quarta-feira, 17 de junho de 2015

Uma historia construída por Jesus.

Aprendendo ter uma vida com Jesus Cristo.

51-Construindo uma Vida Duradoura

O Pregador acabou de pregar seu Sermão, e seu convite à ação, já começado, está agora concluído. O caminho bifurcou-se continuamente, ao longo do discurso: dois tipos de justiça, dois tipos de tesouro, uma estrada larga ou uma estreita, hipocrisia ou simplicidade, este mundo ou o próximo, nossa vontade ou a de Deus. A escolha foi clara e fortemente delineada.
N√£o √© parecer bom, ou mostrar-se piedoso, ou fazer "algo maravilhoso" em nome de Jesus que leva algu√©m ao reino de Deus. √Č obedi√™ncia. Obedi√™ncia como express√£o de absoluta confian√ßa. Em seu apelo conclusivo, o Senhor j√° pintou dois quadros para ilustrar este fato. Ele agora d√° a seus ouvintes o terceiro e √ļltimo.
"Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, ser√° comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com √≠mpeto contra aquela casa, que n√£o caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e n√£o as pratica, ser√° comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com √≠mpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ru√≠na" (Mateus 7:24-27).
Os Dois Construtores. Nestes vers√≠culos, o Senhor apresenta-nos dois construtores. Podemos descobrir a diferen√ßa entre eles observando as similari-dades. Ambos tinham o mesmo desejo: construir uma casa, um lugar para viver, um lugar de abrigo e seguran√ßa. Ambos constru√≠ram sua casa e, se as duas eram diferentes, n√£o √© mencionado. Ambas as casas foram postas √† prova pela mesma tempestade. Por fim, a √ļnica diferen√ßa discern√≠vel nestes dois construtores e suas casas √© o alicerce sobre o qual escolheram construir: um, sobre a rocha, o outro, sobre a areia. E, antes do dil√ļvio cair, ambos os homens pareciam ter tido sucesso admir√°vel.
A hist√≥ria sugere que, qualquer que seja a casa, todos os homens est√£o procurando constru√≠-la. Poderia ser chamado "sucesso", "felicidade," "paz de esp√≠rito" ou "realiza√ß√£o". Ela representa as aspira√ß√Ķes comuns do cora√ß√£o humano, aspira√ß√Ķes que n√£o s√£o necessariamente erradas em si mesmas, mas uma parte da maneira como Deus nos fez. ". . . p√īs a eternidade no cora√ß√£o do homem" (Eclesiastes 3:11).
Os diferentes fundamentos representam o modo pelo qual tentamos realizar nosso desejo de felicidade. Quanto √† opini√£o do Filho de Deus, h√° somente dois fundamentos sobre os quais podemos repousar nossas aspira√ß√Ķes para a m√°xima realiza√ß√£o: submetendo-nos a sua vontade, ou rebelando-nos contra ela. A primeira casa permanecer√°, a segunda cair√°.
Os Dois Fundamentos. O construtor prudente levou tempo para escavar um apoio s√≥lido (Lucas 6:48). Foi trabalhoso e tomou tempo, mas sua casa e todo o seu esfor√ßo, at√© mesmo sua pr√≥pria vida, estavam em jogo. Ele pensou no futuro e considerou mais do que os c√©us ensolarados do presente. Foi para a tempestade inevit√°vel que ele construiu.
O insensato construiu para o momento presente, sem ser previdente. Tudo o que pudesse ser feito com pouco esfor√ßo e conseguir resultados r√°pidos o atra√≠am. Ele sup√īs que, como as coisas eram, assim sempre seriam. A id√©ia de que sua casa pudesse ser severamente posta √† prova parece que nunca entrou em sua cabe√ßa. Ele, sem d√ļvida, tinha levantado e mobiliado sua casa antes que seu vizinho lutador sequer tivesse conclu√≠do seu fundamento.
Construindo Antes da Tempestade. √Č importante perceber que, na hist√≥ria de nosso Senhor, h√° um tempo quando quaisquer diferen√ßas entre estes dois construtores ser√£o dif√≠ceis de ver. Ambos parecer√£o ter tido bom √™xito, com as casas firmemente est√°veis, em p√©. De fato, o insensato, tendo-se poupado tantas durezas, pode parecer mesmo ter levado a melhor. E √© no meio deste tempo, antes da tempestade, que temos que decidir como construir nossas casas espirituais. Certamente, ser√° bastante f√°cil ver a diferen√ßa depois da tempestade, mas a√≠ ser√° tarde demais para adiantar alguma coisa. √Č agora, no sossego antes do cataclisma, que temos que agir pela f√©. Temos que nos preparar para o dil√ļvio antes de chuva. Temos que fugir de Sodoma antes mesmo do primeiro sinal de tempestade de fogo.
Para o olhar distra√≠do, a diferen√ßa pr√°tica entre os filhos de Deus e os filhos deste mundo ser√° dif√≠cil de ver. Ambos sofrer√£o problemas, conhecer√£o decep√ß√Ķes, cair√£o doentes e morrer√£o. Por esta raz√£o, as pessoas de mente leviana sempre lutar√£o para ver a distin√ß√£o entre a verdadeira justi√ßa e a hipocrisia farisaica, entre a estrada estreita e a larga, entre o verdadeiro profeta e o zeloso impostor. Esta √© a raz√£o pela qual uma atitude de humildade e honestidade √© t√£o vital para aqueles que querem sobreviver √† tempestade do divino julgamento. Temos que ter a mansid√£o de esp√≠rito que nos capacitar√° a ver-nos a n√≥s mesmos como somos, e o Filho de Deus, como ele √©.
Est√° chegando o dia quando as diferen√ßas que tendem a escapar √† aten√ß√£o daquele que n√£o pensa ser√£o claramente evidentes. Falando desse dia de ajuste de contas, em sua explica√ß√£o da Par√°bola do Joio, Jesus promete que "Ent√£o os justos resplandecer√£o como o sol, no reino de seu Pai" (Mateus 13:43). Mesmo o mais cego dos homens ver√°, ent√£o, a diferen√ßa. Precisamos dos olhos para v√™-la agora e, conseq√ľentemente, acertar nossas vidas.

52. A Rocha Inabal√°vel
Em suas derradeiras palavras (Mateus 7:24-27), com uma not√°vel aus√™ncia de qualquer coisa pomposa ou adornada (isso n√£o teria servido ao estilo do Mestre ou do seu Serm√£o), Jesus insiste com seus ouvintes para que considerem ponderadamente as conseq√ľ√™ncias da resposta que escolherem dar-lhe. Indiferen√ßa e neutralidade n√£o s√£o uma op√ß√£o. Todos os homens construir√£o. A √ļnica quest√£o que fica √©: onde? Ele confronta o ouvinte diretamente, n√£o deixando nenhum espa√ßo para manobra. Submeter-se-√£o eles a sua vontade e far√£o o que ele diz ou n√£o? A escolha √© deles, mas √© uma escolha radical, com repercuss√Ķes radicais.
O assunto, através do Sermão, foi a obediência. A voz que fala não é simplesmente a voz da verdade e da sabedoria, mas a voz da autoridade e do poder. A submissão tem que ser tanto ampla como profunda, tão ampla como seu menor mandamento (Mateus 5:19-48) e tão profunda como nossos mais íntimos pensamentos (6:1-34).
E a quem estas palavras s√£o especialmente dirigidas? N√£o aos ateus e aos publicanos, pois eles quase n√£o receberam aten√ß√£o neste grande discurso. O "pois" com o qual Jesus inicia este √ļltimo ponto de seu Serm√£o nos diz que ele est√° tirando uma conclus√£o do que acabou de dizer sobre os pseudo-profetas e os falsos mestres (7:15-23). Estas palavras, como na verdade todo o Serm√£o, s√£o dirigidas √†queles que fazem uma simula√ß√£o do discipulado. Elas confrontam esta religiosidade superficial oferecida como um substituto para a obedi√™ncia que estava ent√£o atormentando a na√ß√£o de Israel, e est√° fazendo devasta√ß√£o em nosso tempo. O "homem prudente" n√£o √© o homem que ouve estas palavras e as compreende, nem mesmo o homem que ouve e cr√™ no Filho de Deus. As pessoas, a quem o Senhor estava se dirigindo, j√° tinham ouvido e "crido", e at√© certo ponto, entendido, mas a quest√£o em torno da qual tudo girava era se eles tinham obedecido. N√£o h√° nada que este Serm√£o ataque profundamente mais do que a constante cita√ß√£o de Jo√£o 3:16, daqueles que diligentemente evitam o estudo e a pr√°tica da pr√≥pria palavra daquele em quem professam crer. √Č uma zombaria!
Naturalmente, o fato que este Serm√£o e estas palavras em particular, s√£o dirigidos especialmente aos falsos disc√≠pulos, n√£o significa que elas n√£o t√™m aplica√ß√£o √†queles que n√£o fazem o menor fingimento de seguir a Jesus. Seja um simulador ou um salafr√°rio, as conseq√ľ√™ncias da rebeli√£o s√£o as mesmas. Areia √© areia.
A Rocha Inabal√°vel. O homem prudente, disse Jesus, √© o homem que ouve a palavra do c√©u e a atende, sem perguntas, sem desculpas. Por causa de uma f√© obediente, seu relacionamento com o Pai e o Filho √© t√£o inabal√°vel como uma enorme jazida de pedra (Grego petra) numa tempestade. O Filho de Deus deu a mesma seguran√ßa em Jerusal√©m, no m√™s de dezembro, antes que ele morresse, quando ele disse de suas "ovelhas" que "me seguem" e "ouvem a minha voz" que "ningu√©m as arrebatar√° da minha m√£o" (Jo√£o 10:27-29). Paulo repetiu Jesus quando ele assegurou aos romanos que, quanto aos que amam o Senhor e s√£o chamados de acordo com seu prop√≥sito, nada os separar√° "do amor de Deus que est√° em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 8:38-39). √Č a "obedi√™ncia da f√©" (Romanos 1:5; 16:26), como um vivo e constante princ√≠pio de vida que nos une ao Salvador dos homens, numa uni√£o inquebr√°vel. Conforme Isa√≠as prometeu, o Senhor Deus lan√ßou seu fundamento em Si√£o, uma "pedra preciosa, angular, solidamente assentada" e "aquele que nela cr√™ n√£o ser√° confundido" (Isa√≠as 28:16; Romanos 9:33).
√Č importante lembrar-nos de novo, neste ponto, que Jesus n√£o est√° lidando aqui com a base de nossa salva√ß√£o (gra√ßa), mas com a natureza da f√© que responde a ele. Tiago est√° apenas repetindo o Serm√£o da Montanha quando ele nos adverte para que sejamos "praticantes da palavra, e n√£o somente ouvintes" (1:22) e declara que a "f√©, se n√£o tiver obras, por si s√≥ est√° morta . . ." (2:17-26). Por que agir como se Tiago fosse um inovador, aqui? Foi Jesus quem primeiro pregou este princ√≠pio e ele o fez no "evangelho do reino" (Mateus 4:23). Esta verdade b√°sica precisa desesperadamente ser levada a s√©rio. Aqueles que se tornaram t√£o fascinados com a salva√ß√£o pela gra√ßa que esvaziaram a f√© de todo conte√ļdo, precisam perceber que est√£o brincando, n√£o com a inconveni√™ncia, mas com a destrui√ß√£o. H√° abund√Ęncia de miseric√≥rdia para cada alma que se submete ao dom√≠nio de Cristo de todo o cora√ß√£o: Seu cora√ß√£o se partir√° e voltar√° a Deus a cada transgress√£o; mas n√£o haver√° nenhuma compaix√£o para aqueles que, orgulhosamente, determinarem que a gra√ßa tornou os mandamentos do Senhor do reino sem nenhum efeito.

53. Rocha ou Areia?
Jesus chamou para obediência à sua Palavra, que é tanto profunda como abrangente, mas isso não é um convite à justificação pelas obras de justiça. Ele insiste para que os cidadãos do reino procurem a perfeição do amor sem egoísmo do Pai deles (Mateus 5:43-48), mas diz francamente que eles ainda precisarão se arrependerem de seus erros (5:23) e procurar a misericórdia (5:7). Na ocasião de sua morte, quando Jesus recomenda os Doze ao seu Pai, como homens que guardaram "tua palavra" (João 17:6), ele não está dizendo que eles ficaram sem pecado desde que se tornaram seus discípulos (a história deles prova o contrário), mas que sua dedicação a ele foi autêntica e sua penitente tristeza por seus pecados pura.
Aqueles que constroem suas vidas sobre "a rocha" estão dizendo duas coisas: que estão determinados a manter a palavra de Cristo a todo o custo, e que estão confiando em seu sangue redentor para a misericórdia por seus fracassos. A obediência, no reino do céu, nunca foi um meio de justificação do pecado, mas um modo de exprimir fé (Tiago 2:14-26) e amor (João 14:15,21,23; 15:10,14). Se há algum outro modo de demonstrar estas duas indispensáveis qualidades da vida do reino, ele é desconhecido pela Escritura.
A despeito da clareza da escolha que o Senhor p√īs diante dos seus ouvintes, h√° sempre aqueles que querem construir sobre a areia e cham√°-la de rocha. Eles est√£o √† procura de solu√ß√Ķes r√°pidas e f√°ceis para seus problemas e um caminho f√°cil para a justi√ßa e a paz. S√£o tais mentes que tendem a voltar as igrejas do Senhor para uma mensagem mais popular e aceit√°vel, uma que apara as arestas duras das exig√™ncias do evangelho e p√Ķe no seu lugar rem√©dios psicol√≥gicos que n√£o machucam, e n√£o t√™m for√ßa. Em vez de um chamado penetrante para um cora√ß√£o renascido, s√≥ h√° intermin√°veis falat√≥rios sobre "atitudes mentais positivas", "amor pr√≥prio" e "auto-aceita√ß√£o". Um sentido de valor pr√≥prio e um esp√≠rito positivo n√£o s√£o assuntos de pouca conseq√ľ√™ncia, por√©m n√£o ser√£o conseguidos procurando-se-os por si mesmos. Eles s√£o o sub-produto natural da penitente procura de Deus e de sua vontade e a conseq√ľente certeza de aceita√ß√£o em sua gra√ßa (Atos 10:34; 2 Cor√≠ntios 8:12; Ef√©sios 1:6-7).
A perda do amor pr√≥prio vem mais freq√ľentemente do fracasso em procurar o Senhor sincera e obedientemente. √Č duro para uma pessoa olhar-se no olho quando ela sabe que n√£o est√° sendo aut√™ntica para com Deus. A verdadeira gra√ßa de Cristo traz submiss√£o e seguran√ßa. Gra√ßa barata e sem exig√™ncia serve s√≥ para enganar o superficial.
√Č estarrecedor que este grande Serm√£o, com sua tremenda √™nfase em entender e obedecer aos mandamentos de Deus, n√£o tenha um grande impacto na mente crist√£ popular. Talvez a raz√£o para isto repouse na id√©ia, largamente aceita, que desde que n√£o estamos sob a lei, mas sob a gra√ßa (Romanos 6:14), os mandamentos de Cristo s√£o meras orienta√ß√Ķes (gra√ßa), enquanto os mandamentos de Mois√©s eram estatutos para ser estritamente obedecidos (lei). Que isto √© uma pervers√£o do que disse Paulo torna-se evidente com a admirada pergunta que segue sua afirma√ß√£o sobre a gra√ßa e a lei: "Havemos de pecar porque n√£o estamos debaixo da lei e, sim, da gra√ßa? De modo nenhum" (6:15). A verdade √© que Deus nunca, desde Ad√£o, emitiu um mandamento que ele n√£o esperasse que fosse obedecido. Sua vontade surge de sua natureza cheia de gra√ßa e justi√ßa e √© "para o nosso perp√©tuo bem" (Deuteron√īmio 6:24; 1 Jo√£o 5:3).
A gra√ßa de Deus n√£o √© sem lei. O evangelho √© simplesmente um sistema de gra√ßa (onde h√° perd√£o por transgress√Ķes da lei de Deus) em oposi√ß√£o a um sistema de lei (onde n√£o h√° nenhum). N√£o somente a gra√ßa n√£o remove as exig√™ncias da lei divina, mas trabalha para atender essas exig√™ncias por um sacrif√≠cio redentor (Romanos 8:1-4). Sem a lei de Deus, sua gra√ßa ficaria sem significado, uma vez que a aus√™ncia de lei tornaria o pecado imposs√≠vel (Romanos 4:5) e o perd√£o desnecess√°rio.
O homem tem estado sob a lei divina desde Ad√£o, uma lei que se resumia melhor nos mandamentos para amar a Deus supremamente e ao pr√≥ximo como a si mesmo (Mateus 22:35-40). Entretanto, essa lei nunca anulou a justifica√ß√£o pela f√©, uma reden√ß√£o tornada poss√≠vel em todas as gera√ß√Ķes por causa do que Deus planejou fazer em Cristo (Hebreus 9:15). O fato que Abel foi justificado pela f√© e mostrou essa f√© por uma cuidadosa obedi√™ncia √† lei divina, demonstra que a salva√ß√£o pela gra√ßa n√£o altera nossa responsabilidade em obedecer a Deus (Hebreus 11:4). O fato que No√© foi justificado pela f√© e manifestou essa f√© por uma escrupulosa submiss√£o aos mandamentos divinos, confirma esta mesma verdade (Hebreus 11:7). Os casos de Abra√£o (Hebreus 11:8-9,17-19) e Mois√©s (11:25-27) acrescentam mais evid√™ncia.
Se, então, a justificação pela fé, em eras passadas, não removeu a necessidade de obedecer aos mandamentos, conforme dados por Deus, a mesma necessidade tem que governar na era do evangelho. A graça de Deus em Cristo não nos livra da necessidade de obedecer ao Senhor, mas nos capacita a obedecer a ele sem medo de julgamento. E, por este mesmo meio, somos não só perdoados, mas transformados (Romanos 8:1,29). Esta é a mensagem do Sermão da Montanha. O Pregador nos deixou entre a rocha e a areia, entre a confiança obediente e a rejeição infiel, e nos desafiou a escolher.

54. ". . . Sendo Grande a sua Ruína"
O sil√™ncio profundo que se abateu sobre aquela encosta da Galil√©ia, quando Jesus terminou seu not√°vel Serm√£o, deve ter sido intenso. Suas palavras tinham sido chocantes e desconcertantes. A sabedoria convencional tinha sido contestada e as t√£o antigas tradi√ß√Ķes rejeitadas. O reino de Deus n√£o estava para ser revelado em alguma conquista filistina, mas num absoluto amor a Deus e num altru√≠sta amor ao homem; e o esp√≠rito deste amor haveria de ser visto numa obedi√™ncia submissa √† divina vontade. Nos mais concretos termos e com radical retid√£o, o Filho de Deus descreveu o reino do c√©u como ele verdadeiramente √©, e ent√£o desafiou seus ouvintes a receb√™-lo. Mateus n√£o nos diz como os disc√≠pulos responderam, mas "estavam as multid√Ķes maravilhadas da sua doutrina" (Mateus 7:28).
As √ļltimas palavras do Senhor s√£o sombrias. Elas falam da extrema ru√≠na, desastre de indescrit√≠veis propor√ß√Ķes, para aqueles que escolhessem rejeitar suas palavras e o reino de Deus entre os homens. N√£o h√° nenhum universalismo consolador no Serm√£o da Montanha. N√£o h√° salva√ß√£o para todos, no final. Tanto quanto este grande discurso fala da extrema paz e felicidade, ela tamb√©m fala, muito claramente, e finalmente, da possibilidade da total perda e mis√©ria. √Č este aspecto do evangelho do reino que torna sua mensagem t√£o urgente e t√£o grave.
O apego que as mentes universalistas sentem por este sermão está além da explicação. Atentam eles para os grandes ensinamentos éticos do Salvador e simplesmente ignoram o resto? Nunca, em toda a Bíblia, foram emitidas mais ominosas advertências de julgamento do que aquelas ditas na agora famosa encosta da Galiléia. Nem estão elas restritas a um estreito canto da mensagem do Senhor. A perspectiva da divina rejeição se encaixa através de todo o Sermão. Para aqueles que se recusam a fazer, de coração, a vontade de seu Pai, Jesus promete, não meramente a perda de toda a recompensa celestial (Mateus 6:1-2,5,16), mas severo julgamento, julgamento esse que é sem misericórdia (6:15; 7:1-2). O Senhor descreve o desobediente como viajando na estrada para a "perdição" (7:13) e em perigo do "inferno de fogo" (5:22,29-30; 7:19).
√Č por esta raz√£o que Jesus caracteriza o destino dos rebeldes, sejam inteiramente mundanos ou hip√≥critas religiosos, como uma "grande" ru√≠na e uma "grande" queda (Lucas 6:49; Mateus 7:27). A perda de Deus n√£o h√° de ser uma sossegada descida para o inferno, mas uma consciente e infind√°vel aliena√ß√£o de tudo o que Deus √©: amor, compaix√£o, pureza, santidade, justi√ßa, verdade, e a acompanhante ang√ļstia que um tal horror produz (Mateus 13:41-42,49-50; 25:46). Ser√° o destino escolhidopor aqueles que se afastam do amor e do caminho de Deus, para passarem a eternidade com toda a falsidade, hipocrisia, arrog√Ęncia, ego√≠smo, concupisc√™ncia, √≥dio e brutalidade da hist√≥ria humana (1 Cor√≠ntios 6:9-10; G√°latas 5:19-21; 2 Tessalonicenses 1:7-9; Apocalipse 14:9-11; 21:8; 22:10-15). A profundidade de tal escurid√£o moral, a intensidade de tal fogo espiritual, excedem qualquer descri√ß√£o. Nessas trevas, com seu "fogo eterno", ali haver√° verdadeiramente "choro e ranger de dentes" (Mateus 25:30,41).
√Č preciso ser afirmado, a despeito destas palavras sombrias de advert√™ncia, que o ponto total da obra e da prega√ß√£o do Senhor era para libertar os homens de tal indiz√≠vel destino? Se sua prega√ß√£o, √†s vezes, parece abrupta, √© somente para despertar-nos das rotinas religiosas insensatas, atrav√©s das quais seguimos nosso caminho como son√Ęmbulos. Jesus chama-nos a um relacionamento vital com seu Pai. √Č um relacionamento que nos faz verdadeiramente vivos, permeando o pensamento e a a√ß√£o, transformando o car√°ter e a personalidade, fazendo-nos, al√©m de qualquer d√ļvida, os filhos do Deus vivo.
A grandeza do amor de Deus deveria ser causa suficiente para nos trazer, em alegre submiss√£o, ao seu justo e gracioso dom√≠nio, mas a realidade de nossa natureza √© que, freq√ľentemente, nada, salvo o trov√£o do julgamento divino, pode abrir nossos ouvidos √† sua voz. E √© com isto em mente que aquele que nos amou mais que tudo encerra o Serm√£o, no qual mais do que qualquer outro ele abre aos olhos humanos os maravilhosos caminhos do c√©u.

55. Jamais Alguém Falou Como Este Homem
"Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multid√Ķes maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e n√£o como os escribas" (Mateus 7:28-29). Mateus n√£o relata a resposta dos disc√≠pulos ao Serm√£o de Jesus, mas as "multid√Ķes" curiosas, ele diz, estavam maravilhadas. E esta n√£o seria a √ļnica vez em que os ouvintes do Senhor seriam petrificados, surpreendidos pelo inesperado conte√ļdo e maneira de suas palavras. Mais tarde, alguns soldados judeus, enviados para prend√™-lo, cometeriam o erro de parar para ouvir, e ent√£o voltariam admirados e de m√£os vazias para seus superiores incr√©-dulos, sem melhor explica√ß√£o para seu fracasso do que "jamais algu√©m falou como este homem" (Jo√£o 7:46).
N√£o h√° nada de misterioso em tudo isto; nem estranha manipula√ß√£o da mente, nem encantamentos, nem transes. √Č simplesmente o efeito que ouvir a voz de Deus produz nos cora√ß√Ķes humanos. Jesus parecia, por todos os modos, ser t√£o normal, t√£o usual, um oper√°rio comum dos fund√Ķes religiosos da Galil√©ia, totalmente sem instru√ß√£o formal e ambiente. Este fato, freq√ľentemente, tornou suas extraordin√°rias palavras incr√≠veis para seus ouvintes (Marcos 6:2-3; Jo√£o 6:15), que pareciam relutantes em aceitar seu testemunho de que seus ensinamentos procediam de seu Pai (Jo√£o 7:16-17). Suas palavras n√£o foram acompanhadas pelo tipo de flamejante demonstra√ß√£o que sacudia o cume do Sinai, derretia e levava ao terror os cora√ß√Ķes de Israel (Hebreus 12:18-24). Era apenas um homem falando. Entretanto, ele estava falando a absoluta, a inequ√≠voca verdade; n√£o simplesmente como algu√©m que a tivesse aprendido, mas algu√©m que a havia experimentado, como algu√©m que, afinal, era id√™ntico a ela (Jo√£o 1:18; 14:6). Este fato sozinho estava destinado a dar uma qualidade especial e compulsiva √†s palavras de Jesus. Ele os ensinava "como quem tem autoridade", como algu√©m que sabia sobre o que estava falando.
Os geralmente insensatos escribas, n√£o sendo reais estudantes da pr√≥pria lei e com pouco pensamento original, gastavam os seus dias estudando e comparando o que os rabis antigos e influentes haviam dito sobre a lei. Eles penduravam seus argumentos em infind√°veis cord√Ķes de cita√ß√Ķes rab√≠nicas e fantasiosas interpreta√ß√Ķes. Em contraste com as fracas especula√ß√Ķes dos escribas, que tinham em volta deles o som met√°lico da confus√£o humana, a prega√ß√£o de Jesus ressoava com o tom profundo da verdade confiante. Estava repleta de cita√ß√Ķes do Velho Testamento ("est√° escrito") e simples declara√ß√Ķes de fato ("em verdade vos digo"). E, se os escribas citavam as interpreta√ß√Ķes dos antigos rabis com facilidade, Jesus ainda mais facilmente os contradizia. √Č inevit√°vel que a voz de Deus soe como a voz de Deus, e a voz do homem como a voz do homem. At√© mesmo as multid√Ķes, √†s vezes insens√≠veis, que ouviam o extraordin√°rio Serm√£o do Senhor, podiam perceber a diferen√ßa, e isso os espantava.
As palavras de Jesus e de todos os profetas a quem Deus mandou falar aos homens terão sempre consigo a marca de sua origem. Sua força é o poder da divina sabedoria e verdade, e todos os homens são destinados a sentir sua influência, mesmo quando eles escolhem rejeitar estas palavras. "A palavra de Deus é viva e eficaz . . . apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Hebreus 4:12).
√Ä extraordin√°ria natureza de suas palavras, como fonte de diferen√ßa e surpresa, tem certamente que ser adicionado o profundo amor de Jesus e cuidado por seus ouvintes. Enquanto os escribas lutavam meramente com palavras e argumentos, o grande Mestre, em seu ensinamento, buscava as pessoas. Muito freq√ľentemente os l√≠deres religiosos de Israel viam o povo como algo a ser manipulado e usado. Deve ter ficado aparente que o Filho de Deus tinha vindo para transformar, antes que manipular, para aben√ßoar, antes que usar.
As palavras de Jesus foram sempre desafiadoras e penetrantes, mas eram refrescantes, também. E assim é como deveríamos ter esperado. Pois nunca na história humana, antes ou depois, foi a voz de Deus ouvida no mundo com tal absoluta plenitude de verdade e com tal demonstração de sua viva realidade, na carne de um homem. Nós, também, temos que confessar em admiração que "jamais alguém falou como este homem".

56. Além do Sermão: O Pregador
Finalmente, não estamos tão confrontados com a compulsiva e desafiadora mensagem deste grande Sermão como estamos com a pessoa do próprio Pregador. A questão principal, com a qual ela nos deixa, não é "O que você pensa deste Sermão?" mas "O que você pensa deste Mestre?".
N√£o h√°, talvez, nenhuma abordagem mais cega do Serm√£o da Montanha do que aquela do racionalismo religioso, que v√™ nele os ensinamentos morais e espirituais do "real" Jesus, antes que sua hist√≥ria ficasse coberta de posteriores reivindica√ß√Ķes sobrenaturais. Eles, portanto, t√™m abra√ßado o Serm√£o como um tremendo avan√ßo em ci√™ncia √©tica, conseguido por um Cristo puramente humano. Como tal, ele cont√©m, para eles, s√°bio conselho, por√©m n√£o a palavra de Deus. √Č estranho que homens, geralmente t√£o brilhantes, possam ter feito uma tal an√°lise, patentemente falsa. A verdade √© que nenhum ensinamento nos Evangelhos apresenta um tal quadro compulsivo do divino Cristo como o faz este memor√°vel discurso galileu.
Os primeiros ouvintes foram tocados pelo extraordin√°rio ar de autoridade do Mestre. Ele era t√£o diferente dos escribas especuladores deles! Ele n√£o teorizava nem hesitava. Ele n√£o era nem tentativo nem justificativo, mas com calma seguran√ßa lan√ßou o fundamento de um reino celestial. N√£o era s√≥ estilo, mas subst√Ęncia, e havia todas as raz√Ķes para que ele falasse com autoridade.
Ele era o Cristo, o t√£o prometido Messias, que estava destinado a cumprir o eterno prop√≥sito de Deus. Jesus n√£o diz, meramente, que cada "jota e til" da lei e dos profetas seria cumprido, afirmando a divina origem das Escrituras do Velho Testamento, mas que ele tinha vindo para cumpri-los (Mateus 5:17-18). Este Pregador proclama ser a consuma√ß√£o dos tempos! Ele se v√™ como o Alfa e o √Ēmega, o fim bem como o come√ßo.
Ele era o Senhor e por fim haveria de ser o Juiz. Este pregador reivindica n√£o somente ensinar aos homens a eterna verdade, mas ser o governador divinamente empossado de seu destino. Ele claramente se retrata como aquele que se levantar√° no fim da hist√≥ria e presidir√° sobre a disposi√ß√£o das almas de todos (7:21-23). √Č a Jesus que eles t√™m que prestar a derradeira conta. Que enorme reivindica√ß√£o de divindade √© esta! E a reivindica√ß√£o √© aumentada pela afirma√ß√£o conclusiva do Senhor sobre a base deste julgamento final. Tudo girar√° em torno da resposta de cada pessoa a sua palavra (7:24-27). Os ensinamentos deste Pregador n√£o s√£o conselhos prudentes para alguma temporada passageira, mas s√£o v√°lidos para todo o tempo. Eles nos encontrar√£o na eternidade. Ele claramente pretende que entendamos isso.
Então, em vista disto, não é de admirar que ele pudesse simplesmente dizer, "Em verdade vos digo" e fazer com que soe totalmente certo. Aqueles primeiros ouvintes estavam abismados; eles estavam boquiabertos. E mesmo depois de 1900 anos, estamos abismados também!
Então, como certamente temos aprendido, o Sermão, de fato, é grande. A marca da eterna verdade está sobre ele. Mas, apesar de toda a sua grandeza, o Pregador eleva-se acima do seu Sermão. Ele é o Senhor Cristo, o Filho de Deus, e está destinado a ser o Juiz de todos. Se rejeitarmos este ensinamento e este Mestre, isso faremos por nosso próprio risco eterno. Todo o céu está na mensagem e no Homem.
Entretanto, apesar de todo o seu imenso poder e os assuntos important√≠ssimos que est√£o em jogo, tanto para Deus como para o homem, o Serm√£o n√£o termina com uma ordem imperativa, mas com um insistente convite. Jesus proclamou o reino que √© totalmente estranho aos caminhos deste mundo e destinado a sempre ser assim. Ele proferiu um chamado √† revolu√ß√£o espiritual, a revolu√ß√£o do mais extenso e profundo tipo, que n√£o deixa nenhuma parte do cora√ß√£o humano intocado e sem transforma√ß√£o. √Č um alto chamado, mas radical, e cada um de n√≥s tem que decidir por n√≥s mesmos como responderemos a este extraordin√°rio convite. E, mais s√©rio do que tudo, teremos ent√£o que suportar por toda a eternidade as transcendentes conseq√ľ√™ncias desta decis√£o. Como o Pregador freq√ľentemente disse, "Quem tem ouvidos, ou√ßa."


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Jesus quer salvar você!

Salvação Sem Cristo? Exite?

Pessoas de todas gera√ß√Ķes e sociedades parecem determinadas a criar seus pr√≥prios esquemas de salva√ß√£o. Alguns negam Deus, e portanto n√£o admitem o pecado nem a necessidade de resgate divino. Muitos outros aceitam a id√©ia de que um Ser superior deve intervir, entretanto, fortemente divergem na identifica√ß√£o deste "salvador". At√© alguns que se dizem Crist√£os expressam uma atitude "estou bem, voc√™ est√° bem" quanto a outros que totalmente rejeitam Jesus Cristo. Poderemos ser salvos sem Cristo?
A B√≠blia responde com um inequ√≠voco N√ÉO! Jesus √© indispens√°vel no plano de Deus para a salva√ß√£o. Quando esteve diante do sumo sacerdote em Jerusal√©m, Pedro ousadamente disse que Jesus √© o √ļnico caminho de salva√ß√£o: "E n√£o h√° salva√ß√£o em nenhum outro; porque abaixo do c√©u n√£o existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (Atos 4:12).

Profecias do Salvador

O Velho Testamento cont√©m muitas profecias sobre Jesus Cristo, muitas das quais destacam seu desempenho como Salvador. Entre as mais famosas destas profecias est√° Isa√≠as 53:11-12, escrita mais ou menos 700 anos antes do nascimento de Jesus. Falando do ponto de vista de Deus sobre seu servo sofredor, Isa√≠as escreveu: "Com o seu conhecimento, justificar√° a muitos, porque as iniq√ľidades deles levar√° sobre si. . . . contudo levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu". Antigas profecias tamb√©m predisseram que alguns rejeitariam Jesus enquanto tentariam obter salva√ß√£o sem ele (Salmos 118:22; Atos 4:11; 1 Pedro 2:4-10).
Presença do Salvador

Jo√£o Batista apresentou Jesus como "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo√£o 1:29). Esta foi uma introdu√ß√£o certa ao trabalho de Jesus na prega√ß√£o das boas novas da salva√ß√£o. Em v√°rias ocasi√Ķes, ele exerceu o seu poder para perdoar pecados, ressaltando que a sua cura era espiritual, e n√£o meramente f√≠sica. Jesus abertamente afirmou sua import√Ęncia no plano de Deus: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ningu√©m vem ao Pai sen√£o por mim" (Jo√£o 14:6).
Poder do Salvador

Entretanto o papel de Jesus como o Salvador não terminou quando ele deixou esta terra. Jesus foi exaltado para dominar como Rei sobre todos (Apocalipse 17:14), possuindo todo o poder ou autoridade (Mateus 28:18-20). "E, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem" (Hebreus 5:9).
Reconhecendo que Jesus é um vivo e ativo Salvador, devemos ser obedientes a sua palavra. Deus nos lembra do perigo em rejeitar Jesus Cristo, nos assegurando que Ele punirá "os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus" (2 Tessalonicenses 1:8).

A Frase quer aceitar a Jesus, é anti Bíblico, pois é nós quem precisamos que Jesus nos aceite, e não nós aceitar a ele!

terça-feira, 9 de junho de 2015

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Aprenda a palavra de Deus, na Bíblia de 66 livros a verdadeira!

Vidas Espiritual em todas as √°reas.

Estudando nomes Bíblicos, e o que eles quer dizer!

EIRA- √Ārea de terra batida onde se secam e malham cereais ( Rt 3,2 )  Ora, pois, n√£o √© Boaz, com cujas mo√ßas estiveste, de nossa parentela? Eis que esta noite padejar√° a cevada na eira.( Mt 3.12). Em sua m√£o tem a p√°, e limpar√° a sua eira, e recolher√° no celeiro o seu trigo, e queimar√° a palha com fogo que nunca se apagar√°.
LAGAR- Esp√©cie de tanque  grande, geralmente cavado em rocha, no qual v√°rios homens, com os p√©s descal√ßos, pisavam as uvas para extrair delas o suco usado para fazer venho ( Ne 13,15).  Naqueles dias vi em Jud√° os que pisavam lagares ao s√°bado e traziam feixes que carregavam sobre os jumentos; como tamb√©m vinho, uvas e figos, e toda a esp√©cie de cargas, que traziam a Jerusal√©m no dia de s√°bado; e protestei contra eles no dia em que vendiam mantimentos.
GAFANHOTO-Inseto pertencente √° ordem dos grilos. Os gafanhotos se alimentam de folhas; eles aparecem em bandos (NUVENS)  e acabam com planta√ß√Ķes ( Jl 1.4: 4 O que ficou da lagarta, o gafanhoto o comeu, e o que ficou do gafanhoto, a locusta o comeu, e o que ficou da locusta, o pulg√£o o comeu. ; 2. 1-11).  Tocai a trombeta em Si√£o, e clamai em alta voz no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do SENHOR vem, j√° est√° perto;
Dia de trevas e de escuridão; dia de nuvens e densas trevas, como a alva espalhada sobre os montes; povo grande e poderoso, qual nunca houve desde o tempo antigo, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração.
Diante dele um fogo consome, e atr√°s dele uma chama abrasa; a terra diante dele √© como o jardim do √Čden, mas atr√°s dele um desolado deserto; sim, nada lhe escapar√°.
A sua aparência é como a de cavalos; e como cavaleiros assim correm.
Como o estrondo de carros, irão saltando sobre os cumes dos montes, como o ruído da chama de fogo que consome a pragana, como um povo poderoso, posto em ordem para o combate.
Diante dele temer√£o os povos; todos os rostos se tornar√£o enegrecidos.
Como valentes correr√£o, como homens de guerra subir√£o os muros; e marchar√° cada um no seu caminho e n√£o se desviar√° da sua fileira.
Ninguém apertará a seu irmão; marchará cada um pelo seu caminho; sobre a mesma espada se arremessarão, e não serão feridos.
Irão pela cidade, correrão pelos muros, subirão às casas, entrarão pelas janelas como o ladrão.
Diante dele tremerá a terra, abalar-se-ão os céus; o sol e a lua se enegrecerão, e as estrelas retirarão o seu resplendor.
E o Senhor levantará a sua voz diante do seu exército; porque muitíssimo grande é o seu arraial; porque poderoso é, executando a sua palavra; porque o dia do Senhor é grande e mui terrível, e quem o poderá suportar?
Joel 2:1-11 Algumas esp√©cies eram usada como alimento ( Mt 3.4) 4 E este Jo√£o tinha as suas vestes de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e de mel silvestre. e outras eram proibidas ( Lv 11.22). 22 Deles comereis estes: a locusta segundo a sua esp√©cie, o gafanhoto devorador segundo a sua esp√©cie, o grilo segundo a sua esp√©cie, e o gafanhoto segundo a sua esp√©cie.
MIGRADOR- que costuma mudar de regi√£o ( Jl 1.4 RA). 4 O que ficou da lagarta, o gafanhoto o comeu, e o que ficou do gafanhoto, a locusta o comeu, e o que ficou da locusta, o pulg√£o o comeu.
ASSOLA√á√ÉO- desola√ß√£o ( Jr 6.8). 8 Corrige-te, √≥ Jerusal√©m, para que a minha alma n√£o se aparte de ti, para que n√£o te torne em assola√ß√£o e terra n√£o habitada.
DESTRUIDOR e corr√≥i o tronco da videira lan√ßando por terra e matando-a. Cada tipo de gafanhoto representa uma legi√£o de dem√īnios que age na vida do homem. Estes dem√īnios agem no patrim√īnio do homem, destruindo casas, carros, roupas, mantimentos e sal√°rios, provocam desastres de carros, avi√Ķes, afundam navios, derrubam pr√©dios, matam pessoas, destroem na√ß√Ķes, fam√≠lias, Igrejas e casamentos e lares.
 Os gafanhotos Migrador, Cortador, Devorador e Destruidor
Tema: D√ćZIMOS “O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o

gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu  o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor" Joel 1.4 -Introdu√ß√£o: Joel fala da Locusta do gafanhoto, do Pulg√£o e da Lagarta que s√£o fases da vida do gafanhoto. O profeta descreve de maneira clara, sobre a a√ß√£o dos gafanhotos na videira. O CORTADOR vem assolando a videira, ou seja, cortando-lhe as folhas, j√° o gafanhoto MIGRADOR vem destro√ßando a videira quebrando-lhe os galhos. O gafanhoto DEVORADOR j√° age com poder contra a for√ßa de produ√ß√£o da videira, que se torna est√©ril. E finalmente vem o gafanhoto DESTRUIDOR e corr√≥i o tronco da videira lan√ßando por terra e matando-a. Cada tipo de gafanhoto representa uma legi√£o de dem√īnios que age na vida do homem. Estes dem√īnios agem no patrim√īnio do homem, destruindo casas, carros, roupas, mantimentos e sal√°rios, provocam desastres de carros, avi√Ķes, afundam navios, derrubam pr√©dios, matam pessoas, destroem na√ß√Ķes, fam√≠lias, Igrejas e casamentos e lares. Quem s√£o estes gafanhotos? Vamos analisar o significado de cada um dos quatro gafanhotos descritos pelo profeta Joel: 1- Gafanhoto Cortador > LAGARTA: O gafanhoto CORTADOR √© a lagarta ainda pequena que mora na lavoura e o agricultor fica desesperado tentando, expuls√°-lo, usando todos os meios poss√≠veis e imagin√°veis para se livrar dele, mas √© tudo em v√£o. A casa do CORTADOR √© a lavoura. Nem inseticidas e nenhum outro veneno agrot√≥xico, nem pessoas tocando-os, nada os tira da lavoura. √Č uma praga violenta. O gafanhoto CORTADOR tem o poder de cortar parte do fruto, sempre comendo uma parte, ele tem o poder de ‘bichar’, estragar um peda√ßo do fruto. O agricultor nunca colhe e o fruto por completo. Voc√™ j√° comeu uma fruta em que parte dela est√° bichada? Os agricultores t√™m feito de tudo para se livrarem deste preju√≠zo, mas a a√ß√£o do gafanhoto CORTADOR √© amainar uma parte da lavoura. A legi√£o do CORTADOR trabalha 24 horas por dia na vida do homem que n√£o obedece a Deus. Esta legi√£o tem o poder de cortar parte das riquezas, bens e sal√°rios, ou seja, de tudo que a pessoa infiel ganha, uma parte pertence a ele. O CORTADOR come atrav√©s do cigarro, da bebida, dos jogos de azar, de rem√©dios fazendo de sua casa uma farm√°cia. O infiel sempre gasta parte do seu dinheiro com preju√≠zos, com coisas que n√£o edificam. Este dinheiro est√° sendo jogado fora todo m√™s (Isa√≠as 55.2). 03/06/2015 Os gafanhotos Migrador, Cortador, Devorador e Destruidor | Prega√ß√Ķes e Estudos B√≠blicos http://www.esbocosermao.com/2010/07/os­gafanhotos­migrador­cortador.html 2/31 ASSISTA: 2- Gafanhoto Migrador >LOCUSTA: O gafanhoto MIGRADOR est√° em fase de crescimento e por isso viajam em bandos em busca de alimento. Quando acabam de comer em um lugar, logo passam para outra planta√ß√£o. Ele j√° n√£o mora na lavoura, mas voa em bandos, de lugar para lugar, agindo de surpresa, comendo mais um peda√ßo do fruto. O CORTADOR j√° tinha levado uma parte, agora chega o MIGRADOR e leva mais um pouco. Este gafanhoto chega √† lavoura faz seu servi√ßo e vai embora, aumentando o preju√≠zo para o agricultor. MIGRADOR significa inconstante que n√£o permanece em lugar nenhum, a cada hora est√° em um lugar diferente. O MIGRADOR vem de tempo em tempo, de m√™s em m√™s, de dois em dois meses, de quatro em quatro meses ou talvez duas ou tr√™s vezes por ano, mas, quando ele chega, d√° um preju√≠zo de surpresa que a pessoa n√£o esperava. O MIGRADOR chega ao Patrim√īnio, faz o que tem que fazer e vai embora. Esta legi√£o de dem√īnios trabalha voando por a√≠, promovendo preju√≠zo, acidentes de carros, estragando bens e riquezas, for√ßando o homem a gastar parte do seu sal√°rio com despesas inesperadas, mais uma parte do dinheiro que vai embora porque “o que recebe sal√°rio, recebe-o para p√ī-lo num saquitel furado” (Ageu 1.6). 3- Gafanhoto Devorador > GAFANHOTO: O gafanhoto DEVORADOR est√° na fase adulta e reprodutiva. Alimenta-se muito mais porque tem o objetivo de colocar seus ovos na lavoura. Quando chega √† lavoura, o agricultor j√° n√£o pode mais vender o fruto, porque j√° est√° tudo arrebentado, se sobra alguma coisa √© de muito pouco valor para vender; este gafanhoto tem o poder de levar o agricultor √† fal√™ncia, o preju√≠zo √© certo. O que ele colhe n√£o vale nada, n√£o h√° colheita nem para sua pr√≥pria subsist√™ncia. A legi√£o do DEVORADOR √© mais arrasadora do que as duas primeiras legi√Ķes, quando estes dem√īnios se manifestam na vida de uma pessoa, eles a deixam passando necessidades, tomam seus bens sem nenhuma explica√ß√£o. A legi√£o do DEVORADOR √© t√£o terr√≠vel que em pouco tempo leva a pessoa a uma vida de mis√©ria e dor. O DEVORADOR age com uma estrat√©gia de encurralar a pessoa numa situa√ß√£o de d√≠vidas, preju√≠zos, que humanamente falando jamais conseguir√° pagar seus compromissos. Quando a pessoa menos percebe o DEVORADOR roubou sua riqueza, anos de trabalho. Primeiro estes dem√īnios agem com ast√ļcia, envolvendo a pessoa em neg√≥cios sombrios, perigosos, e desonestos. Diante dessas trapa√ßas acaba sendo processado, seus bens v√£o a leil√£o, intima√ß√Ķes policiais come√ßam a chegar a sua casa e por causa das d√≠vidas, √© at√© amea√ßado de morte, e ainda fica sem cr√©dito, sem moral, sua palavra n√£o tem valor para ningu√©m. Estes dem√īnios fecham todas as portas n√£o deixando a pessoa ganhar dinheiro, e nem arrumar emprego. Tudo que faz √© v√£o e muitas vezes perde a pr√≥pria fam√≠lia, levando √† ins√īnia, ao lamento constante e ao alcoolismo. Mas a quarta legi√£o est√° pronta para atacar. 4- Gafanhoto Destruidor > PULG√ÉO: O gafanhoto DESTRUIDOR √© o filhote que eclodiu dos ovos deixados pelo Devorador. Este pulg√£o suga a seiva da planta e √© capaz de matar a planta. Com seu veneno que infecta a planta, pode afetar inclusive o agricultor (Apocalipse 9.3). O dem√īnio representado pelo gafanhoto DESTRUIDOR n√£o age apenas na lavoura, mas tamb√©m na vida do agricultor, na sua casa, destruindo tudo o que pode, at√© provocando desastres terr√≠veis. A legi√£o do DESTRUIDOR √© assassina. Cumpre o que diz Jo√£o 10.10, que o diabo “veio para roubar, matar e destruir”. Esta legi√£o induz, falando ao ouvido das pessoas para se suicidarem, provocando desastres acompanhados de morte. Por causa dos preju√≠zos e das d√≠vidas, muitos acham que n√£o tem solu√ß√£o e acabam com a pr√≥pria vida. Estes dem√īnios provocam trag√©dias levando fam√≠lias inteiras √† morte. Os esp√≠ritos destruidores semeiam morte, p√Ęnico, medo e pavor. As legi√Ķes do DESTRUIDOR usam muitas as intemp√©ries da natureza como fogo, tromba d'√°gua e ventania, para exterminar as riquezas do homem. Provocam as mais terr√≠veis destrui√ß√Ķes e morte que chocam o mundo. Quando eles agem, normalmente a not√≠cia √© de 03/06/2015 Os gafanhotos Migrador, Cortador, Devorador e Destruidor | Prega√ß√Ķes e Estudos B√≠blicos http://www.esbocosermao.com/2010/07/os­gafanhotos­migrador­cortador.html 3/31 tanta repercuss√£o que a televis√£o, o r√°dio e o jornal n√£o t√™m como deixar de publicar estes acontecimentos. Depois que eles agem n√£o se pode fazer mais nada al√©m de recolher cinzas, lama e destro√ßos. Como vencer estes gafanhotos? -CONCLUS√ÉO: Joel 2.25-27 Com FIDELIDADE!!! O maior desespero dos empres√°rios √© sentir que todo seu patrim√īnio est√° sendo consumido a cada dia que se passa. Mas culpam o governo e o sistema econ√īmico. Mas a verdade √© que essas quatro legi√Ķes de dem√īnios est√£o agindo 24 horas por dia perseguindo as empresas, por exemplo: O CORTADOR usa empregados desonestos e pregui√ßosos para dar preju√≠zos a todo o momento; O MIGRADOR que de tempo em tempo leva atrav√©s de gastos espor√°dicos uma boa parte do lucro; O DEVORADOR leva a empresa √†s dividas desmoralizando seu nome, seu cr√©dito e a n√£o pagar nem o sal√°rio dos empregados; O DESTRUIDOR incendeia empresas deixando todo o patrim√īnio em cinzas leva seus donos ao suic√≠dio ou a loucura. Muitas vezes se pode sentir como o ambiente de trabalho √© carregado destes dem√īnios, eles est√£o ali olhando para as pessoas e para o produto que est√° vendendo ou construindo. Eles t√™m fome de riquezas. O alimento desses dem√īnios s√£o os bens e dinheiro das pessoas. COMO VENCER ESTES DEM√ĒNIOS? Como proteger nossos bens, riquezas e sal√°rios das quatro legi√Ķes? Atrav√©s do DIZIMO e da OFERTA! Deus ensina em sua palavra que para quem se torna dizimista fiel, estes dem√īnios ficam impedidos de agir em seu patrim√īnio, bens, riquezas e sal√°rios. LIVRO: Os Gafanhotos: Cortador, Migrador, Devorador e Destruidor A profecia de Joel ecoa at√© os dias atuais. Nossos olhos s√£o abertos ao perceber como esta palavra faz parte da realidade. Voc√™ sabe quem s√£o estes Gafanhotos? Conhe√ßa mais sobre o cortador, migrador, devorador e destruidor atrav√©s deste estudo. Embora o texto de Joel 1.4 traz o triste an√ļncio do surgimento de um enxame de gafanhotos, no fim de seu livro, em Joel 2.25-27 h√° uma promessa de livramento para quem √© fiel.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

O avivamento do Senhor.

Joel, o profeta do avivamento Joel 2: 28-32 O nome Joel significa “o Senhor √© Deus”. √Č prov√°vel que Joel tenha vivido e profetizado em Jerusal√©m. Teria, assim, em sua mocidade, conhecido Elias e Eliseu. Data prov√°vel: 830 anos antes de Cristo, ou seja, vivera ao tempo do rei Jo√°s. Joel tem sido chamado de “o profeta do avivamento”. Ele compreendeu que o arrependimento sincero √© a base da verdadeira espiritualidade e era para que isto acontecesse com seu povo que ele se esfor√ßava. O conte√ļdo b√°sico de seu livro √© o apelo ao arrependimento. Estudando com interesse suas grandes li√ß√Ķes seremos edificados. I - A √ČPOCA EM QUE JOEL PREGOU Quando o profeta Joel pregou suas mensagens, a situa√ß√£o econ√īmica era desesperadora, em raz√£o de um ataque de gafanhotos sem igual. Ele parte deste fato para alertar o povo para a pr√°tica da santifica√ß√£o, do quebrantamento, e de maior submiss√£o ao Senhor, 1: 14, mensagens que tornam o livro muito atual. Joel tamb√©m anuncia o dia do Senhor e previne sob a imin√™ncia de um ataque militar que viria por parte de uma na√ß√£o estrangeira e termina o livro com a precios√≠ssima mensagem sobre o derramamento do Esp√≠rito Santo. a) A praga dos gafanhotos - Dentre as mais de 80 variedades de gafanhotos, Joel diz que quatro: o cortador, o migrador, o devorador e o destruidor, v. 4, haviam devastado a terra de Israel. O povo calou-se, em sinal de tristeza. Tudo secou e o campo nada produzia. b) As li√ß√Ķes da devasta√ß√£o - A not√≠cia de tal calamidade deveria ser passada de gera√ß√£o a gera√ß√£o, v. 3, porque se refere a um tempo de ju√≠zo do Senhor em que os prazeres da vida foram retirados e houve um lamento geral. At√© os b√™bados lamentaram porque os gafanhotos devoraram as videiras, v. 5, e n√£o tinham mais o vinho; destro√ßaram a figueira, arrancando-lhes as cascas, v. 7. Por causa dessa mis√©ria at√© os jovens choraram, v. 8. Todo cereal se perdeu e os lavradores ficaram envergonhados e desorientados, vv. 10, 11, porque o ju√≠zo veio atrav√©s de um inimigo pequeno, mas em grande n√ļmero e s√°bio, Pv 30: 27. c) Rea√ß√Ķes √† devassid√£o, 1: 10-14 - Com a destrui√ß√£o das pastagens e das lavouras, at√© os sacerdotes lamentavam porque n√£o havia nem elementos para os sacrif√≠cios ao Senhor, v. 9. Assim como a calamidade era geral, o pecado tamb√©m havia devastado todos os dom√≠nios da vida. √Č nessa hora que diz o Senhor: “Lamentai, sacerdotes". Quando a igreja experimenta flagelo de tal natureza, engolfada em confus√Ķes, pecados e enfermidades que devastam fam√≠lias ap√≥s fam√≠lias, 1Co 11: 30-32, o ensino b√≠blico para resolver tal situa√ß√£o √© que ministros e povo retornem ao Senhor com a mesma sinceridade, intensidade, arrependimento e interesses descritos em Jl 1: 13-14 e 2: 12-17e Dt 4: 30-31. II - O DIA DO SENHOR O profeta descreve esse quadro terr√≠vel para preparar as pessoas sobre o que iria falar a respeito do “Dia do Senhor”, v. 15, que tamb√©m vir√° como uma assola√ß√£o. Percebe-se que Joel avista algo por tr√°s dessa praga de gafanhotos; ele enxerga al√©m dela, v√™ um dia de desola√ß√£o em toda a terra. O acontecimento pelo qual o povo chorava no momento era prefigura√ß√£o de um outro dia de ju√≠zo: um julgamento a ser derramado nos dias finais deste mundo. a) Um ex√©rcito preparado contra Jud√°, 2: 1-11. Joel anuncia que estava prestes a acontecer uma grande invas√£o militar. Compara isso a uma devasta√ß√£o pelos gafanhotos que haviam assolado a terra. Ele pergunta: “Voc√™s j√° ouviram, em toda sua vida, em toda hist√≥ria do seu povo, alguma coisa igual?” A resposta ao v. 2 s√≥ teria que ser um enf√°tico n√£o! b) Julgamento final - Joel usa quase todo seu livro para falar sobre o Dia do Senhor, 2: 1, 11, 31; 3: 14; este ser√° o julgamento final de Deus sobre todo mal e tamb√©m o fim desta era. Tal dia vai iniciar-se com o arrebatamento da Igreja, 1Ts 4: 15-17; 5: 2; inclui os sete anos de tribula√ß√£o, que √© a √ļltima semana de Daniel, 9: 24-27, e culminar√° com o retorno de Cristo com sua Igreja para reinar sobre a terra, Ap 20: 1-6. c) Um chamado ao arrependimento, 2: 12-17. A cat√°strofe que acomete Israel nos tempos de Joel leva a na√ß√£o, politicamente, ao caos. Mas essa interven√ß√£o divina √© meramente ilustrativa. Como o pior ainda est√° por vir, Deus levanta Joel para inquietar os sacerdotes e exortar o povo ao arrependimento, v. 13, e que este retorne humildemente ao Senhor, n√£o com m√£os vazias, mas com sacrif√≠cios de pranto e lamenta√ß√£o genu√≠nos, jejuns e s√ļplicas pelas miseric√≥rdias de Deus, v. 12. Para isso, deveriam proclamar uma assembleia solene, 2: 15-17. Ningu√©m deveria faltar; nada de desculpas, vv.15 e 16. E os sacerdotes iriam orar com todos, clamando: “Poupa o teu povo, oh, Senhor”, v. 17. d) Derramamento do Esp√≠rito Santo, 2: 28-32. Num tempo futuro, marcado pelo adv√©rbio “depois”, v. 28, o Esp√≠rito Santo seria derramado sobre toda carne. Examinando Os 3: 5, veremos que essa promessa abrange os √ļltimos dias Israel, iniciando-se com a tribula√ß√£o e adentrando o reinado do Messias, que vem em seguida. Compare, Is 2: 2 com At 2: 17. O tempo √© enf√°tico, no v. 29. Deus faz quest√£o de repetir que tal se dar√° “naqueles dias”. Ou seja, depois do arrependimento nacional e restaura√ß√£o futura de Israel, Zc 11: 10; 13: 1, eventos que ser√£o simult√Ęneos √† Segunda Vinda de Cristo. Esse “grande e terr√≠vel Dia do Senhor" se apresentar√° com prod√≠gios de Deus na terra e no c√©u, vv. 30-31. Mas Jerusal√©m e Si√£o permanecer√£o, v. 32, e acontecer√° depois... que o Esp√≠rito Santo ser√° derramado ao remanescente fiel. Note que n√£o haver√° qualquer restri√ß√£o √† recep√ß√£o desse dom: nem diferen√ßas de idade (velhos e jovens), nem de sexo (filhos e filhas), e nem de posi√ß√£o social (servos e servas). O que aconteceu em At 2 foi o cumprimento dessa profecia, mas o cumprimento total ainda est√° por vir: Is 32: 15; 44: 3,4; Ez 36: 27,29; 37: 14; 39: 29. Assim, o estudo do profeta Joel relembra que a Igreja deve viver num permanente clima de avivamento, a fim de fazer a vontade do Senhor. ...........

Ame Jesus, porque ele te ama!

Um estudo para  que voc√™ tenha f√©, e seja salvo por Jesus.

F√© .: √Č ver o imposs√≠vel

Paz .: Harmonia com Deus

Justifica√ß√£o .:  Viver a verdade

Salvação .: confiança em Jesus

Quero lhe deixar umas passagem Bíblica, para que você venha a entender como ser salvo e ir para o céu.
Procure uma  B√≠blia se voc√™ n√£o tem e v√° obs.  Todas essas passagem, e verifique as verdades de Deus.

 E dou-lhes a vida eterna, e nunca h√£o de perecer, e ningu√©m as arrebatar√° da minha m√£o.
Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai.
Jo√£o 10:28,29
 Tim√≥teo 3,15 E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te s√°bio para a salva√ß√£o, pela f√© que h√° em Cristo Jesus.
2 Pedro 3,15 E tende por salva√ß√£o a longanimidade de nosso Senhor; como tamb√©m o nosso amado irm√£o Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada;
Jo√£o 10, 30 Eu e o Pai somos um.
Jo√£o 10, 17 Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tom√°-la.
E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regi√Ķes superiores, chegou a √Čfeso; e achando ali alguns disc√≠pulos,
Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.
Perguntou-lhes, ent√£o: Em que sois batizados ent√£o? E eles disseram: No batismo de Jo√£o.
Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo de arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo.
E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus.
E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas, e profetizavam.
E estes eram, ao todo, uns doze homens.
E, entrando na sinagoga, falou ousadamente por espaço de três meses, disputando e persuadindo-os acerca do reino de Deus.
Atos 19:1-8
1 Tessalonicenses5, 19 N√£o extingais o Esp√≠rito.
Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós.
E falou Josué aos sacerdotes, dizendo: Levantai a arca da aliança, e passai adiante deste povo. Levantaram, pois, a arca da aliança, e foram andando adiante do povo.
Josué 3:5,6
Hebreus 7, 25 Portanto, pode tamb√©m salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.
E aconteceu que, acabando Jesus de dar instru√ß√Ķes aos seus doze disc√≠pulos, partiu dali a ensinar e a pregar nas cidades deles.
E João, ouvindo no cárcere falar dos feitos de Cristo, enviou dois dos seus discípulos,
A dizer-lhe: √Čs tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide, e anunciai a Jo√£o as coisas que ouvis e vedes:
Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho.
E bem-aventurado é aquele que não se escandalizar em mim.
Mateus 11:1-6
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.
Jo√£o 14:6,7
Confirmação de servo salvo.
Dois caminhos, o de Deus é o céu, o do homem é mal inferno.
Deus deixou o arbirito para o homem decidir a quem ele vai servir, a Deus ou ao Mundo!
Jesus o mundo jaz do malinguino.
E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.
Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente.
Daniel 12:2,3
Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade;
Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador,
1 Timóteo 2:2,3
11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que n√£o tenho prazer na morte do √≠mpio, mas em que o √≠mpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que raz√£o morrereis, √≥ casa de Israel?
Mateus 5,16 16 Assim resplande√ßa a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que est√° nos c√©us.
Prov√©rbios 24, 10 Se te mostrares fraco no dia da ang√ļstia, √© que a tua for√ßa √© pequena.
Isaias 8, 13 Ao Senhor dos Ex√©rcitos, a ele santificai; e seja ele o vosso temor e seja ele o vosso assombro.

Louvor de adoração ao nosso Deus.

Todos necessitam de um amor perfeito.
Poder Pra Salvar

Todos necessitam, de um amor perfeito
Perd√£o e compaix√£o
Todos necessitam de graça e esperança, de um Deus que salva.
Cristo move as montanhas
E tem poder pra salvar, Tem poder pra salvar
Pra sempre, Autor da Salvação
Jesus a morte venceu, Sobre a morte venceu
Me aceitas com meus medos, falhas e temores
Enche meu viver
A minha vida entrego, pra seguir Teus passos
A Ti me rendo.
Possa o mundo ver brilhar a Luz
Cantamos, para a glória do Senhor Jesus. (2x)
Possa o mundo ver brilhar a Luz
Cantamos, para a glória do Senhor Jesus. (4x)