quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O Fim vem! Já é chegada a ultima hora e ela não tarda em chegar, muitos estão sob aviso, mas mesmo assim não vigiam e nem permanecem debaixo da santa vontade de Deus, o qual nos deu seu filho, como único e suficiente caminho para a entrada do seu reino eterno e santo. Jesus Cristo com seu grande Amor veio ao mundo cumprir o propósito de que dele já estava escrito na lei e pelos profetas, esteve entre os homens mesmo que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz. (Filipenses 2:6 ao 8). E manifestando o Senhor Deus o seu grande ato de Amor e misericórdia para conosco, nos deu através do poderoso e santo sangue de Cristo Jesus a remissão dos pecados e também através do seu sacrifício a autoridade para vencermos a iniqüidade que assola o mundo, como todos podemos ver agora, não há um só lugar em que você possa passar sem enxergar de alguma forma o pecado, a falta de temência ao juízo de Deus e os frutos maléficos da carne e seus desejos que nos afasta da santidade de Deus. Sede santos, porque eu sou Santo, está escrito e assim diz o Senhor (1Pe 1:16). Santos para que possamos andar fielmente diante de Deus e seus caminhos, assim amontoando tesouros no céu e para que possamos ter acesso ao reino Santo do Senhor, sempre com espírito humilde, pois há muitos que se deixam levar pela auto-suficiência e acabam mais se parecendo com aquele fariseu de quem falou o nosso Salvador na parábola, que se justificava a si mesmo, mais não era justificado diante de Deus, pois aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, mais aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado (Lucas 14:11). Antes devemos nos humilhar diante da potente mão de Deus, em nossas orações, pedindo misericórdia e confessando de coração puro, pois nada podemos esconder diante do Senhor, confessar nossas iniqüidades para que possamos ser justificados pelo arrependimento e remissão dos pecados pelo sangue de Jesus. A santidade vem através da obediência, da fé, (que vem através do ouvir a palavra de Deus, por isso, é bom não só para nosso entendimento e conhecimento mais para acrescentarmos em fé, estarmos sempre lendo a santa palavra do Senhor) e também outros fatores importantes dos quais eu queria destacar o ato de orar, sim, a santidade também se constrói com a oração, pois ”o homem que peca para de orar, mais o homem que ora para de pecar” (Leonard Ravenhill). Buscar maior intimidade com o Senhor, procurar entender aos anseios do coração do Altíssimo, compreender a vontade do Deus vivo, eu não acredito na oração como um escudo, mas sim, para ser usada como uma arma poderosíssima para todos os que temem ao Senhor, mas muitos não oram o quanto deveriam, alguns dos que se dizem servos do Altíssimo nem sequer oram e buscam a ele, as escrituras estão repletas de pessoas de constante oração, Jesus Cristo é exemplo, o filho de Deus aquele que conhecia mais do que ninguém o Pai. Estava constantemente em oração, há várias passagens em que está escrito que ele se retirava para orar, e ali passava noites, várias horas prostrado diante do Deus Onipotente, se o filho com toda sua Glória zelava por esse sublime ato, será que nós não deveríamos refletir sobre como esta nossa vida de oração? Esta falta de zelo de alguns pode formular em suas mentes o comodismo e o engano próprio, não estando enganando a ninguém, nem a Deus (o que é impossível), mas a si próprio, pois se tem por servos de Deus, mas não há sequer uma hora determinada no seu dia para se humilhar e buscar a presença do Senhor, porque as coisas desse mundo vem na frente dos compromissos com Deus, andam mais ociosos a buscar a solução para os problemas daquilo que é vão e esquecem do que é eterno. Do trabalho de atrair almas oprimidas que certamente irão cair no inferno, mas nenhum esforço faz, afinal ver um bombeiro parado e inércio enquanto sabe que existe alguém precisando de socorro queimando em chamas não lhes é absurdo algum, e é isso que eles estão fazendo, contemplando as almas perdidas caindo no abismo, pois estão mais preocupados com outras coisas fúteis, na maioria coisas materiais,”bênçãos” terrenas e assim testemunham, pode ser que não em palavras, mas com suas ações, contra tudo que o Senhor Jesus Cristo nos ensinou e veio trazer e traz ao nosso conhecimento. O Grande dia , o qual nunca houve nem jamais haverá sobre a face da terra vem e não tarda,o fim vem, e quase ninguém teme o julgamento de Deus, mas ai você pode replicar enquanto lê: Mais por que você diz ”quase ninguém” ?Eu respondo, sim, poucos há que temem, a maioria não teme verdadeiramente porque se temessem pra valer, não estariam como ”parasitas espirituais” esperando conquistar o Reino dos Céus sem o mínimo de esforço. O Reino dos Céus é tomado por força, se temessem orariam mais, buscariam mais a Deus, jejuariam mais, mais será que quando o Salvador voltar achará verdadeiramente fé na terra? Satanás plantou joio em meio a seara do Senhor e muitos só glorificam a Deus com seus lábios, mas testemunham contra o Senhor em sua obras, afinal não pode dar figo no pé de abrolhos, nem a árvore boa dá maus frutos e vice versa, pelo seus frutos a conhecereis, se tem por servos de Deus. Mas isso na maioria das vezes só dentro da igreja, enquanto ouvem ali a palavra de Deus e depois dali, se portam e agem como qualquer outro incrédulo e fariseu, e assim testificam com seus frutos maus a quem realmente seguem. Está escrito: Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mais os que praticam a lei hão de ser justificados (Romanos 2:13). Todo homem, pois, que escuta estas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha, e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha, e aquele que ouve estas palavras, e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia, e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.(Mateus 7:24 ao 27). Que nós venhamos a amar e amar mais o Senhor Jesus Cristo e perseverar com a nossa cruz a caminho do ”gólgota”, assim sendo crucificados para este mundo, morrer com Cristo porque de certo que se com ele morrermos, certamente com ele reinaremos, eu desejo com toda sinceridade que todas essas palavras sejam como espada de dois gumes e que tenha penetrado no mais profundo do seu coração, purificando-o e edificando a sua vida através do Poder do Espírito Santo, porque a letra mata, mas o espírito vivifica.


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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: