quarta-feira, 18 de maio de 2016

CAMPANHA deixa Deus te usar!

A paz seja convosco Amém

Sou o Evangelista Manoel Moura e estou aqui para lhe fazer um convite a entrar nesta CAMPANHA conosco Amém.

Gostaria que você OBS. As fotos logo abaixo dessa mensagem, e analisasse cada uma delas.No Oeste da Bahia há muitos povoados e vilas com grande números de pobres que estão em estado de necessidades de nossas ajudas, e eu e você  podemos ajudar, é só nos esforçar para isso Amém. Tudo que precisamos para essa missão estão em fotos logo abaixo!Alimentos o principal, roupas, sapatos, agua, fradas para crianças, leite para as mesmas, brinquedos pois quantos nossos filhos tem brinquedos para todos os momentos eles não tem para momentos nem um!Se você quiser e se interessar, veja nossos ENDEREÇOS logo abaixo.
Rua Goiás Qd 90 Lt 10 Condomínio 1525 Casa 13, Bairro Mimoso 2 Cidade Luís Eduardo Magalhães/Bahia CEP 47850-000  Fones (77) 3628-6682  (77) 9 9900-1339Blog:  evangelistamanoelmoura.blogspot.com
Não deixe de ler esse artigo! Deus pode está querendo te abençoar a partir da benção que você repartir aos  outros Amém

Tem uma oração para você logo no final Amém
Disse: Jesus eu não vim para os sãos, e sim para os doentes!
“E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento”. Marcos 2.17
Constantemente deparamo-nos com pessoas doentes. É um estado triste, que necessita de atenção especial. Existem inúmeras doenças que causam as mais variadas reações no corpo. Há aquelas que nitidamente pode-se perceber, mas também as que durante anos se permanece com elas e não são percebidas.Existem até aquelas pessoas que tem alguma doença, mas agem como se não tivessem ou tentam disfarçá-la para que ninguém perceba, ou até negam que estão doentes e tocam a vida normalmente como se nada estivesse acontecendo, e estas pessoas são as mais intrigantes.Jesus, quase que como uma parábola, responde aos fariseus que “não são os que tem saúde que precisam de médico e sim os doentes”. Os doentes precisam do médico, os pecadores precisam ser limpos de seus pecados, precisam ser lavados de suas impurezas.O apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, capitulo 3, versículos de 9 a 11 disse: “Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus”. Todos, sem exceção, são pecadores, estão sujeitos à Lei e comentem pecado. Não há nenhum justo diante de Deus pois todos pecaram. Todos transgrediram a Lei santa de Deus.Mas há algo perturbador nas palavras de Jesus quando disse: “Os sãos não necessitam de médico”. Mas, se todos são pecadores sem restrição quem são estes “sãos”? Quem são estes “deus” que não precisam de Jesus.A grande chave da questão está na aceitação do que a pessoa acha que é. Algumas pessoas se acham feias enquanto outras não; umas se sentem bem sucedidas enquanto outras derrotadas; umas se acham espertas enquanto outras inocentes. Muitas pessoas se acham boas por suas próprias obras e acreditam que não há pecado nelas. Muitos não reconhecem que são pecadores.Será impossível uma pessoa ser salva pela obra de Cristo na cruz se não aceitar sua situação pecaminosamente depravadora. Os mestres da lei que eram fariseus repreenderam Jesus, pois Ele estava comendo com “pecadores”. Estes fariseus não se sentiam pecadores pois se escondiam atrás da lei.A grande questão para aquele que precisa ser salvo é o reconhecimento. Reconhecer a sua situação de pecador. O primeiro passo para a salvação é crer em Deus. O segundo passo é reconhecer que é um pecador e precisa da Graça de Deus (Jesus Cristo). O terceiro passo é o arrependimento pelos seus pecados e por último, liberar o perdão para aqueles que te devem e buscar o perdão através da confissão e fé em Jesus Cristo.


Jesus preocupava-se com os pobres
Os relatos dos Evangelhos mostram que Jesus compreendia bem a vida difícil que os pobres levavam e era bastante sensível às necessidades deles. Embora tivesse vivido no céu, Jesus abriu mão da sua vida celestial, nasceu como humano e ‘tornou-se pobre por nossa causa’. (2 Coríntios 8:9) Quando via as multidões, ele “sentia compaixão delas, porque andavam esfoladas e empurradas dum lado para outro como ovelhas sem pastor”. (Mateus 9:36) O relato da viúva necessitada mostra que Jesus ficou impressionado, não pelos grandes donativos dos ricos, que deram “do que lhes sobrava”, mas pelo pequeno donativo da viúva pobre. O que ela fez tocou o coração dele, porque ‘de sua carência, ela lançou nos cofres do tesouro todo o seu meio de vida’. — Lucas 21:4.Jesus não apenas sentia compaixão pelos pobres, mas também se preocupava com as necessidades deles. Ele e os apóstolos tinham um fundo comum de onde tiravam os recursos para ajudar os israelitas necessitados. (Mateus 26:6-9; João 12:5-8; 13:29) Jesus incentivou aqueles que queriam ser seus seguidores a reconhecer a obrigação que tinham de ajudar os necessitados. Ele disse a um jovem governante rico: “Vende todas as coisas que tens e distribui aos pobres, e terás um tesouro nos céus; e vem ser meu seguidor.” O fato de não estar disposto a abrir mão dos seus bens mostrou que o jovem amava mais as riquezas do que a Deus e a seu próximo. Por isso, não tinha as qualidades necessárias para ser um discípulo de Jesus. — Lucas 18:22, 23.
SENHOR meu Deus e  Pai do Senhor Jesus Cristo, quero SENHOR nessa hora orar por essa pessoa essa vida Pai Santo, para que o SENHOR o abençoe em tudo que ele(a) fizerem.SENHOR de acordo com o que ela doar, seja aqui ou para qualquer outras pessoas, ajuda-o com toda graça e amor, SENHOR ela está abrindo o coração para ajudar e ofertar, abençoe sua Empresa, seu trabalho, sua família, seus filhos, seu casamento e tudo que lhe pertence em nome de Jesus Cristo teu Filho eu te penso Amém e Amém. 
Caso você queira fazer um deposito ai está as contas ainda em meu nome pois estamos organizando para fazer na conta do Ministério Amém 


Banco Brasil: Conta Corrente 38.421-6 Agencia 2997-1  
Banco Bradesco: Conta Corrente 21331-4 Agencia 2482-1

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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: