terça-feira, 15 de setembro de 2015

Venha ele te esperá. Amém

SALVAÇÃO SOMENTE ATRAVÉS DE JESUS CRISTO

"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em Mim, nunca morrerá. Crês tu isto?" (João 11:25-26)
O homem natural tem prazer em tudo que o mundo lhe oferece. Em seu coração ele sabe que há dois caminhos que ele pode escolher seguir. Este caminhos são:
1- Um caminho largo que lhe oferece prazeres e tudo que o seu coração pecador almeja mas que Deus abomina.
Mateus 7:13, no entanto, diz o seguinte: "... porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela."
É triste vermos milhares de pessoas caminhando por este caminho de perdição, sem Cristo, achando que ninguém é capaz de saber como se salvar, só Deus. Realmente, Deus sabe e deixou escrito em 1 João 5:13 palavras que nos asseguram que teremos vida eterna no céu. Elas dizem: "Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus."
Então, é responsabilidade nossa, que somos crentes no Senhor Jesus Cristo, falarmos dEle aos perdidos. Que possamos ter um peso pelas almas daqueles que estão sem Cristo!
2- Um caminho estreito que o conduz à vida eterna.
Mateus 7:14 diz claramente: "E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." O caminho que nos leva ao céu por toda uma eternidade é estreito mas não é tortuoso, nem cheio de pedregulhos, nem tão difícil. Difícil foi para Jesus, o Deus que desceu da Sua glória para lançar sobre Si os pecados de toda a humanidade, derramar o Seu próprio sangue para ter-nos junto a Ele eternamente. Isto é o amor que não entendemos, nem sabemos explicar. É o amor que devemos seguir e ter dentro de nós a fim de que o mundo queira ter em sua vida o mesmo Deus que nós temos.
Dentre tantas pessoas que decidiram seguir pelo caminho estreito, vamos conhecer uma jovem judia que era segundo o coração de Deus. Seu nome era Maria. Ela, apesar de ser muito jovem, pobre, foi agraciada com a visita de um anjo enviado por Deus. Por duas vezes, o anjo Gabriel falou a Maria dizendo o quanto ela achou graça diante de Deus:
1) No versículo 28 de Lucas 1, ele disse: "... Salve agraciada ; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres" (grifo meu).
2) No versículo 30 de Lucas 1, ele disse: "... Maria não temas, porque achaste graça diante de Deus" (grifo meu).
Maria conhecia a Palavra de Deus e ela sabia que "Sem fé é impossível agradar-Lhe ..." (Hebreus 11:6). Ela, apesar de tão jovem, tinha uma fé no Deus que a criou e que ela carregava em seu coração amando-O e obedecendo-O.
Ela foi escolhida para ser a mãe de Jesus porque Deus conhecia o seu coração e sabia que ela O amava, obedecia e confiava nEle. Deus a escolheu apesar dela ser uma pecadora que necessitava ser salva através do sangue do verdadeiro Cordeiro de Deus, Jesus Cristo.
Ela mesma sabia que tinha que crer no Senhor para ser salva eternamente.
Ela sabia que necessitava de um Salvador quando disse: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador" (Lucas 1:46-47).
Maria, assim como eu e você, estava perdida, necessitando de um Salvador.
Ao vermos a própria Maria, mãe de Jesus, admitindo que estava perdida e precisava de um Salvador para ter seus pecados perdoados lembramos de uma outra mulher que aos olhos de Deus é também muito importante. Esta mulher é VOCÊ, minha amiga. Gostaria de lhe fazer algumas perguntas e pedir-lhe, amorosamente, que medite nelas.
De acordo com os versículos chaves do nosso estudo ...
* O que você deve fazer para ser salva?
* O que o próprio Jesus disse a mim e a você que devíamos fazer para sermos salvas?
Ele, claramente, nos diz: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em Mim, nunca morrerá. Crês tu isto?" (Lucas 1:25-26), (grifo meu).
* Você já decidiu crer em Jesus?
* Você já decidiu não ser uma pessoa morta, separada de Deus?
* Você já decidiu viver, eternamente, com Jesus, no céu por toda uma eternidade?
Se não, então ...
1- decida aceitar Jesus como seu Salvador;
2- decida vencer aquele que é inimigo da sua alma, Satanás;
3- decida entregar toda a sua vida Àquele que derramou o Seu sangue no seu lugar.
Certa vez, li um folheto que falava das desculpas que as pessoas apresentavam para não aceitar Jesus. Dentre tantas, algumas diziam: "Não, agora não, sou muito novo! Quem sabe mais adiante?"... "Talvez no próximo ano, pois agora estou muito ocupado!"... "Agora não, pois estou preocupado com os estudo dos meus filhos e não tenho muito tempo!" Estas são desculpas muito perigosas, pois nada neste mundo é mais importante do que a sua vida eterna no céu. O tempo de você tomar a sua decisão não é amanhã, pois a Bíblia em Provérbios 27:1 nos diz: "Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que ele trará."
O dia que você tem que fazer a sua decisão por Cristo é hoje. É a própria Bíblia que diz "... Ouvi-te em tempo aceitável! E socorri-te ao dia da salvação; Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação" (2 Coríntios 6:2).
Amiga, talvez amanhã seja muito tarde para você aceitar Jesus em sua vida e receber o perdão dos seus pecados. Lembre-se que “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.” (1Jo 5:12 BRP).
Não pense que você é, suficientemente, boa e merecedora da vida eterna no céu. Você precisa crer em Jesus para se salvar. Dobre os joelhos, baixe a cabeça e, com o coração cheio de arrependimento, creia que você necessita de Jesus para ser salva, necessita segui-Lo.
Veja este comentário do "Life Application Bible Commentary" que nos diz como devemos seguir a Jesus: "As pessoas que podem ter um relacionamento com Cristo são aquelas que fazem a vontade do Pai. Elas ouvem, aprendem, crêem e obedecem. A obediência é a chave para fazer parte da família de Deus. O conhecimento não é o bastante - os líderes religiosos tinham conhecimento e, ainda assim, não compreenderam Jesus. Seguir não é o bastante - a multidão seguia mas não entendeu quem era Jesus. Aqueles que crêem em Jesus passam a fazer parte da família de Deus."
A Bíblia nos ensina no evangelho de João 1:12 que nós somos feitos filhos de Deus. Nós não nascemos fazendo parte da família de Deus mas nos tornamos filhos quando aceitamos Jesus como nosso Salvador. Veja o que este versículo diz: "Mas, a todos quanto O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no Seu nome."
Novamente, quero lhe perguntar:
Você já creu em Jesus?
Você já O aceitou como seu Salvador?
Então, se você já fez esta decisão, você já faz parte da família de Deus, já pode ser chamada de filha de Deus.
Mas se você decidiu não fazer esta decisão agora, lembre-se do que o Senhor diz na Sua Palavra:
* "Quem crer e por batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" (Marcos 16:16).
* "Quem crê nEle não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (João 3:18).
Amiga, pense seriamente no futuro eterno de sua alma. Veja ainda o que Tiago 4:14 lhe diz: "Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece."
Você tem certeza de que estará viva daqui a cinco minutos? Não, não é? Como o versículo disse, a nossa vida é como um vapor que aparece por um pouco de tempo e depois desaparece. Então, não perca tempo e reconheça que você é uma pecadora, que necessita ser salva para obter a vida eterna no céu. Não rejeite a verdade! Seja submissa ao que o Senhor ensina na Sua Palavra.
Vejamos algumas passagens bíblicas que nos mostram o que eu devo fazer para ser salva. Tenho que fazer boas obras? Tenho que reconhecer que sou pecadora e viver pedindo perdão para me conservar salva? A Bíblia nos diz...
"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:12).
"... Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo..." (Atos 16:30-31).
"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo ..." (Gálatas 2:16).
Que o Espírito Santo possa convencê-la a aceitar Jesus em sua vida, pois só assim você poderá passar toda a eternidade no céu.
"Senhor Deus, meu Pai, obrigada pelo Teu amor derramado em minha vida.
Obrigada pelo sangue de Jesus derramado na cruz para salvar uma pecadora como eu.
Que o Teu amor por mim possa ser uma luz para aqueles que caminham na escuridão.
Te amo Senhor e Te agradeço por me dares a salvação eterna.
Amém!"

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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: