sábado, 28 de fevereiro de 2015

Ezequiel o livro da fortaleza de Deus...

Introdução ao Livro de Ezequiel - O teste dos limites teológicos

Ezequiel era sacerdote e pertencia à família sacerdotal da linhagem de Zadoque, e foi um
dos que foram levados prisioneiros na primeira deportação babilônica em 597 a.C. Seu
nome significa "Deus fortalece", aliás, bem apropriado para o momento que os hebreus
estavam vivendo. Sua profecia, por ser um subproduto da primeira parte do cativeiro, se
diferencia do profetismo clássico pré-exílio.
O pensamento corrente em Israel é que Javé estava restrito à Palestina e ao Templo de
Jerusalém. No exílio esta ideia foi posta em xeque, pois os judeus aprenderam que Javé
poderia ser adorado fora dos limites da Terra Prometida.
Ele era casado e seu casamento corria bem, até que Javé anunciou a morte de sua
esposa que serviria como um sinal do sofrimento que os hebreus enfrentariam.
Seu livro sempre fez parte do cânon hebraico, mas, em virtude das diferenças em relação
às cerimônias do templo e das leis mosaicas (Nm. 28:11 e Ezequiel 46:6), eruditos
judeus, posteriormente, chegaram a questionar sua canonicidade até que os rabinos
restringiram seu uso quando as divergências fossem solucionadas na "vinda de Elias" (Ml.
4:5). O capítulo 1 foi proibido nas sinagogas e a leitura privada só era permitida àqueles
que tivessem mais de trinta anos.
De acordo com a análise literária do livro de Ezequiel podemos afirmar que ele mesmo
escreveu suas profecias, em virtude do uso constante dos pronomes "eu", "me" e "meu".
O estilo e uniformidade de sua escrita e linguagem também contribuem para corroborar a
tese de Ezequiel como autor único da obra que leva seu nome.
A data da produção do livro de Ezequiel é determinada principalmente em razão da
evidência interna de treze profecias datadas a partir do dia, mês e ano do exílio do rei
Joaquim. Seu chamado é do ano de 593 a.C., e sua última profecia, contra o Egito, de
571 a.C. Uma vez que Ezequiel nada fala sobre o libertação de Joaquim em 562 a.C. é
possível supor que o registro das suas atividades proféticas tenha ocorrido entre 571 e
562 a.C.
Quanto ao local onde deu-se suas atividades é questão de intenso debate acadêmico,
pois Ezequiel é muito preciso quando cita a localização do templo em sua visão nos
capítulos 8 a 11. Evidências dentro do próprio texto apontam para a Babilônia, entretanto,
não há como explicar seu registro dos acontecimentos em Jerusalém estando na
Babilônia, exceto pelo verso 8:3, quando Javé o arrebatou até lá.
A profecia de Ezequiel foi uma consequência dos atos políticos e religiosos do rei
Manassés quando decretou o baalismo como religião oficial (2 Rs. 21:1-9). Este decreto
estabeleceu, inevitavelmente, o fim da nação de Judá (2 Rs. 21:9-15; 24:3-4).
Josias, neto de Manassés, foi o último a tentar restabelecer o padrão ético, moral e
religioso de Judá, quando o livro da Lei (provavelmente Deuteronômio) foi redescoberto (2
Rs. 22:3-13). Entretanto, com a morte de Josias em 609 a.C. (2 Rs. 23:28-30; 2 Cr. 35:20-
27), pelo faraó egípcio Neco, sua tentativa não teve continuidade.
Após este episódio, todos os demais reis de Judá foram marionetes dos reinos que
procuravam dominar a região da Palestina, que não obedeceram às regras da Aliança e
não se arrependeram de seus atos, mesmo com grande volume de mensagens proféticas.
O cronista vê nesta situação um caminho sem retorno (2 Cr. 36:15-16).
O faraó Neco deixou os filhos de Josias, Jeoacaz e Eliaquim, como vassalos do Egito,
porém Jeoacaz foi destituído por insubordinação (2 Rs. 23: 31-35). Então Eliaquim,
também chamado de Jeoaquim, governou Jerusalém por onze anos (2 Rs. 23:34 - 24:7),
cujo governo Jeremias avaliou como corrupto, idólatra, com injustiças sociais,
assassinatos, roubos, extorsão e abandono da Aliança com Javé (Jr. 22:1-17).
Em 605 a.C. na batalha de Carquêmis, o Egito fugiu diante da Babilônia (2 Rs. 24:7) e
Judá teve que pagar tributo a Nabucodonosor. Porém Jeoaquim rebelou-se contra a
Babilônia e o resultado foi o cerco de Jerusalém em 598-597 a.C. quando Jeoaquim
morreu. Joaquim, seu filho, governou em seu lugar por apenas três meses até que os
babilônios invadiram e destruiriam a cidade (2 Rs. 24:1-17).
A partir daí a família real e outras 10 mil pessoas da elite judaica foram levadas para a
Babilônia, e, entre elas estava Ezequiel, que aproveitou o exílio de Joaquim para datar
muitas de suas profecias aos hebreus deportados (Ez. 1:1-3; 8:1).
Estrutura de Ezequiel
O livro de Ezequiel pode ser dividido em três partes, da seguinte forma:
● Contra Jerusalém
● O chamado de Ezequiel - 1 a 3
● Símbolos e oráculos I - 4 a 7
● Visão de Jerusalém - 8 a 11
● Símbolos e oráculos II - 12 a 15
● Adultério - 16
● Parábola - 17
● Responsabilidade pessoal - 18
● O lamento da leoa - 19
● Rebelião - 20 a 22
● As duas prostitutas - 23
● A panela - 24
● Contra as nações - 25 a 32
● A restauração de Jerusalém
● Símbolos e oráculos - 33 a 35
● Os montes de Israel são confortados - 36
● Ossos secos - 37
● Contra Gogue e Magogue - 38 e 39
● A restauração do Templo - 40 a 43
● Cerimônias e rituais do Templo - 44 a 46
● As fronteiras e a divisão de Israel - 47 e 48
Treze oráculos de Ezequiel são datados, e tudo indica que foram transmitidos oralmente
(3:10-11; 14:4; 20:27; 24:1-3; 43:10) aos habitantes hebreus da Babilônia e registrados
posteriormente. Uma evidência pode ser a falta de ordem cronológica em alguns oráculos,
que pode indicar que o próprio Ezequiel tenha compilado este livro, pois um organizador
distinto teria provavelmente se preocupado com a organização cronológica.
Em termos de estilo Ezequiel incorpora discursos proféticos, poesia, e drama. Este último
quesito, inclusive, choca o povo exilado com uma linguagem por vezes grosseira quando
utiliza o simbolismo da prostituição nos capítulos 16 e 23. Outros recursos estilísticos
usados por Ezequiel foram a alegoria e a teatralização simbólica, rejeitados pelos cativos
(Ez. 20:49). As alegorias de Ezequiel tinham por objetivo representar de forma simples a
queda de Jerusalém, que aconteceria em breve, e o fim da nação de Judá. As
dramatizações simbólicas tinham o mesmo objetivo. Estas encenações dramáticas
reforçavam as profecias de julgamento que Javé prometera. Abaixo estão relacionadas
estas encenações:
Texto Encenação Significado
4:1-3 Desenha a cidade de
jerusalém em um tijolo
A cidade será cercada
4:4-8 Deita-se sobre seu lado
esquerdo por 390 dias e
sobre o direito por 40 dias.
Os anos de pecado e a
punição de Judá
4:9-17 Come alimentado controlado
e cozido em fezes
Fome em Jerusalém à época
do cerco
5:1-12 Raspa a cabeça com uma
espada e divide em três
partes iguais com destinos
distintos
O destino dos que ficaram
em Jerusalém à época do
cerco
12:1-12 Cava um buraco na parede
e passa levando bagagens
do exílio
O exílio será inevitável
21:18-23 Traça duas estradas das
quais uma leva a Jerusalém.
O rei decidiria por meio de
sortes qual caminho seguir
Javé levaria o rei da
Babilônia para Jerusalém
25:15-24 Morte da sua esposa O povo escolhido morreria
ou seria exilado
A estrutura das profecias de Ezequiel aponta para a soberania de Javé. Os capítulos 1 a
24 refletem o julgamento que recaiu sobre Jerusalém em 586 em virtude do
descumprimento da Aliança por parte do povo hebreu. Estes oráculos foram importantes
para Israel em um período posterior pelos seguintes motivos:
● Significado da desastrosa história de Israel
● O povo deveria encarar com seriedade os julgamentos de Javé e pautar sua vida
pela obediência
● Os oráculos de julgamento são uma introdução à salvação dita por Ezequiel em
33:1 a 34:24
● A esperança futura dos exilados está relacionada à responsabilidade no presente.
Os capítulos 25 a 32 tratam sobre os oráculos contra as nações indicando que Javé é
soberano sobre o povo escolhido, mas também sobre todas as nações ao redor. Estes
oráculos dirigem-se principalmente a Tiro (26:1 - 28:19) e Egito (29 - 32). Mas as nações
de Amon, Moabe, Edom, Filístia também seriam atingidas pelo julgamento de Javé (25).
Nesta seção há uma grande ênfase na morte (26:19-21; 28:8; 31:14-18; 32:18-22) em
contraste com a promessa de vida para Israel (33).
Os capítulos 33 a 48 ressaltam a renovação da Aliança e a restauração do governo
davídico em Israel. A visão sobre o novo templo reafirma a soberania de Javé em Israel
por causa do seu Santo Nome (Ez. 36:22-32). A repetição por 90 vezes da expressão "e
vocês saberão que eu sou o Senhor" indica a certeza do juízo e a garantia que tudo que o
Senhor prometera se cumpriria.
Propósito e conteúdo
O livro de Ezequiel abrange os seguintes temas:
● A soberania de Javé sobre Israel e as nações
● O exílio como punição pela idolatria
● Relação entre o indivíduo e o grupo
● Fidelidade de Javé às suas promessas da Aliança
● A responsabilidade individual e o julgamento divino
● Restauração de Israel sob o governo davídico
.
A estrutura na qual o livro de Ezequiel se apoia reflete as três etapas de seu ministério
com os hebreus deportados para a Babilônia e se constitui em uma defesa do julgamento
que Javé executara em Judá. Os capítulos 1 a 24 formam a base de sua mensagem.
Estes capítulos tratam da queda de Jerusalém, que estava por vir, onde Ezequiel, como
atalaia do Senhor, tinha três funções:
● advertir uma geração de pecadores que não se arrependeram de que o julgamento
estava muito próximo - 2:3-8
● destacar a responsabilidade de cada uma das gerações pelo pecado - 18:20
● chamar ao arrependimento - 18:21-23, 32
Quando Judá foi destruída em 586 a.C. Ezequiel abordou, entre os capítulos 25 a 32, o
julgamento que Javé daria às nações vizinhas por terem ficado contentes com a
capitulação de Jerusalém. Por isso, o Senhor vingaria estas nações com sua ira (Ez. 25:1-
11). Desta forma, Israel veria que Javé era realmente justo e soberano sobre todas as
nações (Ez. 28:24-26).
Nos capítulos 33 a 48, Ezequiel trata sobre a restauração do seu povo sob uma aliança
de paz por meio do pastor davídico (Ez. 34:20-31). Javé, que é fiel à sua palavra e à
promessa da aliança, unificaria Judá e Israel em uma só nação, representada pelo
pedaço único de madeira, que seria governada pelo Messias davídico (Ez. 37:15-28).
Filho do Homem
Apenas os livros de Daniel e Ezequiel trazem esta expressão. Entretanto, em Daniel
temos apenas uma única ocorrência (Dn. 8:7), para ressaltar a origem humana do
mensageiro em comparação com a divindade da mensagem. Em Ezequiel, contudo, esta
expressão é utilizada por cerca de noventa vezes, todas elas dirigindo-se de Javé para
Ezequiel no contexto de uma convocação, e não deve ser comparado com o título que
Jesus atribui a si mesmo no Novo Testamento.
Este título destaca o papel de mero mortal de Ezequiel e seu ministério para com os
exilados na Babilônia e com os que ficaram em Jerusalém. Seu estilo de vida exótico
foram autorizados por Javé como uma espécie de tratamento de choque para um povo de
coração e entendimento endurecidos pelo pecado. Seu comportamento não convencional
serviria para denunciar que um profeta esteve no meio deste povo.
As visões da carruagem cósmica
As visões de Ezequiel ressaltaram a soberania de Javé sobre o mundo e destacaram o
conhecimento que o profeta tinha deste papel cósmico que o Senhor desempenhava. A
escatologia presente nestas visões indicavam para o povo que as promessas de Deus se
cumpririam, pois os ossos secos tornariam à vida.
O livro de Ezequiel inicia-se com uma dessas impressionantes visões, na qual Deus
chega numa tempestade de fogo, sentado num trono sustentado por criaturas celestiais.
Ao lado de cada um destes seres celestiais havia uma espécie de mecanismo feito por
engrenagens que que moviam o trono em todas as direções. Esta visão mesclava
elementos israelitas e algumas ideias do Antigo Oriente, agora conhecidas dos cativos.
Este aparelho celestial, uma espécie de carruagem cósmica, é citada novamente nos
capítulos 8 a 11, que tratam sobre a destruição de Jerusalém. O dispositivo pára no átrio
do templo (10:3) e o fogo aceso na base (1:13) é usado para incendiar a cidade (10:2). Os
seres celestiais são chamados de querubins (10:1-3) para reforçar a ideia dos querubins
imóveis da arca da aliança que ficava no Templo (9:3). O Senhor sobe no trono móvel e
abandona Jerusalém para sua destruição (10:18-19; 11:22-23).
Uma explicação detalhada sobre esta visão desafia nossa lógica, contudo, podemos
afirmar que o objetivo primordial era mostrar que Javé estava no controle absoluto do
universo, pois seus olhos estavam voltados em todas as direções. A característica motora
de seu trono simbolizava sua presença em todos os lugares. Portanto, o povo cativo
poderia ter certeza de que o Senhor estava com eles na Babilônia.
A responsabilidade individual
Ezequiel apela para o conceito da responsabilidade individual (Cap. 18), pois a geração
do exílio culpou seus ancestrais pela calamidade que se abateu sobre Judá,
consequência do julgamento de Javé. Ao reagir desta maneira, o povo hebreu concluiu
que o julgamento do Senhor era injusto.
Na verdade esta era uma interpretação incorreta de Ex. 20:5 e Ex. 34:7, que, embora trate
sobre o castigo do pecado da terceira e quarta gerações, foi mal aplicado pela
justificação de seu próprio pecado baseado no pecado das gerações anteriores. Ezequiel
corrigiu esta distorção interpretativa lembrando os hebreus de que cada geração, e
individuo, é também responsável pelo próprio pecado (Dt. 24:16).
Ao abordar a responsabilidade individual Ezequiel rompeu com a teologia daquele tempo,
sem contudo negar a solidariedade comunitária hebraica. Afinal alguns Salmos, tal qual o
51, de Davi, afirma a individualidade da fé. Portanto Ezequiel estava apenas
reequilibrando os conceitos da responsabilidade coletiva e individual.
Literatura apocalíptica
Ezequiel contribuiu muito para o desenvolvimento do estilo literário apocalíptico,
constituindo uma nova etapa no processo profético. Com suas visões (caps 1-3 e 8-11),
símbolos e êxtases arrebatadores (8:1-4; 40:1-4) apontando para uma redenção
escatológica mediante o julgamento das nações por Javé (caps. 25-32), Ezequiel esteve
na vanguarda do cenário literário apocalíptico que ganharia destaque no pós-exílio.
Ezequiel também serve como ligação entre o mini apocalipse de Isaías no pré-exílio
(caps. 24-27) e a apocalíptica de Daniel no exílio.

Jerusalém relógio central de Deus.....

Israel: o Maior Sinal do Fim dos Tempos
Arno Froese
Apesar dos surpreendentes e espantosos acontecimentos experimentados nestes dias, o maior de todos os sinais do fim dos tempos - e, contudo, o menos enfatizado - é o retorno do povo judeu à Terra Prometida e a fundação do Estado de Israel.
O testemunho de Charles Spurgeon
É necessário olharmos mais meticulosamente para o restabelecimento dessa nação à luz das profecias.
No decorrer do tempo, foi pequeno o número de servos do Senhor que O seguiram de todo o coração e aos quais foi dada a capacidade de reconhecer os acontecimentos futuros.
Charles Spurgeon foi uma dessas pessoas. Antes de Israel voltar a tornar-se uma nação, quando aparentemente era impossível que os judeus retornassem para a Terra Prometida, Spurgeon ensinou que isso aconteceria, exatamente como se lê em Ezequiel 36 e 37:
O significado desse texto bíblico, conforme o contexto revela, é muito evidente. Diante do significado dessas passagens, haverá primeiro uma restauração política dos judeus em sua própria terra e um retorno à sua própria identidade nacional. Em segundo lugar, existe no texto e em seu contexto uma declaração muito clara de que haverá uma restauração espiritual, uma real conversão das tribos de Israel ao Senhor.
Eles haverão de gozar de uma prosperidade nacional que os tornará famosos; mais ainda, serão tão gloriosos que Egito, Tiro, Grécia e Roma esquecerão sua própria glória à luz do grande esplendor do trono de Davi. Se as palavras têm significado real, este deve ser o sentido desse capítulo.
Eu jamais quero aprender a arte de distorcer o significado que Deus atribuiu às Suas próprias palavras. Se a Bíblia diz algo de maneira clara e cristalina, então é isso mesmo que devemos entender. O sentido literal e o significado dessa passagem - que não podem ser negados nem espiritualizados -, deixam claro para nós que tanto as duas quanto as dez tribos de Israel serão restauradas em sua própria terra, e que um rei governará sobre elas.
O anelo de Israel pela paz
Analisemos o desenvolvimento progressivo que está acontecendo e que conduzirá Israel a uma união com a "nova ordem mundial" dominada pela Europa. Apesar dos constantes conflitos, vemos Israel procurando a paz com seus inimigos, não por terem adotado uma nova filosofia que os faz amar uns aos outros, mas pelo anseio por uma paz negociada.
Muitos em Israel estão fascinados com a possibilidade de viver em paz com seus vizinhos árabes. Eles acham que essa paz realmente poderá ser alcançada. Mas a Bíblia diz:"Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão" (1 Ts 5.3).
Israel: o objeto da profecia
Fazemos bem em compreender que os sinais do final dos tempos dados pelo Senhor sãoespecificamente direcionados a Israel. Quando Jesus explicou os eventos dos tempos finais a Seus discípulos juntamente com os sinais que aconteceriam antes de Sua volta, Ele endereçou essas palavras ao povo de Israel.
Temos duas características muito claras mencionadas em Mateus 24, que identificam esse povo:
1. "Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes" (v. 16). Isto é uma referênciageográfica, e não diz respeito à Igreja de Jesus Cristo. Se vivemos nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa, ou em outras partes do mundo, não somos conclamados a fugir para as montanhas da Judéia, pois as palavras foram dirigidas aos "que estiverem na Judéia".
2. Além disso, Jesus está mencionando um motivo de oração: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado" (Mt 24.20). O sábado foi dado apenas aos judeus. Lemos nas Sagradas Escrituras, com relação ao sábado: "Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica" (Êx 31.13).Portanto, Israel é o grande sinal dos tempos do fim para os gentios e para a Igreja!
O antigo pecado de Israel
Quais os objetivos de Israel para o futuro? Hoje a nação de Israel está sendo confrontada com seu antigo pecado, com o pecado que cometeu como nação. Há quase 3500 anos o povo de Israel já estava na Terra Prometida. Deus havia cumprido tudo o que prometera a eles com relação à entrada na terra, mas Israel recusou-se a ser o povo escolhido por Deus, negou-se a ser uma nação singular e diferente, e deixou de fazer Sua vontade.
Deus identificou a razão mais profunda dessa rejeição ao dizer que o povo de Israel simplesmente não queria que Deus o governasse. Eles rejeitaram abertamente as palavras de Deus ditas através de Moisés: "Porque sois povo santo ao SENHOR, vosso Deus, e o SENHOR vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe serdes seu povo próprio" (Dt 14.2). Que promessa tremenda! Israel deveria estar acima "...de todos os povos que há sobre a face da terra".
Através da História sabemos que muitas nações têm procurado sobrepor-se a todas as outras nações. Hoje isso é muito evidente nos Estados Unidos. Os americanos consideram que os EUA são uma nação especial. A maioria dos americanos reivindica que os Estados Unidos são a maior nação da história do mundo. Muitas nações antes deles cometeram o mesmo pecado, mas a poeira de suas ruínas testemunha contra elas.
Uma nação santa de cristãos
Quem somos nós cristãos? A resposta está em 1 Pedro 2.9: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz".Nós, a Igreja de Jesus Cristo, também somos um povo eleito. Somos uma geração escolhida. Somos uma nação santa. Mas essa nação santa não pode ser comparada ou identificada com quaisquer nações políticas, como os Estados Unidos, o Canadá, a França, a Inglaterra, a China ou outra nação do mundo. Essa nação santa habita entre as nações do mundo, e cada membro dessa nação santa é conhecido pessoalmente pelo próprio Senhor.
Tudo indica que essa nação santa está prestes a se completar, e quando isso acontecer, quando o último dos gentios for agregado à Igreja, seremos arrebatados pelo nosso Senhor, para estarmos em Sua presença por toda a eternidade!
O clamor de Israel por um rei
O anseio rebelde de Israel em tempos antigos, ao pedir um rei ao profeta Samuel para ser "como as outras nações" (veja 1 Sm 8.5-7), não desapareceu simplesmente. Ao contrário, ele atingiu seu clímax 1000 anos mais tarde. Em João 19.15 está escrito: "...Não temos rei, senão César!" Todo o peso da afirmação dos antepassados, refletindo o desejo de serem parte da família das nações, de serem como qualquer outro povo, atingiu, então, a realização: "...Não temos rei, senão César!" Israel ainda será confrontado com essa afirmação quando as nações da terra se ajuntarem para batalhar contra Jerusalém!
Os passos de Israel rumo à paz
Parece que a única solução em relação à Terra Santa é seguir o rumo de uma paz negociada. Apesar dos confrontos com os palestinos, finalmente não restará outra alternativa. A possibilidade do aumento de comércio através das fronteiras dos países é muito tentadora, e não há dúvida de que a economia de Israel continuará a crescer fortemente.
Essas expectativas positivas jamais mudarão a Palavra Profética. Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis" (Jo 5.43). Israel está a caminho de se tornar parte integrante do último império gentílico do mundo e aceitará o anticristo.
Apenas quando compreendemos esses acontecimentos pelo prisma espiritual, podemos começar a entender o que está ocorrendo no mundo político, econômico e religioso. Com isso em mente, iremos compreender melhor o desenrolar dos eventos políticos no mundo de hoje. Se não tivermos conhecimento dos resultados finais, poderemos ser facilmente levados pelo entusiasmo da falsa paz que será anunciada.
O anticristo: o mestre do engano
Quando a Palavra de Deus identifica a obra do anticristo, lemos em 2 Tessalonicenses 2.7-11: "Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira".
Esse texto bíblico deixa dois pontos bastante claros: primeiro, a obra do anticristo será bem-sucedida através do engano e, segundo, a rejeição à oferta do amor de Deus (Jo 3.16) é o motivo pelo qual as pessoas crerão numa mentira.
Por essa razão, mais do que nunca devemos gravar em nossas mentes e em nossos corações aquilo que o Senhor Jesus ensinou a Seus discípulos: "É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!" (Mc 13.34-47).


Registro dos acontecimentos atuais...

NOS ÚLTIMOS DIAS...
Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios. (1Tm 4.1)
Sinais do fim dos tempos
O Apocalipse é o registro que João fez dos acontecimentos dos últimos dias e relatou as coisas que em breve devem acontecer (Ap 1.1).
Que sinais apontam para o fim dos tempos Poderíamos trabalhar em cima de três tipos de sinais: os sinais sociológicos, que dizem respeito ao comportamento da sociedade, como os que Jesus e Pedro sem referiram aos dias de Noé; os sinais tecnológicos apresentados ao longo das escrituras como acontecimentos que afetarão toda a humanidade, sinais que os profetas viram, mas não entenderam em seus dias, e os sinais espirituais, isto é, o estado espiritual da igreja. Obviamente que estas áreas se entrelaçam e se misturam, e não podem ser analisadas separadamente uma das outras.
Costumamos analisar o final dos tempos olhando para o mundo e para a nação de Israel, buscando sinais da vinda de Jesus Cristo. Olhamos para a sociedade e as mudanças sociais o comportamento das pessoas, o avanço da tecnologia buscando os sinais dos tempos, e esquecemos que o principal sinal do fim dos tempos está na própria igreja.
Paulo afirma que nos últimos tempos alguns apostatarão da fé por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, e só pode apostatar quem primeiramente conheceu a verdade. A questão é: Em que áreas os espíritos enganadores estão operando na igreja nos dias de hoje. Exatamente nas duas áreas espirituais mais importantes para a igreja dos últimos dias: o surgimento de profetas e apóstolos, e a manifestação do poder de Deus com milagres e maravilhas. Raciocine comigo. O surgimento de apóstolos e profetas, nos últimos dias são sinais também da vinda de Jesus e dos acontecimentos finais, porque estes ministérios equipararão e prepararão a igreja para o retorno de Cristo. São ministérios importantes de Efésios 4.11. E, exatamente nos ministérios de apóstolos e profetas é que os espíritos enganadores se infiltraram para trazer engano levando os cristãos a obedecerem a espíritos demoníacos. As manifestações de poder são evidências da chegada do reino, e nesta área os demônios vêm enganando os fieis, realizando milagres em troca de felpudas ofertas.
Ganância financeira, um sinal do fim dos tempos
Que sinal serve como evidência de que muitos apóstolos e profetas surgidos nos últimos dias estão obedecendo a ensinos de demônios? O principal deles é a ganância financeira, acompanhada do enriquecimento ilícito e de ensinos contrários aos dos apóstolos dos primeiros dias. O Senhor Jesus elogiou os irmãos de Éfeso que puseram à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos (Ap 2.2). Qual seria a prova de que eles não eram apóstolos e mentiam para o povo O comportamento deles em relação ao dinheiro.
A Didaquê uma série de regras que os apóstolos estabeleceram para a igreja ainda no primeiro século e que poderia ter sido incluída no cânone das Escrituras do Novo Testamento, pois foi escrito na época de Mateus e Lucas, e é anterior ao evangelho de João, no capítulo que trata dos pregadores itinerantes, dos apóstolos e profetas, diz no v 6: E tendo saído o apóstolo nada tomará para si, a não ser pão, até ao próximo alojamento. Mas, se pede dinheiro, é um falso profeta. No versículo 12: Mas o que disser em Espírito: Dá-me dinheiro, ou qualquer outra coisa, não ou ouçais; se, porém, vos disser que é para dar a favor de outros que estão em necessidade, não o julgueis.
Imagina-se que falar em Espírito, é quando o pregador entra em transe espiritual, fala em línguas, profetiza, chora, lamenta-se, demonstra fervor espiritual e usa da espiritualidade para pedir dinheiro para seu próprio sustento. É bem possível que os irmãos de Éfeso usaram deste critério para provar os apóstolos e profetas mentirosos. Como se vê os apóstolos e profetas de hoje seriam imediatamente julgados pelos irmãos da igreja primitiva.
Pois hoje os modernos apóstolos e profetas incorporaram a seu ministério o espírito de Balaão. Basta que o cristão, hoje, analise estes apóstolos e profetas à luz dos textos de 2 Pedro 2.10-22 e Judas 7-16 e verá que o espírito enganador tomou conta desses que se dizem apóstolos e profetas. Eles andam atrás de seus bens, dizia Paulo; eles visam o enriquecimento. Eles vêm com nome e pompa de apóstolos e despojam e limpam financeiramente os irmãos da igreja, não com o objetivo de angariar fundos para alguma obra social ou sustento de missionários, mas para seu próprio bolso. Hoje existem especialistas na igreja que ganham polpuda comissão para angariar dinheiro da igreja. Ficam com metade do arrecado e são contratados por pastores que também vestiram a capa de Balaão.
O grande sinal do fim dos tempos: surgimento de apóstolos e profetas
Pois, meus irmãos, o grande sinal de que chegamos ao tempo do fim é o surgimento de apóstolos e profetas que, percebendo ou não estão a serviço de Satanás. Vi vários deles tomando sacolas enormes de dinheiro, que sequer foram contabilizados tomando o despojo para si e deleitando-se nas regalias do seu quarto de hotel. Por isso têm recursos para divulgar seus ministérios na cara mídia impressa evangélica, pagar programas de rádio e de televisão, pois buscam seu próprio bem, e não o do reino de Jesus Cristo. Com raríssimas exceções vê-se homens de Deus na mídia.
Pense nisto e ponha você também à prova os que se dizem apóstolos e profetas e não são! Você quer saber se são verdadeiros Teste-os pelo dinheiro! Traga-os à sua igreja e lhes dê uma oferta de amor. Eles sairão de sua igreja batendo os pés e praguejando!
Autoria: Pastor e Escritor João Antônio de Souza Filho.
Shalom Larrema!


Quinta parte dos acontecimento atuais...

PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS PROFÉTICOS
AINDA NÃO CUMPRIDOS
JOHN F. WALVOORD


1°.
 Arrebatamento da Igreja (1Co 15.51-58; 1Ts 4.13-18)

2°. Renascimento do Império Romano, reiniciado pela formação da confederação de dez reinos (Dn 7.7,24; Ap 13.1;    Ap 17.3,12,13 )

3°. Ascensão do Anticristo, o ditador do Oriente Médio (Dn 7.8; Ap 13.1-8)

4°. Tratado de “sete anos” assinado com Israel, período que antecede a segunda vinda de Cristo, para estabelecer o Milênio (Dn 9.27; Ap 19.11-16)

5°. Estabelecimento da Igreja mundial (Ap 17.1-15)

6°. A Rússia lança um ataque surpresa contra Israel, "quatro anos" antes da segunda vinda de Cristo (Ez 38 e 39)

7°. O tratado de paz com Israel é rompido, depois de "três anos e meio" começo do governo mundial, por meio de um sistema econômico e religioso unificados, nos últimos "três anos e meio" que antecedem a segunda vinda de Cristo      (Dn 7.23; Ap 13.5-8,15-17; Ap 17.16-17)

8°. Muitos cristãos e judeus [convertidos depois do Arrebatamento dos salvos das igrejas. Hélio] são martirizados, por se recusarem a adorar o ditador mundial (Ap 7.9-17; Ap 13.15)

9°. Juízos divinos catastróficos representados pelos selos, trombetas e taças são derramados sobre a terra (Ap 6 a 18)

10°. Irrompe um conflito militar mundial centrado no Oriente Médio “batalha do Armagedom (Dn 11.40-45; Ap 9.13-21; Ap 16.12-16)

11°. Babilônia é destruída (Ap 18)

12°. Segunda vinda de Cristo para estabelecer o Milênio (Mt 24.27-31; Ap 19.11-21)

13°. Julgamento dos judeus e gentios ímpios (Ez 20.33-38; Mt 25.31-46; Jd 14,15; Ap 19.15-21; Ap 20.1-4)

14°. Satanás é amarrado por “1000 anos” (Ap 20.1-3)

15°. Ressurreição dos “santos da Grande Tribulação” (Dn 12.2; Ap 20.4)

16°. Começa o reino milenar (Ap 20.5-6)

17°. Rebelião final, ao término do Milênio (Ap 20.7-10)

18°. Ressurreição dos ímpios e juízo final diante do “trono branco” (Ap 20.11-15)

19°. Começa a eternidade “novo Céu, nova Terra, Nova Jerusalém” (Ap 21.1-2)

“E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; (ESPÍRITO SANTO); (A IGREJA)

E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;” (2Ts 2.6-8)ACF

                                                    

QUEM ESTÁ DETENDO SATANÁS DE APRESENTAR O ANTICRISTO AO MUNDO COMO DEUS?

É A IGREJA, O SAL DA TERRA, QUE DERROTA A CORRUPÇÃO



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EVENTOS PREDITOS EM RELAÇÃO ÁS NAÇÕES
 
1. As nações Unidas são organizadas em 1946, como um primeiro passo em direção a um governo mundial.
 
2. Israel torna-se uma nação reconhecida em 1948.
 
3. A Europa é reconstruída depois da segunda guerra mundial, a fim de preparar o cenário para o futuro renascimento do Império Romano.
 
4. A Rússia surge no cenário mundial como potência militar e política.
 
5. Organizações de âmbito mundial, como o "MERCADO COMUM EUROPEU E O BANCO MUNDIAL" preparam o cenário para os futuros acontecimentos políticos e financeiros.
 
6. A China Continental torna-se uma potência militar.
 
7. O Oriente Médio e a nação de Israel tornam-se o foco da tensão mundial.
 
8. O primeiro embargo de petróleo promovido pelos árabes faz o mundo perceber o poder da riqueza no Oriente Médio.
 
9. A falta de um poderoso líder impede que o Oriente Médio se organize como poder político.
 
10. O Arrebatamento da "Igreja" remove o principal obstáculo á expansão do poder político e financeiro do mundo mediterrâneo.
 
11. Um novo líder, mais tarde identificado como o "ANTICRISTO" sobe ao poder no Oriente Médio, depois de dominar "três nações" e assumir o controle de mais "dez" a fim de fazê-las uma"confederação mediterrânea".
 
12. O novo líder do mundo mediterrâneo impõe um tratado de "paz" para "Israel" com a duração de "sete anos".
 
13. Exércitos "russos e de várias outras nações" invadem "Israel" e são destruídos por meio dos juízos divinos.
 
14. O acordo de "paz" no Oriente Médio é quebrado depois de "três anos e meio".
 
15. O líder do Oriente Médio governa o mundo como o "Anticristo".
 
16. O líder do Oriente Médio alega ser "Deus" e exige adoração, sob pena de morte.
 
17. O líder do Oriente Médio profana o templo em "Jerusalém".
 
18. Começam os terríveis julgamentos da "GRANDE TRIBULAÇÃO" descritos nos "selos" "trombetas" e "taças" da ira de Deus, no "livro de Apocalipse".
 
19. As muitas catástrofes provocam descontentamento generalizado contra o líder do Oriente Médio e promovem a revolta e o ajuntamento dos exércitos do mundo em "Israel" para uma batalha decisiva, com o "Armagedom" considerado o centro do conflito.
 
20. Acontece a "segunda vinda de Cristo" que retorna acompanhado dos "exércitos celestiais".
 
21. Os exércitos do mundo tentam lutar contra as "milícias celestiais", mas são totalmente destruídos.
 
22. O "reino mundial de Cristo" é estabelecido, como o clímax dos julgamentos sobre todos os infiéis e da remoção do poder político dos gentios.
 
23. Todos os salvos "judeus e gentios" são colocados na "NOVA JERUSALÉM" onde passarão a eternidade.


ORDEM PREDITA DOS EVENTOS PROFÉTICOS RELATIVOS A ISRAEL
 
1. O holocausto e o sofrimento dos israelitas na Alemanha, durante a segunda guerra mundial, provocam o apoio mundial ao estabelecimento de uma pátria para os judeus.
 
2. A ONU reconhece Israel como nação e concede-lhe ( 12.500 Km ) de território, excluindo Jerusalém, em 1948.
 
3. Israel, embora imediatamente atacado pelas nações circunvizinhas, consegue ampliar seu território em guerras subseqüentes.
 
4. Embora inicialmente a Rússia fosse simpática á causa de Israel, os EUA tornam-se o principal benfeitor e fornecedor de ajuda financeira e militar.
 
5. Israel faz surpreendentes progressos na recolonização de sua terra, na agricultura, na indústria e no poderio bélico, militar e político.
 
6. Numa série de conflitos militares, Israel demonstra que seu exército é superior aos das nações circunvizinhas.
 
7. O poderio militar árabe, que se opõe a Israel, é suficiente para impedir que os judeus desfrutem de uma coexistência pacífica com outras nações no Oriente Médio.
 
8. Israel continua em um estado de conflito e confusão, "até que a igreja seja arrebatada".
 
9. Com a formação de uma confederação de "dez nações" no Oriente Médio, constituída por um líder político gentio, Israel será forçado a aceitar um acordo de paz de "sete anos".
 
10. O mundo e o povo judeu celebrarão o que parece ser um acordo de "paz" permanente para o Oriente Médio.
 
11. Israel prospera e muitos judeus retornam á sua pátria, após a celebração da paz.
 
12. Próximo do fim dos "primeiros três anos e meio" do acordo de paz, a Rússia, acompanhada por várias outras nações, tenta invadir Israel, mas é destruída numa série de juízos divinos.
 
13. Após os "três anos e meio" de paz, o acordo é quebrado e o líder político gentio no Oriente Médio torna-se um ditador mundial e o principal perseguidor de Israel.
 
14. O ditador mundial profana o templo de Israel e coloca ali uma imagem sua, a fim de exigir a adoração como se fosse um deus.
 
15. Começa uma perseguição mundial aos "judeus" e dois em cada três deles em Israel serão mortos.
 
16. Surge um remanescente israelita, o qual aceita "Jesus Cristo" como seu messias.
 
17. Embora o ditador mundial massacre os "judeus" que se recusarão a adorá-lo como Deus, alguns sobreviverão e serão resgatados por "Jesus Cristo" para viver no Milênio.
 
18. Em sua segunda vinda, "Cristo" liberta os "judeus" e traz juízo divino contra a impiedade do mundo e dos descrentes.
 
19. O reino prometido sobre a terra, com a presença de "Jesus como o Messias de Israel e de Davi como o príncipe regente" inicia-se, e os judeus serão reunidos de todas as nações, para habitar na terra prometida. cf. (Ez 34.23-24; Ez 37.24-25; Jr 30.9)
 
20. Por 1000 anos, Israel experimentará bênçãos incomuns como objeto do favor especial de Cristo.
 
21. Com o fim do reino milenar e a destruição do presente mundo, Israel tem o seu lugar no estado eterno, ou seja, "no novo céu" e na "nova terra".
 
22. Os israelitas salvos de todas as gerações também entrarão na "nova terra".


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