quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

VOCÊ PRECISA VIVER E CONHECER A GRAÇA DE DEUS, POR CRISTO JESUS. AMÉM



VOCÊ VIVE VERDADEIRAMENTE SOB A GRAÇA DE DEUS?

“Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente, Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. Tito 2:11-14
A graça de Deus consiste em transformar pecadores depravados e ávidos pelas concupiscências carnais e pelo pecado que tão de perto nos rodeia [Hebreus 12:1-8] em novas criaturas por Cristo Jesus (na verdade não em criatura, mas em filhos de Deus [João 1:12]); pois ao assumir nova identidade conquistada através da cruz de Cristo, somos transformados segundo a justa medida da fé no Filho de Deus, sabendo que desprezando a primeira natureza corrupta (Adão) somos gerados segundo a natureza do Justo dos céus (Jesus Cristo) e essa nova natureza nos dá o padrão de pureza exigida por Deus Pai para sermos aceitos diante da Sua gloriosa e santa presença [Salmos 24:3-5].
A graça de Deus não é libertina como se pensa hoje em dia, mas é condicionada àqueles que “morrem” verdadeiramente para o pecado e para essa vida, a fim de poderem viver em santidade e zelo diante de Deus, o El Shaddai.
Precisamos revisar alguns conceitos do evangelho que se perderam ao longo dos anos para que não sejamos mais como “meninos levados por qualquer vento de doutrina” [Efésios 4:14]. O entendimento desses conceitos está diretamente ligado à sua eternidade.
Em primeiro passo, a vida cristã deve estar condicionada a fé no Filho de Deus e a confissão do Seu senhorio sobre a sua vida e em segundo passo devem levar-se em conta as obras que você realiza e que comprovam a sua fé; ou seja, a sua prática de vida deve ataviar a sua profissão de fé – isso é ser um verdadeiro cristão – andar de acordo com as obras de Cristo aqui na terra, porque isso é ser sal da terra e luz do mundo [Mateus 5:13-20] em meio a uma geração inteira pervertida e relaxada quanto aos conceitos e conselhos deixados por Deus na bíblia.
Sabe o porquê de essa geração estar assim da forma que está se assemelhando a geração de Noé e a geração de Ló??? Por culpa da negligente e orgulhosa igreja de Laodicéia atual (E em Nome de Jesus não façam menção há outras denominações tentando tirar a sua dessa triste realidade, pois ela também consistentemente está inserida nessa condição). E não adianta torcer o nariz e se ofender, pois quem é guiado pelo Espírito Santo de Deus sabe que isso é verdade. Outro fator é que essa geração de cristãos negam com as suas obras a fé que professam com sua boca.
Portanto o aumento da impiedade dessa geração está diretamente ligado à falha da igreja morna da atualidade [Apocalipse 3:16], pois como irão reconhecer que são pecadores e precisam abandonar o pecado, se vêem acontecer coisas piores ou de igual tamanho as coisas que praticam dentro das igrejas?
As obras que a igreja moderna, sobre a qual se intitulam soberbamente “A Igreja de Cristo ou do Espírito Santo” estão fazendo que a luz do templo esteja se apagando no templo [1 Samuel 3:1-3] por causa da falta de zelo para com o Eterno, contrariando em larga escala aquilo que Deus ordenou: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” Mateus 5:16.
O que acontece é que a geração presente utiliza-se do jargão: “Nós estamos no tempo da Graça, não há o que temer” e desprezam que devem demonstrar obras (frutos) dignos de arrependimento [Mateus 3:7-8] e com isso acham brechas para continuar pecando e levando Cristo novamente a vitupério, assumindo com suas práticas de que o primeiro sacrifício não foi válido ou suficiente, que precisam de outro [Hebreus 6:6 / Hebreus 10:26-31]. Será que nunca vão aprender o caminho do Senhor? Será que nunca vão honrá-Lo da maneira que Ele deve ser honrado, adorado e temido?
Não confundam Graça com Misericórdia; pois a misericórdia é temporária e se estende a todas as criaturas e faz com que desça chuva sobre os justos e injustos [Mateus 5:45], mas a graça é somente sobre os filhos que guardam as Suas palavras [João 14:23-25] e durará para sempre [Daniel 7:18] e os livrará do poder da morte e do inferno.
Portanto, entenda o conselho: apenas professar que crê em Deus e não andar segundo os padrões por Ele exigidos não te torna em alguém mais especial do que os outros que estão em perdição e caminhando rumo ao lago de fogo ardente [Mateus 13:34-43], mas te coloca na mesma condição, ou talvez em uma condição menos favorável aos olhos de Deus do que qualquer “não crente”, pois como você diz ser resgatado por Cristo através do derramamento do Seu sangue, é sua obrigação como cristão conhecê-Lo e agradá-Lo.
Não cuidem que colocar a bíblia em baixo do braço e caminhar para uma congregação regularmente, irá te escusar diante do Juiz de toda a terra no dia em que Ele vier [Malaquias 3:2-6 / Amós 5:18-24]. Se você não tiver MUDANÇA DE VIDA E CARÁTER SANTO, você só está levando uma vida hipócrita de um falso cristão enganando e sendo enganado [2 Timóteo 3:13]. O evangelho de Jesus é muito mais sério do que você pensa, não está ligada a felicidade plena para essa vida e não está relacionado à disponibilidade que você tem de estar na igreja continuamente participando de todas as suas atividades ou para atender a vontade do pastor da sua igreja com prontidão (naquilo que é vontade da pessoa do pastor e não de Deus), isso não tem valor nenhum no Reino dos céus. O evangelho genuíno consiste em renúncia e cruz, sendo também em esperança, gozo eterno e redenção.
Meus irmãos (ãs), se as pessoas não conseguem te reconhecer como luz e se a sua presença não influencia as pessoas ou pelo menos as incomoda em relação a Deus é e aos pecados dela, então sinto em te dizer que sua vida cristã não passa de uma terrível farsa e você corre um grande perigo em relação à sua eternidade.
O apenas crer e não praticar as santas palavras de Deus anunciada na bíblia, somente te coloca em uma posição igual a dos demônios que se rebelaram contra Deus (alguns estão em posições até mais críticas, pois não temem a Deus). E isso não sou eu que estou dizendo é a palavra, veja: “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem. Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?” Tiago 2:19-20 e ainda como o nosso amado irmão Paulo nos ensina: “Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” Romanos 14:22. Daí podemos perceber que servir a Deus é bem mais sério do que pensamos, mas para entendermos isso é preciso deixarmos de ser “meninos” no conhecimento de Deus.
A fé vazia e fútil não basta para Deus, assim como justiças tendenciosas; ambas são trapos de imundices perante Deus [Isaías 64:5-7].

Irmãos (ãs) vocês querem entrar nos céus??? Então, obtenham uma nova identidade em Jesus; aí sim entenderão o que o Espírito quer dizer, quando expressa: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras (obras feitas a fim de aparecerem ou por hipocrisia), para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras (viver a vida pautada nas escrituras, seguindo o exemplo de Cristo), as quais Deus preparou para que andássemos nelas. Efésios 2:8-10.
Precisamos parar de nos enganar, pensando que a graça de Deus é libertina e sem limites, nos dando a falsa liberdade de andarmos orgulhosos e soberbos perante Ele, apenas porque nos intitulamos evangélicos. Deus não irá levar qualquer pessoa para habitar com Ele, mas vai levar […um povo seu especial, zeloso de boas obras – Tito 2:11-14. ]
Entenda isso em Nome de Jesus e “assim também operai a vossa salvação com temor e tremor” Filipenses 2:12. Sabendo antes que, Deus não pensa como o homem pensa e nem vê como o homem vê. Entenda que, somente aqueles que verdadeiramente foram transformados pelo poder do evangelho e que verdadeiramente faz a vontade do Pai serão os que verão o Reino dos céus e farão parte dele, como está escrito: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” Mateus 7:21-23. Essa é a verdade que “qualquer que Nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. Qualquer que comete pecado, também comete iniqüidade; porque o pecado é iniqüidade. 1 João 3:3-4. Será que isso não é suficiente para gerar temor a Deus? Saber o risco que corremos de ir para o inferno se não estivermos vivendo segundo a verdade e segundo as obras de Cristo, mas segundo a religiosidade em nós?
Precisamos mudar o nosso padrão deturpado de cristãos que foi formulado e ensinado por grande parte de falsos pastores, lobos devoradores que estão ou estiveram em cima dos púlpitos das igrejas atuais, desviando o povo da verdade do evangelho e criando uma geração prostituída diante de Deus, e atingirmos os padrões exigidos pelo Eterno, a fim de reconhecermos a bondade e severidade de Deus [Romanos 11:22] e podermos adorá-Lo como Ele é – Santo e Justo.
Se você quer realmente chegar ao Monte Santo do Senhor e habitar na nova Jerusalém [Apocalipse 21] considere essas coisas e abandone a falsidade, mesmo que você esteja dentro de uma igreja que você considere “impecável” e “perfeita” o que irá contar é se você é nova forma de vida ou não, se você ama ou não a Deus, se adora em Espírito e em verdade ou apenas por altivez, se você o teme ou não. Se você nasceu verdadeiramente da água e do Espírito [João 3:1-12] alegre-se de fazer parte do povo especial e zeloso que irá entrar pelos portões celestiais e cuide-se para permanecer em Cristo, sempre humilde, temperante, grato, amoroso, longânimo e então alcançará a vida eterna.
Alegre-se de Deus estar demonstrando a Sua maravilhosa graça a você nesse exato momento, te revelando um pouco mais sobre a Sua essência. Será que você pode ouvi-Lo?
“Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?” Salmos 24:3

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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: