sexta-feira, 29 de maio de 2015

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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Um grande homem de Deus! Discípulo de Jesus.

http://www.gilsonsantos.com.br/pdfs/george_muller.pdf


S√ČRIE HIST√ďRIA CRIST√É: GEORGE M√úLLER


Deus freq√ľentemente escolhe homens comuns, homens que costumavam zombar da f√© ou homens que exigiram muita paci√™ncia por sua relut√Ęncia em voltar-se para Deus e obedecer a Seu chamado. George Muller foi um destes.

Nascido em 1805 na Pr√ļssia (parte da Pol√īnia atualmente), quando jovem costumava roubar e mentir, segundo ele mesmo quase n√£o houve pecado no qual ele n√£o tivesse ca√≠do.

Aos 20 anos de idade, tornou-se cristão depois de visitar uma pequena reunião em uma casa. Sua conversão foi dramática e ele abandonou de vez seus hábitos pecaminosos. Em 1829 foi a Londres para fazer um treinamento na Sociedade Londrina para a Promoção do Cristianismo entre os Judeus (hoje conhecida como Church Mission to the Jews).

Um dos muitos aspectos fascinantes da vida de George Muller é que ela ilustra com muita simplicidade o poder de Deus.

George Muller recebeu aproximadamente R$ 395.250.000,00 em resposta a ora√ß√Ķes sem jamais ter pedido ofertas. Se isto tivesse ocorrido h√° dois ou tr√™s mil anos, os c√©ticos iriam sem d√ļvida questionar a autenticidade deste fato. Como ocorreu no final do s√©culo dezenove, com registros modernos e evid√™ncia factual, tais fatos n√£o podem ser negados.


O aspecto mais significante dos 93 anos de vida de George M√ľller na terra foi sua obedi√™ncia absoluta √† vontade de Deus. O fato de o Esp√≠rito de Deus ter transformado um jovem rebelde e pecaminoso em tal homem de Deus certamente nos renova a esperan√ßa.

Em 1830 ele casou-se com Mary Grooves, que se tornou uma verdadeira companheira e sustent√°culo nos anos seguintes.

Em 1834 ele fundou o Instituto de Conhecimentos das Escrituras, que existe at√© hoje, sempre respeitando o princ√≠pio que ele mesmo imp√īs de nunca depender de patroc√≠nios, nunca fazer apelos por ofertas e nunca contrair d√≠vidas. Deus sempre proveu os recursos para todas as necessidades conforme Ele mesmo promete em Filipenses 4.19.

Ele tamb√©m orava diariamente pela convers√£o de pessoas; e orou durante cinq√ľenta anos por algumas pessoas, mostrando sua f√© e confian√ßa em Deus. Todas as suas ora√ß√Ķes eram registradas em livros, com a data do come√ßo da peti√ß√£o, o pedido a Deus, a data da resposta e como Deus respondeu.

Existe o registro de cerca de 50 mil ora√ß√Ķes de George M√ľller respondidas por Deus.

Como a epidemia de c√≥lera aumentou dramaticamente o n√ļmero de √≥rf√£os naqueles dias, em 1835 M√ľller sentiu o chamamento de Deus para abrir um orfanato totalmente pela f√©, pois n√£o tinha recursos financeiros para isto.

Em 1870 já eram cinco orfanatos com mais de 2.000 crianças.

S√£o muitas as hist√≥rias marcantes de respostas √† ora√ß√£o. Uma delas sucedeu quando ao levantarem pela manh√£, n√£o haver nenhum peda√ßo de p√£o para as crian√ßas, M√ľller ordenou que mesmo assim as crian√ßas dessem gra√ßas a Deus pelo alimento e ficassem esperando.

Minutos depois um carroceiro bateu √† porta, dizendo que sua carro√ßa havia quebrado ali na frente e se queriam ficar com o carregamento de p√£es que estava levando para outros lugares. Assim as crian√ßas e os demais irm√£os glorificaram o Senhor por mais um de seus extraordin√°rios feitos. Toda a vida e obra de M√ľller atestam a fidelidade e a gra√ßa provedora de Deus.

George M√ľller era um homem comum, mas sua f√© ineg√°vel e confian√ßa total em Deus e seu amor a Ele t√™m o mesmo impacto no mundo hoje do que quando ele morreu em 1898.

Sua vida continua sendo uma inspiração para todos aqueles que entregaram sua vida para Deus. E para todos nós continua sendo mais uma daquelas "vidas que marcaram...".

Ele foi al√©m da maioria deles em sua pol√≠tica quanto ao dinheiro. Por exemplo: ele n√£o aceitava ofertas quando saia para pregar, temendo dar a impress√£o que pregava por dinheiro. Quando ele rejeitava as ofertas, as pessoas algumas vezes queriam p√ī-las a for√ßa dentro do seu bolso, ent√£o ele fugia. Um homem "lutou" com M√ľller at√© que ele aceitasse o dinheiro que o mesmo queria lhe dar!

Durante seus primeiros anos, M√ľller come√ßou a desenvolver convic√ß√Ķes sobre ora√ß√£o e f√©, que proporcionaram a base para poderosas demonstra√ß√Ķes da provis√£o de Deus. Al√©m de pedir a Deus por comida e fundos pessoais, ele freq√ľentemente orava com crentes enfermos at√© ficarem curados. Um bi√≥grafo observa que "quase sempre suas ora√ß√Ķes eram respondidas, mas em algumas ocasi√Ķes n√£o eram". Nesses casos, M√ľller continuava orando sobre estes assuntos ou pessoas, por anos.


Grandes Sonhos, Grandes Resultados 
Al√©m de trabalhar com Henry Graik na capela Bethesda, uma moderna igreja situada no cora√ß√£o de Bristol, M√ľller come√ßou a sentir preocupa√ß√£o pelas massas de crian√ßas √≥rf√£s, abandonadas, que estavam em toda parte, na Inglaterra do s√©culo 19. Em 1834, com Craik, ele fundou a "Scriptural Knowledge Institution for Home and Abroad" - SKI ("Institui√ß√£o do Conhecimento B√≠blico para a P√°tria e Estrangeiro"), que continua at√© hoje. Seus objetivos eram: 1) estabelecer Escolas di√°rias, Escolas dominicais e Escolas para adultos onde as Escrituras fossem ensinadas; 2) distribuir B√≠blias; 3) ajudar o servi√ßo mission√°rio.

Durante a vida de Muller, o SKI proporcionou educa√ß√£o para muitos milhares de crian√ßas e adultos, que de outro modo n√£o poderiam ter ido √† escola. Distribuiu milhares de Novos Testamentos, B√≠blias e folhetos evangel√≠sticos a pre√ßos reduzidos, em muitas l√≠nguas. Enviou o equivalente moderno de muitos milh√Ķes de d√≥lares para mission√°rios nacionais e estrangeiros. Durante um per√≠odo de dois anos, M√ľller quase sustentou sozinho Hudson Taylor e 30 de seus colegas mission√°rios na China.


Cuidado com Crianças

As maiores obras pelas quais M√ľller √© lembrado – e deve ser guardado na mem√≥ria que ele foi tamb√©m um l√≠der de igreja por excel√™ncia – s√£o os orfanatos. Nestes, e em todo o seu trabalho, Mary Groves M√ľller manteve-se firme ao seu lado.

Milhares de pais morreram na epidemia de c√≥lera de 1834. Os poucos medicamentos e conhecimentos m√©dicos prec√°rios, condi√ß√Ķes sociais ruins e leis trabalhistas infames multiplicavam os √≥rf√£os. Essas crian√ßas infelizes tentavam sobreviver nas ruas, ou eram obrigadas a submeter-se √†s p√©ssimas condi√ß√Ķes das oficinas de trabalho. Charles Dickens disse que os √≥rf√£os eram "desprezados por todos e ningu√©m se compadecia deles". As casas para √≥rf√£os do Estado eram poucas e quase n√£o existiam as particulares. Todas elas serviam apenas √†s crian√ßas das fam√≠lias de classes mais altas. Pobreza, crime e prostitui√ß√£o aguardavam o resto.

Muitos fatores convergentes levaram M√ľller a come√ßar um orfanato: 1) ele estava genuinamente preocupado com os √≥rf√£os de Bristol; 2) ele estava cansado de ouvir homens de neg√≥cios e oper√°rios dizerem que a necessidade financeira e a competi√ß√£o os proibiam de colocar Deus e Seus assuntos em primeiro lugar em suas vidas; 3) ele queria provar que Deus responde √†s ora√ß√Ķes e colocar "diante do mundo uma prova de que Deus de modo nenhum mudou. Isto me parecia feito melhor pelo estabelecimento de um orfanato. Devia ser algo que pudesse ser visto ainda que pelos olhos naturais ".

Em 1835, M√ľller colocou o seu plano diante da igreja de Bethesda. Imediatamente a congrega√ß√£o se uniu para sustentar o empreendimento. M√≥veis, utens√≠lios, roupas e fundos chegaram. Dali em diante, Bethesda e seu c√≠rculo crescente de igrejas permaneceram inteiramente com M√ľller no cuidado dos √≥rf√£os. No come√ßo, eles costumavam alugar casas para as crian√ßas. Muitos crentes de Bethesda trabalhavam por tempo parcial ou integral nos orfanatos. Conheciam os detalhes particulares e as necessidades di√°rias ligadas a um t√£o grande projeto.

Eles tamb√©m compreendiam a convic√ß√£o de M√ľller em n√£o solicitar fundos – ele queria provar que Deus responderia √†s ora√ß√Ķes dos crentes. M√ľller escreveu: "eu n√£o digo que estaria agindo contra os preceitos do Senhor se procurasse ajuda em Sua obra atrav√©s de pedido pessoal e individual [apelos] aos crentes, mas eu fa√ßo assim para o benef√≠cio da igreja em geral". Ele era totalmente contr√°rio, todavia, √† possibilidade de que algum crist√£o fizesse apelos financeiros aos descrentes.


Desenvolvimento do Orfanato

Em 1836, M√ľller abriu a primeira casa, quando ainda n√£o tinha 30 anos de idade. A comida para os √≥rf√£os chegava muitas vezes minutos antes da hora de ser servida, embora as crian√ßas nunca soubessem disso. Mais e mais crian√ßas suplicavam a M√ľller para receb√™-las e ele alugava mais casas. Mas essas logo abarrotavam, por isso, em ora√ß√£o e conversa com os crist√£os de Bristol, ele decidiu construir um grande e moderno edif√≠cio para os √≥rf√£os. Este projeto come√ßou em 1845, exatamente quando a tempestade da divis√£o entre os Irm√£os estava se formando em Plymouth. Em 1848, mesmo enquanto Darby estava atacando M√ľller, o primeiro dos imensos orfanatos estava quase completo. E enquanto a carta de Darby excomungando toda assembl√©ia de Bethesda estava circulando pela Inglaterra e ao redor do mundo, o telhado foi estendido. Enquanto a divis√£o progredia e os antigos amigos se voltavam contra ele, M√ľller continuava esperando em Deus por fundos e provis√Ķes.

Em 1870, depois de profundas e repetidas provas de f√©, a √ļltima das cinco magn√≠ficas casas de pedra, para 2.000 √≥rf√£os, foi levantada exatamente fora de Bristol, em Ashley Down. M√ľller maravilhou-se com o que Deus tinha feito naqueles 34 anos, em resposta √† f√© e √† ora√ß√£o. Al√©m de providenciar comida e roupas para muitos milhares de √≥rf√£os, ele tinha a responsabilidade de levantar o "ordenado" mensal [sal√°rio] para mais de 100 empregados.

As garotas √≥rf√£s eram treinadas como empregadas e costureiras, enquanto os rapazes aprendiam v√°rios of√≠cios. A cada √≥rf√£o era assegurado um emprego antes de deixar as casas, ou M√ľller pagava o sal√°rio de aprendiz deles ao patr√£o que os ensinaria uma profiss√£o. Cada √≥rf√£o sa√≠a com um jogo completo de roupas.

Um homem que vivia pr√≥ximo dos orfanatos disse que "sempre que ele sentia d√ļvidas sobre o Deus Vivo, vindo a sua mente, ele se levantava e olhava atrav√©s da noite para as muitas janelas acesas em Ashley Down, brilhando na escurid√£o como estrelas no c√©u". Havia um imposto sobre janelas grandes quando M√ľller construiu os orfanatos, mas ele disse: "n√≥s confiaremos em Deus para o dinheiro do imposto – deixem as crian√ßas ter luz e ar!"

Pessoas por todo o oeste da Inglaterra e ao redor do mundo ficavam sabendo sobre os orfanatos. Tamb√©m reconheciam o poder e a provis√£o de Deus que, se tornavam acess√≠veis em resposta √†s ora√ß√Ķes fi√©is de M√ľller e seus amigos.

Tarde na vida, M√ľller, que falava sete l√≠nguas, viajou para 42 pa√≠ses em "viagens mission√°rias" e pregou o Evangelho para multid√Ķes de milhares. Seu alvo nessas viagens era, de acordo com o prop√≥sito de A. N. Groves, e dos Irm√£os do in√≠cio, quebrar as barreiras denominacionais e promover o amor fraternal entre os verdadeiros crist√£os. Em tr√™s ocasi√Ķes visitou os Estados Unidos e Canad√°, pregando centenas de vezes e, em quase todas, pessoas vieram a Cristo.

Em 1878, M√ľller foi convidado para ir √† Casa Branca, a fim de falar sobre os orfanatos ao presidente Rutherford B. Hayes. Provavelmente n√£o contou ao presidente Hayes que foi enquanto J. N. Darby estava tentando virar pessoas contra ele que Deus proveu os fundos para as grandes casas de √≥rf√£os.


M√ľller e o Dinheiro 
M√ľller criou um regulamento fixo em que nem ele nem seus auxiliares jamais deveriam pedir a qualquer indiv√≠duo qualquer coisa em particular, para "que a m√£o do Senhor pudesse ser claramente vista". Mas ele pedia ao Senhor que movesse pessoas para ofertar. Uma vez, quando um homem fez um grande donativo, Muller, muito satisfeito, visitou-o para agradecer; ent√£o mostrou ao homem a anota√ß√£o em seu di√°rio quando, meses antes, come√ßou a rogar a Deus que aquele homem pudesse dar aquela quantia espec√≠fica!

O historiador Roy Coad observa, todavia, que "a lenda popular" tem escondido um tanto da natureza pr√°tica de M√ľller. "A lenda enfatiza um lado da moeda: a intensidade da confian√ßa de M√ľller. Muitas vezes o outro lado tem sido esquecido – que os fundos para suprir a necessidade vieram de homens e mulheres que eram co-participantes com M√ľller de sua f√© em Deus".

M√ľller havia atra√≠do a igreja de Bethesda para dentro dos seus planos do orfanato desde o in√≠cio. Ele usava v√°rios sistemas de relat√≥rios para mant√™-la informada, e os outros tamb√©m, do que acontecia:

1) Todo m√™s de dezembro, por tr√™s noites, M√ľller presidia reuni√Ķes p√ļblicas para informar as igrejas de Bristol e o p√ļblico a respeito do ano que se havia passado.

2) Todos os anos, ele escrevia e publicava um "Relatório Anual" com detalhes financeiros e notas sobre eventos importantes do ano se havia passado e alguma idéia do que esperava dos anos vindouros. Estes eram dados ou vendidos a pessoas interessadas e circulavam ao redor do mundo.

3) Em 1837, M√ľller soltou a primeira edi√ß√£o de A Narrative of Some of the Lord’s Dealings with George M√ľller (Uma Narrativa de alguns dos procedimentos do Senhor para com George M√ľller), um livro consideravelmente grande, de sele√ß√Ķes de seu di√°rio que graficamente descrevia como o Senhor repetidamente providenciava ajuda para os √≥rf√£os atrav√©s de diferentes pessoas. Esta narrativa era regularmente atualizada e aparecia em intervalos de cinco anos, at√© tornar-se uma cole√ß√£o de quatro volumes. Muitas pessoas enviavam donativos anexos a suas cartas nas quais diziam a M√ľller que sabiam de sua necessidade pela leitura dos "Relat√≥rios Anuais da Narrativa".

4) Depois que M√ľller contou aos amigos seu plano de construir as grandes casas para √≥rf√£os, em Ashey Down, eles espalharam a not√≠cia atrav√©s da Inglaterra. M√ľller notou isso. Mas n√£o parecia preocupado com o fato de que muitos milhares de pessoas soubessem do que ele estava pedindo a Deus para fazer. Ele acreditava que qualquer que fosse o meio √© Deus quem motiva as pessoas para ofertar. (De 1882 em diante, o rendimento de M√ľller diminuiu e ele teve que reduzir muito a SKI e os programas do orfanato. Durante o mesmo per√≠odo, todavia, o governo Ingl√™s come√ßou a providenciar um melhor cuidado para os √≥rf√£os).

Uma vez, Charles Dickens apareceu em Ashley Down para "investigar" o que M√ľller estava fazendo a estes √≥rf√£os. M√ľller deu as chaves para Dickens e mandou um assistente mostrar-lhe qualquer coisa que quisesse ver. Depois da investiga√ß√£o, Dickens disse a M√ľller que acreditava que os √≥rf√£os estavam sendo muito bem cuidados.


Sua Ida ao Lar

George M√ľller morreu na manh√£ de 10 de mar√ßo de 1898, aos 92 anos. Ele participou ativamente, enquanto viveu, em Bethesda e nos orfanatos at√© o dia anterior da sua morte. Milhares de pessoas lotavam as ruas para ver o cortejo funeral do imigrante alem√£o que, segundo o jornal The Bristol Mercury, foi "a maior personalidade que Bristol conheceu como cidad√£o nesta gera√ß√£o". Sete mil pessoas lotaram o cemit√©rio para ver o sepultamento.

O Bristol Evening News escreveu que "na era do agnosticismo e materialismo, ele p√īs em pr√°tica teorias sobre as quais muitos homens estavam contentes em sustentar uma controv√©rsia in√ļtil".

O Liverpool Mercury maravilhou-se por causa da provis√£o para milhares de crian√ßas e perguntou como isto aconteceu. "M√ľller disse ao mundo que foi o resultado de Ora√ß√£o. O racionalismo de hoje zombar√° desta declara√ß√£o. Mas os fatos permanecem, e permanecem para serem explicados. N√£o seria cient√≠fico desdenhar das ocorr√™ncias hist√≥ricas quando elas s√£o dif√≠ceis de esclarecer. E seria necess√°rio muito truque para fazer os orfanatos em Ashley Down sumir da vista".

De sua parte, M√ľller j√° havia escrito: "eu sei que belo, gracioso e generoso ser Deus √© pela revela√ß√£o que Ele se agradou em fazer de Si mesmo na Sua santa Palavra. Eu acredito nesta revela√ß√£o. Tamb√©m sei por minha pr√≥pria experi√™ncia da veracidade disso. Portanto, eu estava satisfeito com Deus. Me regozijava em Deus. E o resultado √© que Ele realizou o desejo do meu cora√ß√£o".

George M√ľller acreditava que Deus faz o mesmo por qualquer um que O busque.


George Muller e a B√≠blia 

Entrega Absoluta 
Certa vez, ao compartilhar com os ministros e obreiros, por ocasião do seu aniversário de noventa anos, George Muller falou da seguinte forma a respeito de si mesmo: "... Eu lembro da minha entrega absoluta ao Senhor. Fui convertido em novembro de 1825, mas somente quatro anos mais tarde, em julho de 1829, entreguei meu coração ao Senhor de forma absoluta. Somente então abandonei o amor ao dinheiro, à paz, à posição, aos prazeres e aos compromissos mundanos. Deus, Deus somente tornou-se a minha porção. Encontrei nele o meu tudo. Não desejava nada mais e, pela graça de Deus, assim permaneço até hoje. Isso me fez um homem feliz, um homem profundamente feliz e levou-me a ocupar-me somente com as coisas de Deus. Amado irmão, eu lhe pergunto com muito amor: Você já entregou seu coração a Deus de forma absoluta? Ou há algo que você está retendo e não quer entregar a Deus? Anteriormente eu lia um pouco as Escrituras, mas preferia outros livros; todavia, desde o dia em que entreguei-me totalmente ao Senhor, a revelação que Ele fez de Si mesmo tornou-se uma bênção incomparavelmente mais preciosa para mim. Posso afirmar de coração que, "Deus é um Ser infinitamente amoroso."Oh, não fiquemos satisfeitos até que, do mais profundo de nossa alma, possamos dizer:, "Deus é um Ser infinitamente amoroso."

George Muller fala em sua revista acerca dessa mudan√ßa ocorrida em sua vida. H√° muitos anos atr√°s ele fora para uma cidade chamada Teignmouth a fim de tratar sua sa√ļde f√≠sica. L√° ele ouviu um pregador cuja mensagem ele jamais esqueceu. Ele relata o significado dessa mensagem nas seguintes palavras: "Embora eu n√£o tenha gostado do que ele falou, eu vi nele uma seriedade e solenidade diferente dos demais. Atrav√©s do ministrar desse irm√£o, o Senhor concedeu-me uma grande b√™n√ß√£o e a Ele serei grato ao longo de toda a eternidade. Deus come√ßou a mostrar-me que unicamente a Sua Palavra deve ser nosso padr√£o para o julgamento em coisas espirituais, que a Palavra de Deus somente pode ser explicada pelo Esp√≠rito Santo e que, em nossos dias, assim como nos tempos passados, Ele √© o Mestre de Seu povo. Antes dessa ocasi√£o em minha vida, eu n√£o havia, em minha experi√™ncia, entendido a fun√ß√£o do Esp√≠rito Santo. Anteriormente eu n√£o havia enxergado que somente o Esp√≠rito Santo pode ensinar-nos acerca de nossa condi√ß√£o natural, mostrar-nos nossa necessidade de um Salvador, capacitar-nos a crer em Cristo, explicar-nos as Escrituras, ajudar-nos a pregar, etc..."

"Foi a compreensão dessa verdade em especial que exerceu uma grande influência em minha vida, pois o Senhor capacitou-me a experimentar sua validade quando eu coloquei de lado comentários e quase todos os outros livros e comecei simplesmente a ler e estudar a Palavra de Deus. Como resultado, na primeira noite em que entrei em meu quarto, fechei a porta a fim de orar e meditar nas Escrituras, eu aprendi mais em algumas poucas horas do que havia aprendido durante um período de vários meses. A maior diferença, no entanto, foi o poder real que experimentei em minha alma através disso."

"Al√©m disso, aprouve ao Senhor fazer-me ver um padr√£o mais elevado de dedica√ß√£o do que o que eu havia visto anteriormente. Ele levou-me, numa medida, a ver o que √© minha gl√≥ria neste mundo: ser desprezado, ser pobre e pequeno com Cristo. Ao retornar para Londres, minha sa√ļde f√≠sica estava muito melhor e, no que diz respeito a minha alma, a mudan√ßa fora t√£o grande que parecia uma segunda convers√£o."

Estudar a Bíblia é Mais Importante do que Ler Livros

"Eu ca√≠ra na armadilha que muitos crist√£os caem: preferir ler livros religiosos ao inv√©s da B√≠blia. Na verdade, de acordo com as Escrituras, n√≥s dever√≠amos pensar da seguinte maneira: O pr√≥prio Deus dignou-se a tornar-se autor de um livro, e eu sou ignorante acerca deste precioso livro que o Seu Esp√≠rito inspirou; por causa disso, eu devo ler novamente este Livro dos livros mais cuidadosamente, com mais ora√ß√£o, com muito mais medita√ß√£o. Mas essa n√£o foi minha atitude. √Č verdade que minha ignor√Ęncia sobre a Palavra levou-me a desejar estud√°-la, todavia, por causa da minha dificuldade em entend√™-la, nos primeiros quatro anos de minha vida crist√£, eu negligenciei na sua leitura. Assim como muitos crist√£os fazem, eu praticamente preferia ler as obras de homens n√£o inspirados ao inv√©s de ler os or√°culos do Deus vivo. Como conseq√ľ√™ncia disso, eu permaneci um beb√™ tanto no conhecimento quanto na gra√ßa. No conhecimento, porque todo verdadeiro conhecimento deve ser obtido da Palavra de Deus por meio de Seu Esp√≠rito. Como triste conseq√ľ√™ncia, esta falta de conhecimento me impediu de caminhar nos caminhos de Deus com firmeza e const√Ęncia. Pois √© a verdade que nos liberta, livrando-nos do cativeiro dos desejos da carne, da concupisc√™ncia dos olhos e da soberba da vida. A Palavra prova isto. Tamb√©m a experi√™ncia dos santos e minha pr√≥pria experi√™ncia provam, de modo incontest√°vel, a veracidade deste princ√≠pio, pois quando aprouve ao Senhor, em agosto de 1829, ensinar-me a confiar nas Escrituras, minha vida e meu caminhar tornaram-se muito diferentes".

"Se alguém me perguntasse como é possível ler as Escrituras de modo mais proveitoso, eu responderia da seguinte maneira:

Acima de tudo, devemos ter a Palavra armazenada em nossa mente, de modo que Deus apenas por meio do Espírito Santo possa ensinar-nos. Desta forma, é de Deus que vamos esperar todas as bênçãos e vamos buscar a bênção de Deus tanto antes quanto durante a leitura da Palavra.

Dever√≠amos compreender claramente que o Esp√≠rito Santo n√£o √© apenas o melhor Mestre, mas tamb√©m √© suficiente. Nem sempre Ele nos ensina imediatamente aquilo que desejamos saber. √Č poss√≠vel, portanto, que algumas vezes necessitemos suplicar-lhe v√°rias vezes a fim de receber explica√ß√£o para algumas passagens; mas no final Ele certamente ir√° nos ensinar se n√≥s buscarmos luz com ora√ß√£o, com paci√™ncia e para a gl√≥ria de Deus".

O Segredo da Bênção e da Alegria

Apenas mais uma palavra proferida por ocasi√£o do seu anivers√°rio de noventa anos: Por sessenta e nove anos e dez meses George Muller f√īra um homem muito feliz. Isso ele atribu√≠a a duas coisas: ele havia mantido uma boa consci√™ncia, n√£o seguindo deliberadamente um caminho que ele soubesse ser contr√°rio √† vontade de Deus; isso n√£o quer dizer que ele era perfeito; ele era pobre, fraco e pecador. Em segundo lugar, ele atribu√≠a sua felicidade ao seu amor pelas Escrituras. Nos seus √ļltimos anos, ele costumava ler toda a B√≠blia quatro vezes por ano, aplicando-a ao seu pr√≥prio cora√ß√£o e sobre ela meditando. Ele amava a Palavra de Deus muito mais agora do que h√° sessenta e seis anos atr√°s. Foi seu amor √† Palavra, bem como o manter de uma boa consci√™ncia que lhe proporcionaram todos aqueles anos de paz e alegria no Esp√≠rito Santo. (R. A. Torrey)


Confiando nas Promessas de Deus

Quem fez a promessa é fiel... (Hebreus 10:23).

A despensa est√° quase vazia - informou uma funcion√°ria. - √Č preciso lembrar-lhe que j√° venceu o prazo para o pagamento do aluguel?

O Senhor proverá - disse George Muller animadamente. Ele prometeu suprir todas as nossas necessidades. Não vai falhar agora. Naquele momento, ele tinha apenas 27 centavos para alimentar várias centenas de crianças do orfanato.

Então chegou uma carta. George abriu-a e leu o seguinte: Porventura estariam vocês com alguma necessidade urgente de dinheiro? Sei que decidiram pedir somente a Deus que lhes suprisse as necessidades. Mas haveria algum problema em informar de quanto dinheiro estão precisando? George Muller balançou a cabeça e passou a escrever o seguinte bilhete: "Nada mencionarei sobre os nossos recursos. O principal objeto de meu trabalho é mostrar que Deus é real e que cumprirá Suas promessas. Até o momento não contamos a ninguém sobre nossas necessidades e não o faremos".

Tendo despachado a carta, George Muller caiu sobre os joelhos em seu escritório: "Senhor, estamos em situação desesperadora. Temos apenas 27 centavos. Por favor, dirijas este homem para que nos envie dinheiro".

Ao receber a carta de George Muller, referido homem, sentiu-se impressionado a enviar cem libras de uma só vez.

Quando o dinheiro chegou, n√£o havia um √ļnico centavo na institui√ß√£o de Muller para comprar alimento para a refei√ß√£o seguinte. Certa vez um amigo perguntou a George: "O que voc√™ faria, caso Deus n√£o enviasse ajuda no momento certo?" "Certamente isso jamais aconteceria" - respondeu George – "Deus prometeu suprir todas as nossas necessidades. Deus n√£o mente. √Č completamente confi√°vel".

George Muller cuidou de mais de 10.000 √≥rf√£os durantes os 63 anos em que decidiu confiar inteiramente em Deus para o atendimento das necessidades. Nem uma √ļnica vez deixou Deus de cumprir Sua promessa.

Deus é o Amigo em que podemos confiar. Apresenta-nos mais de 3.000 promessas na Bíblia. Podemos acreditar no cumprimento de Sua palavra.

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domingo, 24 de maio de 2015

Deus √© nosso ref√ļgio e fortaleza.

Na palavra de Deus voc√™ encontra aux√≠lio quando est√°... Ansioso e impaciente: Salmo 13; 37. 3-5; Mateus 6.25-34; Romanos 5. 3-5; Filipenses 4. 6-7; Tiago 5.7-11; 1 Pedro 5. 6-7. Preocupado com dinheiro: Eclesiastes 5. 10; Mateus 6.19-21; 1 Tim√≥teo 6. 6-10; Hebreus 13. 5-6. Com medo: Salmo 4.8; Isa√≠as 41. 13; Lucas 8. 22-25; Jo√£o 14. 27, 16 -33; Romanos 8. 1,31-39. Com medo de testemunhar sua f√© em Jesus: Isa√≠as 55. 10-11; Jeremias 1. 4-9; Mateus 5. 11-12; 10. 16-20; Romanos 10. 8-15. Se sentindo solit√°rio: Salmo 10. 12-14; 25. 16-18; 68. 4-6; 146; Mateus 28.20; Jo√£o 14. 18-19; 1 Pedro 5. 7. Angustiado e sofrendo: Mateus 5. 4; Romanos 8. 31-39; 2 Cor√≠ntios 1. 3-6; 4. 16-18; 12. 7-10; Tiago 1. 2-4; Apocalipse 2. 10.   Doente: Salmo 41. 1-3; 68. 19-20; 103. 1-5; 146; Isa√≠as 54. 10; Romanos 5. 1-5; Tiago 5. 14-15; 1 Pedro 5. 10-11.   Enfrentando uma situa√ß√£o de doen√ßa terminal: Salmo 23; Romanos 8. 18-30; 2 Cor√≠ntios 5. 1-10. Sofrendo por causa da morte de algu√©m: Jo√£o 11. 25-26; 1 Cor√≠ntios 15. 50-58; 1 Tessalonicenses 4. 13-18. Passando por uma situa√ß√£o de desgra√ßa total: J√≥ 1. 13-22; Isa√≠as 55. 8-9; Romanos 8.28. De sa√≠da para uma viagem: Salmo 46. 1-3; 91. 1-6,14-16; 121.   Enfrentando uma tenta√ß√£o: Romanos 12. 1-2; 1 Cor√≠ntios 10. 12-13; Hebreus 2. 17-18; 4. 14-16; Tiago 1. 12-15; 4. 7. Sem desejo de participar dos cultos de adora√ß√£o a Deus: Salmos 26. 8; 84; 133. 1; Ef√©sios 3. 16-17; Hebreus 10. 23-25. Precisando de orienta√ß√£o: Salmo 16; 25. 4-10; 32. 8; 119. 105; Isa√≠as 30. 21. Tomando decis√Ķes: Prov√©rbios 3. 5-6; 16. 3; 1 Cor√≠ntios 10. 31; G√°latas 6. 10; Tiago 1. 5-8. Com raiva: Mateus 5. 44-48; Romanos 12. 17-21; 1 Cor√≠ntios 13; Colossenses 3. 12-17; Tiago 3. 19-20. Se sentindo culpado: Salmo 32; 51; 130; Isa√≠as 1. 18; Lucas 15; Jo√£o 6. 37; 1 Jo√£o 1. 8; 2. 2. Com inveja: Salmo 49. 16-20; Tiago 3. 13-18.   Pensando que Deus abandonou voc√™: Salmo 22. 1-11; 139. 1-12; Isa√≠as 49. 14-16; Filipenses 4. 10-13; Hebreus 10. 19-25. Cansado e desanimado: Salmo 34. 15-22; Isa√≠as 40. 25-31; Mateus 11. 28-30; Hebreus 12. 1-3. Procurando o caminho para o c√©u: Jo√£o 3. 16; 14. 5-6; Romanos 6. 20-23; 10. 9-13; Ef√©sios 2. 8-9. Querendo saber como orar: Mateus 6. 5-15; 7. 7-11; Marcos 14. 36; Jo√£o 15. 7; Filipenses 4. 6-7; 1 Tessalonicences 5. 17; 1 Jo√£o 5. 14-15. Agradecido pe√ßas ben√ß√£os de Deus: Salmo 98; 100; 103; 1 Tessaloninences 5. 16-18. Todos estamos afastados de Deus por causa do pecado: Isa√≠as 59.1-15; Romanos 3.9-20; 5.12-21; 7.14-25; Eclesiastes 7.20

quinta-feira, 21 de maio de 2015

OS 7 MILAGRES DE JESUS COMPLETO

Eu Navegarei - Com letra da m√ļsica - HD

TODAS as SEITAS da NOVA ORDEM MUNDIAL PREPARE-SE

O √öltimo Papa - Estudo do Apocalipse 17

A Marca da Besta - Pr. Juan Ribe Paglarin (√Āudio)

Espelho dos Mártires I - Mártires Cristão (Filme Evangélico Completo) -...

Filme: José Do Egito) 1995) Dublado Completo.

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Filme Pedro - Dublado - Completo

Os Apóstolos de Jesus Cristo

Dupla Canção e Louvor - crente rico, rico pobre

Taxados como loucos - Can√ß√£o e Louvor - 32¬ļ Congresso de Jovens IEADPE

Deus onipotente - Ivonaldo Albuquerque - 57ª EBO IEADPE

Eliã Oliveira Vencendo de Pé - Recife Templo Central

Marcelo Santos - Quando Jesus estendeu Sua m√£o (AD Templo Central Recife)

Hino Quando Jesus Estendeu a Sua m√£o.mpg

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Aprendendo com Moises a clamar a Deus.

A PRESEN√áA E A GL√ďRIA DE DEUS

Texto:
Texto base: "Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso.
Então lhe disse Moisés: Se a tua presença não vai comigo, não nos faça subir deste lugar.
Pois como se há de saber que achamos graça aos teus olhos, eu e o teu povo? não é porventura, em andares conosco, de maneira que somos separados, eu e o teu povo, de todos os povos da terra?
Disse o Senhor a Moisés: Farei também isto que disseste; porque achaste graça aos meus olhos,e eu te conheço pelo teu nome.
Então ele disse: Rogo-te que me mostres a tua glória.
Respondeu-lhe: Farei passar toda a minha bondade diante de ti, e te proclamarei o nome do Senhor; terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer.
E acrescentou: N√£o me poder√°s ver a face, porquanto homem nenhum ver√° a minha face, e viver√°.
Disse mais o Senhor: Eis aqui um lugar junto a mim; e tu estar√°s sobre a penha.
Quando passar a minha glória, eu te porei numa fenda da penha, e com a mão te cobrirei, até que eu tenha passado.
Depois, em tirando eu a m√£o, tu me ver√°s pelas costas; mas a minha face n√£o se ver√°."
Êxodo 33:14-23.
Introdução:
Nos próximos dias Moisés teria pela frente um grande desafio:- conduzir o povo de Israel rumo à terra prometida. Missão árdua, difícil e sobremodo pesada para qualquer mortal! Moisés então fala com Deus: "Se a tua presença não vai comigo, não nos faça subir deste lugar" (v. 15).
Deus disse a Mois√©s que atenderia o seu pedido. E de fato a presen√ßa do Senhor foi com eles durante todos os anos da longa caminhada rumo √† Cana√£. A presen√ßa de Deus era vista e sentida por todos, em todo o tempo, atrav√©s da nuvem que os cobria do intenso calor do sol, da coluna de fogo que os guiava √† noite, das rochas das quais brotou √°gua para o povo beber, e do poder miraculoso da vara conduzida por Mois√©s, al√©m de muita outras manifesta√ß√Ķes gloriosas.
Com base nos relatos bíblicos podemos dizer que Deus realmente foi com eles todos os dias da longa caminhada.
Hoje em dia não é diferente. Se desejarmos e invocarmos a presença do Senhor, é certo que Ele nos acompanhará diariamente.
Do epis√≥dio narrado no texto acima podemos extrair preciosos princ√≠pios ou li√ß√Ķes para as nossas vidas hoje. Vejamos:-
I - DEVEMOS DESEJAR E PEDIR A DEUS QUE NOS ACOMPANHE TODOS OS DIAS
A presença de Deus com Moisés e todo o povo de Israel não se dava apenas nos cultos realizados na tenda... Era uma presença constante, permanente, que propiciava ao povo novas experiências a cada dia. Todo dia era dia de milagres!
O mesmo pode e deve ocorrer em nossas vidas hoje! Deus deseja nos acompanhar com a Sua presen√ßa e a Sua gra√ßa em todo o tempo, todos os dias, todas as horas. √Č um erro pensar que a presen√ßa do Senhor s√≥ se manifesta nos cultos coletivos. N√£o podemos dissociar a nossa vida espiritual da nossa vida secular. Diariamente havia problemas na marcha do povo de Israel, mas Deus estava ali para os ajudar e livrar. Tamb√©m em nosso viver di√°rio surgem problemas e situa√ß√Ķes imprevistas a toda hora, e n√≥s necessitamos de Deus nos socorrer e nos livrar!
Porém, nós temos que proceder tal como Moisés...
1. reconhecer a nossa incapacidade para enfrentar os desafios di√°rios sozinhos;
2. reconhecer que Deus é poderoso, e que a Sua Presença garante a vitória;
3. desejar e invocar a Presença de Deus para o nosso viver diário.
N√£o deixe para buscar Deus tardiamente, na hora da dor e do sofrimento! √Č melhor busc√°-Lo antes que as √°guas se tornem turvas, e o mar fique agitado...!
Inclua Deus em todos os seus assuntos, decis√Ķes e planejamentos. Pe√ßa sempre a Sua s√°bia dire√ß√£o e conselho antes de tomar qualquer decis√£o na vida, e voc√™ ver√° como as coisas correr√£o maravilhosamente bem para voc√™!
II - AME, DESEJE E BUSQUE TAMB√ČM A GL√ďRIA DE DEUS
Além de pedir a "presença do Senhor", Moisés pediu também que Deus lhe mostrasse a "Sua Glória".
O que é a Glória de Deus?
Deus √© Onipresente, isto √©, est√° presente em toda parte! A presen√ßa do Senhor cobre toda a terra, cremos e aceitamos isto pela f√©. "Bem-aventurados os que n√£o viram e creram". Por√©m, h√° momentos em que Deus se manifesta de maneira que a Sua presen√ßa pode ser percebida e compreendida pelos homens ( Exemplos: √äx 16:10; 24:16; I Reis 8:11; Is 6:3 e Eze 1:28). No tempo do Velho Testamento assim Deus manifestava a Sua gl√≥ria. Em rela√ß√£o ao Senhor Jesus Cristo, a Sua presen√ßa em Si √© a pr√≥pria gl√≥ria de Deus manifesta. Jo√£o disse: "... e vimos a sua gl√≥ria, como do unig√™nito do Pai..." Jo√£o 1:14. Entretanto, ocasionalmente, o Senhor Jesus resplandecia uma gl√≥ria maior do que a comum, a ponto mesmo de os homens terem dificuldades em suportar tais manifesta√ß√Ķes. ( Exemplos: No Monte da Transfigura√ß√£o - Comparar Lucas 9:31 com II Pedro 1:16,17; em alguns dos milagres de Jesus - ver Jo√£o 2:11; 11:4,40 ). Em rela√ß√£o a n√≥s, chamamos de "gl√≥ria de Deus" aqueles momentos de manifesta√ß√Ķes ou visita√ß√Ķes especiais de Deus, que chamam a nossa aten√ß√£o e ficam vividamente registrados em nossas mem√≥rias.
A "gl√≥ria de Deus" √© o Esplendor e o Resplendor de Deus; o Glamour, a Beleza, e a Formosura de Deus, a Luz e o Fulgor que h√° em Deus. A "gl√≥ria de Deus" √© o pr√≥prio Deus em toda a Sua Imensur√°vel Grandeza, Majestade e Poder. A Presen√ßa de Deus reflete a Gl√≥ria de Deus, por√©m esta gl√≥ria √© de tal grandeza que √© imposs√≠vel a n√≥s os mortais contempl√°-La em toda a Sua plenitude. Ent√£o, o Senhor manifesta a Sua gl√≥ria a n√≥s em limites que n√≥s possamos suportar. Assim, o muito que podemos ver n√£o passa de gotas de tudo aquilo que Deus √©, e pode fazer. Mois√©s passou quarenta dias na presen√ßa de Deus no monte, e ao descer o seu rosto resplandecia de tal forma que o povo n√£o lhe podia olhar diretamente, tendo que recorrer ao uso do v√©u. (√äxodo 34:29-35). A gl√≥ria de Deus apareceu a Saulo de Tarso, no caminho de Damasco, e ele ficou cego por tr√™s dias! (Atos 9:3-8). Em √äxodo 33:11 diz que Deus falava a Mois√©s "face a face, como qualquer fala a seu amigo...". Contudo Mois√©s ouvia, mas n√£o via fisicamente a Deus. O Senhor mesmo afirmou isto no verso 23, do mesmo cap√≠tulo, dizendo; "... tu me ver√°s pelas costas; mas a minha face n√£o se ver√°." E como diz a Palavra de Deus em Jo√£o 1:18 e I Jo√£o 4:12: "Ningu√©m jamais viu a Deus...". Vir√° o dia em que "...toda a terra se encher√° da gl√≥ria do Senhor" - N√ļmeros 14:21. Um dia os salvos ir√£o habitar com o Senhor, na Nova Jerusal√©m; veja o que diz a Palavra de Deus acerca dessa santa cidade: "a cidade n√£o precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a gl√≥ria de Deus a iluminou, e o Cordeiro √© a sua l√Ęmpada." - Apocalipse 21:23. "Porque agora vemos como em espelho obscuramente, ent√£o veremos face a face; agora conhe√ßo em parte, ent√£o conhecerei como tamb√©m sou conhecido." - I Cor 13:12.
III - QUANDO BUSCAMOS A PRESEN√áA E A GL√ďRIA DE DEUS, DEUS NOS OFERECE UM LUGAR JUNTO A ELE
"Disse mais o Senhor: Eis aqui um lugar junto a mim; e tu estar√°s sobre a penha."
Moisés pediu a Deus duas coisas: - que a presença do Senhor o acompanhasse durante a marcha rumo à Canaã, e que Deus lhe mostrasse a Sua glória.
Conforme nossos coment√°rios acima, s√£o pedidos diferentes!
a) A presença de Deus é indispensável e nos oferece descanso, no sentido em que Deus está conosco, abraçando a nossa causa, lutando a nossa peleja, nos garantindo vitória;
b) A gl√≥ria de Deus une os c√©us √† terra - traz Luz e Revela√ß√£o ao nosso esp√≠rito acerca da Pessoa de Deus, e das coisas inerentes ao Reino de Deus. Manifesta amor, bondade, gra√ßa e miseric√≥rdia de Deus e libera un√ß√£o e poder de Deus. √Č um b√°lsamo novo que nos reveste de un√ß√£o e poder, nos fortalece espiritualmente e nos aproxima de Deus, o Qual nos convida para mais perto dele, e nos faz assentar sobre a Rocha.
O Senhor se agrada quando n√≥s buscamos a Sua presen√ßa e a Sua gl√≥ria. E assim como atendeu aos pedidos de Mois√©s, Ele tamb√©m nos atender√°! Se O buscarmos √© certo que O acharemos! "Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso cora√ß√£o" (Jeremias 29:13). "...O Senhor est√° convosco, enquanto v√≥s estais com ele; se o buscardes, ele se deixar√° achar; por√©m, se o deixardes, vos deixar√°." II Cr√īnicas 15:2-b.
Nós podemos e devemos intensificar a nossa busca de Deus. A salvação é o primeiro passo que devemos dar; porém, após a conversão muitas outras experiências gloriosas que muito nos edificarão e nos ajudarão em nosso viver diário. Há um hino tradicional que costumávamos cantar que diz: " A presença de Jesus enche o coração de luz, mui preciosa fica, cada vez mais rica, esta vida com Jesus". Em Atos 1:8 está escrito: "...mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo...".
Fuja do espírito de religiosidade, saia do marasmo, do comum, não permita que a sua vida espiritual se transforme em tediosa rotina! Deseje sempre mais, busque sempre experiências maiores e renovadas!
"Buscai e achareis..." (Lucas 11:9).
CONCLUSÃO
N√£o podemos dissociar a vida espiritual da vida secular. Todo dia √© dia de buscar o Senhor e a Sua gl√≥ria. Invoque a presen√ßa e a dire√ß√£o do Senhor em todas as suas iniciativas e decis√Ķes.
A cada dia, separe um tempo para oração, para estar em comunhão com o Senhor, e a glória do Senhor resplandecerá sobre a sua vida. "Enchei-vos do Espírito..." (Efésios 5:18). Não permita que a chama do Espírito se apague em seu coração. "Não entristeçais o Espírito, no qual fostes selados..." (Efésios 4:30). Fuja da mesmice, do continuismo, da rotina, da frieza espiritual. Clame, chore, quebrante-se aos pés do Senhor. Faça como Jacó: "Não te deixarei ir, se me não abençoares..." (Gênesis 32:26).
Quem busca recebe, e vive a plenitude da b√™n√ß√£o prometida pelo Senhor Jesus Cristo: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abund√Ęncia..." (Jo√£o 10:10); tem em Deus descanso, habita em lugar seguro junto ao Senhor, e vive em constante vit√≥ria. O seu c√°lice transborda, aben√ßoando tamb√©m as vidas ao redor...
Seja este o alvo n√ļmero um da sua vida! Busque sempre a presen√ßa e a gl√≥ria de Deus. 


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Salmos 91-7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

Entregue-se  e ser√° marcado! - Marcos 14:3-9

3 Estando Jesus em Bet√Ęnia, reclinado √† mesa na casa de um homem conhecido como Sim√£o, o leproso,aproximou-se dele certa mulher com um frasco de alabastro contendo um perfume muito caro, feito de nardo puro. Ela quebrou o frasco e derramou o perfume sobre a cabe√ßa de Jesus. 4 Alguns dos presentes come√ßaram a dizer uns aos outros, indignados: "Por que este desperd√≠cio de perfume? 5 Ele poderia ser vendido por trezentos den√°rios, e o dinheiro dado aos pobres". E a repreendiam severamente. 6 "Deixem-na em paz", disse Jesus. "Por que a est√£o perturbando? Ela praticou uma boa a√ß√£o para comigo. 7 Pois os pobres voc√™s sempre ter√£o consigo, e poder√£o ajud√°-los sempre que o desejarem. Mas a mim voc√™s nem sempre ter√£o. 8 Ela fez o que p√īde. Derramou o perfume em meu corpo antecipadamente, preparando-o para o sepultamento. 9 Eu lhes asseguro que onde quer que o evangelho for anunciado, em todo o mundo, tamb√©m o que ela fez ser√° contado em sua mem√≥ria". Mc. 14:3-9 (NVI)

I. Apresente-se ao Senhor com o seu melhor. 

O texto que lemos em Mc. 14:3-9 nos mostra 4 passos para nos apresentarmos a Deus:

... aproximou-se dele certa mulher com um frasco de alabastro contendo um perfume muito caro, feito de nardo puro. Ela quebrou o frasco e derramou o perfume sobre a cabeça de Jesus. Mc. 14:3 (NVI)

Como sempre digo, gosto muito da riqueza de detalhes com que os fatos na Bíblia são narrados. Quero crer que esses detalhes não são inseridos em vão. Nosso Deus é um Deus de detalhes! E Ele nos fala através destes detalhes.

O que √© o alabastro? √Č um pote feito de uma pedra somente encontrada nas imedia√ß√Ķes de uma cidade eg√≠pcia chamada Alabastron, semelhante ao m√°rmore, mas mais male√°vel e model√°vel.

O que √© o nardo? √Č um b√°lsamo feito da raiz de uma planta rara da √ćndia (Nardostachys jatamansi) que crescia nas montanhas do Himalaya.

Nossas vidas s√£o como um frasco de alabastro contendo um perfume muito caro, feito de nardo puro. Cada um de n√≥s somos √ļnicos para Deus. Cada um de n√≥s temos nossa pr√≥pria identidade. Somos mais que raros! E nossas vidas s√£o fr√°geis e model√°veis.

Sendo assim, como devemos nos apresentar a Deus?

6 Com que me apresentarei ao Senhor e me inclinarei ante o Deus Altíssimo? Mq. 6:6 (ARC)

a. Consagre o que você tem de mais precioso.

O perfume derramado sobre Jesus podia ser vendido por 300 den√°rios. O den√°rio era o sal√°rio pago por um dia de trabalho a um trabalhador comum. Ou seja, o perfume custava algo em torno de 1 ano de trabalho.

Mas n√£o vamos levar em conta o valor monet√°rio deste perfume, mas o valor que representava para essa mulher.

Em outra ocasi√£o, certa mulher entegou a √ļnica moeda que tinha e Jesus considerou a inten√ß√£o do cora√ß√£o: apesar de ser uma √ļnica moeda, ela deu tudo que tinha.

E o que temos de mais precioso para entregar? As nossas vidas! Essa deve ser a intenção do nosso coração!

15 Porque somos como o cheiro suave do sacrifício que Cristo oferece a Deus, cheiro que se espalha entre os que estão sendo salvos e os que estão se perdendo. 2 Co. 2:15 (NTLH)

b. Tenha um coração puro.

O perfume muito caro era feito de nardo puro. Temos que procurar ter sempre puro o nosso coração.

10 Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto. Sl. 51:10 (ARC)

3 Quem subirá ao monte do Senhor ou quem estará no seu lugar santo? 4 Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Sl. 24:3-4 (ARC)

c. Quebrante-se diante de Deus.

A mulher citada no texto principal, Maria, irm√£ de Marta e L√°zaro, quebrou o frasco. Na verdade quebrou o lacre o frasco.

Devemos romper todas as barreiras e nos quebrantar diante de Deus!

18 Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os contritos de espírito. Sl. 34:18 (ARC)

18 O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração. Lc. 4:18 (ARC)

d. Derrame-se na presença de Deus.

Maria depois de quebrar o frasco, derramou o perfume sobre Jesus.

19 Levanta-te, clama de noite no princípio das vigílias; derrama o teu coração como águas diante da face do Senhor... Lm. 2:19 (ARC)

Por que não derramarmos o nosso coração como águas diante da face do Senhor? Quando a água é derramada ela vai ao chão e se espalha... Imagine-se se derramando desta forma diante do Senhor! Que unção! Quão tremendo não é isso!?

8 Confiai nele, √≥ povo, em todos os tempos; derramai perante ele o vosso cora√ß√£o; Deus √© o nosso ref√ļgio. Sl. 62:8 (ARC)

II. Dê a Deus o devido valor.

4 Alguns dos presentes começaram a dizer uns aos outros, indignados: "Por que este desperdício de perfume? 5 Ele poderia ser vendido por trezentos denários, e o dinheiro dado aos pobres". E a repreendiam severamente. Mc. 14:4-5 (NVI)

Judas Iscariotes foi quem se colocou desta forma contra Maria.

4 Mas Judas Iscariotes, o disc√≠pulo que ia trair Jesus, disse: 5 — Este perfume vale mais de trezentas moedas de prata. Por que n√£o foi vendido, e o dinheiro, dado aos pobres? Jo. 12:4-5 (NTLH)

Esse mesmo Judas que disse ser um desperdício derramar sobre Jesus um perfume que custava 300 moedas de prata, o vendeu por bem menos, por 30 moedas de prata.

14 Ent√£o um dos doze disc√≠pulos, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os chefes dos sacerdotes. 15 Ele disse: — Quanto voc√™s me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata. Jo. 12:14-15 (NTLH)

Que contradição de valores!

Mas esta questão de valores em dinheiro não é nada.

1 Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. Sl. 24:1 (ARC)

Mais uma vez vemos a intenção errada do coração. Devemos nos entregar totalmente ao Senhor, com tudo o que somos e tudo o que temos.

2 Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da sua santidade. Sl. 29:2 (ARC)

36 Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém! Rm. 11:36 (ARC)

III. Não perca a oportunidade de estar na presença de Deus.

6 "Deixem-na em paz", disse Jesus. "Por que a est√£o perturbando? Ela praticou uma boa a√ß√£o para comigo. 7 Pois os pobres voc√™s sempre ter√£o consigo, e poder√£o ajud√°-los sempre que o desejarem. Mas a mim voc√™s nem sempre ter√£o. 8 Ela fez o que p√īde. Derramou o perfume em meu corpo, preparando-oantecipadamente para o sepultamento. Mc. 14:6-8 (NVI)

Maria considerou estar com Cristo enquanto era tempo. e nós também não podemos perder as oportunidades que nos são dadas de estar na presença de Deus, de estar na Casa de Deus.

10 Porque vale mais um dia nos teus átrios do que, em outra parte, mil. Preferiria estar à porta da Casa do meu Deus, a habitar nas tendas da impiedade. Sl. 84:10 (ARC)

Moisés não queria se apartar da presença de Deus. Ele declarou que a presença de Deus é que mostraria que eram diferentes dos outros povos da terra.

14 Deus disse: — Eu irei com voc√™ e lhe darei a vit√≥ria. 15 Ent√£o Mois√©s respondeu: — Se n√£o fores com o teu povo, n√£o nos fa√ßas sair deste lugar. 16 Como √© que os outros povos poder√£o saber que est√°s contente com o teu povo e comigo, se n√£o fores conosco? A tua presen√ßa √© que mostrar√° que somos diferentes dos outros povos da terra. Ex. 33:14-16 (NTLH)

IV. Fazendo tudo isso, sua vida ser√° marcada para sempre.

O ato extravagante de adora√ß√£o de Maria, que p√īde ter sido interpretado por muitos como loucura, marcou para sempre sua vida. Jesus declarou que o que ela fez seria contado em sua mem√≥ria em todo o mundo.

9 Eu lhes asseguro que onde quer que o evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado em sua memória". Mc. 14:3-9 (NVI)

Deus quer escrever um livro como memorial na sua presença acerca dos que o temem, honram o seu nome e entregam-se totalmente a Ele!

16 Depois aqueles que temiam ao Senhor conversaram uns com os outros, e o Senhor os ouviu com atenção. Foi escrito um livro como memorial na sua presença acerca dos que temiam ao Senhor e honravam o seu nome. 17 "No dia em que eu agir", diz o Senhor dos Exércitos, "eles serão o meu tesouro pessoal. Eu terei compaixão deles como um pai tem compaixão do filho que lhe obedece. 18 Então vocês verão novamente a diferença entre o justo e o ímpio, entre os que servem a Deus e os que não o servem. Ml. 3:16-9 (NVI)

Entregue-se totalmente ao Senhor e ser√° marcado para sempre!


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Saiba um pouco sobre o livro de Ester, Bíblia na mão!

ESTUDO DO LIVRO DE ESTER


AUTOR E DATA

Embora n√£o saibamos quem escreveu o livro de Ester, as provas intr√≠nsecas possibilitam fazer algumas infer√™ncias a respeito do autor e a data da composi√ß√£o. Fica claro que o autor era judeu, tanto pelo realce que confere √† origem de uma festa judaica, quanto pelo nacionalismo judaico que permeia a hist√≥ria. O conhecimento que o autor tem dos costumes persas, os antecedentes hist√≥ricos da cidade de Sus√£ e a aus√™ncia de refer√™ncia √† terra de Jud√° ou a Jerusal√©m fazem crer que ele residia na cidade persa. A data mais recuada poss√≠vel para o livro seria 460 a.C. As provas intr√≠nsecas tamb√©m fazem supor que a festa do Purim vinha sendo observada h√° algum tempo antes de esse livro ser escrito (9.19). V√°rios estudiosos tem datado esse livro no per√≠odo helen√≠stico; a aus√™ncia de palavras gregas e o estilo hebraico do autor, no entanto, levam a crer que o livro tenha sido escrito antes da queda do Imp√©rio Persa nas m√£os da Gr√©cia, em 331 a.C.
CAR√ĀTER CAN√ĒNICO
O direito do livro ocupar um lugar no C√Ęnon da Escritura tem sido grandemente contestado. O nome de Deus n√£o aparece nele, enquanto que o nome de um rei pag√£o √© mencionado mais de cento e cinquenta vezes. N√£o h√° alus√£o √† ora√ß√£o nem a nenhum tipo de servi√ßo espiritual, com exce√ß√£o do jejum.

TEMA
O cuidado de Deus. O livro de Ester é uma demonstração da soberania e do cuidado de Deus para com seu povo. A libertação dos judeus por meio da rainha Ester.

COMPOSIÇÃO
O livro de Ester relata a hist√≥ria de uma mo√ßa judia que saiu da condi√ß√£o de exilada e desconhecida para a posi√ß√£o de rainha e mulher mais influente do reino da P√©rsia. √Č a hist√≥ria da liberta√ß√£o dos judeus pela rainha Ester, do compl√ī de Ham√£. Ham√£ se torna o homem mais importante depois do rei, e deseja a aniquila√ß√£o dos judeus. Ele manipula o rei para que execute os judeus. Ester √© introduzida em cena e Deus faz uso dela para salvar seu povo. Ham√£ √© enforcado; e Mardoqueu, l√≠der dos judeus no Imp√©rio Persa, se torna primeiro ministro. A festa do Purim √© institu√≠da para marcar a liberta√ß√£o dos judeus.

Um aspecto peculiar no livro de Ester √© que o nome de Deus (YHWH) n√£o √© mencionado. No entanto vest√≠gios da a√ß√£o de Deus e seus caminhos transparecem em todo o livro, especialmente na vida de Ester e Mardoqueu. Da perspectiva humana, Ester e Mardoqueu foram duas pessoas do povo menos indicadas para desempenhar fun√ß√Ķes importantes na na√ß√£o. Ele era judeu da tribo de Benjamim, exilado na Babil√īnia; ela era √≥rf√£ e prima de Mardoqueu, adotada por este (2.7). A maturidade espiritual de Ester se percebe na virtude dela saber esperar a ocasi√£o correta para denunciar a trama de Ham√£ e pedir a salva√ß√£o de seu povo (5.6-8; 7.3-6). Mardoqueu tamb√©m revela maturidade para aguardar que Deus lhe indicasse a ocasi√£o correta e lhe orientasse. Em consequ√™ncia ele soube o tempo certo de Ester revelar ao rei sua identidade judaica (2.10). Tudo isso comprova a base espiritual do livro.

A meiga e cativante Ester destaca-se como escolhida de Deus.“...Chegou ao reino justamente para uma ocasi√£o com essa" (4.14). Ela mostra coragem ao dizer: “...se perecer, pereci” (4.16), assumindo que ir√° arriscar a vida para defender seu povo. Ester, como Jos√© do Egito, tinha sido reservada por Deus para seu prop√≥sito.

O livro se inicia com um banquete de Assuero e encerra com um banquete de Mardoqueu.

CONTEXTO HIST√ďRICO
Xerxes I √© identificado com Assuero e reinou de 486 a 465 a.C. Era filho de Dario, o Grande, que anexara partes da √ćndia e do leste europeu ao seu imp√©rio em expans√£o. No entanto os confrontos entre Dario e os gregos n√£o tiveram resultado favor√°vel, como a derrota em Maratona (490 a.C.) deixou claro. Apesar do sucesso de Xerxes em abafar as rebeli√Ķes no Egito e na Babil√īnia, a humilha√ß√£o dos persas nas m√£os dos gregos continuou nas derrotas em Salamina (480 a.C.). Dizem os historiadores que foi uma das batalhas mais importantes do mundo. A principal fonte deste per√≠odo √© Her√≥doto, o mais antigo historiador grego e contempor√Ęneo de Xerxes  de seu filho Artaxerxes. Segundo informa√ß√Ķes paralelas de Her√≥doto, sabemos que a festa descrita no primeiro cap√≠tulo de Ester foi a ocasi√£o do planejamento da campanha contra a Gr√©cia (terceiro ano de reinado de Assuero). Ester substituiu Vasti no s√©timo ano de seu reinado (2.16).

Embora os detalhes apresentados em Ester lhe deem ar de autenticidade e, sugiram um contexto histórico realista, muitos chegaram a conclusão que a intenção do livro não é registrar os acontecimentos com exatidão.

O BANQUETE DE ASSUERO
A grande festa que Vasti se negou a comparecer, pelo que se conclui em inscri√ß√Ķes encontradas por arque√≥logos, foi realizado para estudar o plano de uma expedi√ß√£o contra a Gr√©cia e para a qual  Xerxes vinha se preparando havia quatro anos.

O livro se inicia com uma recep√ß√£o do rei aos nobres, no pal√°cio de Sus√£. O banquete era de propor√ß√Ķes colossais e durou 180 dias (1.4). Os homens se banqueteavam nos soberbos jardins reais enquanto as mulheres eram hospedadas pela formosa rainha Vasti em seus aposentos particulares.

Quando o rei e os pr√≠ncipes estavam no meio de sua orgia, o monarca mandou chamar Vasti para exibir a seus convidados a beleza dela. Nenhuma dama persa poderia consentir nessa afronta √† sua condi√ß√£o de mulher. Vasti recusou-se. Isso fez do rei motivo de esc√°rnio. Para reparar a ofensa, dep√īs a rainha (1.12-22).

COMPROVA√á√ēES ARQUEOL√ďGICAS
Sus√£ era a resid√™ncia de inverno dos reis da P√©rsia. Em 1852, o local foi identificado por Loftus, e em 1884 um franc√™s chamado Dieulafay prosseguiu nas escava√ß√Ķes. Ele conseguiu descobrir os lugares mencionados no Livro de Ester, o p√°tio interior, o p√°tio exterior, a porta do rei e o jardim do pal√°cio.

CARACTER√ćSTICAS E TEMAS
O livro de Ester √© famoso pela alta qualidade da sua arte liter√°ria, a qual funciona como principal ve√≠culo para o seu significado religioso. O autor faz h√°bil uso de tens√Ķes narrativas criadas pelas invers√Ķes ou pelos fortes contrastes de destino e de expectativa, e por pap√©is que, frequentemente, s√£o altamente ir√īnicos na sua natureza:

- Observe as duas descri√ß√Ķes de banquetes, o de Assuero e o de sua esposa Vasti, o primeiro descrito com riqueza de detalhes e o segundo apresentado com brevidade (1.1-9). 

- O forte contraste entre a rea√ß√£o do rei quando Vasti se negou a vir a sua presen√ßa e quando Ester apareceu sem ser anunciada (1.11-21; 5.1-3);

- A invers√£o ir√īnica da carreira de Ham√£ (6.4-12). Ali√°s, Ham√£ √© o alvo principal da ironia do texto. Ele acredita que est√° sendo exaltado com o convite de Ester para o banquete, quando na verdade cai numa armadilha; a cena pat√©tica na qual Ham√£ suplica a miseric√≥rdia de Ester e acaba sendo acusado de tentativa de estupro (7.7-9).

- Ham√£ tenta destruir os judeus, mas acaba pedindo clem√™ncia a uma judia;

- E a justi√ßa de enforcar Ham√£ na forca que ele havia constru√≠do para enforcar Mardoqueu.

- O √ļltimo √© um exemplo de invers√£o ir√īnico no destino e posi√ß√£o de Ham√£ e Mardoqueu (7.9-10; 8.1-2; 9.25).

O significado da ironia √© demonstrar que sempre h√° muito mais acontecimentos do que se imagina, e muitas possibilidades dispon√≠veis que o pensamento e suposi√ß√£o de qualquer indiv√≠duo. O controle de Deus n√£o pode ser calculado, sua solu√ß√£o n√£o pode ser antecipada e seu plano n√£o pode ser frustrado, pois ningu√©m disp√Ķe de todas as informa√ß√Ķes necess√°rias. O uso eficaz da ironia e da revers√£o serve para deixar a mensagem clara em todo o enredo. O suspense criado pela crise em que Mardoqueu e os judeus s√£o lan√ßados √© solucionada por uma sequ√™ncia de fatos aparentemente circunstanciais, mas que s√≥ poderiam ser controlados pelo Deus soberano.

A sequencia da trama fica evidente √† medida que se l√™ a narrativa. Os primeiros cinco cap√≠tulos preparam a situa√ß√£o, colocando Ester no pal√°cio e estabelecendo a inimizade entre Mardoqueu e Ham√£ que culmina com a tentativa deste de exterminar os judeus. A grande virada acontece no cap√≠tulo 6, entre os dois banquetes, logo antes de Ester expor Ham√£. Desse momento em diante, a previs√£o da esposa de Ham√£ se cumpre quando ele √© executado e o plano de genoc√≠dio √© revogado. Mardoqueu e Ester recebem posi√ß√Ķes de destaque e o favor do rei, e os judeus s√£o salvos de seus inimigos.

Uma caracter√≠stica not√°vel desse livro, que tem dado origem a muitos debates √© a total aus√™ncia de referencias diretas a Deus, √† adora√ß√£o, √† ora√ß√£o ou ao sacrif√≠cio. Essa “secularidade” tem produzido muitas criticas de pessoas que julgam o livro de pouco valor religioso. Parece no entanto que o autor refreou-se deliberadamente de mencionar Deus ou qualquer atividade religiosa, como artif√≠cio liter√°rio que visa ressaltar o fato de que √© Deus quem controla e dirige todas as coincid√™ncias aparentemente insignificantes que perfazem o enredo e acabam levando ao livramento dos judeus. O governo soberano de Deus √© pressuposto a cada passo, pressuposi√ß√£o que fica ainda mais evidente pela aus√™ncia total de refer√™ncias a Ele.

PROP√ďSITO E MENSAGEM
O prop√≥sito central do autor era registrar a institui√ß√£o da festa do Purim e manter viva para as gera√ß√Ķes posteriores, a lembran√ßa do grande livramento do povo judeu no reinado de Xerxes. O livro explica tanto o in√≠cio dessa observ√Ęncia quanto a obriga√ß√£o da comemora√ß√£o perp√©tua (3.7; 9.24,28-32).

Os acontecimentos na cidade persa de Susã ameaçavam a continuidade dos propósitos de Deus na história da redenção de seu povo.

O livro de Ester possui bons argumentos a favor dos atos de Deus. A hist√≥ria de Israel estava repleta de relatos das grandes interven√ß√Ķes de Deus a favor do seu povo. As dez pragas no Egito; o livramento do Egito; a abertura do mar Vermelho e a queda dos muros de Jeric√≥, eram exemplos cl√°ssicos da salva√ß√£o milagrosa de Israel. Depois, o retorno dos exilados do cativeiro babil√īnico provou a capacidade divina cont√≠nua de realizar o imposs√≠vel.

Mas Deus n√£o parece vis√≠vel no livro de Ester. No entanto, onde outros veem coincid√™ncias, Israel viu o Senhor agindo. A ins√īnia de um rei (6.1-2) pode resultar no mesmo livramento causado pela divis√£o do mar Vermelho.

A mensagem do livro é clara: os métodos divinos podem variar, mas não seus propósitos. Suas atividades podem estar obscurecidas para os céticos pelo disfarce da coincidência, mas o povo de Deus reconhece sua mão soberana nos ciclos da história. Seu nome não é mencionado; sua influência, contudo, é indiscutível.

UM AMALEQUITA NA CORTE DE ASSUERO
No decurso da narrativa o autor relembra que continuava o conflito entre judeus e amalequitas, j√° que Ham√£ era descendente de Agague, rei dos amalequitas (1Sm 15.32-33), isso tamb√©m √© confirmado por Fl√°vio Josefo, historiador judeu do I s√©culo a.D., no livro "HIST√ďRIA DOS HEBREUS". O conflito entre israelitas e amalequitas come√ßou durante o √™xodo (Ex 17.8-16; Dt 25.17-19) e continuou por toda a hist√≥ria de Israel (1Sm 15; 1Cr 4.43). Os amalequitas, sendo os primeiros que atacaram Israel depois de este ser liberto do Egito, eram considerados a uni√£o de todas as pot√™ncias mundanas organizadas contra o povo de Deus (Nm 24.20). Agora com Israel liberto do cativeiro babil√īnico, o decreto de Ham√£ √© o √ļltimo esfor√ßo de amaleque para destruir os israelitas.

Após o conflito com os amalequitas há o descanso prometido ao povo de Deus (Dt 25.19). Depois de derrotado Hamã, os judeus desfrutam de descanso dos seus inimigos (9.16-22).

A FESTA DO PURIM
O livro de Ester √© lido anualmente na celebra√ß√£o judaica do Purim. Purim do nome Pur, significa “sorte”. Esta festa foi institu√≠da para comemorar a sorte que foi lan√ßada por Ham√£, grande inimigo dos judeus. Lan√ßada a sorte no primeiro m√™s do ano, foi fixado dia treze do duod√©cimo m√™s (adar) do mesmo ano, para a execu√ß√£o do plano de Ham√£, que era destruir todos os judeus da P√©rsia. A supersti√ß√£o de Ham√£, em dar cr√©dito √†s sortes, foi a causa da sua pr√≥pria ru√≠na e da preserva√ß√£o dos judeus, que assim tiveram tempo de procurar o aux√≠lio de Ester. Os judeus observam a festa nos dias 14 e 15 do m√™s de adar. Dando nessa ocasi√£o, de uma maneira solene, gra√ßas a Deus pelo seu livramento (9.14).

Segundo o costume moderno dos judeus, depois de escurecer, acendem-se as velas e inicia-se a leitura do livro de Ester, escrito em um rolo. Na leitura ao chegar a palavra HAM√É, o povo clama: "SEJA APAGADO SEU NOME"! "PERE√áA O NOME DOS PERVERSOS"! Ao acabar a leitura, o povo exclama: "Maldito seja Ham√£; bendito seja Mordecai; Maldita seja Zeres (mulher de Ham√£); bendita seja Ester; malditos sejam todos os id√≥latras, e bendito seja Harbona que enforcou Ham√£". Ao findar este culto na sinagoga o povo se entrega a folgar. H√° um prov√©rbio judeu que diz: “O templo pode cair, mas nunca a festa do Purim”. Isso mostra como aquele livramento t√£o poderosamente impressionou os israelitas.
RESUMO
Os eventos principais da história giram em torno de três festas:

I- A FESTA DE XERXES E OS FATOS RELACIONADOS COM ELA:
(a)- No sétimo dia da festa, quando o rei estava alegre devido ao vinho, a rainha Vasti desobedeceu a ordem de aparecer perante os príncipes reunidos (1. 1-12).
(b)- O rei furioso aceitou o conselho de seus s√°bios e destronou a rainha (1.13-22).
(c)- Depois da busca por todo o reino, de uma nova rainha, Ester, uma judia, foi escolhida (2.1-17).

II- A FESTA DE ESTER, EVENTOS PRELIMINARES E DESENLACE FINAL:
(a)- Mardoqueu, o judeu, pai adotivo de Ester, salva a vida do rei (2.7 e 2.21-23).
(b)- A ascens√£o de Ham√£ e a recusa de Mardoqueu de honr√°-lo; a f√ļria de Ham√£ e sua decis√£o de destruir os judeus (3.1-15).
(c)- O luto dos judeus por causa do compl√ī de Ham√£ (4.1-4).
(d)- A determinação heroica de Ester de comparecer perante o rei sem ser convidada (4.5-17).
(d)- Ester ao ser recebida pelo rei, convida este e a Ham√£ para uma festa (5.1-8).
(f)- Ham√£ prepara uma forca para Mardoqueu (5.9-14).
(g)- Durante uma noite de ins√īnia o rei examina os registros da corte e descobre que Mardoqueu n√£o havia sido recompensado por haver salvo a vida do rei (6.1-3).
(h)- A vaidade egoísta de Hamã resulta em sua própria humilhação e em grande honra para Mardoqueu (6.4-11).
(i)- A festa de Ester. O compl√ī de Ham√£ √© descoberto, e este √© pendurado na forca que havia preparado para Mardoqueu (cap. 7).

III – A FESTA DO PURIM:
(a)- O rei autoriza que os judeus se defendam de seus inimigos (cap. 8).
(b)- A vingança dos judeus é executada (cap. 9).
(c)- A festa do Purim é instituída (9.20-31).
(d)- A exaltação de Mardoqueu (cap. 10).



FONTES:
Estudo Panor√Ęmico da B√≠blia – Editora Vida
Panorama do Antigo Testamento – Editora Vida
Bíblia de Estudo NVI РEditora Vida
Bíblia de Estudo de Genebra РSBB

Bíblia Thompson РEditora Vida
Pequena Enciclopédia Bíblica - Editora CPAD
Perguntas Dif√≠ceis de Responder - Elias Soares de Moraes - Ed. Beit Shalon