quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Camelo×Agulha aprenda a simplicidade do Evangelho. Am√©m

Camelo e AgulhaūüĎÜ

“√Č mais f√°cil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”
Quantas interpreta√ß√Ķes diferentes voc√™ j√° ouviu sobre esse texto? Lembra de alguma prega√ß√£o ou explica√ß√£o sobre o que significa o camelo? Ou a agulha? Eu gostaria de citar-lhes algumas das que j√° ouvi.
Em outro artigo postado aqui, falamos da Simplicidade do Evangelho. Poder√≠amos continuar usando o mesmo t√≠tulo ao abordarmos sobre o conhecido texto de Marcos 10.25; mas antes quero lembrar algumas explica√ß√Ķes que certamente voc√™ j√° ouviu √† respeito desse texto encontrado no livro de Marcos e tamb√©m em Lucas 18.25 e curiosamente, todas as interpreta√ß√Ķes concordam apenas que o rico a quem Jesus se refere, √© uma pessoa que possui muitos bens materiais, agora, quanto ao camelo e a agulha (…) quanta bobagem! Vamos a elas;
Certamente voc√™ j√° ouviu algum pregador dizer que esse “camelo” citado por Jesus era na verdade um fio de linha feito de algod√£o usado na confec√ß√£o de roupas, ou seja, o que conhecemos hoje em dia pela nossa m√£e ou av√≥ fazendo roupas de tric√ī ou croch√™. Explicam que por se tratar de um material feito manualmente, esse fio n√£o tinha a firmeza que os fios industriais de hoje em dia possuem, dificultando assim a passagem pelo orif√≠cio de uma agulha de costura e levava-se muito tempo para conseguir fazer isso, e finalmente quando se conseguia atravess√°-lo, uma parte dif√≠cil do trabalho havia sido conquistada, logo, um rico entrar no reino de Deus era t√£o dif√≠cil quanto a tal tarefa, por isso Jesus usou esse exemplo.
E a agulha? Dizem que a agulha era uma pequena porta nos muros da cidade e os viajantes ao chegarem durante a noite, deixavam os camelos do lado de fora do muro e passavam abaixados por essa porta, porque as outras portas que os camelos usavam ficavam fechadas durante a noite, devido ao perigo de assaltos e roubos, mas essa pequena porta deixada para as pessoas entrarem era obviamente impossível ser usada por um camelo.
Existem muitas outras explica√ß√Ķes, dizem tamb√©m que a porta era a passagem estreita de um curral e seria uma passagem muito apertada dificultando assim o camelo sair do curral. O animal ficava preso durante o tempo que n√£o estava sendo usado em trabalhos, logo, o rico entrar no reino de Deus era semelhante a essa dificuldade que o camelo tinha em fugir do lugar onde era posto.
Voc√™ conhece mais alguma explica√ß√£o que seja diferente dessas que citei? Eu conhe√ßo! Na verdade eu posso afirmar que conhe√ßo a verdadeira, quer conhec√™-la tamb√©m? Garanto a voc√™ que n√£o precisa ser um profundo conhecedor de teologia ou assuntos b√≠blicos doutrin√°rios, basta ler o texto com aten√ß√£o e voc√™ vai ver a simplicidade do evangelho do nosso senhor Jesus! (…) vamos ao texto?
“√Č mais f√°cil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus, E eles se admiravam ainda mais, dizendo entre si: Quem poder√°, pois, salvar-se?
Jesus, porem olhando para eles disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis.
Em primeiro lugar, diferente do que as pessoas pensam Jesus não esta tratando aqui sobre condição financeira de ninguém, mas o texto trata de salvação. Muitos interpretam essas palavras pensando ser algo sobre prosperidade ou algo parecido, na verdade se enganam não somente sobre o que Jesus quer nos ensinar, mas também a respeito do camelo e da agulha.
O camelo aqui é exatamente o que você conhece, aquele bicho esquisito usado como transporte no deserto, cientificamente chamado de Camelus Dromedarius e certamente Jesus tinha familiaridade com esse animal que servia de transporte a todos.
E a agulha? Eu te pergunto; o que você conhece por agulha nos dias de hoje? Seria aquele pequeno objeto de metal que serve para fazer costura? Sim, esse mesmo objeto de hoje Jesus usou para fazer esse comparativo e você concordará que para um bicho de dois metros de altura passar por um buraquinho milimétrico de uma agulha além de ser impossível seria uma incoerência crer nisso, não é verdade? Pois saiba, foi exatamente isso que Jesus nos ensinou.
Troque a palavra rico por pobre, ou bebado, ladr√£o, prostituta ou simplismente por homem (…) qualquer ser humano independente de sua condi√ß√£o, cor ou idade era impossibilitado de entrar no Reino de Deus, quem nos possibilitou isso foi o Pai enviando seu filho para resgatar a d√≠vida do pecado e da morte.
Entrar nesse reino sem o milagre da salvação, é impossível, nem eu nem você nem qualquer outro homem ou mulher que já nasceu nesse mundo teria a graça maravilhosa de entrar no Céu, mas o Senhor nosso Deus tornou isso possível!
Então, meu querido amigo, é mais fácil o camelo (bicho) passar pelo fundo de uma agulha (de costura), do que o rico, o pobre, eu e você entrar no Reino do Senhor!
Mas à Deus todas as coisas são possíveis, Aleluia!!

s√°bado, 26 de dezembro de 2015


A PAZ SEJA CONVOSCO POVO DE DEUS. AM√ČM
ESTAMOS AQUI PARA NOS APRESENTAR, COMO OBREIRO DO SENHOR. AM√ČM
ESTAMOS CHEGANDO AO FIM DO ANO, E ESTAMOS NESSA MENSAGEM LHE CONVIDADO A ENTRAR CONOSCO NA CAMPANHA,VIVENDO O CHAMADO DE CRISTO. AM√ČM
PODEM DOAR, OFERTAR, DIZIMAR FAZER O QUE LHE FAZ FELIZ E ALEGRE.
AJUDANDO √ďRF√ÉO, VI√öVAS E ESTRANGEIROS, A VESTIR E ALIMENTAR A TODOS. AM√ČM
EU NO NOME DE JESUS DETERMINO UMA BEN√á√ÉO AS SEUS NEG√ďCIOS, SUA CASA E SUA FAM√ćLIA. AM√ČM 



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Tudo para a Glória de Deus. Amém

Sei que todos podem ajudar, tudo isso é para a Glória de Deus. Amém
Jesus jamais foi para a rua com as mãos vasias e o mais importante,  ele usava as pessoas para abençoar as outras. Amém
Na multiplicação de pães,  ele disse aos discípulos alimentem essas pessoas,  mais eles só tinha 5 pães e 2 peixes,  mais Jesus levantou os cestos e deu graças a Deus,  aí então foram multiplicados,  e todos de alimentaram.  Aleluia Glória a Deus. Amém

O Rei est√° voltando!

[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: Mateus: 11. 29. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. - Bíblia JFA Offline
[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: 1 Pedro: 2. 24. levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. - Bíblia JFA Offline
[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: Atos dos Apóstolos: 2. 38. Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo. - Bíblia JFA Offline
[17h25 23/12/2015] ��Palavra, Poder e Unção: Jó: 42. 1. Então respondeu Jó ao Senhor: 2. Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido. 3. Quem é este que sem conhecimento obscurece o conselho? por isso falei do que não entendia; coisas que para mim eram demasiado maravilhosas, e que eu não conhecia. 4. Ouve, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me responderás. 5. Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora te vêem os meus olhos. 6. Pelo que me abomino, e me arrependo no pó e na cinza. - Bíblia JFA Offline

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

PRIMEIRA CRUZADA EVANG√ČLICA DO MINIST√ČRIO PROCLAMANDO O EVANGELHO JESUS O SENHOR. EM 2016


Mobilizando a igreja para uma campanha evangelística

Um aspecto importante do minist√©rio de evangeliza√ß√£o √© que h√° determinadas atividades que n√£o podem ser realizadas sem o envolvimento efetivo de toda a igreja.  E, em alguns casos, sem a participa√ß√£o de outras igrejas da comunidade, n√£o importando a denomina√ß√£o de cada uma.
Quando se realiza uma s√©rie de confer√™ncias para a qual se espera o comparecimento maci√ßo das pessoas do bairro ou da cidade, e mesmo das autoridades locais, √© necess√°rio que haja uma grande mobiliza√ß√£o de todas as igrejas da regi√£o, demonstrando que existe uma unidade de prop√≥sitos em proclamar o nome de Jesus Cristo como Salvador para todas as pessoas.
O trabalho de mobilização envolve três etapas distintas, mas que se entrecruzam antes, durante e depois da realização da campanha evangelística: oração, preparação e discipulado.
Mobilize o povo para orarA ora√ß√£o √© fundamental na realiza√ß√£o do trabalho evangel√≠stico.  Por isso, deve come√ßar ainda antes mesmo de se convidar √†s pessoas ou igrejas para o envolvimento na campanha evangel√≠stica, bem como deve continuar durante todo o processo.  A ora√ß√£o serve como prepara√ß√£o do cora√ß√£o daqueles que estar√£o semeando a palavra de Deus, bem como prepara aqueles que estar√£o sendo evangelizados.
Orar pela liderança, pelo local, por aquelas pessoas que serão convidadas, pelo pregador ou pregadores, pelas autoridades, pela segurança, pelos equipamentos, pelos conselheiros, pelos visitadores, enfim, por todos aqueles aspectos que são necessários para que trabalho a ser realizado seja coroado com pleno êxito.
Preparando os trabalhadoresIniciando o discipuladoA prepara√ß√£o daqueles que estar√£o recebendo para o aconselhamento inicial os rec√©m-decididos, daqueles que estar√£o visitando, de quem estar√° realizando os estudos b√≠blicos deve preceder a realiza√ß√£o da campanha.  Os primeiros dias ap√≥s a realiza√ß√£o de uma campanha s√£o fundamentais para o fortalecimento da decis√£o que foi tomada durante sua realiza√ß√£o, na vida do novo crente.A pessoa precisa saber que n√£o est√° sozinho.  Precisa de acompanhamento e orienta√ß√£o e todos precisam estar preparados para fazer este trabalho de conserva√ß√£o dos resultados, do esfor√ßo realizado.  E a grande raz√£o do insucesso de algumas campanhas evangel√≠sticas √© o fato de n√£o se dar aten√ß√£o adequada √† prepara√ß√£o destes que far√£o o discipulado.Envolvendo os pastoresSe estes n√£o compreenderem a necessidade do seu envolvimento como chave para participa√ß√£o da sua igreja, nada acontecer√°.  E para isto √© necess√°rio que sejam conscientizados dos resultados que vir√£o para sua igreja, atrav√©s daqueles que ser√£o preparados n√£o apenas para a campanha, mas para o trabalho da igreja, e tamb√©m daqueles novos decididos que poder√£o ser agregados, levando a igreja a crescer.Eles ser√£o os principais motivadores de suas igrejas e para isto, precisam acreditar naquilo que est√° sendo feito e sentirem-se motivados.Estabelecendo alvosa-                  Restaura√ß√£o da membreziaO processo de crescimento de uma igreja n√£o se d√° apenas pelo acr√©scimo de novas almas ao rebanho de Deus, mas pela perman√™ncia daqueles que ali chegam.  E quando precisam sair √© por algum motivo maior como a transfer√™ncia por qualquer motivo para outro local que impossibilita sua assist√™ncia √†quela igreja.Conhecemos uma igreja que era conhecida como o “celeiro da Associa√ß√£o”, visto que em todas as demais igrejas da regi√£o podiam ser encontrados ex–membros dela, enquanto anos e anos se passavam sem que ela conseguisse crescer significativamente.b-        Educa√ß√£oAssim como na nossa vida de maneira geral, tamb√©m espiritualmente vivemos um processo de educa√ß√£o constante.  O processo de santifica√ß√£o √© o resultado de aprendermos cada dia, e vivermos mais e mais na depend√™ncia do Senhor.  Na II Carta a Tim√≥teo 4:13, Paulo recomenda a ele que quando fosse v√™-lo n√£o se esquecesse de levar entre outras coisas os seus livros, especialmente os pergaminhos da palavra de Deus.J√° estava velho e cansado, sabia que Deus o chamaria a sua presen√ßa a qualquer instante.  Continuava, no entanto, sedento de aprender e experimentar as coisas de Deus e do mundo que o cercava.c-         Motiva√ß√£oMotivar √© criar envolvimento.  N√£o se pode fazer com que algu√©m se sinta motivado se n√£o h√° participa√ß√£o.  Quando ajudamos de alguma maneira, come√ßamos a sentir que aquilo tamb√©m nos pertence.  E se nos pertence queremos que seja cada vez melhor.Na falta de op√ß√£o por oferecer coisa melhor, temos acompanhado nos √ļltimos tempos a multiplica√ß√£o de canais de televis√£o que oferecem programas com  caracter√≠sticas de interatividade, dando ao telespectador a op√ß√£o de escolher entre os finais pr√© – estabelecidos por eles, criando assim uma falsa sensa√ß√£o de envolvimento.  Uma tentativa de motiva√ß√£o que seria resultante da mudan√ßa de posi√ß√£o de espectadores para a de participantes.  Precisamos fazer com que a igreja se sinta cada dia mais dependente de Deus e desejosa de realizar sua obra.  O evangelismo √© um dos meios mais eficazes de se fazer com que cada membro da igreja sinta-se envolvido e respons√°vel pela expans√£o do Reino de Deus, traduzido no crescimento da igreja da qual faz parte.d-        Crescimento da igrejaO resultado esperado por quem realiza a obra de evangeliza√ß√£o envolve sempre o crescimento num√©rico da igreja, atrav√©s daqueles que recebem a Jesus Cristo como Salvador e Senhor de suas vidas e integram-se na igreja atrav√©s do batismo.A pr√≥pria possibilidade de a igreja envolver-se na obra mission√°ria ou evangel√≠stica deve ter sempre como objetivo b√°sico o fortalecimento da pr√≥pria igreja.Durante muito tempo costum√°vamos escutar ora√ß√Ķes do tipo:  “Senhor, ajuda-nos a crescer n√£o tanto em quantidade como em qualidade”… quase sempre como uma justificativa para a estagna√ß√£o da igreja em termos de crescimento quantitativo.  Precisamos observar que se queremos determinar o crescimento qualitativo da igreja, tendo como objetivo o seu fortalecimento, precisamos de quantidade.Se a igreja efetua um programa bem estruturado de crescimento, o resultado ser√° o crescimento de sua membresia naturalmente.  Isto como o resultado de um trabalho que procura levar as pessoas a uma decis√£o, acompanhando-as no seu crescimento espiritual, de maneira a que venham ser crist√£os maduros e reprodutivos.O envolvimento de todos, a utiliza√ß√£o de recursos, a mobiliza√ß√£o de outros grupos ou pessoas que n√£o sejam da igreja, deve ser direcionado de tal forma a se alcan√ßar o maior alcance poss√≠vel. Em outras palavras, investirmos no fortalecimento da igreja significa fazer o m√°ximo para que mais e mais  pessoas venham a conhecer o poder transformador e regenerador do Jesus Cristo, integrando-se ao corpo de Cristo.Os crescimentos que devemos buscara-        Crescimento dos membros em rela√ß√£o a comunidade√Ä medida que a igreja cresce mais ela precisa se envolver com a comunidade.  Sua import√Ęncia cresce na mesma medida, em que atrav√©s de seus membros ela passa a se importar e a atuar de forma din√Ęmica na resolu√ß√£o dos problemas que s√£o comuns a todos.  E n√£o h√° mais meios de se proclamar as verdades espirituais e eternas como se fossem dissociados dos problemas cotidianos daqueles que esperamos sejam nossos ouvintes.  O evangelho de Lucas √© cheio de ilustra√ß√Ķes acerca disto, e nos demais evangelhos encontramos Jesus atuando sempre de forma que aqueles problemas que atingiam as pessoas a quem ministrava tivessem solu√ß√£o.b-        Crescimento nas atividades dos membrosO maior envolvimento dos membros da igreja √© caracter√≠stico do processo de crescimento e precisa ser planejado.  Ouvimos certa vez algu√©m dizer que Deus n√£o d√° o crescimento se n√£o estamos preparados para fazer frente a ele.Isto se traduz bem na necessidade de que os membros da igreja estejam dispon√≠veis e possam ser preparadas para as atividades que tendem a se tornar mais intensas √† medida em que a igreja come√ßa a se movimentar e crescer.  E h√° pessoas que dizem preferir igrejas pequenas porque podem ser mais √ļteis pelo fato de contarem com menos pessoas para trabalhar.  Na verdade, quanto mais se cresce, mais se precisa de pessoas preparadas para continuar crescendo.c-         Crescimento na maturidade dos membrosIsto implica num grau maior de maturidade e comprometimento dos membros.  √Ä medida que se cresce aumenta o grau de complexidade dos relacionamentos e das atividades desenvolvidas.  Se n√£o compreendemos isto, tornamo-nos suscet√≠veis a uma s√©rie de atitudes e rea√ß√Ķes que s√≥ criam  dificuldades e entraves ao objetivo maior de fazer com que o corpo de Cristo seja cada vez vivo e atuante na vida de todas as pessoas.Campanha evangel√≠stica e os demais minist√©rios da IgrejaI-              O Evangelismo em perspectiva com outros minist√©rios da igrejaO evangelismo n√£o tem por objetivo competir com outros minist√©rios da igreja, mas antes ser complementar a eles.  Cada minist√©rio necessita do outro para que o Corpo seja totalmente saud√°vel e para o cumprimento da Grande Comiss√£o.Quando o minist√©rio de evangeliza√ß√£o come√ßa a produzir resultados efetivos na vida da igreja, torna-se necess√°rio que os mais diversos minist√©rios se envolvam a fim de dar suporte a este crescimento.  Da mesma maneira, em que para que ele possa crescer precisa de pessoas maduras espiritualmente e preparadas nas mais diversas √°reas da igreja a fim de estarem aptos a receberem aqueles que chegam e introduzi-los no Corpo de Cristo.Paulo nos lembra desta diversidade ao dizer que temos esta diversidade de  minist√©rios, bem como de dons, mas que devemos “trabalhar efetivamente, fazendo aquilo que lhe compete, afim de que todo o corpo possa crescer e se edificar a si mesmo em  amor”. (Ef√©sios 4:16).II-               Uma cruzada/confer√™ncia evangel√≠stica precisa ser conservada em perspectiva com outras formas de evangelismoO evangelismo de massa √© meramente uma extens√£o das outras formas de evangelismo e, em particular, do evangelismo pessoal.   Em uma cruzada/confer√™ncia evangel√≠stica muitos m√©todos diferentes s√£o enfatizados”.Conforme j√° foi dito antes, o que diferencia o evangelismo de massa como uma s√©rie de confer√™ncia ou cruzada evangel√≠stica √© o n√ļmero de pessoas a serem atingidas ao mesmo tempo.  Se n√£o formos capazes de traduzir para cada pessoa particularmente o significado de Deus e do Seu plano em sua vida, todo esfor√ßo dispensado ser√° in√ļtil.III-     O evangelismo cooperativo precisa ser conservado em perspectivaO evangelismo cooperativo n√£o √© uma uni√£o horizontal requerendo uniformidade entre todos os participantes, mas, uma unidade vertical onde, de formas variadas, nos dedicamos a um prop√≥sito comum:  a proclama√ß√£o do evangelho”.Muitas vezes o esfor√ßo, os recursos e tudo o mais que se precisa a fim de fazer com que uma campanha evangel√≠stica seja efetiva s√£o muito superiores ao que dispomos tanto em temos f√≠sicos quanto materiais.  Nesta hora precisamos manter a perspectiva de que o alvo maior √© o crescimento do Corpo de Cristo, do Reino de Deus.  Permitirmos que pequenas diferen√ßas nos impe√ßam de realizarmos um trabalho conjunto alcan√ßando um resultado de maior envergadura tem um custo que n√£o pode ser calculado e um pre√ßo que √© muito maior do que o que podemos pagar: vidas que deixam de ser alcan√ßadas para a vida eterna.O  minist√©rio do evangelista em perspectivaO Dom do evangelista n√£o √© para ser exercido jamais no v√°cuo, mas sempre perfeitamente integrado no contexto do Corpo de Cristo e dos dons da Igreja.Ningu√©m substitui o trabalho da igreja.  Ainda que igreja convide algu√©m para realizar a prega√ß√£o evangel√≠stica ela n√£o est√° se isentando da sua responsabilidade.  Uma das raz√Ķes principais de algumas igrejas acharem que n√£o vale a pena o esfor√ßo e o investimento de recursos para a realiza√ß√£o de s√©ries de confer√™ncias ou cruzadas A miss√£o em perspectivaUma Cruzada ou Confer√™ncia n√£o √© um m√©todo mas antes uma miss√£o que envolve toda uma cidade ou √°rea, empregando toda uma variedade de m√©todos evangel√≠sticos baseados em princ√≠pios b√≠blicos.Seu princ√≠pio b√°sico √© o de uma a√ß√£o sobre um espa√ßo geogr√°fico mais amplo, em que, utilizando-se de todos os meios poss√≠veis procura-se alcan√ßar pessoas que de outra maneira n√£o seria poss√≠vel √† igreja.  Como formas de se realizar isto, podemos citar a prega√ß√£o evangel√≠stica, a visita√ß√£o de casa em casa, visitas a empresas, col√©gios, com√©rcio, abordagem direta nas ruas e locais p√ļblicos.N√£o h√° um que especificamente seja mais efetivo do que outro.  Mas a conjuga√ß√£o dos diversos fatores √© que determina sua utiliza√ß√£o.  √Č a aplica√ß√£o do princ√≠pio bastante pr√°tico que o ap√≥stolo Paulo classifica como fazer de tudo, de todos os modos, para de alguma maneira alcan√ßar a alguns pela gra√ßa de Deus.  “…me tornei todas as coisas para com todos os homens, para que eu possa de toda maneira salvar alguns.” (I Cor. 9:19-22). O que devemos considerar para realizar uma Campanha Evangel√≠stica?Relev√ĘnciaEste √© o primeiro aspecto a ser considerado na hora de se iniciar o planejamento de uma campanha evangel√≠stica.  N√£o se trata aqui de discutir o valor de uma s√©rie de confer√™ncias ou cruzada.  Mas da import√Ęncia que ela ter√° no momento de ser levada a efeito.  √Č mesmo necess√°ria a realiza√ß√£o de uma campanha evangel√≠stica neste momento para se alcan√ßar os objetivos desejados?ComprometimentoSe a resposta for positiva ao primeiro aspecto, o que dizer agora daquele grupo de lideran√ßa?  Aqui queremos dizer daquelas pessoas que tendo ou n√£o fun√ß√£o de lideran√ßa na igreja, dever√£o estar trabalhando para que  a campanha aconte√ßa.  Est√£o devidamente motivados, interessados para levar adiante esta tarefa?Condi√ß√Ķes existentesExistem recursos materiais e pessoais para se iniciar a campanha?  E para leva-la at√© o final?  Est√° inclu√≠do no or√ßamento da igreja ou ser√° necess√°ria uma campanha especial para isto?  O local dispon√≠vel √© adequado para a campanha?  Se n√£o, pode ser providenciado algum outro?  E material de apoio?  B√≠blias, hin√°rios, folhetos, material para aconselhamento?Conveni√™nciaEmbora se disponha de recursos e pessoal para a realiza√ß√£o da campanha, este √© o momento quando se podem alcan√ßar os melhores resultados na campanha?  Por exemplo, podemos marcar uma campanha evangel√≠stica para o dia de encerramento da Copa do Mundo?
1-        Prepara√ß√£o -  O processo organizacionalI-                   Organiza√ß√£o√Č preciso um m√≠nimo de organiza√ß√£o para estruturar a realiza√ß√£o de uma campanha.  N√£o se deve pensar em grandes estruturas mas pequenas e √°geis.  Algumas fun√ß√Ķes chaves precisam de pessoas respons√°veis para que possa ser levado a efeito, inclusive para que se possa controlar sua execu√ß√£o dentro do tempo previsto e adequado.
II-                RecrutamentoAp√≥s se estabelecer os alvos a serem alcan√ßados e o modo como se atingir√° estes alvos, atrav√©s da diversas tarefas necess√°rias √© preciso recrutar as pessoas que estar√£o envolvidas.  √Č o trabalho de motiva√ß√£o e identifica√ß√£o dos interessados, afim de se encontrar as pessoas adequadas √†s sua fun√ß√Ķes.
III-             TreinamentoO treinamento √© fundamental.  O simples fato de recrutarmos as pessoas sem que lhes seja oferecido a possibilidade de prepararem-se para o que ir√£o realizar pode ser motivo de frustra√ß√£o para elas e de fracasso em rela√ß√£o √†s metas estabelecidas.
IV-             Fun√ß√£oChegamos ao momento de definirmos as fun√ß√Ķes.  O que cada um far√° e quais ser√£o suas atribui√ß√Ķes e limites.
2-        Promo√ß√£o  – Fatores que determinam a audi√™nciaPropaganda & PublicidadeHouve um tempo em que se usava um ditado popular dizendo que “a propaganda √© a alma do neg√≥cio”.  E h√° um grande respaldo para isto, embora n√£o se possa resumir tudo desta maneira.  Depois de se estabelecer o que se quer realizar todo esfor√ßo poss√≠vel deve ser empregado na sua divulga√ß√£o.  Quanto maior a promo√ß√£o da s√©rie de confer√™ncias ou cruzada, maior a perspectiva de termos uma boa audi√™ncia.  Se falhamos nisto, veremos acontecer uma cruzada com pouca participa√ß√£o e com poucos resultados em termos de decis√Ķes.  Ou como acontece em diversas ocasi√Ķes, campanhas evangel√≠sticas onde s√≥ vem crente para ouvir a mensagem.
EnvolvimentoN√£o se trata aqui do envolvimento somente daqueles que est√£o encarregados de determinadas fun√ß√Ķes, mas de toda a igreja.  Todos precisam sentir-se envolvidos e respons√°veis pelo √™xito da campanha.  E quanto mais isto acontecer, maior ser√° o empenho em promover e trazer mais pessoas para participarem.  Se planejamos a realiza√ß√£o de uma campanha evangel√≠stica, √© porque desejamos que a igreja esteja cheia de pessoas que precisam conhecer o amor de Deus.
Convite pessoalO melhor meio de divulga√ß√£o que existe √© aquele feito de boca em boca.  Cartazes, folhetos, r√°dio, jornais, bem como outros meios de divulga√ß√£o s√£o importantes.  Mas nenhum se compara a este modo pessoal e direto de dizermos que nos importamos pessoalmente com a presen√ßa e participa√ß√£o de algu√©m para ouvir a mensagem do evangelho.
Ampla coopera√ß√£oQuanto mais pessoas envolvidas, maior a possibilidade de √™xito.  Se h√° a possibilidade do envolvimento de outras igrejas ou associa√ß√Ķes na campanha, todos devem ser bem-vindos na coopera√ß√£o. Haver√° sempre algo a ser feito que dependa de quem est√° dispon√≠vel para cooperar.
Conserva√ß√£o – Decis√£o voltada para o discipuladoImediato trabalho de acompanhamentoEstaremos falando sobre isto mais adiante, mas √© preciso estar conscientes  de que logo ap√≥s a decis√£o, ou quando a pessoa demonstra interesse em conhecer mais sobre o plano de salva√ß√£o de Deus para sua vida, que ela receba toda assist√™ncia poss√≠vel, atrav√©s de conselheiros ou pessoas previamente preparadas para isto.  Todo o material dispon√≠vel deve ser usado: B√≠blias, Novos Testamentos, outros tipos de literatura apropriado, visita√ß√£o, telefonemas, cartas, etc.
Acompanhamento de longo alcancePor longo per√≠odo.  √Č a melhor forma de expressar o alcance do trabalho de acompanhamento aos novos decididos.  N√£o basta que se tenham pessoas preparadas para o aconselhamento imediato, embora isto seja de fundamental necessidade.  Estas mesmas pessoas, quando poss√≠vel, precisam continuar o acompanhamento daqueles a quem deram as palavras de boas-vindas √† fam√≠lia de Deus.
Mas quando isto n√£o for poss√≠vel, a igreja precisa ter outras formas de continuar assistindo aquelas pessoas que procuram a igreja.  Seja atrav√©s do pastor ou dos diversos departamentos da igreja.  A classe de novos decididos deve dispor de um ou mais orientadores que tenham n√£o apenas preparo mais disponibilidade para dar aten√ß√£o aos irm√£os mais novos.
O grande agente de conserva√ß√£oConserva√ß√£o de resultados √© o resultado da atitude da igreja para com os novos decididos.  Uma atitude amorosa que faz com que cada um deles se sinta bem-vindo neste novo ambiente.  Que o faz saber que est√° se tornando membro de uma nova fam√≠lia onde ser√° amado e aprender√° a amar.  Onde n√£o apenas se ensina como ele deve agir de agora em diante, mas se mostra pelo exemplo o procedimento de algu√©m que se encontrou com Jesus Cristo como Senhor e Salvador da sua vidas.
Paulo na sua Carta aos Ef√©sios diz que devemos buscar “o aperfei√ßoamento dos santos, para a obra do minist√©rio, para a edifica√ß√£o do corpo de Cristo (Ef√©sios 4:12)”.  √Č necess√°rio que todos saibam exatamente o que deve ser feito e sejam
preparados adequadamente para isto.  Devemos nos preocupar, inclusive, com aqueles que estar√£o envolvidos em convidar as pessoas para participarem.  A maioria das pessoas que v√™m ouvir o evangelho em uma campanha evangel√≠stica, elas o fazem por que foram convidadas.  Assim, um convite mal feito, ao inv√©s de aproximar a pessoa, pode afasta-la.




quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O NATAL VEIO DO PAGANISMO. PROVAS NA HIST√ďRIA E NA B√ćBLIA. Enciclop√©dia Cat√≥lica (edi√ß√£o de 1911): "A festa do Natal n√£o estava inclu√≠da entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros ind√≠cios dela s√£o provenientes do Egito... os costumes pag√£os relacionados com o princ√≠pio do ano se concentravam na festa do Natal". Or√≠genes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclop√©dia acima): "... n√£o vemos nas Escrituras ningu√©m que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natal√≠cio. Somente os pecadores (como Fara√≥ e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo". Autoridades hist√≥ricas demonstram que, durante os primeiros 3 s√©culos da nossa era, os crist√£os n√£o celebraram o Natal. Esta festa s√≥ come√ßou a ser introduzida ap√≥s o in√≠cio da forma√ß√£o daquele sistema que hoje √© conhecido como Igreja Romana (isto √©, no s√©culo 4o). Somente no s√©culo 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa crist√£, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, j√° que n√£o se conhecia a data exata do nascimento de Cristo. Se fosse da vontade de Deus que guard√°ssemos e celebr√°ssemos o anivers√°rio do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele n√£o haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma men√ß√£o a esta comemora√ß√£o, em toda a B√≠blia. Ao inv√©s de envolvermo-nos numa festa de origem n√£o encontrada na B√≠blia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREI√á√ÉO do nosso Salvador, Sua pr√≥xima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVA√á√ÉO para os que cr√™em verdadeiramente e PERDI√á√ÉO para os n√£o crentes verdadeiros. 1. JESUS N√ÉO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vig√≠lias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais p√īde acontecer na Jud√©ia durante o m√™s de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais √† noite] os abrigavam para proteg√™-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Comentare, vol. 5, p√°gina 370). A B√≠blia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era √©poca de chuvas, o que tornava imposs√≠vel a perman√™ncia dos pastores com seus rebanhos durante as fr√≠gidas noite, no campo. √Č tamb√©m pouco prov√°vel que um recenseamento fosse convocado para a √©poca de chuvas e frio (Lucas 2:1). 2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS? o Natal: "N√£o se pode determinar com precis√£o at√© que ponto a data desta festividade teve origem na pag√£ Brum√°lia (25 de dezembro), que seguia a Saturn√°lia (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano. As festividades pag√£s de Saturn√°lia e Brum√°lia estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influ√™ncia crist√£. Essas festas agradavam tanto que os crist√£os viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudan√ßas no esp√≠rito e na forma de sua observ√Ęncia. Pregadores crist√£os do ocidente e do oriente pr√≥ximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os crist√£os da Mesopot√Ęmia acusavam a seus irm√£os ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como crist√£ essa festividade pag√£. Recordemos que o mundo romano havia sido pag√£o. Antes do s√©culo 4o os crist√£os eram poucos, embora estivessem aumentando em n√ļmero, e eram perseguidos pelo governo e pelos pag√£os. Por√©m, com a vinda do imperador Constantino (no s√©culo 4o) que se declarou crist√£o, elevando o cristianismo a um n√≠vel de igualdade com o paganismo, o mundo romano come√ßou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares. Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pag√£os, sendo o principal aquela festa id√≥latra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! N√£o queriam suprimi-la." O artigo j√° citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influ√™ncia do manique√≠smo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pag√£os do s√©culo 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o t√≠tulo de dia do natal do Filho de Deus. Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em esp√≠rito, a festa pag√£ de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de le√£o a uma lebre, mas por isto ela n√£o deixar√° de ser lebre. A Enciclop√©dia Brit√Ęnica diz: "A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que at√© ent√£o era chamada de Mitraica, o anivers√°rio do invenc√≠vel sol... os s√≠rios e os arm√™nios id√≥latras e adoradores do sol, apegando-se √† data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos disc√≠pulos de Cerinto." 3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL O Natal √© uma das principais tradi√ß√Ķes do sistema corrupto chamado Babil√īnia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de No√©. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso ca√ßador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se: - criou a institui√ß√£o de ajuntamentos (cidades); - construiu a torre de Babel (a Babil√īnia original) como um qu√°druplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos c√©us, fama eterna, adora√ß√£o aos astros); - fundou N√≠nive e muitas outras cidades; - organizou o primeiro reino deste mundo. A Babil√īnia √© um sistema organizado de imp√©rios e governos humanos, de explora√ß√Ķes econ√īmicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo. Nimrode era t√£o pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua pr√≥pria m√£e, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua m√£e-esposa propagou a perversa doutrina da reencarna√ß√£o de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada anivers√°rio de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma √°rvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui est√° a verdadeira origem da √°rvore de Natal. Semiramis se converteu na "rainha do c√©u" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do c√©u". Depois de v√°rias gera√ß√Ķes desta adora√ß√£o id√≥latra, Nimrode tamb√©m se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babil√īnico, a m√£e e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adora√ß√£o. Esta venera√ß√£o de "a Madona e Seu Filho" (o par "m√£e influente + filho poderoso e obediente √† m√£e") se estendeu por todo o mundo, com varia√ß√£o de nomes segundo os pa√≠ses e l√≠nguas. Por surpreendentemente que pare√ßa, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo! Nos s√©culos 4o e 5o os pag√£os do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas cren√ßas e costumes pag√£os, dissimulando-os sob nome crist√£os. Foi quando se popularizou tamb√©m a id√©ia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na √©poca do Natal. Os cart√Ķes de Natal, as decora√ß√Ķes e as cenas do pres√©pio refletem este mesmo tema. A verdadeira origem do Natal est√° na antiga Babil√īnia. Est√° envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde h√° muitos s√©culos! No Egito sempre se creu que o filho de √ćsis (nome eg√≠pcio da "rainha do c√©u") nasceu em 25 de dezembro. Os pag√£os em todo o mundo conhecido j√° celebravam esta data s√©culos antes do nascimento de Cristo. Jesus, o verdadeiro Messias, n√£o nasceu em 25 de dezembro. Os ap√≥stolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natal√≠cio de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. N√£o existe na B√≠blia ordem nem instru√ß√£o alguma para faz√™-lo. Por√©m, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Jo√£ 13:14-17). 4. OUTROS COSTUMES PAG√ÉOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares √© de origem pag√£. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pag√£os de adornar edif√≠cios e lugares de adora√ß√£o para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A √°rvore de Natal vem do Egito e sua origem √© anterior √† era Crist√£." Tamb√©m as VELAS, s√≠mbolo tradicional do Natal, s√£o uma velha tradi√ß√£o pag√£, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar √† noite. PAPAI NOEL √© lenda baseada em Nicolau, bispo cat√≥lico do s√©culo 5o. A Enciclop√©dia Brit√Ęnica, 11¬™ edi√ß√£o, vol. 19, p√°ginas 648-649, diz: "S√£o Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a tr√™s filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na v√©spera do dia de S√£o Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Da√≠ a associa√ß√£o do Natal com S√£o Nicolau..." Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Por√©m, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso n√£o √© de se estranhar que, ao chegarem √† idade adulta, tamb√©m creiam que Deus √© um mero mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho:"Sim, tamb√©m vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" - √Č crist√£o ensinar √†s crian√ßas mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu pr√≥ximo;" (Lev 19:11). Ainda que √† mente humana pare√ßa bem e justificado, Deus, por√©m, disse: "H√° um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim s√£o os caminhos da morte." (Prov 16:25). Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, n√£o √© costume crist√£o mas, sim, pag√£o. Ele constitui um dos caminhos da Babil√īnia no qual o mundo tem ca√≠do! 5. O QUE A B√ćBLIA DIZ SOBRE A √ĀRVORE DE NATAL? As falsas religi√Ķes sempre utilizaram a madeira, bem como as √°rvores, com fins de idolatria: "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do √°lamo, e do olmeiro, porque √© boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13) "N√£o plantar√°s nenhuma √°rvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21) Essas √°rvores ou peda√ßos de madeira serviam para adora√ß√£o e culto dom√©stico. O pinheiro – s√≠mbolo natalino – possui a mesma conota√ß√£o. 6. √Č B√ćBLICA A TROCA DE PRESENTES? Biblioteca Sacra, vol. 12, p√°ginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos √© caracter√≠stico tanto do Natal como da Saturn√°lia, e os crist√£os seguramente a copiaram dos pag√£os, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano". O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a √©poca natalina n√£o tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele n√£o celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que voc√™ estima est√° aniversariando. Voc√™ a honraria comprando presentes para os seus pr√≥prios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... N√£o parece absurdo deste ponto de vista?!...) Contudo, isto √© precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo n√£o nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Por√©m, anos de experi√™ncia nos ensinam que os crist√£os confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no m√™s de dezembro. Este √© o m√™s em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas est√£o t√£o ocupadas trocando presentes natalinos que n√£o se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que d√£o a Cristo e Sua obra, n√£o voltam √† normalidade at√© mar√ßo. Vejamos o que diz a B√≠blia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu: "E, tendo nascido Jesus em Bel√©m de Jud√©ia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusal√©m, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua m√£e e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE d√°divas: ouro, incenso e mirra." 7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO? Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contr√°rio do que mostram os pres√©pios, Jesus j√° estava numa casa, n√£o numa estrebaria. Ent√£o, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? N√£o! Eles n√£o trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO. Por que? O mencionado coment√°rio b√≠blico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Vers√≠culo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente n√£o se costuma entrar na presen√ßa de reis ou pessoas importantes com as m√£os vazias. Este costume ocorre com freq√ľ√™ncia no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pac√≠fico Sul." A√≠ est√°! Os magos n√£o estavam instituindo um novo costume crist√£o de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente √† presen√ßa do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sab√° levou a Salom√£o, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado. O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, √© apenas a continua√ß√£o de um costume pag√£o. 8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRIST√ÉO" PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO? H√° pessoas que insistem em que, apesar das ra√≠zes do Natal estarem no paganismo, agora elas n√£o observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, sen√£o para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus: "Guarda-te, que n√£o te enlaces seguindo-as, ...; e que n√£o perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas na√ß√Ķes os seus deuses, do mesmo modo tamb√©m farei eu.' Assim n√£o far√°s ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que √© abomin√°vel ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31) "Assim diz o SENHOR: 'N√£o aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos s√£o vaidade; ...'" (Jr 10:2-3). Deus disse-nos claramente que n√£o aceitar√° este tipo de adora√ß√£o: ainda que tenha hoje a inten√ß√£o de honr√°-Lo, teve origem pag√£ e, como tal, √© abomin√°vel e honra n√£o a Ele mas sim aos falsos deuses pag√£os. Deus n√£o quer que O honremos "como nos orienta a nossa pr√≥pria consci√™ncia": "Deus √© Esp√≠rito; e importa que os que O adoram O adorem em esp√≠rito e em verdade". (Jo√£ 4.24). O que √© a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a B√≠blia, √© a verdade (Jo√£ 17:17). E a B√≠blia diz que Deus n√£o aceitar√° o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pag√£o: "Mas em v√£o me adoram, ensinando doutrina que s√£o preceitos dos homens." (Mt 15:9). A comemora√ß√£o do Natal √© um mandamento (uma tradi√ß√£o) de homens e isto n√£o agrada a Deus. "E assim invalidastes, pela vossa tradi√ß√£o, o mandamento de Deus" (Mat 15:6). "Assim n√£o far√°s ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que √© abomin√°vel ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31) N√£o podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebra√ß√Ķes pag√£s! 9. ESTAMOS NA BABIL√ĒNIA, SEM O SABERMOS Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporiza√ß√£o, por tr√°s do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "toler√Ęncia zero, separa√ß√£o total"? "Sai dela, povo meu, para que n√£o sejas participante dos seus pecados, e para que n√£o incorras nas suas pragas." (Ap 18:4) 10. AFINAL, A B√ćBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS? Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabern√°culos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7¬ļ m√™s (Iterem) do calend√°rio judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calend√°rio deles √© lunar-solar, o nosso √© solar] ao m√™s de setembro do nosso calend√°rio. A festa dos Tabern√°culos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi institu√≠da por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrina√ß√£o pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabern√°culo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ). Em Jo√£o 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre n√≥s, e vimos a sua gl√≥ria, como a gl√≥ria do unig√™nito do Pai, cheio de gra√ßa e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre n√≥s. Esta palavra no grego √© skenoo = tabern√°culo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre n√≥s, e...". A festa dos Tabern√°culos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa"Deus conosco". Em Cristo se cumpriu n√£o apenas a festa dos Tabern√°culos, mas tamb√©m a festa da P√°scoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Esp√≠rito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensa√ß√£o da igreja (Atos 2:1). Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudar√£o a situar cronologicamente o nascimento de Jesus: • Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os n√ļmeros est√£o arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os s√°bados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19. • O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10). • O primeiro turno iniciava-se com o primeiro m√™s do ano judaico – m√™s de Abibe. √äxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4. • Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distor√ß√£o entre este calend√°rio e o solar era corrigida atrav√©s da introdu√ß√£o do m√™s de Adar II. Temos a seguinte correspond√™ncia: M√™s (n√ļmero) M√™s (nome, em Hebraico) Turnos Refer√™ncias 1 Abibe ou Nissan = mar√ßo / abril 1 e 2 √äxo 13:4 Ester 3:7 2 Zive = abril / maio 3 e 4 1Re 6:13 3 Sivan = maio / junho 5 e 6 Est 8:9 4 Tamuz = junho / julho 7 e 8 (Abias) Jer 39:2; Zac 8:19 5 Abe = julho / agosto 9 e 10 N√ļm 33:38 6 Elul: agosto / setembro 11 e 12 Nee 6:15 7 Etenim ou Tisri = setembro / outubro 13 e 14 1Rs 8:2 8 Bul ou Cheshvan = outubro / novembro 15 e 16 1Rs 6:38 9 Kisleu = novembro / dezembro 17 e 18 Esd 10:9; Zac 7: 10 Tebete = dezembro / janeiro 19 e 20 Est 2:16 11 Sebate = janeiro / fevereiro 21 e 22 Zac 1:7 12 Adar = fevereiro / mar√ßo 23 e 24 Est 3:7 Zacarias, pai de Jo√£o Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.√©, junho / julho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era est√©ril, concebeu Jo√£o Batista (Luc 1:23-24) no final do m√™s Tamus (junho / julho) ou in√≠cio do m√™s Abe (julho / agosto). Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou in√≠cio de Sebate (janeiro / fevereiro). Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), m√™s em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabern√°culos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O Fim vem! J√° √© chegada a ultima hora e ela n√£o tarda em chegar, muitos est√£o sob aviso, mas mesmo assim n√£o vigiam e nem permanecem debaixo da santa vontade de Deus, o qual nos deu seu filho, como √ļnico e suficiente caminho para a entrada do seu reino eterno e santo. Jesus Cristo com seu grande Amor veio ao mundo cumprir o prop√≥sito de que dele j√° estava escrito na lei e pelos profetas, esteve entre os homens mesmo que, sendo em forma de Deus, n√£o teve por usurpa√ß√£o ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente at√© a morte, e morte de cruz. (Filipenses 2:6 ao 8). E manifestando o Senhor Deus o seu grande ato de Amor e miseric√≥rdia para conosco, nos deu atrav√©s do poderoso e santo sangue de Cristo Jesus a remiss√£o dos pecados e tamb√©m atrav√©s do seu sacrif√≠cio a autoridade para vencermos a iniq√ľidade que assola o mundo, como todos podemos ver agora, n√£o h√° um s√≥ lugar em que voc√™ possa passar sem enxergar de alguma forma o pecado, a falta de tem√™ncia ao ju√≠zo de Deus e os frutos mal√©ficos da carne e seus desejos que nos afasta da santidade de Deus. Sede santos, porque eu sou Santo, est√° escrito e assim diz o Senhor (1Pe 1:16). Santos para que possamos andar fielmente diante de Deus e seus caminhos, assim amontoando tesouros no c√©u e para que possamos ter acesso ao reino Santo do Senhor, sempre com esp√≠rito humilde, pois h√° muitos que se deixam levar pela auto-sufici√™ncia e acabam mais se parecendo com aquele fariseu de quem falou o nosso Salvador na par√°bola, que se justificava a si mesmo, mais n√£o era justificado diante de Deus, pois aquele que a si mesmo se exaltar ser√° humilhado, mais aquele que a si mesmo se humilhar ser√° exaltado (Lucas 14:11). Antes devemos nos humilhar diante da potente m√£o de Deus, em nossas ora√ß√Ķes, pedindo miseric√≥rdia e confessando de cora√ß√£o puro, pois nada podemos esconder diante do Senhor, confessar nossas iniq√ľidades para que possamos ser justificados pelo arrependimento e remiss√£o dos pecados pelo sangue de Jesus. A santidade vem atrav√©s da obedi√™ncia, da f√©, (que vem atrav√©s do ouvir a palavra de Deus, por isso, √© bom n√£o s√≥ para nosso entendimento e conhecimento mais para acrescentarmos em f√©, estarmos sempre lendo a santa palavra do Senhor) e tamb√©m outros fatores importantes dos quais eu queria destacar o ato de orar, sim, a santidade tamb√©m se constr√≥i com a ora√ß√£o, pois ”o homem que peca para de orar, mais o homem que ora para de pecar” (Leonard Ravenhill). Buscar maior intimidade com o Senhor, procurar entender aos anseios do cora√ß√£o do Alt√≠ssimo, compreender a vontade do Deus vivo, eu n√£o acredito na ora√ß√£o como um escudo, mas sim, para ser usada como uma arma poderos√≠ssima para todos os que temem ao Senhor, mas muitos n√£o oram o quanto deveriam, alguns dos que se dizem servos do Alt√≠ssimo nem sequer oram e buscam a ele, as escrituras est√£o repletas de pessoas de constante ora√ß√£o, Jesus Cristo √© exemplo, o filho de Deus aquele que conhecia mais do que ningu√©m o Pai. Estava constantemente em ora√ß√£o, h√° v√°rias passagens em que est√° escrito que ele se retirava para orar, e ali passava noites, v√°rias horas prostrado diante do Deus Onipotente, se o filho com toda sua Gl√≥ria zelava por esse sublime ato, ser√° que n√≥s n√£o dever√≠amos refletir sobre como esta nossa vida de ora√ß√£o? Esta falta de zelo de alguns pode formular em suas mentes o comodismo e o engano pr√≥prio, n√£o estando enganando a ningu√©m, nem a Deus (o que √© imposs√≠vel), mas a si pr√≥prio, pois se tem por servos de Deus, mas n√£o h√° sequer uma hora determinada no seu dia para se humilhar e buscar a presen√ßa do Senhor, porque as coisas desse mundo vem na frente dos compromissos com Deus, andam mais ociosos a buscar a solu√ß√£o para os problemas daquilo que √© v√£o e esquecem do que √© eterno. Do trabalho de atrair almas oprimidas que certamente ir√£o cair no inferno, mas nenhum esfor√ßo faz, afinal ver um bombeiro parado e in√©rcio enquanto sabe que existe algu√©m precisando de socorro queimando em chamas n√£o lhes √© absurdo algum, e √© isso que eles est√£o fazendo, contemplando as almas perdidas caindo no abismo, pois est√£o mais preocupados com outras coisas f√ļteis, na maioria coisas materiais,”b√™n√ß√£os” terrenas e assim testemunham, pode ser que n√£o em palavras, mas com suas a√ß√Ķes, contra tudo que o Senhor Jesus Cristo nos ensinou e veio trazer e traz ao nosso conhecimento. O Grande dia , o qual nunca houve nem jamais haver√° sobre a face da terra vem e n√£o tarda,o fim vem, e quase ningu√©m teme o julgamento de Deus, mas ai voc√™ pode replicar enquanto l√™: Mais por que voc√™ diz ”quase ningu√©m” ?Eu respondo, sim, poucos h√° que temem, a maioria n√£o teme verdadeiramente porque se temessem pra valer, n√£o estariam como ”parasitas espirituais” esperando conquistar o Reino dos C√©us sem o m√≠nimo de esfor√ßo. O Reino dos C√©us √© tomado por for√ßa, se temessem orariam mais, buscariam mais a Deus, jejuariam mais, mais ser√° que quando o Salvador voltar achar√° verdadeiramente f√© na terra? Satan√°s plantou joio em meio a seara do Senhor e muitos s√≥ glorificam a Deus com seus l√°bios, mas testemunham contra o Senhor em sua obras, afinal n√£o pode dar figo no p√© de abrolhos, nem a √°rvore boa d√° maus frutos e vice versa, pelo seus frutos a conhecereis, se tem por servos de Deus. Mas isso na maioria das vezes s√≥ dentro da igreja, enquanto ouvem ali a palavra de Deus e depois dali, se portam e agem como qualquer outro incr√©dulo e fariseu, e assim testificam com seus frutos maus a quem realmente seguem. Est√° escrito: Porque os que ouvem a lei n√£o s√£o justos diante de Deus, mais os que praticam a lei h√£o de ser justificados (Romanos 2:13). Todo homem, pois, que escuta estas palavras e as pratica, assemelh√°-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha, e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e n√£o caiu, porque estava edificada sobre a rocha, e aquele que ouve estas palavras, e as n√£o cumpre, compar√°-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia, e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.(Mateus 7:24 ao 27). Que n√≥s venhamos a amar e amar mais o Senhor Jesus Cristo e perseverar com a nossa cruz a caminho do ”g√≥lgota”, assim sendo crucificados para este mundo, morrer com Cristo porque de certo que se com ele morrermos, certamente com ele reinaremos, eu desejo com toda sinceridade que todas essas palavras sejam como espada de dois gumes e que tenha penetrado no mais profundo do seu cora√ß√£o, purificando-o e edificando a sua vida atrav√©s do Poder do Esp√≠rito Santo, porque a letra mata, mas o esp√≠rito vivifica.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Esta √© uma afirma√ß√£o de f√© por Josu√© no Antigo Testamento. Este vers√≠culo expressa o cora√ß√£o de um grande l√≠der espiritual no final de sua vida. Nestas palavras simples encontramos a vontade de Deus expressamente afirmada. Devemos servir ao Senhor e fazer tudo ao nosso alcance para ver que a nossa fam√≠lia sigua o nosso exemplo. “Se, por√©m, n√£o lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem ir√£o servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram al√©m do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra voc√™s est√£o vivendo. Mas, eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” Josu√© 24:15 Quando os filhos de Israel entraram na Terra Prometida, eles estavam se preparando para viver em casas permanentes em vez de tendas que eram desmontadas cada poucos dias ou semanas. Seu l√≠der, Josu√©, emitiu um forte desafio para as familias israelitas. Que Deus ou deuses eles irian servir? Serveriam os deuses do Egito onde foram escravizados? Serveriam os deuses adorados por diversos povos que encontraram em sua nova terra? Ou serveriam a Deus que os conduziu para fora da escravid√£o no Egito, e os guiou atrav√©s dos anos de peregrina√ß√£o no deserto e os trouxe a esta Terra Prometida? Eles tinham que fazer uma decis√£o, e sua decis√£o faria toda a diferen√ßa no mundo, n√£o somente em suas vidas mas em toda sua hist√≥ria. H√° muitas escolhas que podemos fazer, no entanto, a que √© absolutamente vital √© para servir ao Senhor. Podemos optar por ter os nossos falsos deuses (o amor ao dinheiro, roupas, j√≥ias, esportes, TV, etc.) ou podemos escolher a caminhar com Deus. Precisamos estar cientes de que tudo o que n√≥s amamos mais do que Deus √© um deus falso. Assim como Josu√©, o ap√≥stolo Paulo nos exorta: “ N√£o se amoldem ao padr√£o deste mundo, mas transformem-se pela renova√ß√£o da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agrad√°vel e perfeita vontade de Deus.” – Romanos 12:2 Outra mensagem muito importante para se concentrar nesta passagem s√£o as palavras “escolha hoje.” Nenhum indiv√≠duo tem a garantida e a oportunidade de responder a Deus em algum momento futuro, porque a B√≠blia proclama: “Hoje √© o dia da salva√ß√£o” (2 Cor√≠ntios 6:2). Josu√© ordenou ao povo a arrepender-se, colocando fora os deuses de seus antepassados e os deuses estrangeiros: “joguem fora os deuses estrangeiros que est√£o com voc√™s e voltem-se de cora√ß√£o para o Senhor, o Deus de Israel” (v. 23). Quando os israelitas manifestaram lealdade sem um fim definitivo √†s suas pr√°ticas, Josu√© deve ter os lembrado do que Mois√©s lhes tinha dito que n√£o seriam capaz de servir a um santo, Deus zeloso, porque Deus n√£o tolera rivais. “N√£o te prostrar√°s diante deles nem lhes prestar√°s culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso” (√Čxodo 20:5). A decis√£o para servir ao Senhor com base somente no entusiasmo n√£o vai durar. A decis√£o de um crist√£o exige integridade: “Agora temam o Senhor e O sirvam com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram al√©m do Eufrates e no Egito, e sirvam ao Senhor.” (Josu√© 24:14). A decis√£o de seguir a Deus significa uma decis√£o formada com um compromisso “de sinceridade e verdade.” Isso significa servir de todo cora√ß√£o, servir com integridade, ou sem culpa. Isto era a realidade para os israelitas como √© a verdade para toda a humanidade. Josu√© tomou a decis√£o junto com sua fam√≠lia para servir ao Senhor. Ser√° que voc√™ e sua casa servir√£o ao Senhor? Precisamos estar cientes de que nossas decis√Ķes t√™m conseq√ľ√™ncias boas ou m√°s, n√£o s√≥ sobre n√≥s, mas tamb√©m sobre outras pessoas. A decis√£o ego√≠sta afeta nossas fam√≠lias de forma negativa. Da mesma forma, a decis√£o de servir a Deus influencia positivamente nossas fam√≠lias. Assim como Josu√© mostrou o caminho √† Deus, cada um de n√≥s temos a mesma oportunidade. Pe√ßa a Deus para ajud√° voc√™ a examinar seu cora√ß√£o, porque como crentes nascidos de novo a B√≠blia nos diz que somos embaixadores de Cristo (2 Cor√≠ntios 5:20). Se estamos aposentados, trabalhando ou somos dona de casa, devemos estar ensinando o caminho √† Deus e ajudar outros √† chegar ao conhecimento salv√≠fico de Jesus Cristo. Se voc√™ segue a Cristo, vai chegar um momento em que voc√™ deve dizer a alguns de seus conhecidos, “fa√ßa o que quiser, mas eu vou servir ao Senhor.” Esta √© uma decis√£o pessoal, mas no final se chegar a este ponto, voc√™ deve optar por servir ao Senhor. Assim como Josu√© deu um bom exemplo para sua fam√≠lia seguir a Deus, cada homem crist√£o deve fazer uma declara√ß√£o semelhante √† fam√≠lia que o Senhor lhe deu. Embora Josu√© poderia dar o exemplo, ele n√£o poderia fazer a escolha para eles, as pessoas tinham que escolher para si mesmas. A quem voc√™ servir√° hoje? “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Josu√© 24:15


Voltando-se para Deus.

2 Cr√īnicas 7-14 E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, ent√£o eu ouvirei dos c√©us, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

E orou Ezequias perante o Senhor e disse: √ď Senhor Deus de Israel, que habitas entre os querubins, tu mesmo, s√≥ tu √©s Deus de todos os reinos da terra; tu fizeste os c√©us e a terra.
Inclina, Senhor, o teu ouvido, e ouve; abre, Senhor, os teus olhos, e olha; e ouve as palavras de Senaqueribe, que enviou a este, para afrontar o Deus vivo.
Verdade √©, √≥ Senhor, que os reis da Ass√≠ria assolaram as na√ß√Ķes e as suas terras.
E lançaram os seus deuses no fogo; porquanto não eram deuses, mas obra de mãos de homens, madeira e pedra; por isso os destruíram.
Agora, pois, ó Senhor nosso Deus, te suplico, livra-nos da sua mão; e assim saberão todos os reinos da terra que só tu és o Senhor Deus.
2 Reis 19:15-19

Apocalipse 16-21 E sobre os homens caiu do c√©u uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande.

E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo,
Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.
E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babil√īnia, aquela grande cidade, que a todas as na√ß√Ķes deu a beber do vinho da ira da sua fornica√ß√£o.
E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,
Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.
Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.
E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem.
Apocalipse 14:6-13

Apocalipse 14-14 E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um  semelhante ao Filho do homem, que tinha sobre a sua cabe√ßa uma coroa de ouro, e na sua m√£o uma foice aguda.

Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, n√£o para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.
Jo√£o 3:15-19

√ď Senhor, segundo todas as tuas justi√ßas, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusal√©m, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniq√ľidades de nossos pais, tornou-se Jerusal√©m e o teu povo um opr√≥brio para todos os que est√£o em redor de n√≥s.
Agora, pois, √≥ Deus nosso, ouve a ora√ß√£o do teu servo, e as suas s√ļplicas, e sobre o teu santu√°rio assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor.
Inclina, √≥ Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desola√ß√£o, e para a cidade que √© chamada pelo teu nome, porque n√£o lan√ßamos as nossas s√ļplicas perante a tua face fiados em nossas justi√ßas, mas em tuas muitas miseric√≥rdias.
√ď Senhor, ouve; √≥ Senhor, perdoa; √≥ Senhor, atende-nos e age sem tardar; por amor de ti mesmo, √≥ Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo s√£o chamados pelo teu nome.
Daniel 9:16-19

Meditação em Apocalipse 14-1 a 5

Obs. Apocalipse 2-10 a 11
Pensamento  cartas de Apocalipse as 7 Igrejas capitulo 2 e 3 do mesmo livro.

Certeza  Apocalipse 1-8 Eu sou o Alfa e o √Ēmega, o princ√≠pio e o fim, diz o Senhor, que √©, e que era, e que h√° de vir, o Todo-Poderoso.

N√£o se venda! Se prepare para se encontrar com teu Deus!
Não endureça o teu coração para o SENHOR!
Entrega tua vida a ele, só assim será salvo!

Jesus est√° voltando!


Faça esse estudo!

Para compreendermos as 7 Pragas de Apocalipse 16, nós precisamos voltar ao passado e estudar o que aconteceu no Egito e o porquê dos juízos divinos.
As 10 Pragas do Egito (+/- 1500 AC)
No Egito o car√°ter de Fara√≥ era semelhante ao car√°ter de Satan√°s no C√©u: Satan√°s queria derrubar Deus do trono (Isa√≠as 14:13). Fara√≥ que servia a dezenas de deuses, se recusou pela ordem de Mois√©s a libertar Israel da escravid√£o e de forma petulante desfez publicamente do Deus verdadeiro perguntando a Mois√©s: “Quem √© o Senhor para que lhe ou√ßa a voz e deixe ir Israel?”
Faraó só acreditava em seus deuses, então Deus mandou 10 Pragas para destruir os 10 principais deuses do Egito, e mostrar a Faraó de que tais deuses não são nada perto da Majestade do Deus Vivo.
As Pragas eram um sinal de que faraó deveria se arrepender de sua rebelião contra Deus e deixar o povo de Israel ir embora do país, para que se cumprisse a promessa que Deus fez a Abraão. No entanto, praga após praga os egípcios não se arrependeram até que caíram sobre suas cabeças a pior de todas as pragas, a morte de seus primogênitos.
Vejamos Abaixo:
1- √Āguas tornam-se em sangue: deuses: Rio Nilo, Is√≠s e Osires que s√£o deuses da fertilidade que administravam o per√≠odo da colheita.
2- Praga da R√£: deus Ator em forma de sapo que impedia as pragas.
3- Piolhos: deus Sede que zela pela produ√ß√£o e fertilidade da terra.
4- Moscas: deus Escarabiano parecido com um besouro, protegia o povo da epidemia das moscas.
5- Peste nos animais: deus Apis em forma de touro protetor das fortunas.
6- √ölceras nos homens e animais: deus Tiffon, o deus da sa√ļde.
7- Chuva de Pedra: deusa Shor da Atmosfera.
8- Gafanhotos: deus Serpio, protetor das planta√ß√Ķes.
9- Trevas por 3 dias: deus Ra√≠, o deus sol.
10- Morte dos Primog√™nitos: deus fara√≥, o governador divino e protetor do povo do Egito.
Com estas pragas Jeov√° destruiu ou desmoralizou completamente todas as divindades do Egito e o orgulho nacional.
As 7 Pragas de Apocalipse 16 (Futuro Próximo)
Nas 10 Pragas Deus mostrou que Seu Governo, Sua Lei e Sua Verdade eram superiores aos deuses do Egito. Agora vamos as 7 Pragas. A primeira pergunta seria: Porque 7?
Porque no Apocalipse a afronta √© em rela√ß√£o ao poder criativo e redentor de Deus que est√° relacionado ao s√©timo dia da semana. Ezequiel (20:20) declara que o s√°bado √© a marca de Deus sobre seus adoradores. Jo√£o em Apocalipse 13:1-17 declara que haver√° um desafio do Estado a esse mandamento de Deus. Aqui se relaciona ao SUNDAY- DIA DE ADORA√á√ÉO AO DEUS SOL. Vamos analis√°-la uma a uma:
Primeira Praga
Apoc 16:1-2: E ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide e derramai sobre a terra as sete taças, da ira de Deus. Então foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra; e apareceu uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.
1- A Primeira Praga √© semelhante ao deus Tiffon do Egito e cair√° sobre os adoradores do Anticristo (De acordo com a B√≠blia √© a mulher infiel que est√° sentada sobre a cidade de 7 colinas = Roma). Veja Apocalipse 17:8 e II Tessalonicenses 2:3-8.
Segunda Praga
Apoc 16:3 O segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu todo ser vivente que estava no mar.
2- A Segunda Praga cai sobre o mar. Na Babil√īnia t√≠nhamos a deusa Tia-Mat = deusa dos mares. Hoje n√≥s temos Iemanj√° e muitas outras “santas” dos mares. Deus as ferir√°s como fez com o Nilo no Egito.
Terceira Praga
Apoc 16:4-7: O terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue. E ouvi o anjo das águas dizer: Justo és tu, que és e que eras, o Santo; porque julgaste estas coisas; porque derramaram o sangue de santos e de profetas, e tu lhes tens dado sangue a beber; eles o merecem. E ouvi uma voz do altar, que dizia: Na verdade, ó Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.
3- A Terceira Praga atinge os rios que se tornam sangue. As na√ß√Ķes beber√£o sangue porque se virar√£o contra os santos do Senhor, que guardam os mandamentos de Deus e tem a f√© em Jesus (Apoc 14:12). S√£o acusadas de fazer o mesmo com que os impios fizeram com os profetas da antiguidade
Quarta Praga
Apoc 16:8-9: O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo. E os homens foram abrasados com grande calor; e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.
4- A Quarta Praga atinge o sol que passa a queimar os seres humanos. Aqui √© atingido os astr√≥logos e os que adoram ao deus falso no primeiro dia da semana (SUNDAY), pisando o quarto mandamento de sua eterna lei (Exodo 20:8-11, Lucas 23:56) e obedecendo mais as Igrejas rebeldes do que a Deus.
Igualmente todas as pessoas que n√£o aceitaram a Cristo como Filho de Deus e Senhor de suas vidas ser√£o atingidas.
Quinta Praga

Apoc 16:10-11: O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e os homens mordiam de dor as suas línguas.
E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram o Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.
5- A Quinta Praga atinge em trevas o trono da Besta (Vaticano). O Senhor do S√°bado mostra que o deus que ela professava f√© n√£o passa de um √≠dolo que n√£o exprime Seu verdadeiro car√°ter. Os homens ainda assim n√£o se arrependem de seus roubos, assassinatos, adult√©rio, idolatria e ataque ao 4° mandamento da Lei de Deus etc…
No entanto, na 5° Praga se torna claro que Deus julgou a Mulher Prostituta de Apocalipse 17 e a considerou culpada de crimes contra Ele e seu projeto de salva√ß√£o da humanidade.
Sexta Praga
Apoc 16:12-16: O sexto anjo derramou a sua ta√ßa sobre o grande rio Eufrates; e a sua √°gua secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis que v√™m do oriente. E da boca do drag√£o, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi sa√≠rem tr√™s esp√≠ritos imundos, semelhantes a r√£s. Pois s√£o esp√≠ritos de dem√īnios, que operam sinais; os quais v√£o ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso. (Eis que venho como ladr√£o. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas vestes, para que n√£o ande nu, e n√£o se veja a sua nudez.) E eles os congregaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.
6- A explica√ß√£o da sexta praga √© complexa e envolveria dezenas de p√°ginas a respeito. Vamos fazer um resumo:
Ao se verem perdidas por causa da queda das 5 pragas anteriores, as na√ß√Ķes se unir√£o para fazer guerra contra os santos (que n√£o receberam nenhuma praga). 3 Grandes religi√Ķes controladas por dem√īnios ir√£o aos reis de toda a Terra os convencer da necessidade da guerra.
1- A QUE SA√ć DA BOCA DO DRAG√ÉO = Esp√≠ritismo/ Paganismo.
2- A QUE SA√ć DA BOCA DA BESTA = Catolicismo medieval.
3- A QUE SA√ć DA BOCA DO FALSO PROFETA = O falso profeta √© s√≠mbolo das igrejas protestantes ca√≠das.
Durante esta √©poca SATAN√ĀS SE DISFAR√áAR√Ā DE CRISTO e induzir√° o povo a matar os santos.
O mundo estar√° em convuls√£o social pior do que a que houve na Crise de 1929 e na Segunda Guerra Mundial.
O sexto anjo derrama sua ta√ßa sobre o Eufrates e seca o rio. Esta √© uma par√°bola do que j√° aconteceu uma vez no antigo testamento. O Eufrates j√° foi secado por Ciro, Rei dos Medos quando ele atacou Babil√īnia e a conquistou usando t√©cnicas de desvio do rio. (Isa√≠as 45:1, 47:1-15). No Apocalipse Jesus secar√° o Rio Eufrates (Apocalipse 16:12-16). Aguas em profecia simboliza povos, na√ß√Ķes conforme Apoc 17:15. O Eufrates simboliza os povos que d√£o apoio as religi√Ķes ap√≥statas. Isso significa que elas perder√£o o apoio financeiro das na√ß√Ķes.
A sexta Praga é um esforço desesperado para e manter no poder. como não se pode atacar a Deus com as armas, quem devemos atacar? Naturalmente aqueles que anunciaram as pragas e ainda por cima não a receberam! O povo de Deus!
Lembrando que antes de cair a primeira Praga o povo de Deus em todo o mundo anunciar√° a segunda vinda e os ju√≠zos de Deus e ser√° ridicularizado. Depois com a marca da Besta s√£o proibidos de comprar e vender (Apoc 13:11-17) e isso leva Deus a enviar as 7 Pragas. Por fim na sexta Praga as na√ß√Ķes partem para aplicar o DECRETO DE MORTE CONTRA OS SANTOS (Apoc 13:15)
Quem os Salvar√°?

Sétima Praga
Apoc 16:17-21: O s√©timo anjo derramou a sua ta√ßa no ar; e saiu uma grande voz do santu√°rio, da parte do trono, dizendo: Est√° feito. E houve rel√Ęmpagos e vozes e trov√Ķes; houve tamb√©m um grande terremoto, qual nunca houvera desde que h√° homens sobre a terra, terremoto t√£o forte qu√£o grande; e a grande cidade fendeu-se em tr√™s partes, e as cidades das na√ß√Ķes ca√≠ram; e Deus lembrou-se da grande Babil√īnia, para lhe dar o c√°lice do vinho do furor da sua ira. Todas ilhas fugiram, e os montes n√£o mais se acharam. E sobre os homens caiu do c√©u uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraivada; porque a sua praga era mui grande.
7- S√©tima Praga: A Arca da alian√ßa com os 10 mandamentos aparece no c√©u mostrando a ira da justi√ßa divina (Apocalipse 11:19). Cai uma Chuva de Pedras de gelo com cada pedra pesando cerca de 1 talento ou 35 kilos cada; ocorre um grande Terremoto e Jesus retorna Como Rei ferindo as Na√ß√Ķes (Apocalipse 19:11-21) e destruindo a Terra (Isaias 24:1-23). Os santos mortos s√£o ressuscitados e junto com os santos vivos s√£o elevados ao c√©u. (I Tessalonicenses 4:13-18)
Na s√©tima Praga Jesus destr√≥i a ofensiva das na√ß√Ķes contra os santos com a Chuva de Pedras e o Grande terremoto.
Os Santos vivos n√£o receber√£o as 7 pragas
Vc j√° ouviu falar do Salmo 91? Acredito que sim! √Č um dos salmos mais conhecidos da B√≠blia. O que esqueceram de te contar √© que ele √© uma profecia sobre as 7 Pragas do Apocalipse. Em termos po√©ticos ele declara que os santos que aceitaram o sacrif√≠cio de Cristo em suas vidas n√£o receber√£o as 7 Pragas, mas sair√£o ilesos da destrui√ß√£o que trar√° a segunda vinda.
Salmo 91
1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.
2 Direi do Senhor: Ele √© o meu ref√ļgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
3 Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
4 Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras ref√ļgio; a sua verdade √© escudo e broquel.
5 N√£o temer√°s os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
6 nem peste que anda na escurid√£o, nem mortandade que assole ao meio-dia.
7 Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.
8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9 Porquanto fizeste do Senhor o teu ref√ļgio, e do Alt√≠ssimo a tua habita√ß√£o,
10 nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11 Porque aos seus anjos dar√° ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12 Eles te suster√£o nas suas m√£os, para que n√£o tropeces em alguma pedra.
13 Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14 Pois que tanto me amou, eu o livrarei; p√ī-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
15 Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na ang√ļstia, livr√°-lo-ei, e o honrarei.
16 Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.
No verso 3 é mencionada a primeira praga de apocalipse 16. No verso 5 é mencionada a quinta praga. Os versos 7 e 8 podem ser aplicados de maneira indireta a grande destruição ocasionada pela sétima praga. O verso 10 é claro que os cristãos não serão atingidos pelas pragas. Deus é fiel a seus santos.

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