas capitulo 2 e 3 do mesmo livro.

Certeza  Apocalipse 1-8 Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.

Não se venda! Se prepare para se encontrar com teu Deus!
Não endureça o teu coração para o SENHOR!
Entrega tua vida a ele, só assim será salvo!

Jesus está voltando!


Faça esse estudo!

Para compreendermos as 7 Pragas de Apocalipse 16, nós precisamos voltar ao passado e estudar o que aconteceu no Egito e o porquê dos juízos divinos.
As 10 Pragas do Egito (+/- 1500 AC)
No Egito o caráter de Faraó era semelhante ao caráter de Satanás no Céu: Satanás queria derrubar Deus do trono (Isaías 14:13). Faraó que servia a dezenas de deuses, se recusou pela ordem de Moisés a libertar Israel da escravidão e de forma petulante desfez publicamente do Deus verdadeiro perguntando a Moisés: “Quem é o Senhor para que lhe ouça a voz e deixe ir Israel?”
Faraó só acreditava em seus deuses, então Deus mandou 10 Pragas para destruir os 10 principais deuses do Egito, e mostrar a Faraó de que tais deuses não são nada perto da Majestade do Deus Vivo.
As Pragas eram um sinal de que faraó deveria se arrepender de sua rebelião contra Deus e deixar o povo de Israel ir embora do país, para que se cumprisse a promessa que Deus fez a Abraão. No entanto, praga após praga os egípcios não se arrependeram até que caíram sobre suas cabeças a pior de todas as pragas, a morte de seus primogênitos.
Vejamos Abaixo:
1- Águas tornam-se em sangue: deuses: Rio Nilo, Isís e Osires que são deuses da fertilidade que administravam o período da colheita.
2- Praga da Rã: deus Ator em forma de sapo que impedia as pragas.
3- Piolhos: deus Sede que zela pela produção e fertilidade da terra.
4- Moscas: deus Escarabiano parecido com um besouro, protegia o povo da epidemia das moscas.
5- Peste nos animais: deus Apis em forma de touro protetor das fortunas.
6- Úlceras nos homens e animais: deus Tiffon, o deus da saúde.
7- Chuva de Pedra: deusa Shor da Atmosfera.
8- Gafanhotos: deus Serpio, protetor das plantações.
9- Trevas por 3 dias: deus Raí, o deus sol.
10- Morte dos Primogênitos: deus faraó, o governador divino e protetor do povo do Egito.
Com estas pragas Jeová destruiu ou desmoralizou completamente todas as divindades do Egito e o orgulho nacional.
As 7 Pragas de Apocalipse 16 (Futuro Próximo)
Nas 10 Pragas Deus mostrou que Seu Governo, Sua Lei e Sua Verdade eram superiores aos deuses do Egito. Agora vamos as 7 Pragas. A primeira pergunta seria: Porque 7?
Porque no Apocalipse a afronta é em relação ao poder criativo e redentor de Deus que está relacionado ao sétimo dia da semana. Ezequiel (20:20) declara que o sábado é a marca de Deus sobre seus adoradores. João em Apocalipse 13:1-17 declara que haverá um desafio do Estado a esse mandamento de Deus. Aqui se relaciona ao SUNDAY- DIA DE ADORAÇÃO AO DEUS SOL. Vamos analisá-la uma a uma:
Primeira Praga
Apoc 16:1-2: E ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide e derramai sobre a terra as sete taças, da ira de Deus. Então foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra; e apareceu uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.
1- A Primeira Praga é semelhante ao deus Tiffon do Egito e cairá sobre os adoradores do Anticristo (De acordo com a Bíblia é a mulher infiel que está sentada sobre a cidade de 7 colinas = Roma). Veja Apocalipse 17:8 e II Tessalonicenses 2:3-8.
Segunda Praga
Apoc 16:3 O segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu todo ser vivente que estava no mar.
2- A Segunda Praga cai sobre o mar. Na Babilônia tínhamos a deusa Tia-Mat = deusa dos mares. Hoje nós temos Iemanjá e muitas outras “santas” dos mares. Deus as ferirás como fez com o Nilo no Egito.
Terceira Praga
Apoc 16:4-7: O terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue. E ouvi o anjo das águas dizer: Justo és tu, que és e que eras, o Santo; porque julgaste estas coisas; porque derramaram o sangue de santos e de profetas, e tu lhes tens dado sangue a beber; eles o merecem. E ouvi uma voz do altar, que dizia: Na verdade, ó Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.
3- A Terceira Praga atinge os rios que se tornam sangue. As nações beberão sangue porque se virarão contra os santos do Senhor, que guardam os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus (Apoc 14:12). São acusadas de fazer o mesmo com que os impios fizeram com os profetas da antiguidade
Quarta Praga
Apoc 16:8-9: O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo. E os homens foram abrasados com grande calor; e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.
4- A Quarta Praga atinge o sol que passa a queimar os seres humanos. Aqui é atingido os astrólogos e os que adoram ao deus falso no primeiro dia da semana (SUNDAY), pisando o quarto mandamento de sua eterna lei (Exodo 20:8-11, Lucas 23:56) e obedecendo mais as Igrejas rebeldes do que a Deus.
Igualmente todas as pessoas que não aceitaram a Cristo como Filho de Deus e Senhor de suas vidas serão atingidas.
Quinta Praga

Apoc 16:10-11: O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e os homens mordiam de dor as suas línguas.
E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram o Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.
5- A Quinta Praga atinge em trevas o trono da Besta (Vaticano). O Senhor do Sábado mostra que o deus que ela professava fé não passa de um ídolo que não exprime Seu verdadeiro caráter. Os homens ainda assim não se arrependem de seus roubos, assassinatos, adultério, idolatria e ataque ao 4° mandamento da Lei de Deus etc…
No entanto, na 5° Praga se torna claro que Deus julgou a Mulher Prostituta de Apocalipse 17 e a considerou culpada de crimes contra Ele e seu projeto de salvação da humanidade.
Sexta Praga
Apoc 16:12-16: O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do oriente. E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso. (Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua nudez.) E eles os congregaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.
6- A explicação da sexta praga é complexa e envolveria dezenas de páginas a respeito. Vamos fazer um resumo:
Ao se verem perdidas por causa da queda das 5 pragas anteriores, as nações se unirão para fazer guerra contra os santos (que não receberam nenhuma praga). 3 Grandes religiões controladas por demônios irão aos reis de toda a Terra os convencer da necessidade da guerra.
1- A QUE SAÍ DA BOCA DO DRAGÃO = Espíritismo/ Paganismo.
2- A QUE SAÍ DA BOCA DA BESTA = Catolicismo medieval.
3- A QUE SAÍ DA BOCA DO FALSO PROFETA = O falso profeta é símbolo das igrejas protestantes caídas.
Durante esta época SATANÁS SE DISFARÇARÁ DE CRISTO e induzirá o povo a matar os santos.
O mundo estará em convulsão social pior do que a que houve na Crise de 1929 e na Segunda Guerra Mundial.
O sexto anjo derrama sua taça sobre o Eufrates e seca o rio. Esta é uma parábola do que já aconteceu uma vez no antigo testamento. O Eufrates já foi secado por Ciro, Rei dos Medos quando ele atacou Babilônia e a conquistou usando técnicas de desvio do rio. (Isaías 45:1, 47:1-15). No Apocalipse Jesus secará o Rio Eufrates (Apocalipse 16:12-16). Aguas em profecia simboliza povos, nações conforme Apoc 17:15. O Eufrates simboliza os povos que dão apoio as religiões apóstatas. Isso significa que elas perderão o apoio financeiro das nações.
A sexta Praga é um esforço desesperado para e manter no poder. como não se pode atacar a Deus com as armas, quem devemos atacar? Naturalmente aqueles que anunciaram as pragas e ainda por cima não a receberam! O povo de Deus!
Lembrando que antes de cair a primeira Praga o povo de Deus em todo o mundo anunciará a segunda vinda e os juízos de Deus e será ridicularizado. Depois com a marca da Besta são proibidos de comprar e vender (Apoc 13:11-17) e isso leva Deus a enviar as 7 Pragas. Por fim na sexta Praga as nações partem para aplicar o DECRETO DE MORTE CONTRA OS SANTOS (Apoc 13:15)
Quem os Salvará?

Sétima Praga
Apoc 16:17-21: O sétimo anjo derramou a sua taça no ar; e saiu uma grande voz do santuário, da parte do trono, dizendo: Está feito. E houve relâmpagos e vozes e trovões; houve também um grande terremoto, qual nunca houvera desde que há homens sobre a terra, terremoto tão forte quão grande; e a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar o cálice do vinho do furor da sua ira. Todas ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam. E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraivada; porque a sua praga era mui grande.
7- Sétima Praga: A Arca da aliança com os 10 mandamentos aparece no céu mostrando a ira da justiça divina (Apocalipse 11:19). Cai uma Chuva de Pedras de gelo com cada pedra pesando cerca de 1 talento ou 35 kilos cada; ocorre um grande Terremoto e Jesus retorna Como Rei ferindo as Nações (Apocalipse 19:11-21) e destruindo a Terra (Isaias 24:1-23). Os santos mortos são ressuscitados e junto com os santos vivos são elevados ao céu. (I Tessalonicenses 4:13-18)
Na sétima Praga Jesus destrói a ofensiva das nações contra os santos com a Chuva de Pedras e o Grande terremoto.
Os Santos vivos não receberão as 7 pragas
Vc já ouviu falar do Salmo 91? Acredito que sim! É um dos salmos mais conhecidos da Bíblia. O que esqueceram de te contar é que ele é uma profecia sobre as 7 Pragas do Apocalipse. Em termos poéticos ele declara que os santos que aceitaram o sacrifício de Cristo em suas vidas não receberão as 7 Pragas, mas sairão ilesos da destruição que trará a segunda vinda.
Salmo 91
1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.
2 Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
3 Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
4 Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.
5 Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
6 nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.
7 Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.
8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9 Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,
10 nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12 Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
13 Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14 Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
15 Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.
16 Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.
No verso 3 é mencionada a primeira praga de apocalipse 16. No verso 5 é mencionada a quinta praga. Os versos 7 e 8 podem ser aplicados de maneira indireta a grande destruição ocasionada pela sétima praga. O verso 10 é claro que os cristãos não serão atingidos pelas pragas. Deus é fiel a seus santos.

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