quinta-feira, 29 de setembro de 2016

SEJA CONSAGRADO, SEJA SEPARADO PARA JESUS O DEUS VIVO!



Os 4 tipos de Vasos que Deus escolhe 


 (2 Tm 2.20; 21)

Introdução: Somos comparados na Bíblia a um vaso. Existem vários tipos de vasos. Vasos de ouro, de prata, de pau e de barro.

Talvez se nós fossemos escolher algum deles certamente escolheria o vaso de ouro. Porém Deus escolheu colocar o seu tesouro nos vasos de barro para que a excelência do poder não seja do vaso, mas do Senhor. Veremos então, que tipo de vasos somos nós e qual a nossa utilidade.

I – VASO ESCOLHIDO

(At 9.15): esta primeira revelação está no Episódio da conversão de Saulo. Após ele ter um encontro com o Senhor e ficar cego, Deus envia o seu servo, Ananias para ir ao seu encontro. Porém Ananias responde ao Senhor que muitas coisas ruins haviam sido ditas acerca de Saulo, mas o Senhor o diz: Ananias este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome aos gentios e aos Reis de Israel. Somos vasos escolhidos. Dentre milhares de pessoas Deus escolheu a nós.

O presente versículo ensina o propósito e desígnio de DEUS nas vidas dos homens, em termos gerais, porquanto DEUS conhecia a Saulo e Ananias, e ambos tinham lugar nesse plano, como também dele participam todos os homens. Isso é teísmo ao invés de deísmo.

O teísmo ensina que DEUS não apenas criou todas as coisas, mas também que conserva o interesse pela sua criação, dirigindo e exercendo a influência de sua vontade sobre as vidas humanas, para cumprimento de seus propósitos, determinando os seus destinos; também galardoa e pune aos homens, e, de modo geral, intervém sobre a vida humana, sendo ele o alvo apropriado de todos os homens.

Já o deísmo aceita a existência de um "deus", de deuses ou de forças cósmicas que teriam criado o universo; no entanto, não se interessam pelo mesmo, tendo-se afastado do mesmo, sendo que também nem pune e nem galardoa aos homens.

"PORQUE OS ATRIBUTOS INVISÍVEIS DE DEUS, ASSIM O SEU ETERNO PODER, COMO TAMBÉM A SUA PRÓPRIA DIVINDADE, CLARAMENTE SE RECONHECEM, DESDE O PRINCÍPIO DO MUNDO, SENDO PERCEBIDOS POR MEIO DAS COISAS QUE FORAM CRIADAS. TAIS HOMENS SÃO, POR ISSO, INDESCULPÁVEIS" (Rm. 1:20).

Além disso, este mesmo versículo ensina-nos que o interesse de DEUS não tem apenas um caráter geral, que reduz os homens a pessoas sem nome, pelo contrário, o Senhor se interessa individualmente por cada um, tendo uma missão para cada um.

Dessa forma, todos os homens, em certo sentido, podem ser vasos ou instrumentos como no bem-estar de seus semelhantes humanos.

Assim sendo, o poder de DEUS fez com que Paulo se tornasse um vaso escolhido tendo-lhe sido conferida uma missão distinta. E o próprio Paulo, já apóstolo, sentia ser um vaso de barro, indigno de encerrar tão grande tesouro.

"TEMOS, PORÉM, ESTE TESOURO EM VASOS DE BARRO, PARA QUE A EXCELÊNCIA DO PODER SEJA DE DEUS E NÃO DE NÓS"(2 Co 4. 7).

Por conseguinte, a mensagem que Ananias foi encarregado de transmitir a Saulo foi realmente grandiosa.

"ENTÃO, ANANIAS FOI E, ENTRANDO NA CASA, IMPÔS SOBRE ELE AS MÃOS, DIZENDO: SAULO, IRMÃO, O SENHOR ME ENVIOU, A SABER, O PRÓPRIO JESUS QUE TE APARECEU NO CAMINHO POR ONDE VINHAS, PARA QUE RECUPERE A VISTA E FIQUES CHEIO DO ESPÍRITO SANTO". (At 9. 17).

Deve-se observar, por semelhante modo, como DEUS determina os acontecimentos da vida de um homem, a fim de torná-lo apto para o tipo de vaso que deve ser para a obra particular que ele precisa realizar na vida.

Assim é que, no caso de Saulo de Tarso, tudo quanto ele fora e aprendera a educação que recebera, o seu prepara intelectual na religião judaica, e até mesmo o contexto de sua personalidade, contribuía para fazer dele um caso como DEUS queria.

DEUS outorga e utiliza os dotes naturais de um indivíduo, e ordena sua forma de treinamento e desenvolvimento, antes mesmo de sua conversão, a fim de prepará-lo para a obra e a missão que deve receber, após sua conversão.

"Quem quer que considere o caráter de Paulo, a sua educação, as suas realizações quanto aos conhecimentos naturais, o papel distinguido que lhe foi outorgado, primeiramente contra o cristianismo, e depois, na mais profunda convicção, o papel que desempenhou em favor do cristianismo, perceberá, de imediato, quão bem ele estava qualificado para grande obra para a qual Deus o havia chamado" (Adam Clark).

Três seriam as esferas principais das atividades de Saulo, quando fosse o grande apóstolo Paulo. Vejamos:

a) - Pregaria o evangelho às nações, porque, através dele, o evangelho seria estabelecido no mundo gentílico. Foi quase sozinho que ele ergueu o cristianismo à posição de uma religião mundial, alterando assim o curso da história da humanidade.

b) - Pregaria o evangelho a reis. Dentre todos os seguidores de JESUS, Paulo era o mais qualificado para ser testemunha perante os governadores do mundo.

c) - Pregaria o evangelho ao povo de Israel. Fora um dos seus melhores elementos, mas tornara-se elemento excelente quando de sua conversão; e foi comissionado a anunciar essa mensagem de transformação ao seu próprio povo, de forma especial e cheia de vigor.

Com sucesso e fielmente foi que Paulo cumpriu essas três esferas de atividade. Nas duas primeiras esferas ultrapassou imensamente o serviço e o poder de quaisquer outros cristãos primitivos.

É interessante observar, que Paulo seria alvo dos ataques desfechados por muitos, sendo inclusive, punido com muitos sofrimentos.

Contudo, o fato de que Paulo assim tivesse de sofrer, em defesa da fé que anteriormente havia perseguido tão ferozmente, serve de prova insofismável da autenticidade de sua conversão, bem como da veracidade do cristianismo.

É muito significativo que Paulo encarava o sofrimento como uma forma de dom dada aos cristãos, contanto que esses sofrimentos fossem em favor de CRISTO.

"PORQUE VOS FOI CONCEDIDA A GRAÇA DE PADECERDES POR CRISTO E NÃO SOMENTE DE CREDES NELE". (Fl 1.29).

II – VASO COMPRADO

Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus( 1 Co 6.20).

(1 Co 7.23; Ap 5.9,10).

• Resgatados da maldição (Gl 3.13).

• Resgatados dos pecados (Cl 1.14).

• Resgatados das vãs maneiras (1 Pe 1.18).

• Resgatados pelo sangue (Hb 9.12; 1 Pe 1.19).

• Resgatados gratuitamente (Rm 3-24).

• Resgatados para glorificar (1 Co 6.20).

• Resgatados para estarmos livres dos homens (1 Co 7.23).

• Resgatados do domínio das coisas (1 Co 7.29-31).

• Resgatados para ser rei e sacerdotes (Ap 5.9,10).

O fumo, inegavelmente, causa forte vício. Mais adiante, a mesma passagem nos diz:

A Bíblia nunca menciona diretamente o ato de fumar. Há alguns princípios, entretanto, que definitivamente se aplicam ao fumar. Primeiro, a Bíblia ordena que não permitamos que nossos corpos se tornem “dominados” por coisa alguma. I Co 6.12 declara:

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.” (I Co 6.12).

“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Co 6.19-20).

Fumar é inegavelmente muito prejudicial a sua saúde. Já foi provado que fumar causa danos aos pulmões e freqüentemente ao coração.

Pode o fumar ser considerado “benéfico” (I Co 6.12)? Pode-se dizer que fumar é verdadeiramente “honrar a Deus com seu corpo” (I Co 6.20)? Pode uma pessoa honestamente fumar “para a glória de Deus” (I Co 10.31)? Cremos que a resposta a estas três perguntas é um grande e redondo “não”.

Como resultado, cremos que fumar é um pecado, não devendo então ser praticado pelos seguidores de Jesus Cristo.

Alguns argumentam contra esta visão mostrando o fato de que muitas pessoas ingerem alimentos que não são saudáveis, que podem da mesma forma viciar e ser maléficos para o corpo.

Como exemplo, muitas pessoas são tão viciadas em cafeína que não podem funcionar sem a primeira xícara de café pela manhã. Mesmo sendo verdade, como isto faz do ato de fumar algo correto? Afirmamos que os cristãos devem evitar a glutonaria e evitar o excesso de alimentos que não sejam saudáveis.

Sim, os cristãos são muitas vezes hipócritas quando condenam um pecado e permite outro… mas mais uma vez, como isto faz que o fumar honre a Deus?

Outro argumento contra esta visão de fumar é o fato de que muitos homens piedosos têm sido fumantes, como o famoso pregador britânico C.H. Spurgeon. Novamente, não cremos que este argumento tenha qualquer peso. Cremos que Spurgeon estava errado em fumar. Mas era ele, por outro lado, um homem piedoso e fantástico professor da Palavra de Deus? Claro que sim! Isto faz com que todos os seus atos e hábitos honrem a Deus? Não.

Sim, fumar é pecado. Fumar não é menos perdoável do que qualquer outro pecado, tanto para uma pessoa se tornar um cristão, ou um cristão confessar seu pecado a Deus (I João 1.9). Ao mesmo tempo, nós cremos firmemente que fumar é um pecado que deve ser abandonado, e com a ajuda de Deus, superado.

Além de sermos escolhidos somos também vasos comprados por um bom preço: o sangue de Jesus. Isto quer dizer que temos um dono, não estamos jogados como sementes no deserto.

Nós temos quem cuida de nós. Deus é o nosso dono e ninguém pode nos resgatar das mãos Dele.

III – VASO SELADO

- Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa ( Ef 1.13)-

A carta aos Efésios contém tesouros preciosos para vida cristã. A profundidade doutrinária produz segurança e esperança a todos os crentes.

A formação do corpo de Cristo, e sua unidade, é o propósito eterno desta carta. A família espiritual é enfatizada de forma profunda, como maneira de destacar a posição e condição do crente, de filho de Deus.

Preso, Paulo envia essa carta e, no verso 13 do capítulo primeiro, destaca a posição e a condição de crente em Jesus.

A posição é a posição de Cristo: “... é nele que vós estais depois que ouvistes a Palavra da verdade...”. O crente está em Cristo, essa é a posição, a mais alta posição que um homem pode estar. Junto ao próprio Senhor Jesus Cristo. A mais elevada posição que um homem pode ser colocado. Não é sua condição social, financeira, intelectual, mas o estar em Cristo Jesus.

Como forma de afirmação dessa posição, Paulo progride em sua carta, revelando a ação do Santo Espírito na vida do crente. “... tendo nele crido, fostes selados com o Espírito Santo da Promessa”.

Selados com o Espírito Santo significa a nossa condição: pertencemos a Deus. Nada mais poderá mudar essa condição. Somente Deus tem a primazia sobre a nossa vida e nossa alma. Nada mais nos tira a condição de filho do Deus Altíssimo. Essa é a marca da segurança eterna da salvação, daqueles que crêem em Jesus Cristo. É o penhor da herança que temos, para redenção da propriedade de Deus (os crentes em Jesus), em louvor da sua Glória (Ef. 1.14).

O crente em Jesus, já passou da morte para vida, não entrará em condenação, ele tem a vida eterna (Jo. 5.24), pois está “Selado com o Espírito Santo”.

Que maravilha! Somos selados pelo Espírito Santo! Nosso Deus é maravilhoso, além de nos selar, o que já seria suficiente, pois o selo indica propriedade. Um documento ou correspondência selada só pode ser aberta pelo dono, ou seja, somos invioláveis até que o nosso dono ( Jesus ) nos receba em seus braços.

O senhor ainda nos deu o penhor do Espírito, ou seja, para garantir que viria nos buscar deixou o Espírito Santo como penhora. No arrebatamento haverá o resgate: seremos levados até às nuvens ao encontro do Senhor e para sempre estaremos com Ele. O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações ( 2Cor 1.22).

Aqui na terra somos reconhecidos pela operação do Espírito em nossas vidas: Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade ( 2 Tm 2.19 ).

IV – VASO PREPARADO

– Somos vasos de barro, escolhidos, comprados, selados e preparados para toda a boa obra. Temos que honrar ao nosso Deus e nos purificar de toda malícia e obras que desagradam ao Senhor.

Portanto, devemos procurar com zelo os melhores dons e ficar atentos para a necessidade da obra de Deus. Quando Deus quiser nos usar, possamos dizer: Eis-me aqui Senhor. Que minha luz brilhe diante dos homens e eles vejam que sou nascido em ti.

1. Deus não desiste de você, mesmo quando você falha em cumprir seu propósito (Jr 18.4).

O oleiro não jogou no lixo o vaso que se lhe havia estragado nas mãos. Ele não o colocou num canto como algo imprestável. Ele não desistiu desse vaso, mas fez dele um vaso novo.

Assim, também, Deus não desiste de você. Mesmo quando você se torna como um barro sem liga ou como um vaso estragado, Deus continua investindo em sua vida. Ele não abre mão de fazer de você um vaso novo. Deus não desiste de fazer um milagre em sua vida. Ele não abdica do direito que tem de fazer de você um vaso de honra, um vaso útil, preparado para toda boa obra.

Mesmo quando você cai, fracassa e se desvia Deus não considera você como sucata imprestável. Ele não olha você com desprezo. Como oleiro divino, ele investe em sua vida e transforma você, para que você cumpra os propósitos eternos que ele mesmo estabeleceu para sua vida.

2. Deus não faz apenas remendos em sua vida; ele faz de você um vaso novo (Jr 18.4). O oleiro não remendou o vaso que se lhe havia estragado nas mãos. Ele não se contentou com meias medidas.

Ele fez um vaso novo. A obra de Deus em você é completa. Ele faz de você uma nova criatura. Ele não quer apenas uma reforma externa, um verniz de aparência. Ele quer dar-lhe uma nova vida, uma nova mente, um novo coração, uma nova família, uma nova pátria. Deus tem para você uma vida nova, com novos gostos, novas preferências, novos alvos, novos sonhos, novos compromissos. A vida com Cristo é novidade de vida.

É vida santa, é vida no altar, é vida cheia do Espírito, é vida abundante, maiúscula, superlativa, eterna. A obra de Cristo em você é um milagre extraordinário. Portanto, você deve despojar-se dos trapos da murmuração e revestir-se com as vestes de louvor. Você deve largar para trás o espírito angustiado e cobrir-se com roupagens de louvor e óleo de alegria.

3. Deus não faz de você um vaso segundo o seu querer, mas um vaso segundo o seu propósito soberano (Jr 18.4). Deus fez do vaso que se lhe havia estragado nas mãos um vaso novo, segundo bem lhe pareceu.

A obra de Deus em você não é conforme os ditames da sua vontade, mas conforme os propósitos soberanos do próprio oleiro divino. Deus tem o melhor para você. Os planos de Deus para a sua vida são mais elevados do que os seus próprios sonhos.

O projeto de Deus para a sua vida são mais altaneiros que os seus próprios projetos. A vontade de Deus e não a sua deve prevalecer em sua vida. Ele é o oleiro, e você o barro. Não é o barro que manda no oleiro; é o oleiro que molda o barro. O oleiro tem o direito de fazer do barro o que lhe aprouver.

O oleiro divino que molda você é o mesmo que espalhou as estrelas no firmamento e o mesmo que lançou os fundamentos da terra. O oleiro divino está empenhado em esculpir em você a beleza de Jesus.

Seu projeto eterno é transformar você à imagem do Rei da glória. Ele lhe predestinou para você ser conforme à imagem do seu Filho. Deus jamais desistirá desse projeto. Seus planos não podem ser frustrados. Se preciso for, ele vai quebrar o vaso e fazê-lo de novo.

Mas, jamais vai desistir de fazer de você, um vaso de honra.

Deus nos escolheu dentre milhares e nos honrou com a sua presença, fazendo que vasos de barros, passivos a se quebrarem, pudessem ter o direito de comportar em si a o próprio Deus, na pessoa do Espírito Santo.

Ele nos comprou por bom preço, usando o sangue de Jesus como uma moeda corrente para pagar todos os nossos pecados e nos preparou para toda a boa obra, para que através de nossas vidas o seu nome fosse glorificado no céu. Que Deus tremendo é o nosso Deus!

Viva abundantemente e de cabeça erguida, sabendo que tu és vaso precioso diante dos olhos do Senhor. Aquele que nem mesmo poupou o seu único filho, antes o entregou por nós, não nos dará também todas as coisas?

Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós ( 2. Cor 4.7 ).

Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra.

De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra. ( 2 Tm 2. 20.21 )

E respondeu Ananias: Senhor, a muitos ouvi acerca deste homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém; E aqui tem poder dos principais dos sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome.

Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel ( At 9.13;14;15).

Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais. Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado ( 1 Pe 1. 18;19).

E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação ( Ap 5.9).

Que Deus nos abençoe e nos guarde em nome de Jesus. Amém!







quinta-feira, 22 de setembro de 2016

EU SERVI A CRISTO, VIVO PELA SUA ORDEM.



Tire os atavios!
"O cão late quando seu dono é atacado. Eu seria um covarde se visse a verdade divina ser atacada e continuasse calado" ...fui posto para defesa do evangelho. Filipenses 1:17b


Em êxodo capítulo 32 relata que Moisés estava  no monte em contato direto com Deus recebendo os 10 mandamentos e o povo embaixo esperando a volta do seu líder, Moisés. A Bíblia diz que o povo vendo que Moisés tardava em descer do monte acercou-se de Arão e lhe disse: “... faz-nos deuses que vão adiante de nós...” (Êxodo 32:1). Arão cedeu diante da pressão do povo e, das argolas de ouro das orelhas das mulheres foi feito o bezerro (Êxodo 32:2-4). O povo entra na orgia e passou adorar o bezerro de ouro. Moisés, ao descer do monte, aproximou-se do arraial e vendo o bezerro e as danças, lançou as tábuas da lei no bezerro de ouro e o destruiu e depois queimou os pedaços no fogo, misturou o pó e a cinza com água e deu de beber aos filhos de Israel (Êxodo 32:19 e 20). Veja bem, o povo bebeu uma sopa: cinza e pó de ouro misturado com água. Certamente essa bebida causou muita acidez no estômago dos Israelitas. Eu posso imaginar muito deles com azia e náusea. Moisés, assim procedeu porque ele queria deixar claro que o Senhor sente náusea quando alguém se envolve com ídolos, quando alguém está apegado ao supérfluo. O diabo sabia que se o bezerro fosse feito dos atavios das mulheres israelitas facilmente o povo adoraria o bezerro, pois era apegado ao ouro de suas argolas, pulseiras e colares. Hoje, muitos filhos e filhas de Deus estão tão apegados às jóias que não saem de casa sem antes colocarem seus brincos, pulseiras e colares. Deus sente náusea com esse comportamento, pois os atavios foram sinais da apostasia e da idolatria.


Em Êxodo 33:5 Deus manda que Moisés ordene ao povo tirar os atavios: “Porquanto o Senhor tinha dito a Moisés: diz aos filhos de Israel: És povo de dura cerviz; se por um momento eu subir no meio de ti, te consumirei; tira, pois, de ti os atavios, para que eu saiba o que te hei de fazer”.
Observe: Deus disse que só saberia o que fazer com o povo se cada um tirasse os atavios. Se Deus acompanhasse o povo ataviado consumiria a todos. O fruto da mensagem de Deus foi: arranca os atavios! A Bíblia diz que os filhos de Israel tiraram de si os seus atavios, aleluia! “Então os filhos de Israel tiraram de si os seus atavios desde o monte Horebe em diante” (Êxodo 33:6).
Que belo exemplo de consagração!
Que admirável esvaziamento de vaidades pessoais!
Fujam irmãos e irmãs amados, das vaidades das jóias! E observem, atentamente, esta grave advertência: “Como jóia de ouro em focinho de porca, assim é a mulher formosa que se aparta da razão” (Provérbios 11:22).
Observe a declaração do apóstolo Paulo: “Ninguém me moleste, porque eu trago no corpo as marcas de Jesus”. (Gálatas 6:17).

A marca que os crentes devem trazer não é a marca do furo da orelha, nem a marca do colar, nem a marca da pulseira, mas a marca da santidade, do fervor e do Poder de Deus!

Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa vontade;

Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões.
Mas outros, por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho.
Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda.
Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo,
Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte.
Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.
FILIPENSES 1-17





quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Vale a pena está e ter esse Deus em Jesus.


 O Grande Amor de Deus (Reflexão)


Creio que não estarei enganado ao afirmar que JOÃO 3.16 é o verso bíblico mais amado e mais conhecido. Ele é composto por apenas 25 palavras, mas sua mensagem tem abençoado e salvado milhares em todo o mundo.
Este verso tem sido chamado de “
o evangelho em miniatura” e também de “acarta de amor de Deus, escrita com sangue e dirigida a todas as pessoas“. Se Satanás pudesse apagar um verso da Bíblia, escolheria com certeza João 3:16.
SE EXISTE ALGO QUE PODE FAZER DIFERENÇA NA MINHA VIDA
é saber que Deus me Ama.
Pense comigo – ainda que por poucos minutos – neste maravilhoso Amor de Deus.
1º) DEUS ME AMA – sem medida
O Amor de Deus é tão Grande que não pode ser medido; João não encontra uma expressão que possa dar a 
DIMENSÃO do Amor de Deus – então ele declara que Deus nos amou “de tal maneira” (imensurável, colossal, desmedido, enorme, gigantesco, imenso).
O Amor de Deus por Mim EXTRAPOLOU TODOS OS LIMITES
Deus Me Amou de Tal Maneira que “deu / entregou” Seu Filho Unigênito, para que MORRESSE POR MIM.
Este Amor imensurável de Deus Manifestado na Cruz do Calvário 
EXCEDE / ULTRAPASSA todo Entendimento e toda a Compreensão.
É AMOR DEMAIS!
2º) DEUS ME AMA – o Tempo Todo – Todo o Tempo
Não há um 
ÚNICO MOMENTO em que Deus não me ame;
Deus me AMA desde 
antes da Fundação do Mundo (quando me escolheu para Salvação – declara Paulo)
Deus me Ama desde quando 
ainda estava sendo Formado no Útero de minha mãe – declara o Salmista.
Deus me Ama 
todas as Manhãs – quando Ele Renova sobre Mim Suas Misericórdias;
Deus me Ama todos os dias, e
nquanto Age Providencialmente em meu Favor– TRANSFORMANDO o Mal em Bênção para a minha Vida (a vida de José…).
3º) DEUS ME AMA – apesar do que Sou
– Apesar de ser um Pecador – Deus me ama
“Mas Deus PROVA seu Amor para Conosco, em que Cristo Morreu por nós, quando ainda éramos pecadores” 
escreve Paulo.
“Filhinhos Não Pequeis, todavia, se pecarem vocês tem um Advogado junto ao Pai – Jesus Cristo” 
escreve João.
Deus sabe que Sou Pecador e que habito no meio de um povo pecador – 
mas me Ama assim mesmo.
Deus sabe que as coisas certas e boas muitas vezes Não Faço e que as coisas Erradas e Ruins eu faço até com frequência – 
mas Ele ainda me Ama.
– Apesar de ser Imperfeito – Deus me ama
Davi foi chamado de “
um homem segundo coração de Deus“, apesar de todas as suas Imperfeições – porque Deus o Amou!
Uma das frases mais lindas do Evangelho é esta: “ORA, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, 
como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13.1)
Jesus Amou cada um de seus discípulos – apesar de na Sua hora mais aguda todos O abandonarem.
Jesus amou a Pedro – apesar de tê-lo Negado;
Jesus amou Tomé – apesar de ter Duvidado.
           Deus me Ama – apesar do que Sou –
DEUS NÃO DESISTE DE MIM NUNCA!
– NUNCA DUVIDE DO AMOR DE DEUS POR VOCÊ:
Não importa as circunstâncias Deus Te Ama
Não importa 
OndeQuando e Como – Deus Te Ama
– Assuma um compromisso pessoal de Falar / Compartilhar deste AMOR de DEUS ao Menos com Uma Pessoa esta Semana (e a cada Semana).




terça-feira, 20 de setembro de 2016

Diferenças: Bíblia Católica x Bíblia Evangélica

É comum ouvirmos a expressão:
“Evangélico não gosta de católico!”

Ai logo vem aquela resposta…
“Claro vocês idolatram imagens e Deus abomina isso!”
Afinal, qual a diferença entre as Bíblias da
igreja Católica e da igreja Evangélica?
Após tantos comentários assim, resolvi explicar tal questão, porém contando a história dessa “expressão” que por sinal a princípio não fala de idolatria (Essa também é uma verdade), mas essa diferença entre católicos e evangélicos, esta nas escrituras!
BÍBLIA CATÓLICA
A diferença entre a Bíblia católica e a protestante está no Antigo Testamento, ou seja, o Novo Testamento é idêntico tanto para os católicos quanto para os evangélicos.
A diferença é quanto ao número de Livros. O Novo Testamento da Bíblia dos católicos e evangélicos tem 27 Livros, começando pelo Evangelho de Mateus e terminando no Livro do Apocalipse. Já no Antigo Testamento é que esta a diferença entre as Bíblias evangélica e católica. A Bíblia católica é composta por mais 7 Livros, livros estes que não são reconhecidos pelos Judeus (O povo escolhido por Deus na Bíblia).
Estes livros são: Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Baruque, Sabedoria e Eclesiástico. Estes livros foram considerados pelos judeus da palestina como não sendo inspirados pelo Espírito Santo e por isto os evangélicos os rejeitam como parte da Bíblia, são conhecidos como livros apócrifos ou Pseudo-canônicos.
O que significa “Apócrifos”, também conhecidos como Livros Pseudo-canônicos, são os livros escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs, nos quais os pastores e a primeira comunidade cristã não reconheceram a Pessoa e os ensinamentos de Jesus Cristo e, portanto, não foram incluídos no cânon bíblico.
O povo de Deus (Os Judeus), a quem os apócrifos teriam sido originalmente apresentados, recusou-os terminantemente, ou seja, não os reconheceu, não os aceitou. A comunidade judaica nunca mudou de opinião quanto a aceitar os livros apócrifos.
Estes 7 livros que constam na Bíblia católica foram considerados pelos judeus da palestina como não sendo inspirados pelo Espírito Santo e por isto os evangélicos os rejeitam como parte da Bíblia. Colabora ainda o fato destes livros não terem sido citados por nenhum autor do Novo Testamento. Primeiro, é preciso entender que a Bíblia foi originalmente escrita em hebraico e aramaico (antigo testamento) e grego (novo testamento). Posteriormente o AT foi traduzido para o grego. As Bíblias escritas em outros idiomas como inglês, espanhol, francês, alemão, português, etc, são versões do grego original. Desta forma, cada tradutor usou expressões diferentes em seu próprio idioma para representar aquilo que estava escrito em grego. As diferentes versões da Bíblia, normalmente não alteram o sentido original, por isto, tanto a tradução católica como a evangélica tem o mesmo princípio.
BÍBLIA EVANGéLICA
A Bíblia evangélica usada no Brasil foi traduzida para o português por João Ferreira de Almeida, um português católico que se converteu ao protestantismo em 1642 e logo em seguida iniciou o trabalho de tradução. A versão de Almeida foi a primeira em língua portuguesa.
Isso não significa que essas diferenças entre a Bíblia católica e a Bíblia evangélica torna uma verdadeira e outra falsa, ambas tem o mesmo propósito que é apresentar a Salvação em Jesus Cristo, católicos e evangélicos se submetem à mesma Palavra. O critério de Salvação para um evangélico é o mesmo para um católico. Se os evangélicos insistem que é necessário entregar a vida a Jesus e obedecer à Palavra de Deus, a Bíblia católica não desmente isto, pelo contrário, ela confirma isto!
Portanto, a diferença entre evangélicos e católicos não é pelo que está na Bíblia e sim pelo que não está. Enquanto que os evangélicos têm sua fé fundamentada exclusivamente nas sagradas escrituras, os católicos baseiam-se também na tradição e nos dogmas da igreja, como: A assunção de Maria, a infalibilidade do papa, o purgatório, o culto aos mortos, culto aos santos, entre outros. Estes ensinamentos não são bíblicos e, portanto são alguns dos pilares que distanciam evangélicos de católicos.
Para os católicos, o Antigo Testamento é formado por 46 livros.
Para os evangélicos, o Antigo Testamento é formado por 39 livros – Além disso há trechos de capítulos de livros que constam da Bíblia protestante que foram removidos, como os capítulos 13 e 14 do livro de Daniel e os versículos 4 a 16 do capítulo 10 do livro de Ester, assim como os capítulos 11 a 16 do mesmo livro. Ao todo a Bíblia evangélica tem 66 livros.
Obs: Este texto não se trata de criticas á nenhuma religião, mas sim como uma base explicativa, devido a tantos questionamentos.
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DIFERENÇAS: Velho Testamento e Novo Testamento
A Bíblia como a conhecemos hoje, é divida em dois grandes grupos de livros: O Velho e o Novo Testamento. Para compreendermos o significado desses nomes, precisamos saber que a palavra “Testamento” quando utilizada para esses dois grupos de livros, significa “ALIANÇA” (Aliança simboliza acordo, tratado, contrato, pacto, concerto, união entre duas partes). E é utilizado para definir o pacto divino entre Deus e os homens, a palavra aliança é muito conhecida na Bíblia e aparece muitas vezes entre o Velho e Novo Testamento.
O Velho Testamento (Velha Aliança) descreve principalmente a aliança que Deus fez com seu povo (Povo de Israel) através da Lei, este período foi marcado pela lei (Olho por olho, dente por dente…). O VT ou AT tem como foco a preparação para a vinda de Jesus, relatando a história do homem desde a criação, até alguns anos antes do nascimento de Jesus, nele também vemos a indicação de Deus de um pacto ainda maior que alcançaria todas as nações através do Messias, o povo Judeu esperava ansioso o surgimento de um Salvador (o Messias). Aguardavam dia a dia o surgimento desta pessoa prometida por Deus. Esperavam porque esse Salvador fora prometido diversas vezes no Antigo Testamento. Esse Salvador esperado era chamado de “O Messias”. A palavra Messias em hebraico quer dizer “ungido”. É um título que significa que a pessoa era separada especialmente pelo Senhor para uma Obra especial. Jesus era esse Messias. O Ungido prometido por Deus.
“Eis que o SENHOR fez ouvir até às extremidades da terra estas palavras: Dizei à filha de Sião (Cidade): Eis que vem o teu Salvador; vem com ele a sua recompensa, e diante dele, o seu galardão (Prêmio/Recompensa).” (Is 62:11)
O Novo Testamento é inaugurado com a vinda do Messias, Jesus Cristo, nessa nova aliança vemos Cristo dando Sua vida para a salvação dos que creem (Tanto do povo de Israel quanto as pessoas de outras nações…os gentios – Eu e você) e assim inaugurando a igreja, que foi depois continuada pelos apóstolos. O Novo Testamento (Nova Aliança) foi escrito após a morte de Cristo, tendo como foco o plano de salvação do Messias através da Graça (Misericórdia de Deus, favor não merecido). Vemos ainda no Novo Testamento a indicação clara da segunda vinda de Jesus Cristo para selar plenamente a “aliança”, isso se dará através do fim dos tempos, do juízo final.
“assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam.” (Hebreus 9:28)
O Velho Testamento é constituído por 39 livros (vai de Gênesis a Malaquias) e o Novo Testamento é constituído por 27 livros (vai de Mateus a Apocalipse) – Dentro dos dois Testamentos temos algumas subdivisões importantes.
O antigo testamento é composto de três livros importantes para o judaísmo (povo escolhido de Deus na bíblia). O primeiro deles é a “Torá ou Pentateuco”, (A Torá é um termo hebraico que significa “ensinar” e Pentateuco vem do grego é chamado de “os cinco rolos”, ou seja, Torá ou Pentateuco são os cinco primeiros livros da bíblia cristã. Os judeus usam a palavra Torá para se referir a todo e qualquer tipo de ensino ou filosofia.
Os primeiros cinco livros da Bíblia Hebraica são considerados de autoria de Moisés e é fruto de toda a religião judaica, estes livros são: GÊNESIS – ÊXODO – LEVÍTICO – NÚMEROS – DEUTERONÔMIO.
O Novo Testamento: Estes livros foram escritos por apóstolos e geralmente em grego (língua da época) ou aramaico (língua da época comum em Israel). Posteriormente, vêm os livros dos profetas Judeus, conhecidos como “Neviim” que significa “Profetas” e “Kethuvim” que significa “os Escritos”, onde se encontram os reis. Todos estes livros são considerados sagrados para a religião judaica, berço do cristianismo.
Este Novo Testamento vem formar os conceitos do cristianismotrazendo uma nova interpretação às antigas escrituras. Ele afirma a vinda do Salvador que veio para fazer uma nova “aliança”, uma aliança que não seria quebrada, pois Deus havia cumprido seu prometido em mandar seu próprio verbo (Jesus) em carne para um sacrifício perfeito. No Velho Testamento temos uma profecia uma prefiguração/antecipação do que aconteceria, e no NT esta o acontecimento, aonde o Novo testamento vêm explicar as bases dos ensinamentos de Jesus, vem contar a história de Sua Vida, em outras palavras o Velho Testamento e mostra o início de tudo até Jesus e o Novo Testamento mostra que Jesus é o fim de tudo.
Ao compararmos o Velho e o Novo Testamento vemos observamos que o VT mostra o Sacrifício de cordeiros e o Novo mostra o sacrifício de Cristo. O VT mostra as profecias e o Novo suas confirmações. No VT os sacerdotes eram alguns homens que obtinham unção de sacerdotes e somente os levitas podiam ser sacerdotes e no serviço do templo havia somente levitas (homens da tribo de Levi…Levi era um dos 12 filhos de Israel).
Na aliança do NT, todos os homens e mulheres que se consagram são sacerdotes e o altar é o próprio coração do homem. As alianças do Antigo Testamento eram perfeitas por parte de Deus, mas imperfeitas por parte dos homens, pois eles sempre quebraram a aliança com Deus, distanciando-se de seus mandamentos.
Já a aliança do Novo Testamento, é perfeita porque o Verbo divino encarnou (tomou corpo humano) e Verbo é uma referência bíblica ao nome de Jesus e assim Deus fez aliança consigo mesmo como homem para que esta fosse definitivamente perfeita.
E a partir da aliança da Graça (Favor não merecido) de Deus, estão firmadas as alianças que ainda virão: Do Reino Milenar de Cristo(o Reino Milenar de Cristo nesta terra se trata de uma era futura, onde se cumprirá as promessas de Deus referente às alianças firmadas por Ele no decorrer da história bíblica é o cumprimento das Alianças Divinas, boa parte registrada no livro de Apocalipse), e também esta firmada a aliança da Eternidade no “Novo céu e na Nova Terra” que esta registrada em (Apocalipse 21 e 22).
Deus Abençoe á Todos!
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RESUMO: Significados de Nomes & Passagens Bíblicas
LIVROS DA BÍBLIA NO ANTIGO TESTAMENTO ( AT ) OU VELHO TESTAMENTO ( VT )
LIVROS PENTATEUCOS / TORÁ
São os cinco primeiros livros da Bíblia, estes são chamados de “Pentateuco”. Para os judeus, esses livros são chamados de Torá. Neles encontramos desde a criação do mundo até a Lei de Deus dada por Moisés ao povo de Israel.
Todos estes livros foram escritos por Moisés, os Pentateucos são:
GÊNESIS
Significa “Começo ou Origem”, este livro mostra como tudo era “no principio”, faz uma narrativa da criação, contando como tudo o que existe desde o seu começo, como surgiram os seres humanos, o pecado e o sofrimento, conta como Deus no começo apareceu ás pessoas, cita a relação de Deus com o homem e da promessa de Deus a Abraão e seus descendentes.
ÊXODO
Significa “Saída ou Partida”, conta do acontecimento mais importante da história do povo de Israel, isto é, a saída dos israelitas do Egito, onde eram escravos. Deus livrou os israelitas de uma vida de penúrias e escravidão no Egito. Deus fez um pacto com eles e lhes deu leis para ordenar e governar sua vida.
LEVITÍCO
Significa “Pertencente aos Levitas” e tem esse nome por que foi a Tribo de Levi, a tribo dos sacerdotes, que criou esse livro (Levi era o nome de um dos 12 filhos de Jacó/Israel). O nome é apropriado, visto que os sacerdotes israelitas eram levitas e o livro fala sobre o ministério desses sacerdotes. Nele estão as Leis e os mandamentos que Deus mandou Moisés dar ao povo de Israel, especialmente as leis a respeito das reuniões de adoração, dos sacrifícios que o povo devia oferecer a Deus e os deveres dos sacerdotes.
NÚMEROS
Se chama assim por que tem os registros, o censo (numeração) de Israel naquela época. Neste livro existe duas contagem do povo, a primeira foi quando os israelitas saíram do Egito e a outra feita quarenta anos mais tarde, antes de entrar na terra de Canaã. Vemos neste livro que os Israelitas vagaram pelo deserto durante quarenta anos, antes de entrar em Canaã, “A Terra Prometida”.
DEUTERONÔMIO
É derivado da palavra grega “Deuteronômio” que significa “Segunda Lei” ou “Repetição da Lei”. (mish•néh hat•toh•ráh), corretamente traduzida por “Cópia da Lei”. Neste livro vemos a repetição da Lei, nele estão os discursos que Moisés fez quando o povo de Israel estava na Terra de Moabe, a leste do rio Jordão depois de terem caminhado quarenta anos pelo deserto, os israelitas estavam prontos para atravessarem o Jordão e tomarem posse da terra de Canaã. Moisés pronunciou três discursos de despedida pouco antes de morrer. Neles recapitulou com o povo, todas as leis de Deus para os israelitas. O nome do livro expressa essa “Recapitulação, Repetição, Segunda Lei”.
LIVROS HISTÓRICOS
São os livros históricos que narram à história do povo de Israel na conquista da palestina, a terra prometida. Histórias de grandes Reis como Davi e Salomão, as guerras entre o povo israelita e os povos inimigos de Deus, entre outros. O estudo desses livros é importante para termos uma melhor compreensão não só sobre os conflitos atuais entre Israel e Palestinos, mas também para sabermos quem é Israel e o que ele representa para as demais nações do mundo.
JOSUÉ
O nome significa “Jeová é Salvação ou A Salvação é Deus”. Tem o mesmo sentido que Jesus. Este livro foi escrito por Josué, mas os últimos capítulos foram escritos por Finéias. O personagem principal do livro é Josué. O livro de Josué conta a história de como os Israelitas invadiram a terra de Canãa e passaram a morar nela. A conquista de Canaã foi comandada por Josué, que ficou no lugar de Moisés após sua morte, Josué ficou como guia do povo de Deus e foi o líder dos exércitos israelitas em suas vitórias sobre seus inimigos, os cananeus. O livro termina descrevendo a divisão da terra entre as doze tribos de Israel.
JUÍZES
Conta a história de Israel desde a conquista da terra de Canaã até começo da Monarquia. Neste tempo surgiram os “juízes”, que eram principalmente chefes militares, mas também resolviam as questões legais do povo. Nesta época os Juízes de Israel eram lideres durante emergências, em outras palavras os Juízes eram os governantes desse povo na época (Sansão foi um dos juízes). Os israelitas constantemente desobedeciam a Deus e caíam nas mãos dos países opressores, Deus constituiu juízes para livrá-los da opressão. Período dos Juízes de Otoniel a Samuel, logo após a morte de Josué o povo fazia o que bem lhe parecia, e quando surgia algum problema Deus Levantava um Juiz para julgá-los e liderá-los.
RUTE
Hebraico e significa “Bela Companheira”. Conta à história de Rute uma jovem do País de Moabe que casa-se com um israelita. Esta história se passa no tempo em que o povo de Israel era governado por juízes. O livro recebe o nome de seu personagem principal (Rute), sua biografia é contada em sua pequena história. O amor e a dedicação de Rute a sua sogra Noemi, são o tema deste livro. Rute era bisavó do Rei Davi.
I SAMUEL / II SAMUEL
Hebraico e significa “Foi Chamado Pelo Senhor”. Samuel é um dos protagonistas do livro, embora o livro conte acontecimentos após a morte dele. Em 1 Samuel o livro recebe esse nome não somente porque é a figura principal na primeira parte, mas também porque ele ungiu os reis Saul e Davi, os principais personagens. Ele registra a passagem do período dos Juízes para o dos Reis. Esta mudança na vida da nação de Israel gira principalmente em torno de três nomes: Samuel (Profeta), Saul (Rei) e Davi (Rei).
Em 1 Samuel vemos que Samuel foi o líder de Israel no período compreendido entre os juízes e Saul (o primeiro rei). Quando a liderança de Saul falhou Samuel ungiu a Davi como rei e este foi o primeiro rei de Judá. Em 2 Samuel: Vemos a continuação do 1 Samuel que sob o reinado de Davi, a nação se unificou e se fortaleceu. No entanto, depois dos pecados de Davi (adultério e assassinato), tanto a nação como a família do rei sofreram muito. E em 2 Samuel, embora Samuel não estivesse vivendo durante essa época, este livro recebeu o seu nome porque foi ele quem ungiu a Davi, o personagem principal de 2 Samuel.
I REIS / II REIS
Estes dois livros contam a história dos reis de Israel. Em 1 e 2 Reis o livro recebeu este nome porque é a história dos reis que governaram sobre Israel e Judá, no 1º Livro dos Reis a história começa nos livros de Samuel e em 2º Livros dos Reis, é a continuação da história dos 2 reis de reinos israelitas. Em 1 Reis, este livro inicia com o reinado de Salomão em Israel, depois de sua morte o reino se dividiu em consequência da guerra civil entre o norte e o sul, resultando no surgimento de duas nações, Israel no norte e Judá no sul. Em 2 Reis: Israel foi conquistada pela Assíria e Judá pela babilônia, estes acontecimentos foram considerados como um castigo ao povo pela desobediência às leis de Deus.
I CRÔNICAS / II CRÔNICAS
Conta outras histórias (crônicas) sobre o povo e Israel e receberam este nome porque fazem uma crônica da história do povo de Deus de Gênesis até Reis. O título usado na Bíblia hebraica significa os relatos dos dias, (Crônica significa narração curta). O Primeiro Livro das Crônicas, conta novamente os acontecimentos já registrados nos livros de Samuel e Reis. Este livro inicia com a linhagem de Adão até Davi, depois, conta os acontecimentos do reinado de Davi. E o Segundo livro das Crônicas é a continuação do Primeiro Livro das Crônicas, começa com a narração dos acontecimentos do reinado de Salomão em Israel e Judá. Este livro abrange o mesmo período que 2 Reis, mas com ênfase em Judá, o reino do sul, e seus governantes, relatando os reinos de Judá e Efraim, suas atitudes positivas e negativas até o cativeiro babilônico.
ESDRAS
Hebraico e significa “Aquele Que Socorre”. O nome é atribuído a seu autor respectivo. O livro de Esdras é continuação do Segundo livro de Crônicas. Ele descreve a volta de alguns israelitas que estavam prisioneiros na Babilônia, a vida deles em Jerusalém e as adorações no templo. Depois de cativo na babilônia por algumas décadas, o povo de Deus retornou a Jerusalém. Um de seus líderes era Esdras. Este livro contém advertências que Esdras fez ao povo para que este seguisse e honrasse a lei de Deus.
NEEMIAS
Significa “Deus Consola”. O nome é atribuído a seu autor respectivo. Este livro pode ser dividido em três partes 1º A história da reconstrução das muralhas de Jerusalém, dirigidas por Neemias, 2º A leitura por Esdras da Lei de Deus e a confissão do pecado pelo povo, ele também colaborou com Esdras para restaurar o fervor religioso do povo. 3º Outras atividades de Neemias como governador de Judá. Neemias: Depois do templo, também foi reconstruída a muralha de Jerusalém.
ESTER
Hebraico significa “Estrela”. O nome é atribuído a sua protagonista (não se sabe ele foi escrito por sua respectiva autora). Este livro conta a história de Ester, a moça judia que se torna rainha por causa do seu casamento com Xerxes, rei da Pérsia. Ester denunciou um complô que visava destruir o seu povo (Israel), com isso ela evitou que seu povo fosse exterminado.
LIVROS POÉTICOS
Chamados de Poéticos porque tratam profundamente de assuntos universais da humanidade, elaborados em estilo poético, vem do Grego “poeisis”. É a arte de escrever em versos, um pequeno poema, caráter do que desperta o sentimento do belo, inspiração, graça. O livro de Jó traz um grande exemplo de paciência e esperança em Deus. Salmos é repleto de louvores que expressam a grandeza e a misericórdia de Deus. Provérbios e Eclesiastes são livros que contém ensinamentos e conselhos para nossa vida.
Significa “Voltado Sempre Para Deus”. O nome é atribuído a seu protagonista (não se sabe ele foi escrito por seu respectivo autor). O livro de Jó traz um grande exemplo de paciência e esperança em Deus. Ele trata do sofrimento humano, Jó era um homem bom, rico e feliz, mas Deus permitiu que da noite para o dia perdesse os filhos e tudo que tinha e que fosse atacado por uma doença dolorosa. Depois Jó e seus amigos conversam, procurando achar a explicação para tanta desgraça. No fim Deus aparece e dá a resposta, sobre a justiça de Deus e recompensa. A pergunta “por que sofrem os inocentes?” é tratada nessa historia.
SALMOS
Salmo significa “Louvor” é o livro de hinos e de orações da Bíblia. Cada salmo é um hino que foi escrito na época, coletânea de Orações cantadas (Salmos vem de uma palavra grega que significa uma canção cantada com acompanhamento de um instrumento de cordas). O título hebraico do livro significa “Canção de Louvor”.
Salmos é repleto de louvores que expressam a grandeza e a misericórdia de Deus. Os salmos foram escritos por diferentes autores durante um período de mais ou menos oitocentos anos e foram usados pelo povo de Israel nas suas reuniões de adoração a Deus. Jesus cantou salmos e os citou em várias vezes. Em Salmos temos 150 orações e abrangem todo o campo das emoções humanas, desde a alegria até o ódio, da esperança até o desespero.
PROVÉRBIOS
Significa “Parábolas ou Ditado Popular”. É uma coleção de vários provérbios escritos por Salomão. O título hebraico deste livro significa “Provérbios de Salomão”. Provérbios é um livro que contém ensinamentos e conselhos para nossa vida, é um livro de sabedoria prática. Ensina que a religião está ligada aos problemas comuns da vida. Começa lembrando que “Para ser sábio, preciso primeiro temer a Deus”. Trata-se também de assuntos de moral, acerca de como viver uma vida reta. Em Provérbios o principal autor foi Salomão, mas também tem textos de outros autores.
ECLESIASTES
Significa “Pregador”. Eclesiastes é um livro que contém ensinamentos e conselhos para nossa vida, assim como Provérbios. No livro de Eclesiastes estão registrados os pensamentos do “sábio”, um homem que meditou profundamente sobre a vida humana, com suas injustiças e decepções, e concluiu que “tudo é ilusão”. O Eclesiastes é o livro do homem sem Deus. Deus não acusa esse homem, mas, deixa que ele fale dos seus sucessos e insucessos, do seu pessimismo e seu otimismo da sua esperança e desespero.
CANTARES DE SALOMÃO / CÂNTICOS DOS CÂNTICOS
O título do livro, significa “A Canção Suprema”. É uma coleção de poemas de amor, canção de amor sobre Salomão e sua esposa, eram hinos para serem cantados em casamentos. Em Cantares de Salomão como este poema descreve o gozo e o êxtase do amor, simbolicamente tem sido aplicada ao amor de Deus por Israel e ao amor de Cristo pela igreja, uma simbologia entre Cristo e seu povo.
LIVROS PROFÉTICOS
Há uma divisão dos livros proféticos em profetas maiores e profetas menores. Esta divisão é feita com base no tamanho da obra e não na importância deles. Também não é levando em conta a importância da mensagem, já que todos foram inspirados pelo Espírito Santo, ocorre que os profetas maiores, profetizaram mais ou deixaram mais escritos sobre as suas profecias.
PROFETAS MAIORES
São cinco os Profetas maiores, este é o primeiro conjunto de cinco livros dos profetas no Antigo Testamento é chamado de “profetas maiores” por causa do volume do seu conteúdo literário. É o conjunto dos mais extensos livros proféticos do Antigo Testamento da Bíblia cristã. O fato de o livro ter o nome “Profetas Maiores” nada tem a ver com a “importância” da mensagem, já que todos foram inspirados pelo Espírito Santo, o que acontece é que os profetas maiores “profetizaram mais” ou “deixaram mais” escritos sobre as suas profecias.
ISAÍAS
Significa “A Salvação É Deus”. Foi escrito pelo Profeta Isaías. É um dos maiores profetas do Antigo Testamento, anunciou suas mensagens ao povo do reino de Judá e aos moradores da Cidade de Jerusalém. O profeta Isaías trouxe a mensagem do juízo de Deus às nações, anunciou um rei futuro, à semelhança de Davi, e prometeu uma era de paz e tranquilidade. Um dos livros que fala mais diretamente sobre a vinda do Messias (Cristo).
JEREMIAS
Significa “Sublime É Deus”. Foi escrito pelo Profeta Jeremias. O profeta Jeremias era de uma família de sacerdotes, anunciava as mensagens de Deus e morreu provavelmente no Egito. Muito antes da destruição de Judá pela babilônia, Jeremias predisse o juízo de Deus. Embora sua mensagem seja de destruição, Jeremias também falou do novo pacto com Deus.
LAMENTAÇÕES / LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS
Foi escrito pelo Profeta Jeremias quando ele estava preso, é uma coleção de cinco poemas, são lamentos/choro pela destruição da cidade de Jerusalém. Jerusalém caiu cativa da babilônia. Este livro registra cinco “lamentos” pela cidade caída.
De Ezequiel até João, todos os livros abaixo tem esse nome porque receberam o nome do autor.
EZEQUIEL
Significa “Deus fortalece”. No tempo do profeta Ezequiel a cidade de Jerusalém foi tomada pelos babilônios. A mensagem de Ezequiel foi dada aos judeus cativos na babilônia, Ezequiel usou histórias e parábolas para falar do juízo, da esperança e da restauração de Israel. Enquanto Jeremias profetizava em Jerusalém ao povo que ficou, Ezequiel profetizou na Babilônia, utilizava-se de mímica e simbologias para profetizar.
DANIEL
Significa “Deus é Meu Juiz”. O livro de Daniel relata a história de quatro jovens que foram levados cativos para a Babilônia, enfrentaram a fúria dos reis e se tornaram príncipes, segue-se uma série de visões simbólicas do futuro até a vinda do messias. Este livro foi escrito em tempos de perseguição e sofrimento para o povo judaico, Daniel se manteve fiel a Deus, mesmo enfrentando muitas pressões quando cativo na Babilônia. Este livro inclui as visões proféticas de Daniel.
PROFETAS MENORES
São conhecidos como Profetas Menores os doze últimos Livros proféticos do Antigo Testamento. Eles são assim conhecidos pelo seu pequeno volume literários, em outras palavras são livros pequenos.
OSÉIAS
Significa “Salvador É Deus”. Oséias é chamado o profeta com o coração quebrantado. O profeta Oséias anunciou a mensagem de Deus ao povo de Israel, o Reino do Norte, depois do tempo do profeta Amós. Em Oséias vemos sua experiência conjugal, em que ele era dedicado a sua esposa, mesmo sabendo que ela era infiel á ele. Ilustra-se o adultério que Israel tinha cometido contra Deus e para mostrar como o fiel amor de Deus pelo seu povo nunca muda.
JOEL
Significado do nome “Jeová é Deus”. O ponto de partida da mensagem do profeta Joel é a terrível praga de gafanhotos e a seca que arrasaram a terra de Judá. Depois de uma praga de gafanhotos, Joel adverte o povo para que se arrependa.
AMÓS
Significa “Vigoroso”. Amós era pastor de ovelhas em Tecoa, pequena cidade de Judá, o Reino do Sul, mas foi chamado por Deus para anunciar a sua mensagem em Israel, o Reino do Norte. Durante os tempos de prosperidade, este profeta de Judá pregou aos ricos líderes de Israel sobre o juízo de Deus, insistia em que pensassem nos pobres e oprimidos, antes de pensarem em sua própria satisfação.
OBADIAS
Obadias significa “Servo do Senhor”. Conta este livro que Jerusalém foi conquistado pelos Babilônios. Os Edomitas povo que morava no País de Edom, ao sul de Judá. Obadias profetizou o juízo sobre Edom, um país vizinho de Israel.
JONAS
É um nome de Origem Hebraica, significa “Pombo”. O livro de Jonas, conta a história de um profeta desobediente. Deus mandou que ele fosse pregar na cidade de Nínive a capital do grande império da Assíria. Nínive era a nação inimiga mortal do povo de Israel. Jonas não queria pregar para a gente de Nínive, quando finalmente levou a mensagem pregada por Deus, seus habitantes se arrependeram.
MIQUÉIAS
Este nome significa “Quem é como Jeová ou Aquele que é como Deus”. Miquéias, um profetas que viveu no tempo de Isaías, natural de uma pequena Cidade de Judá, o Reino do Sul. A mensagem de Miquéias para Judá era de juízo, em vez de perdão, esperança e restauração. Especialmente notável é um versículo em que resume o que Deus requer de nós (6.8).
NAUM
Este nome significa “Consolo”. O profeta Naum, viveu na mesma época em que viveram os profetas Habacuque e Sofonias. O livro de Naum é uma poesia sobre a queda de Nínive. Naum anunciou que Deus destruiria o povo de Nínive por sua crueldade na guerra.
HABACUQUE
Este nome significa “Aquele que abraça”. Este livro apresenta um diálogo entre Deus e Habacuque, sobre a justiça e o sofrimento, os planos de Deus quando o mal parece prosperar. O livro termina com uma oração em forma de salmos em que Habacuque louva a grandeza de Deus, e ao mesmo tempo mostra a sua fé Nele. O profeta Habacuque viveu na mesma época em que viveram Sofonias e Naum.
SOFONIAS
Este nome significa “Jeová Protege ou Deus Dá Proteção”. Este profeta anunciou o dia do Senhor, que traria juízo a Judá e as nações vizinhas. Esse dia que viria seria de destruição para muitos, mas os poucos que ficassem sempre fiéis a Deus, sobreviveriam para abençoar o mundo inteiro. Sofonias viveu na mesma época em que viveram os profetas Naum e Habacuque.
AGEU
Significa “Alegria”. Relata os israelitas começaram a voltar da Babilônia, onde tinham vivido como prisioneiro. Ageu depois que voltou do exílio advertiu o povo para que dessem prioridade a Deus e reconstruíssem em primeiro lugar o templo antes de reconstruírem suas casas.
ZACARIAS
Este nome significa “Deus se Lembra”. No livro de Zacarias é um profeta que estava entre os israelitas que voltaram para Jerusalém do cativeiro na Babilônia. Assim como Ageu, Zacarias instou o povo a reconstruir o templo, assegurando-lhes a ajuda e benção de Deus. Suas visões apontavam para um futuro brilhante.
MALAQUIAS
Este nome significa “Meu Mensageiro”. Após o retorno de exílio, o povo voltou a cuidar de sua vida religiosa. Malaquias passou a inspirá-los novamente, falando-lhes do “dia do Senhor”, anunciando as mensagens de Deus ao povo de Judá, depois de ter sido reconstruído o templo de Jerusalém. Deus ficou 430 anos sem falar com o homem.
LIVROS DA BÍBLIA NOVO TESTAMENTO (NT)
OS EVANGELHOS
Os 4 evangelhos foram escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João. Cada um deles foi destinado a um povo, levando em conta o conhecimento que cada povo tinha de Deus ou de Jesus Cristo.
MATEUS
Significa “Oferta De Deus”. O evangelho de Mateus foi escrito para os judeus e tinha como propósito mostrar que Jesus era o messias enviado por Deus. O Salvador que Deus havia prometido enviar ao mundo, o Evangelho começa com a lista dos antepassados de Jesus ligando-o assim a história do povo de Deus.
MARCOS
Significa “O Grande Orador ou Servidor De Marte”. O Evangelho de Marcos foi escrito para os romanos e apresenta Jesus como servo. Nele se dá a boa notícia a respeito de Jesus Cristo, fazendo notar principalmente a sua atividade. Este Evangelho começa com o batismo de Jesus no Rio de Jordão por João Batista e termina com a ressureição de Jesus.
LUCAS
Significa “Luz”. O Evangelho de Lucas foi escrito para os gentios e teve como propósito mostrar Jesus como o Salvador. O Evangelho de Lucas começa no templo de Jerusalém onde o anjo de Deus anuncia ao sacerdote Zacarias que ele e Izabel, a sua mulher, vão ter um filho, e termina também no templo onde os seguidores de Jesus passam o tempo louvando a Deus.
JOÃO
Significa “Deus é Gracioso”. O Evangelho de João foi escrito para a igreja e teve como propósito mostrar que Jesus é o filho de Deus. O Evangelho de João é diferente dos outros, neste evangelho Jesus é apresentado como a Palavra de Deus, o Verbo Divino, que existiu desde a eternidade.
O LIVRO HISTÓRICO
O livro de Atos é um relato do inicio da igreja de Jesus Cristo na terra.
ATOS DOS APÓSTOLOS
Este livro continua a história de Jesus e da boa notícia do Evangelho, história que começa no Evangelho de Lucas.
CARTAS DE PAULO
As cartas de Paulo são ensinamentos valiosíssimos para a igreja atual. Nela encontramos um vasto ensino sobre a salvação, o papel da igreja e não poucas vezes exortações sobre como ter uma vida santa perante Deus. O nome Paulo, significa “De Estatura Baixa ou Pequeno”.
ROMANOS
Escrita pelo apostolo Paulo aos habitantes de “Roma”. A carta de Paulo aos Romanos, onde o apóstolo Paulo procurou anunciar a boa notícia de salvação por todo o império romano. Na segunda parte da carta Paulo mostra como os cristãos devem tratar uns aos outros e quais são os seus deveres para com as autoridades. A carta termina com uma série de saudações pessoais e uma oração de louvor a Deus.
I CORÍNTIOS e II CORÍNTIOS
Escritas pelo apostolo Paulo aos habitantes de “Corinto”. Primeira carta de Paulo aos Coríntios e Segunda Carta de Paulo aos Coríntios, Paulo termina a carta com amor e carinho.
GÁLATAS
Escrita pelo apóstolo Paulo aos habitantes da “Galácia”, uma província Romana. A carta de Paulo ao Gálatas, todos os cristãos de todos os tempos devem se lembrar sempre dessa declaração do apóstolo: “Cristo nos libertou para que sejamos de fato livres. Por isso continuem firme nessa liberdade e não se tornem novamente escravos.” (Gálatas 5:1)
EFÉSIOS
Escrita pelo apóstolo Paulo aos habitantes de “Éfeso”. A carta de Paulo aos Efésios é a fim de ilustrar a união do povo de Deus, o apóstolo usa três figuras para a Igreja: “A de um corpo do qual Cristo é o cabeça” – “A de um edifício do qual Cristo é a Pedra fundamental” e “A de um casal, no qual a igreja é a esposa e Cristo é o esposo”.
FILIPENSES
Escrita pelo apóstolo Paulo aos habitantes de “Filipos”. A Carta de Paulo aos Filipenses é com um carinho todo especial que Paulo se despede dos seus queridos.
COLOSSENSES
Escrita pelo apóstolo Paulo aos habitantes de “Colossos”. Um povo que estava se rendendo ao paganismo (adoravam outros deuses).
I TESSALONICENSES / II TESSALONICENSES
Escritas pelo apóstolo Paulo aos habitantes de Tessalonica. Primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses e Segunda Carta de Paulo aos Tessalonicenses é nesta carta que se encontra o famoso ditado “quem não quer trabalhar não coma” (2 Tessalonicenses 3:10)
I TIMÓTEO / II TIMÓTEO
Escritas pelo apóstolo Paulo a seu amigo Timóteo. Primeira e Segunda carta de Paulo a Timóteo, “Combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé.” Carta de Paulo a Tito, Diz que a vida cristã se torna possível por causa da bondade e do amor de Deus que nos salvou, não porque fizemos alguma coisa boa, mas por causa da sua própria misericórdia. Timóteo significa “Que Honra a Deus”.
TITO
Significa (latim) “Pombo Selvagem” e (grego) “Temente A Deus”. Escrita pelo apóstolo Paulo a Tito. Carta de Paulo a Tito, diz que a vida cristã se torna possível por causa da bondade e do amor de Deus que nos salvou, não porque fizemos alguma coisa boa, mas por causa da sua própria misericórdia.
FILEMOM
Significa “Que Ama”. Carta escrita pelo apóstolo Paulo a Filemon. Esta pequenina carta é um belo exemplo de cortesia e carinho, Paulo não discute os direitos que a lei daquele tempo davam ao dono de um escravo.
CARTAS DE OUTROS APÓSTOLOS
Essas cartas tem como autores os demais Apóstolos de Jesus Cristo – Pedro, João, Tiago e Judas.
HEBREUS
Foi escrita a todos que falavam hebraico, “Cartas Aos Hebreus”, os cristãos a quem este livro este livro foi escrito eram de origem judaica e é por isso que o livro é chamado de cartas aos hebreus. Foi escrito claramente para ouvintes conhecedores das Escrituras do Velho Testamento e especialmente dos rituais de sacrifícios da Velha Lei. Eles tinham sofrido perseguição, como resultado de sua fé e alguns, provavelmente desanimados por suas tribulações ou em dúvida sobre seu compromisso com Cristo.
TIAGO
Significa “Que Suplantou – Quer dizer “Vencer, abater, prostrar: O lutador suplantou o adversário”. Escritas por Tiago. Carta de Tiago (irmão de Jesus), o autor chama a si mesmo de “mestre”. A Carta de Tiago foi escrita a todos os cristãos do seu tempo e trata de assuntos práticos da vida cristã.
O autor fala de pobreza e riqueza, tentação, preconceito, o falar e o agir, o criticar, orgulho e humildade, paciência, oração e fé. Ele põe acima de tudo a necessidade de não somente crer como também agir. Não adianta nada alguém dizer que tem fé se não provar por meio das suas ações que a sua fé é viva e verdadeira. “Portanto, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem ações está morta.” (Tg 2:26).
I PEDRO / II PEDRO
Significa “Pedra, Rocha”. Escritas por Pedro, Primeira e Segunda carta de Pedro. A Segunda Carta de Pedro foi escrita a todos os cristãos do seu tempo. Ela trata de falsas doutrinas que estavam sendo espalhadas entre eles. Os falsos mestres não somente ensinavam coisas erradas como também se entregavam a todo tipo de imoralidades e vícios e procuravam arrastar os outros consigo.
O apóstolo avisa os leitores do perigo que eles correm e os anima a ficar firmes na fé e na vida de pureza e dedicação a Deus. Esses falsos mestres também zombavam da esperança que os cristãos tinham de que Cristo iria voltar; por isso o apóstolo afirma que de fato o Senhor voltará. Contudo, por ser bondoso, ele tem paciência “porque não quer que ninguém seja destruído, mas que todos se arrependam” – “Façam o possível para estarem em paz com todos, sem mancha e sem culpa diante dele e fiquem esperando aquele dia abençoado em que haverá um novo céu e uma nova terra, onde mora a justiça.” (3:13:14)
I JOÃO / II JOÃO / III JOÃO
Significa “Deus é Gracioso”. Escritas por João, a Primeira, Segunda e Terceira carta de João. “O sangue de Jesus é a nossa justiça, o amor de Deus para conosco é o amor que devemos ter uns para com os outros. Deus é amor e quem vive no amor vive unido com Deus e Deus vive unido com ele.”
JUDAS
Significa, “Abençoado ou “Louvado”, o mesmo que “Judá”. Ao contrário que muitos pensam, essa carta NÃO foi escrita pelo Judas que traiu Jesus, (O Judas que escreveu o livro de Judas, não é o traidor, o Judas autor desse livro era o irmão de Jesus e de Tiago), afinal esse nome era comum entre os Judeus. Carta de Judas, esta carta foi escrita aos cristãos em geral para preveni-los contra os falsos mestres que estavam espalhando ideias erradas nas igrejas.
O LIVRO PROFÉTICO
Apocalipse é o último livro da Bíblia e foi escrito por João, o mesmo que escreveu o Evangelho segundo João e as três cartas I, II e III João. João foi um dos três apóstolos mais ligados a Jesus (Pedro, Tiago e João) e escreveu este livro já no final de sua vida, no final do primeiro século. É um livro de difícil compreensão para alguns, mas de uma importância enorme, já que mostra como será o final dos tempos, o julgamento de todas as nações, a salvação dos justos e a condenação dos pecadores.
APOCALIPSE
Ao contrário que muita gente pensa, a palavra Apocalipse originalmente não significa “fim do mundo” ou catástrofe”, mas significa “revelação” em Grego. Apocalipse ou a Revelação de Deus a João é por isso que este livro também é por alguns chamado “A Revelação de Deus a João.”
Deus Abençoe á Todos!

Devemos viver sob as Leis do Velho Testamento ou Não?
O Velho Testamento é ainda usado? 
Porque dizem que não devemos mais seguir o que esta no Velho Testamento? Devemos viver sob as Leis do Velho Testamento?
Como entender esta questão?
A Bíblia é uma revelação progressiva, se você pular a primeira metade de qualquer livro e tentar terminá-lo, você vai ter dificuldade de entender seus personagens, o enredo e o final, da mesma forma, o Novo Testamento só pode ser completamente entendido quando é observado antes. No Velho Testamento vemos os seus personagens, leis, sistema de sacrifício, alianças e lindos testemunhos com as obras maravilhosas de Deus. Se apenas tivéssemos o Novo Testamento, iríamos ler os evangelhos sem saber por que os judeus estavam esperando pelo Messias (Um Rei Salvador), não entenderíamos por que esse Messias estava vindo, sem o VT não entenderíamos os costumes judaicos que são mencionados no Novo Testamento, não saberíamos das distorções que os fariseus tinham feito à lei de Deus. Nele aprendemos que precisamos confiar e obedecer a Deus, vemos que o nosso pecado tem consequências não só para nós mesmos, mas para aqueles ao nosso redor que amamos tanto; assim como o nosso bom comportamento tem recompensa para nós e para os que estão ao nosso redor também. O Novo Testamento e os Atos dos Apóstolos registram o cumprimento de muitas profecias que foram registradas centenas de anos antes no Velho Testamento.
O Velho Testamento fala de Deus e a promessa do filho, o Novo fala do filho e a promessa da vida eterna.
O Velho Testamento é de muita utilidade para nossos dias atuais, muitas promessas de Deus, palavras para nosso crescimento. Jesus chamava de “escrituras”, “Examinai as escrituras porque julgais ter nelas o caminho da salvação.” (João 5:39) e se Jesus nos diz pra examinar as escrituras “Velho Testamento”, é por que nós o devemos usar…Avaliemos as palavras do apóstolo Paulo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça.” (2 Timóteo 3:16). Não é só o Novo ou Velho Testamento, mais a Bíblia toda é de proveito para nós. O novo Testamento nada mais é do que o relato da vida de Jesus e do que aconteceria após Ele. As Escrituras do Velho Testamento foram aceitas por Cristo e pelos apóstolos como divinamente inspiradas. Jesus disse: “e a Escritura não pode ser anulada” (João 10:35). Jesus disse que não veio destruir a Lei e sim cumpri-la. (Mateus 5:17,19)
No antigo testamento as pessoas obedeciam aos mandamentos como uma LEI, claro que deviam fazê-lo, mas os fariseus alterando estas Leis, talvez fizesse com que muitos se desviassem da lei e adorassem ídolos (Imagens, etc..) provocando assim à ira de Deus. Então veio o Salvador, em João 1:14 “e o verbo se fez carne” (Verbo é a referência na Bíblia ao nome de Jesus) e que disse: “Eis que faço novas, todas as coisas” (Ap 21:5) – Ele fez com que as pessoas vissem um Deus misericordioso com seu povo, um Deus que é amor.
O que não é mais válido no Velho Testamento é tudo
o que mudou depois da vinda de Cristo!
(sacrifício de animais, algumas leis dadas por Moisés, etc…)
A lei dada por Moisés nunca serviu como um meio de salvação, ela em si não possuía poder para salvar, assim como o termômetro não tem poder para baixar a febre que ele registra (identificava-se o pecado, mas não chamava muitos ao arrependimento sincero). O Velho Testamento cita o sistema de sacrifícios de animais que Deus deu aos israelitas para cobrir seus pecados, isso na Bíblia é chamado de “Expiação”.
EXPIAÇÃO: Expiação é a tradução de uma palavra hebraica que significa a transferência dos pecados pela imposição das mãos sobre a cabeça de um bode vivo confessando todas as iniquidades dos filhos de Israel (Levítico 16:20). É o ritual para a transferência de todos os pecados do homem para Jesus, essa palavra significa a passagem do pecado para Jesus Cristo, fazendo com que os pecadores entrem em um relacionamento correto com Deus. No Antigo Testamento, a expiação era feita através da imposição das mãos sobre a cabeça do animal, assim os pecados daquele pecador passava para o animal e logo após sacrificava-se o animal. E no Novo Testamento também temos a “Expiação de Jesus Cristo na cruz”, através de Jesus e Sua morte na Cruz que se sacrificou por nós. JESUS veio para se sacrificar por nós e pagou na CRUZ por nossos pecados, para sermos salvos.
Quando apóstolo Paulo fala que o Velho Testamento foi por Cristo abolido, foi no sentindo de derramar sangue de qualquer ser vivente! Pois Ele lavou o nosso sangue na CRUZ.
Os dois testamentos revelam que Deus é Santo, Misericordioso e Justo e tem que condenar o pecado, mas que Ele tem o desejo de trazer a Si mesmo a raça humana tão cheia de pecado através de perdão que só é possível através do sacrifício expiatório de Cristo como pagamento pelo pecado. Nos dois testamentos Deus Se revela a nós e mostra como devemos nos aproximar Dele através de Jesus Cristo, e nos dois testamentos acharemos tudo que precisamos para vida eterna e vida que agrada a Deus. Em substituição à lei do Velho Testamento, nós estamos sob a lei de Cristo, onde os dez mandamentos se resumiram em dois: “Jesus respondeu: Ame ao Senhor seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua mente e de sua alma. Esse é o primeiro e maior mandamento. E o segundo em importância é parecido: Ame o seu próximo como a si mesmo. Toda a Lei e os profetas depende desses dois mandamentos.” (Mateus 22:37-40). Se fizermos estas duas coisas, estaremos cumprindo tudo o que Cristo quer que façamos, “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (I João 5:3)
Não vivemos hoje abaixo da Lei do Antigo Testamento, nem às ordenanças sobre sacrifícios, nem aos dez mandamentos. Isto significa que é permitido matar, adulterar, cobiçar, mentir, etc.?Não! A Palavra de Deus claramente proíbe tais comportamentos. Exemplo: Dentro das várias constituições do Brasil, era crime matar antes de 1988 e continua sendo crime matar hoje…Mas, se alguém matar hoje, será julgado pela constituição atual, não pelas anteriores. Da mesma forma, quem mata hoje será condenado pela Palavra de Cristo e não pelas Palavras reveladas a Moisés no monte Sinai. “Mas todo aquele que me rejeita e despreza a minha mensagem, será julgado no dia do juízo pelas verdades que eu tenho falado.” (João 12:48). Observe que no VT os dez mandamentos se tratam de 10 tipos de educação, avalie e tire suas conclusões “Honrar pai e mãe”, será que isso é válido hoje? Não matarás, não roubarás, isso é válido pra você hoje?… A lei moral continua valendo…
Entretanto, 9 dos Dez Mandamentos são repetidos no Novo Testamento (todos, exceto o mandamento para que se guarde o Sábado). No velho testamento as pessoas eram guiadas pelas Tábuas da Lei que foram dadas por Deus a Moisés, os mandamentos e pelos profetas. Porém há dois textos que muito confunde algumas pessoas: No Evangelho de (Mateus 5: 17-19), Jesus diz que Ele não veio para destruir a Lei ou os profetas, mas veio para cumprir, o outro texto está na segunda carta do apóstolo Paulo aos (Coríntios 3:14), dizendo que o Velho Testamento foi por Cristo abolido.
Como interpretar esse aparente conflito?
Jesus não veio destruir (passar por cima, ignorar) a Lei e nem os Profetas, durante o ministério de Jesus aqui na Terra já não existia profeta, mas a Lei ainda estava em vigor, porém Ele a cumpriu e com sua morte a Lei foi cravada com Ele na cruz! Com isso hoje não vivemos mais a Lei, pois ela foi morta juntamente com Cristo, pela GRAÇA (Misericórdia, Favor Imerecido) de Deus é que HOJE vivemos (Viver debaixo da Graça – É viver em Cristo, andar segundo a vontade de Deus, é viver em proteção e direção d’Ele, é como um filhote de águia que fica debaixo das asas de sua mãe protegido do perigo, do frio e dos inimigos, assim Deus protege os seus filhos). Jesus ao cumprir a Lei, deu a ela o REAL SENTIDO, que muitas vezes não era compreendido pelas pessoas daquele tempo e ao mesmo tempo ao instaurar a GRAÇA, liberta aqueles presos pela Lei. “Mas antes que chegasse essa fé, nós éramos prisioneiros da Lei, até que fosse revelado a fé que devia vir.” (Gálatas 3:23)
Aquela Lei foi dada especificamente ao povo de Israel, e nunca foi dada como uma Lei geral para governar os gentios (as outras nações). A maioria das pessoas hoje é descendente de outros povos, e não descendentes físicos de Israel. A lei dada no Sinai não foi dada a nós (gentios). Essa palavra não tem nada a ver com a palavra “gentil”, que significa generoso, amável, que deriva a palavra gentileza. A expressão “gentio” tem outro significado. Lá no Antigo Testamento vemos registrado que Deus escolheu um povo para ser o Seu povo, aqueles que representavam o Seu Nome e a quem Ele deu as Sagradas Escrituras. Esse povo é bastante conhecido como Hebreus/Israelitas e atualmente são chamados pelo nome de Judeus. Já os “gentios” são todas as pessoas que não são do povo Judeu (Eu sou um gentio e provavelmente você também seja!).
Qualquer pessoa que não seja um Judeu se enquadra como sendo parte do povo “gentio”, e o sacrifício expiatório de Jesus na cruz veio unir o mundo (Judeus e Gentios). Antes a Lei separava os judeus dos gentios, impunham-se aos judeus requisitos que não se aplicavam aos gentios, e os gentios incircuncisos (incircuncisos significa não consagrado ao Senhor, na linguagem atual é: Meninos ou homens de quem não se tirou a pele que envolve a extremidade do pênis – semelhante a uma operação de fimose), então os gentios estavam impedidos de participar plenamente com os judeus nas suas adorações á Deus. “Pedro disse: Vocês sabem muito bem que é contra as leis judaicas que eu entre na casa de um gentio. Mas Deus me mostrou numa visão que não devo chamar ninguém de impuro ou imundo.” (Atos 10:28.). E assim através da expiação de Cristo na cruz e através da graça de Deus, nós que não somos judeus também podemos ser salvos.
A Lei e os profetas duraram até João Batista e a partir de Jesus nos é ANUNCIADO O REINO DE DEUS. Jesus como bom judeu teria de cumprir a Lei e nós os (gentios) não vamos seguir o que era para os judeus, para nós, Paulo explica, esqueça-se das leis judaicas, esta abolido. Jesus veio cumprir o que o Velho Testamento falava Dele, logo assim alterando muitos costumes que os judeus tinham, como já citados acima, (leis ou ritos que usavam para a adoração a Deus), ou seja, depois de Jesus NÃO precisariam mais guardar “As luas novas, as festas, o casamento entre cunhados, etc).
Você sacrifica algum animal hoje em dia para obter perdão dos seus pecados?
Vejam que os Sacrifícios de animais faziam parte do Antigo Testamento, mas não pertencem ao serviço dos cristãos hoje! Com Moisés os judeus haviam buscado territórios/lugares geográficos, com Jesus, precisariam se aperfeiçoar, para que pudessem buscar o Reino de Deus. Teriam de agir de um modo muito DIFERENTE. Não poderiam mais, por exemplo, usar aquele lema antigo do “olho por olho…”. Ao invés de “odiar o seu inimigo”, deveriam “amá-los” e, até, “bendizer a quem os perseguisse” (Mateus 5:38,48)
A finalidade da “Lei de Moisés” foi a de conduzi-los até a chegada de Cristo. “Assim as leis judaicas eram nosso mestre e guia até que Cristo viesse para nos dar uma posição correta perante Deus por meio de nossa fé. Mas agora que já veio a fé, não precisamos mais daquelas leis para tomar conta de nós. Porque agora todos vocês são filhos de Deus por meio da fé em Jesus Cristo, e os que fomos batizados em união com Cristo somos revestidos por Ele. Já não somos mais judeus, nem gregos, nem escravos, nem livres, nem simplesmente homens ou mulheres, porém somos todos iguais; somos um em Cristo Jesus. (Gálatas 3:24,28)
Deus Abençoe á Todos!

Devemos pagar pelo Dízimo?
“O que diz a Bíblia a respeito do dízimo e da oferta?”
Nada mais importa do que a Palavra de Deus.
Você deve se perguntar:
Pagar o dízimo é obrigatório para os cristãos?
O dízimo é da lei, os cristãos são obrigados a observarem a lei?
A não realização da obra da lei pode impedir a salvação que é pela Graça?
A citação de Malaquias 3:10 traz condenação para os cristãos que não pagam o dízimo?
Quem
 não paga está condenado, já que está roubando?
DÍZIMO
A palavra “Dízimo” significa a décima parte de algo. Dar o dízimo era um conceito do Velho Testamento. O dízimo era exigido pela lei Mosaica (As Leis eram as ordens\regras\mandamentos que Deus deu para Moisés e para o povo de Israel no Monte Sinai, durante a travessia no deserto), “O Senhor deu esses mandamentos a Moisés, no Monte Sinai, para o povo de Israel.” (Lv: 27:34). E uma dessas Leis era que todos os israelitas deveriam dar 10% de todo o fruto de seu trabalho e de tudo o que criassem. “Todos os dízimos dos produtos da terra são do Senhor, quer dos cereais, quer das frutas; essa parte é Santa ao Senhor.” (Lv: 27:30).
Os dízimos registrados na Bíblia, sempre foram produtos do campo como:
Cereais, ervas, e poderia ser também animais, porém NUNCA foi dinheiro!
É preciso saber que estas leis eram temporárias, ela serviu de aio\tutor (Guia) aos homens, até a vinda do Salvador. “Assim as leis judaicas eram nosso mestre e guia (tutor) até que Cristo viesse para nos dar uma posição correta perante Deus (Fôssemos Justificados) por meio da nossa fé. Mas agora que já veio a fé, não precisamos mais daquelas leis para tomar conta de nós (Não estamos mais sob o controle do tutor).” (Gl 3:24, 25)
A primeira vez que se fala de dízimo na Bíblia está registrada no livro de Gênesis: “(…) Então Abrão deu a Melquisede (Rei de Salém), o dízimo de tudo o que tinha.” (Gn 14:20) – A atitude de o ainda chamado de Abrão e não Abraão foi VOLUNTÁRIA, ele agiu desta forma antes mesmo da existência da Lei Mosaica (Pois nesta época o povo de Israel ainda não existia!).
O Dízimo de Abraão nada tem a ver com o dízimo da Lei!
E o mais interessante é que Abraão nunca mais deu o dízimo, nunca tirou dízimos de seus bens, nem tampouco ficou rico e próspero porque dava dízimos, Deus o abençoou e o fez rico, independente dele dar dizimo! A mesma atitude voluntária veio através de Jacó (Futuro Israel, nesta época ele ainda era Jacó), ele era neto de Abraão, e teve um sonho e se Deus o protegesse, ele daria décima parte de tudo que Deus lhe desse “(…) E, certamente, devolverei a décima parte de tudo que me der.” (Gn 28:22)
Jacó deu o dízimo também de forma VOLUNTÁRIA, não foi obrigado por ninguém, e Deus não pediu isso a ele, foi um voto e se ele fez por livre e espontânea vontade, então ele deveria cumprir o seu voto. É importante notar que essa determinação tanto de Abraão quanto de Jacó de dar o dízimo, foi uma decisão muito pessoal deles, que não a encontramos em Isaque, filho de Abraão e pai de Jacó, nem em nenhum dos doze filhos de Jacó, pois foi algo que surgiu deles. Como poderia acontecer com qualquer um de nós, de tomar uma atitude de doar para a Obra de Deus, se alguém se compromete em doar algum bem material para a obra de Deus, não é por isso que todos os cristãos serão obrigados a agir da mesma forma, quando na realidade Deus tocou aquele irmão em particular, não deixando mandamento para que todos façam da mesma forma.
O dízimo naquela época era destinado à tribo de Levi (Levi foi um dos filhos de Jacó), na Lei só quem estava autorizado a receber os dízimos eram os levitas, somente eles podiam servir ao Senhor no tabernáculo, pois só eles podiam ser sacerdotes, eles foram constituídos para esta função, pois eles dentre as tribos de Israel foram os únicos que não herdarão terras e nem trabalhavam, então eles foram separados pelo Senhor para cuidar de tudo que era relacionado á Deus. A finalidade destes dízimos era ajudar além dos Levitas, as viúvas, os orfãos e os estrangeiros (Eles repartiam com os estrangeiros, já que Israel no passado também foi estrangeira, significando assim amor ao próximo). “Todo terceiro ano é ano de dízimos especiais. Nesse ano, vocês devem dar todos os dízimos das colheitas ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam nas suas cidades até ficarem satisfeitos. (Dt 26:12). O dízimo era dado anualmente e não mensalmente, 10% eram destinados aos necessitados “De três em três anos, ajuntem a décima parte das colheitas daquele ano e recolham na cidade onde moram. Isso é para os levitas, que não receberam herança como as outras tribos, e para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas que vivem na sua cidade. Assim eles poderão comer com fartura e saciar-se…” (Dt 14:28,29)
O apóstolo João também falou sobre esse assunto: “Mas, se alguém que se considera seguidor de Cristo possuir o suficiente para viver bem e, vendo um irmão em necessidade, não o ajudar, como é que o amor de Deus pode estar nele?” (1 Jo 3:17). Infelizmente vemos está atitude de forma contrária em muitos dos sistemas religiosos de hoje, onde devoram as casas das viúvas quando pedem para elas o dízimo sendo que na verdade o dízimo deveria ajudá-las e em muitos casos até sustentá-las! “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês parecem santos, com todas as suas longas orações públicas nas ruas, enquanto exploram as viúvas nas casas delas…” (Mt 23:14)
Trocaram a ordem de beneficiamento do dízimo! Quando você ajuda um necessitado você está dando á Deus! “Porque eu tive fome, e vocês me deram de comer; eu tive sede, e vocês me deram de beber; eu era um estranho, e vocês me convidaram para suas casas, eu estive nu, e vocês me vestiram; eu estive doente, e vocês cuidaram de mim, estive na prisão, e vocês me visitaram’. “Então os justos responderão: ‘Senhor, quando foi que nós vimos o Senhor com fome, e lhe demos de comer? Ou com sede, e lhe demos alguma coisa para beber? Ou como estranho, e o socorremos? Ou nu, e o vestimos? Quando foi que vimos o Senhor doente, ou na prisão, e o visitamos? “E o Rei lhes dirá: ‘Digo a verdade a vocês: Quando vocês fizeram isso ao menor destes meus irmãos, estavam fazendo a mim!’ (Mt 25:35,40). O apóstolo Tiago também fala sobre esse mesmo tema: “Se vocês tiverem um irmão ou irmã que está necessitado de alimento e vestuário, e vocês disserem: “Bem, que Deus o abençoe; aqueça-se e coma bem”, e depois não lhe derem roupas ou alimentos, de que adianta isso?” (Ti 2: 15,16). Nós devemos sim atender a viúva o órfão e o necessitado, não é esperar que somente o líder\pastor tenha esta responsabilidade dando para ele dar, é você, isso é pessoal é de cada um, é um hábito que todos devem ter!
OFERTA
O valor da oferta é destinado para ajudar os pobres\necessitados, com alimentação, roupas, medicamentos, tratamentos médicos, em fim! “Sim, Deus lhes dará muito, a fim de que vocês possam dar com generosidade, e quando nós levarmos suas ofertas àqueles que as necessitam, a sua generosidade resulte em gratidão e louvor a Deus pela ajuda de vocês. Assim, duas coisas boas acontecem como resultado das ofertas de vocês, os necessitados do povo de Deus são ajudados e eles transbordarão de gratidão a Deus. Com o serviço que vocês estão prestando, mostram a eles como vocês são dedicados ao evangelho de Cristo. Eles ficarão satisfeitos e louvarão a Deus pelas generosas ofertas para eles e para outros. E eles orarão por vocês com profundo fervor e amor, por causa da maravilhosa graça de Deus manisfestada por meio de vocês.” (2 Co 9:11,14)
Quer agradar a Deus desprenda-se do materialismo, reparta com os necessitados, e busque o galardão (Prêmio) celeste, não ame esse mundo, nem as coisas que nele há, se ofertar, faça-o por amor a obra, não por lei (Dízimos). Ajudar ao próximo com amor e caridade é uma forma de dízimo, pois Deus é amor. Ajudar com o sustento de alguém que precisa comer, vestir… Isto é o verdadeiro dízimo! “A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e sem falhas é aquela que cuida dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades, e que permanece fiel ao Senhor, sem se contaminar com o mundo.” (Tg 1:27)
De qualquer modo, para que a igreja se mantenha (despesas), são necessários recursos! Veja bem: Em relação á Casa de oração que você congrega, ela não foi feita por Deus, mas sim por mãos de homens, então é importante SIM que você contribua e tenha consciência que a casa onde você congrega é SUA também e sendo sua ajude a mantê-la. Nesta tem despesas com (água, luz, material de higiene, em alguns casos aluguel, etc), só não se sinta obrigado a dizimar (10%). Devemos contribuir, mas de acordo com o que cada um pode! Cada cristão deve cuidadosamente orar e buscar a sabedoria vinda de Deus em relação a sua participação com o quanto deve dar, isso significa dar 1%, 15%, 80% ou 100%, VAI DO SEU CORAÇÃO! “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Co 9:7)
Não há um só versículo no Novo Testamento, que registre a obrigatoriedade do cristão dizimar!
Por outro lado, se o cristão deixar de contribuir, por que descobre que não é obrigado, está agindo de má fé para com Deus, como fez Ananias e Safira, ele deve contribuir sim e feliz porque sabe que pode fazê-lo por amor a Deus e não por imposição de homens, e segundo o que propuser em seu coração. Ananias e Safira foram condenados por não dar o dízimo? NÃO! A igreja primitiva em Jerusalém se mostrou generosa e na época encontrava-se no meio da igreja certo número de irmãos necessitados. E para suprir as necessidades destes, os irmãos fizeram grandes sacrifícios e ofereceram seu próprio dinheiro. Alguns, como Barnabé, venderam propriedades e doaram o dinheiro recebido “José, um levita de Chipre, a quem os apóstolos deram o nome de Barnabé, que significa “encorajador”, vendeu um campo que possuía e trouxe o dinheiro aos pés dos apóstolos.” (Atos 4:36,37)
Seguindo a mesma atitude o casal Ananias e Safira, também venderam uma propriedade para fazer uma contribuição à igreja. Mas no dia em que levaram sua oferta aos apóstolos, foram condenados e caíram mortos! Hoje, alguns líderes religiosos citam esse caso para exigir o dízimo, sugerindo que Ananias e sua mulher foram castigados por não dar o dízimo. Foi esse o motivo da morte deles? NÃO! Devemos primeiro ler o texto para entender o pecado desse casal. Estes versículos nem mencionam o dízimo!
“Havia um homem chamado Ananias, com sua esposa Safira, que vendeu uma propriedade, reteve uma parte e levou o restante do dinheiro aos pés dos apóstolos, afirmando que era o preço total; a esposa dele tinha concordado com essa MENTIRA. Mas Pedro perguntou: “Ananias, Satanás encheu o seu coração. Por que você permitiu isso? Quando você afirmou que este era o preço total, estava mentindo ao Espírito Santo. A propriedade era sua para vender ou não, como quisesse. E depois de vendê-la, VOCÊ PODIA DECIDIR QUANTO IA DAR. O que o levou a pensar em fazer tal coisa? Você não estava mentindo somente a nós, mas também a Deus”. Logo que Ananias ouviu estas palavras, caiu morto! Todos os que ouviram o que tinha acontecido ficaram com medo. Então os jovens cobriram o morto com um lençol, levaram-no para fora e o sepultaram. Cerca de três horas depois entrou a esposa dele, sem saber o que tinha acontecido. Pedro perguntou-lhe: “Diga-me, vocês venderam aquela terra por este preço?” “Sim”, respondeu ela, “vendemos”. Então Pedro disse: “Como é que você e seu marido puderam até mesmo pensar em fazer uma coisa dessa, conspirar contra o Espírito do Senhor? Veja! Do lado de fora daquela porta estão os jovens que sepultaram o seu marido. Eles vão levar você também”. Imediatamente ela caiu morta no chão; os jovens entraram e, ao ver que Safira havia morrido, carregaram o corpo para fora e o sepultaram ao lado do marido…” (Atos 5:1-11)
Deus não exigiu o dízimo dos cristãos, o real motivo de sua ira contra Ananias e Safira, foi justamente porque eles mentiram ao Senhor! Eles venderam um terreno e afirmaram que ofertaram o valor total da venda para ajudar os irmãos pobres. Eles queriam parecer pessoas generosas, mas, ao mesmo tempo, queriam ficar com uma parte do dinheiro. Decidiram mentir, dizendo que sua oferta foi o valor integral da venda do terreno. Deus não havia obrigado ninguém a vender terras ou dar o valor total de suas propriedades. Pedro reconheceu o direito de Ananias e Safira de ficar com o seu terreno, dizendo que era um direito de escolha deles vender ou não o terreno e de doar o quanto quisesse, mas eles prometeram tudo ao Senhor e na hora “H”, tentaram burlar a situação e ficar com uma parte do dinheiro para eles. Ananias e Safira queriam o “crédito” por uma doação generosa, sem o sacrifício de perder todo o valor do terreno. Eles mentiram ao Espírito Santo de Deus! O Novo Testamento, a aliança que governa os homens nos dias atuais, não exige que todos doem 100% de suas posses, e nem estipula 10% (o dízimo) como obrigatório!
No Novo Testamento, fala em quase ele todo sobre oferta, em nenhum lugar ordena e nem mesmo recomenda que os cristãos se submetam a um sistema OBRIGATÓRIO de dizimar. “(…) Eu quero que ela seja verdadeiramente uma OFERTA generosa, e NÃO que pareça que foi dada por obrigação.” (2 Co 9:5). Os cristãos não devem se sentir obrigados a se prender sempre à quantia de 10%. Devem sim dar de acordo com o que Deus colocar em seu coração. No novo testamento Paulo fez COLETAS, ele ensina a dar comGENEROSIDADE ele diz DÁ AQUILO QUE PROPÔS em seuCORAÇÃO!
Jesus mencionou a viúva que deu sua contribuição para casa do Senhor, já os escribas deram 10%, mais a viúva deu tudo que tinha. Deus não cobra os 10% mais sim o coração! Podemos dar até tudo o que temos, por amor, ao Senhor e isto alegra o coração de Deus. Como alegrou o coração de Jesus ao observar a viúva pobre que deu tudo o que tinha. “Quando Jesus estava no templo, observava os ricos colocarem suas ofertas na caixa de ofertas. Então uma viúva pobre deu somente duas moedinhas de cobre. Diante disso, Jesus disse: “Eu afirmo a vocês, esta viúva pobre deu mais do que todos os outros. Pois eles deram um pouco do que lhes sobrava, porém ela, na sua pobreza, deu tudo o que tinha para viver.” (Lc 21:4)
Jesus se referiu ao dízimo também na parábola do fariseu e do publicano e outra vez censurou os hipócritas e religiosos. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor. Novamente Jesus não ensinava a dar o dízimo, mas criticava tais pessoas por serem RELIGIOSAS e VAZIAS! “Em pé, o fariseu orava assim: ‘Eu lhe agradeço, ó Deus, porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; especialmente como aquele cobrador de impostos ali. Jejuo duas vezes por semana e dou a Deus o dízimo de tudo quanto ganho’. Mas o cobrador de impostos ficou em pé de longe e não tinha coragem nem de levantar os olhos ao céu quando orava, porém batia no peito e exclamava: Ó Deus, tenha misericórdia de mim, um pecador!’ “Eu lhes digo que este, e não o fariseu, voltou para casa perdoado…!” (Lc 18:12,14). Os fariseus usavam o dízimo como meio de adquirir a misericórdia de Deus.
Algo que muitos pregadores ensinam totalmente errado é incentivar pessoas a dar dinheiro, pois somente assim demonstram serem pessoas de fé. Existe uma situação do meu conhecimento, onde uma pessoa próxima que frequentava certa denominação, durante o culto foi dito assim “A mulher que colocar agora no lugar X o valor XX, está é considerada uma mulher de fé (???), bom esta conhecida foi correndo colocar o $$, infelizmente não teve sabedoria! A Palavra de Deus diz assim: “Mas Pedro respondeu: “Que o seu dinheiro morra com você, por pensar que o dom de Deus pode ser comprado com dinheiro!” (At 8:20). A fé é um Dom e não se compra! “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus”. (Ef 2:8)
Segundo a LEI apenas os LEVITAS poderiam recolher o dízimo, os lideres religiosos de hoje que recolhem o dízimo, não são da tribo de Levi, não são Judeus e não fazem parte da Lei de Moisés. “Todos os dízimos que eu recebo do povo de Israel, dou aos levitas pelo serviço que fazem no tabernáculo (Tabernáculo: É tenda\cabana\barraca, tipo um santuário portátil, com o povo de Israel foi assim por um período). E, de agora em diante, o povo de Israel nunca mais se aproximará do tabernáculo; caso contrário, levarão sobre si seu pecado e morrerão.” (Nm 18:21,22). Vejam que nem o povo de Israel podia se aproximar e fazer tal função, pois acabaria morrendo, caso desobedecessem à ordem. Como Paulo disse, não existe sacerdote na tribo de Jesus “Ora, aquele de quem se dizem estas coisas pertencia à outra tribo. E nenhum membro dessa tribo jamais serviu como sacerdote. Como todos sabemos, o nosso Senhor é descendente da tribo de Judá, que não havia sido escolhida para o sacerdócio; Moisés nunca lhes dera aquele serviço. Portanto, podemos ver claramente que o método divino mudou, pois Cristo, o novo sumo sacerdote que veio da ordem de Melquisedeque, não se tornou sacerdote satisfazendo a antiga exigência de pertencer à tribo de Levi, mas de acordo com o poder que deriva de uma vida que não pode acabar. Porque as Escrituras falam o seguinte a respeito dele: “Você é para sempre sacerdote da ordem de Melquisedeque” (Hb 7: 13, 17). Hoje o sacerdócio foi substituído pelo sacerdócio perfeito e eterno de Jesus Cristo. JESUS É O SUMO SACERDOTE!
Jesus através de seu sacrifício ab-rogou\anulou, o sacerdócio levítico com todas as suas as leis, dízimos e costumes, (ab-rogar, tem o mesmo sentido que, não vim destruir e sim cumprir). Paulo narra na Carta endereçada aos Hebreus. “Se os sacerdotes judaicos e as suas leis fossem capazes de nos salvar, por que então Deus precisou mandar Cristo como sacerdote da mesma ordem de Melquisedeque, em vez de mandar alguém da ordem de Arão, a ordem à qual pertenciam todos os outros sacerdotes? E quando se muda o sacerdócio, a Lei também muda”. (Hb 7:11,12). “Assim, o antigo sistema de sacerdócio baseado no parentesco foi cancelado, porque era fraco e inútil para salvar o povo.” (Hb 7:18). “Deus fez um juramento de que Cristo seria sempre sacerdote…” (Hb 7:20). Cristo é sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque! A expressão “segundo a ordem de Melquisedeque” significa que o sacerdócio de Jesus é do mesmo tipo, ou parecido com, o sacerdócio de Melquisedeque. Melquisedeque aparece na história bíblica, e some logo em seguida, ele era rei de Salém e sacerdote de Deus: “Melquisedeque, rei de Salém (Isto é, Jerusalém) e sacerdote de Deus Altíssimo, ofereceu-lhe pão e vinho.” (Gn 14:18). Melquisedeque abençoou Abraão e recebeu o dízimo dele depois da vitória de Abraão na guerra. As Escrituras não relatam nada sobre antepassados nem descendentes de Melquisedeque. Ele servia como sacerdote antes do nascimento de Isaque, então não era descendente da tribo de Levi (Levi era um dos netos de Isaque)
Lembrem-se do que Paulo disse, AQUELE QUE SE COLOCA DEBAIXO DA LEI SE FAZ MALDITO! “Já aqueles que confiam que as leis judaicas podem salvá-los estão debaixo da maldição, pois as Escrituras dizem: “Maldito todo aquele que, em qualquer tempo, quebrar uma só das leis que estão escritas no Livro da Lei”. Por conseguinte, é claro que ninguém jamais pode ser justificado (Ganhar favor Divino) pela tentativa de guardar as leis judaicas, porque Deus mesmo disse que “o justo viverá pela fé”. (Gl 3:10,11). O caminho da fé é diferente do caminho da lei e todos aqueles que estão debaixo da lei estão debaixo de maldição. Paulo disse isso porque o homem não é capaz de cumpri-la em seu todo, e Jesus teve que cumpri-la por nós. Para ser dizimista deve-se então guardar toda a Lei de Moisés, ou seja, fazer\cumprir detalhe por detalhe do que ela ordena, TODA ELA! “Foi assim que Cristo nos libertou. Agora, cuidem de permanecer livres e não fiquem novamente presos pelas cadeias da escravidão. Escutem bem o que eu, Paulo, digo a vocês: Se vocês estão contando com a circuncisão e a guarda das leis judaicas para fazê-los justos diante de Deus, então Cristo não pode salvá-los. E vou repetir: Qualquer um que se deixa circuncidar precisa obedecer TODA A LEI” (Gl 5:1,3). Quem cumpre um mandamento da LEI deve cumprir TODA ELA!
É como a lei do homem…Exemplo: Em 1900 e “bolinhas” eu precisava pagar o imposto da minha casa, pois era uma Lei vigente (atual), eu tinha que pagar porque eu vivia debaixo daquela Lei, mas hoje ano 2050, não preciso mais pagar este determinado imposto, pois ele foi anulado em 2018…Pronto! Porque eu vou continuar cumprindo o que não me é mais obrigatório? Assim é a Graça de Cristo, antes era Lei, agora vivemos na Graça (Favor não merecido). “Agora, entretanto, vocês foram libertos da Lei, porque morreram para aquilo que antes os prendia. Assim, agora vocês são livres para servir a Deus não da maneira antiga, obedecendo á velha forma da Lei escrita, mas da maneira nova, obedecendo ao Espírito de Deus.” (Rm 7:6). Como a Lei era impotente para Salvar, então após o sacrifício de Jesus agora (toda a humanidade) tem direito a Salvação, onde substituiu-se o primeiro pelo segundo! “Depois que Cristo disse isso, a respeito de não ficar satisfeito com os vários sacrifícios e ofertas que o antigo sistema exigia, acrescentou: “Aqui estou, vim para fazer a sua vontade”. EleCANCELA O PRIMEIRO SISTEMA em favor de OUTRO MUITO MELHOR.” (Hb: 10: 8,9)
Somos livres de atividades Mosaicas! “Cristo é inútil para vocês se estão achando que podem saldar a sua dívida (ser justificados) para com Deus pela guarda daquela Lei; vocês se privaram (tirou) da graça de Deus.” (Gl 5:4). Com a vinda de Jesus o sacerdócio foi mudado, de sacerdócio levita passou a ser o sacerdócio de Jesus cristo. A lei de Cristo é a lei final para humanidade. A Lei terminou com a morte de Cristo. “Porque o fim da lei é Cristo, para que todo que crer nele seja declarado justo (Isto é, seja aceito por Deus)” (Rm 10:4). Permanecer no preceito da lei é o mesmo que negar o sacrifício de Jesus. “Portanto amados, no tempo da graça qualquer esforço para voltar à lei de Moisés que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do Cordeiro de Deus e reconstruir a muralha por Ele derrubada. “Agora, porém, vocês pertencem a Cristo Jesus e, ainda que antigamente estivessem muito longe de Deus, agora foram trazidos para muito perto dele por causa daquilo que Jesus Cristo fez por vocês com o seu sangue. Porque o próprio Cristo é a nossa paz. Ele fez a paz entre nós, os judeus, e vocês, os gentios, fazendo de todos nós uma só família, derrubando a muralha de desprezo que nos separava. Ele acabou em seu corpo (na sua carne) com a lei, juntamente com os seus mandamentos na forma de ordenanças….” (Ef 2:13,15). Quem obedece à lei de Moisés não será justificado, pois praticando ela acaba caindo, saindo da graça.
Mas Jesus dava dízimos? “Ao chegarem a Carnafaum, os cobradores de impostos do templo vieram a Pedro e lhe perguntaram: “O mestre de vocês não paga o imposto do templo?” “Claro que paga”, respondeu Pedro. Então ele entrou em casa para falar a Jesus sobre isto, mas antes que ele tivesse oportunidade de falar, Jesus perguntou: “O que você acha, Pedro? Os reis cobram impostos do seu próprio povo ou dos estrangeiros?” “Dos estrangeiros”, respondeu Pedro. Disse-lhe Jesus: “Então os cidadãos não pagam! Contudo, nós não queremos ofender ninguém; portanto, vá ao mar e lance um anzol, e abra a boca do primeiro peixe que pegar. Você vai achar uma moeda de valor suficiente para pagar os impostos por nós dois, pegue a moeda e pague o imposto devido”. (Mt 17: 24,27). Na Bíblia diz que Jesus pagou um imposto\tributo, mas não específica dízimo. Porém Jesus era judeu, e como tal deveria cumprir toda a lei: “Mas, vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, nascido de mulher, nascido sob a lei…” (Gálatas 4:4). Jesus nasceu sob a Lei e Ele veio para cumpri-la, então ele teve que agir conforme ordenava a Lei Mosaica! Por isso não se passaria nenhum til da Lei, até que toda ela fosse cumprida! “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.” (Mt 5:17,18). Jesus cumpriu toda Lei! JESUS VIVEU TODA SUA VIDA NO VELHO TESTAMENTO, NA ÉPOCA DA LEI, SOB A LEI, ENTÃO ELE DEVERIA CUMPRÍ-LA! – “Porque Moisés nos deu a Lei, enquanto Jesus Cristo nos trouxe a Graça e a verdade.” (Jo 1:17)
Se ainda estivéssemos sob a antiga aliança os homens teriam que se circuncidar, não deveríamos trabalhar aos sábados, não deveríamos comer carne de porco e deveríamos sacrificar animais para perdão dos nossos pecados. Jesus resumiu toda lei em dois mandamentos:
1 – Ame a Deus sobre todas as coisas;
2 – Ame ao próximo como a ti mesmo;
Dízimo não é para igreja, dizimo foi especificamente para a nação de Israel. Jesus nos trouxe um novo mandamento e Ele não ordenou ninguém a pagar dízimo. A ordenança de Jesus foi anunciar as boas novas, e o amor ao próximo!!!
“Casa do Tesouro” não era um templo religioso, era um silo (Silo é um grande depósito destinado ao armazenamento de produtos agrícolas). Esta “casa do tesouro” nada mais era do que um compartimento dentro do templo judaico utilizado para a armazenagem do dízimo que eram os produtos do campo. “E mais uma vez todo o povo de Judá começou a trazer os dízimos de cereais, do vinho novo e do azeite de oliveira para o depósito do templo.” (Ne 13:12). Este depósito era para guardar alimentos para os famintos. Dízimo também NUNCA Foi Dinheiro, ouro, prata ou pedras preciosas, eram alimentos agrícolas e animais. E naquela época já existia dinheiro Sim, eram os ciclos de prata. “Se a pessoa morta pelo boi for escravo ou escrava, o preço do resgate será de 30 moedas de prata (cerca de 360 gramas de prata) pago ao dono do escravo…” (Êx 21:32). Este é apenas um versículo, mas tem vários que falam de ciclos! O ciclo de prata era uma peça redonda (por isso o nome “ciclo”) ou barra de metal valioso (prata e ouro) que servia pra pagar as pessoas e fazer negócio. Então se já existia uma forma de dinheiro no começo da história da humanidade, porque Deus não pedia dízimo do dinheiro?
Deus em Deuteronômio ensina para o povo vender o dízimo (animais e fruto da terra) e depois pegar o dinheiro e comprar tudo o que a alma da pessoa desejar: vacas, ovelhas, vinho ou qualquer coisa que a alma da pessoa desejar para se alegrarem. “Então vocês poderão vender uma parte das colheitas correspondentes ao dízimo e levar o dinheiro ao local que o Senhor, o seu Deus, tiver escolhido. Chegando lá, usem esse dinheiro para comprar o que a sua alma desejar: vacas ou bois, ovelhas, vinho ou outra bebida fermentada, ou qualquer outra coisa que desejarem. Então comam festivamente ali, na presença do Senhor, o seu Deus, e alegrem-se, você e sua família.” (Dt 14:26). Se dízimo fosse para dar em dinheiro Deus mandaria o povo vender os animais e os frutos da terra e trazer o dinheiro para os Levitas, coisa que nunca aconteceu! Deus nunca pediu para o povo dar dinheiro no tabernáculo para depois os levitas comprarem mantimentos! Nunca houve uma forma como essa de se praticar o dízimo. Em todo o novo testamento os apóstolos nunca ensinaram ou praticaram o dízimo. E por quê? Porque eles sabiam que o dízimo, juntamente com todas as leis de Moisés, não tinham mais funcionalidade e praticavam outra coisa que resolvia todos os problemas da comunidade da época: AS OFERTAS!
Atualmente não podemos nos basear exatamente nos princípios da Lei de Moisés, pois nessa época Israel vivia em um ESTADO TEOCRÁTICO (Teocracia é o sistema de governo em que as ações políticas, jurídicas e policiais são submetidas às normas de alguma religião, onde o Líder do Estado\País é ao mesmo tempo um o líder religioso), e em Israel as leis eram baseadas na religião. É impossível transferir os mesmos costumes e regras de um estado teocrático para um Estado Laico como no Brasil (Estado laico é o País que não segue uma religião oficial, um lugar em que as Leis da igreja não mandam nas leis do governo. Um exemplo é o Brasil – Bom teoricamente é assim, mais na prática é outra história, explico em outro tema!). Então nesse estado teocrático quem resolvia todos os problemas era a igreja, neste caso a Lei Mosaica. Hoje os líderes pedem o dízimo do bruto do seu salário…Nossa além do salário do trabalhador ser tributado na fonte, tem ainda imposto de renda e muitos outros impostos, o que deixa a renda da pessoa muito inferior ao lucro bruto e ainda tirando-se 10% a pessoa fica com um salário insuficiente. Seria justo Deus permitir isso se Ele é o Deus da justiça? “Nessa época, vou levar o meu castigo: Serei rápido para testemunhar contra os feiticeiros, os adúlteros, os mentirosos, os que roubam o salário de seus empregados, os que exploram as viúvas e os órfãos, os que privam os estrangeiros dos seus direitos, enfim todos os que não me respeitam”, declara o Senhor dos Exércitos.” (Ml 3:5)
“Esses mestres, em sua ganância, dirão qualquer coisa para se apossarem do dinheiro de vocês. Mas Deus já os condenou há muito tempo, e a destruição deles está a caminho.” (2 Pe: 2:3). Eles mantêm o que convém, o que dá lucro. Fica absolutamente evidente o tipo de ministros que são, são ministros do dinheiro, comerciantes, empresários…”Sua crença na verdade que lhes foi ensinada deve ser forte e firme, a fim de que possam ensiná-la aos outros e mostrar aos que discordam deles onde é que estão errados. Pois há muitos que se recusam a obedecer. Isto é verdade especialmente entre aqueles que dizem que todos os fiéis devem ser circuncidados (obedecer às leis judaicas). Eles não passam de faladores e enganadores. E é preciso fazê-los calar. Famílias inteiras já foram desviadas da graça de Deus. Esses mestres estão apenas atrás do dinheiro de vocês.” (Tito 1: 9,10)
A pregação mais usada para a cobrança do dízimo está no Velho Testamento, é lida em Malaquias: “Tragam todos os dízimos aos depósitos do templo, para haver alimento suficiente em minha casa. “Ponham-me á prova”, diz o Senhor dos Exércitos, “e eu abrirei as janelas do céu e derramarei uma benção tão grande que não terão lugar onde guardá-la.” (Ml 3:10). Mas quem prega não explica que no contexto de Malaquias, Deus estava era advertindo os sacerdotes que estavam roubando de Deus, Deus não estava advertindo o povo e sim os SACERDOTES. “(…) Vocês não dão a mínima importância às leis que eu dei para vocês obedecerem. Animais roubados, aleijados e doentes como ofertas a Deus! Será que posso aceitar ofertas dessa espécie?”, pergunta o Senhor.” (Ml 3:13)
Pense comigo: A passagem de Malaquias 3:10 promete: “…se eu não vos abrir as janelas do céu e derramar bênçãos sem medida.” Se, Jesus Cristo diz que basta pedir tudo, isso mesmo, “tudo”, ao Pai em seu nome que crendo receberemos, porque devemos dar o dízimo para que seja derramada bênçãos sem medida na nossa vida? Não há lógica nisso! Se dermos o dízimo para ser abençoado logo descremos na promessa de Jesus descrita no evangelho de João. Jesus diz: “Vocês podem pedir a ele qualquer coisa em meu nome, e eu o farei, e assim o Pai será glorificado por meio do filho. Sim, peçam qualquer coisa em meu nome, e eu o farei!” (João 14:13,14). Como vemos, um invalida o outro! O Senhor Jesus é tudo na nossa vida, vivemos por Ele, dependemos Dele para tudo e tudo deve passar por Ele e deve vir por Ele. Não existe ritual ou sacrifício que possa fazer o que Jesus Cristo faz! Jesus é perfeito, eficaz, eterno e insubstituível! Em João o Senhor fala mais: “Mas, se vocês permanecerem em mim e obedecerem ás minhas ordens, podem fazer o pedido que quiserem, e isso será concedido!” (João 15:7)
Outro ponto muito citado é em Mateus “Ai de vocês, fariseus e mestres da lei, hipócritas! Vocês dão o dízimo até da folha de hortelã, da erva-doce e do cominho, mas se esquecem das coisas importantes, a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Sim vocês devem dar o dízimo, mas não devem deixar de fazer as coisas mais importantes.” (Mt 23:23). Agora avaliemos o versículo: “Ai de vocês, fariseus e mestres da lei, hipócritas!” Ai de vocês, Quem? Judeus ou Cristãos? Esses dois homens são Judeus e NÃO CRISTÃOS! Eles estavam sob a Lei de Moisés, ainda não estavam na Graça, e segundo a LEI, eles precisavam obedece-la até que viesse a promessa, o MESSIAS para CUMPRIR A PROFECIA em si mesmo, ou seja, até a morte de Jesus!
Exemplo: O que é um testamento da forma como conhecemos hoje? É um documento que uma pessoa faz (em vida) deixando seus bens a herdeiros. Mas quando esse documento começa a ser válido e os herdeiros passam receber os benefícios dele? Só quando o testador MORRE! Jesus quando citou o dízimo para exortar os fariseus e os escribas, ainda estava VIVO! (Pois Eh!). “O testamento só começa a ter efeito depois da morte da pessoa que o escreveu. Enquanto ela ainda estiver viva, ninguém pode utilizá-lo para obter nenhuma daquelas coisas que ela lhe prometeu.” (Hb 9:17). Para a lei ser cumprida e a graça nos alcançar, Jesus precisava morrer e ressuscitar.
Vamos entender outro ponto: O fato de Jesus ter falado sobre o dízimo nessa passagem não quer dizer que ele ensinou, aconselhou a dá-lo, aprovou-o, ou falou qualquer coisa para praticá-lo na época da Graça. Ele apenas citou o dízimo para exemplificar um erro grave que tais pessoas cometiam naquela época (e que hoje ainda cometem) que era praticar uma ordenança e deixar de lado coisas mais importantes como a justiça, a misericórdia, a fé e o amor. Mas uma vez a religiosidade vazia. Esta foi uma repreensão e não um ensino para dar o dízimo. Jesus quis dizer que embora fossem religiosos e praticavam coisas da lei como o dízimo, deixavam de lado o mais importante: a justiça, a misericórdia e a fé.
Paulo em sua carta aos Hebreus também diz: “Vejam então como este Melquisedeque é importante: Até mesmo Abraão, o primeiro e o mais respeitado de todo o povo escolhido de Deus, deu a Melquisedeque a décima parte dos despojos que ele tomou dos reis com quem estivera lutando.” (Hb 7:4). Paulo não estava ensinando nem falando sobre o dízimo, e sim falando sobre Melquisedeque e como ele era grande.
Como os sacerdotes, não estavam agradando a Deus com suas atitudes, estes foram avisados e amaldiçoados por Deus, no ministério do profeta Malaquias. E foram advertidos que se não mudassem de comportamento Deus tornaria as suas bênçãos em maldição. “Sacerdotes, ouçam esta advertência: “Se vocês não mudarem seu modo de viver e não derem glória ao meu nome”, diz o Senhor dos Exércitos, “ao invés de lhes dar bênçãos, como eu gostaria de fazer, vou lançar maldições sobre vocês. E até vou transformar as suas bênçãos em maldições. Na verdade, eu já os amaldiçoei, porque vocês não levaram a sério as coisas que me honram de coração. (Ml 2:1,2). Quem na verdade roubava a Deus eram os sacerdotes (Levitas) e não o povo, porque o dízimo estava sim, sendo levado ao Senhor, mas quando chegavam ao templo os sacerdotes separavam para eles o melhor e deixava o que eles consideravam como RESTO para os sacrifícios. Os sacerdotes tinham o melhor para oferecer, porém não ofereceram.
Observem que Deus não estava se referindo ao fato dos sacerdotesNÃO darem os dízimos, Deus se referia ao fato deles darem o PIORpara Ele. Os sacerdotes cumpriam o que a Lei ordenava, mas faziam com desleixo, desrespeitando a Deus. “O filho respeita seu pai; o escravo (servo) respeita seu senhor. Sacerdotes, se eu sou o pai de vocês, por que não me respeitam? Se eu sou o Senhor, por que não me temem?”, pergunta o Senhor dos Exércitos. “Vocês desprezam o meu nome!”. “Quem? Nós?”, vocês perguntam. “De que maneira desprezamos o seu nome?” “Ao oferecerem sacrifícios impuros sobre o meu altar.” E vocês ainda perguntam: “Sacrifícios impuros? Quando fizemos uma coisa dessas?” “Sempre que dizem: ‘Não é necessário trazer as melhores ofertas para entregar ao Senhor'”. (Ml 1: 6,7). Lembrem-se eles estavam oferecendo animais roubados, aleijados e doentes como ofertas a Deus!
Tornou-se comum ouvir pregações dizendo que “se o cristão não der o dízimo, o devorador vai entrar em suas vidas e destruir tudo.ENTÃO JESUS NÃO TEM PODER SOBRE O DEVORADOR SEM O DÍZIMO? É o mesmo que dizer que Jesus “sozinho” não consegue abençoar a sua vida financeira, então Jesus precisa da ajuda do dízimo para abençoar a sua vida? Que loucura! Só Jesus basta para nossa vida! É assim que muitos ensinam dentro de suas denominações. O que estes querem dizer é que pra você ter alguma coisa material nessa vida e ter proteção delas contra um demônio chamado “devorador”, você tem que dizimar. O cristão não é obrigado a dar o dízimo, nem por medo do “devorador”, como muitos insistem em falar, (citado em Malaquias 3:11) ou de ser amaldiçoado. Isso é o mesmo que afirmar que JESUS não tem poder ou autoridade suficiente para combater o demônio na sua vida e precisasse da ajuda do ato de dar o dízimo pra isso! Jesus, o todo-poderoso, o Alfa e o Ômega, o dono da Glória, precisa de dinheiro pra fazer isso? Sem o dízimo JESUS CRISTO, FILHO DE DEUS, O DEUS ENCARNADO EM HOMEM, AQUELE QUE VENCEU A MORTE E A TODA SORTE DE DEMÔNIOS, NÃO PODE FAZER NADA PELA SUA VIDA? Mesmo você tendo o aceitado, se arrependido dos pecados, ser conhecedor das Suas Palavras, viver uma vida santa e fiel, amar a Deus sobre todas as coisas? JESUS É O SUFICIENTE EM TUDO! Então, demônio algum poderá tocar em sua vida, saúde, finanças, relacionamentos, etc, tudo está sob a proteção de JESUS CRISTO! “Quando os 70 discípulos voltaram, contaram-lhe alegres: “Senhor, até os demônios nos obedecem, EM SEU NOME.” (Lc 10:17). Notou não é pelo dízimo, o nome de JESUS BASTA!
“Eu lhes dei autoridade sobre as forças do inimigo para pisar sobre serpentes e escorpiões! Nada fará mal a vocês!” (Lc 10:19)
Porque líderes dizem que teremos prejuízos na vida material financeira se não darmos o dízimo se o Próprio Jesus disse que não teríamos dano algum? Jesus não é servo de homem! Ele é DEUS!Não precisa da ajuda de uma prática física (Dinheiro) para nos abençoar! Qual a verdade de um devorador agir na vida de uma pessoa que aceitou JESUS CRISTO? Verdade nenhuma! Pois não há possibilidades de um devorador ou um demônio entrar na vida de uma pessoa, que é escolhido de Jesus, e destruir lhe as finanças. Entre outras palavras Deus não precisa de dinheiro, Ele é DONO do ouro e da prata, e não precisa disso para repreender o devorador e Jesus não precisa de você dar o dinheiro pra expulsar um demônio da sua vida! O inimigo se expulsa falando “EM NOME DE JESUS!”
Mas e o que é “DEVORADOR” que os líderes tanto aterrorizam psicologicamente os fiéis, frisando que só será repreendido da vida da pessoa se a mesma der o dízimo, fazendo o povo ter pavor? Bom, este devorador é só um gafanhoto e não um demônio! “Escutem bem, anciãos! Ouça todo o povo! Já aconteceu alguma coisa assim nos seus dias ou nos dias dos seus antepassados? Contem isso a seus filhos; que eles contêm a seus filhos e que estes falem sobre isso às gerações seguintes. Depois que o gafanhoto cortador deixou de devorar suas plantações, o gafanhoto migrador (peregrino) veio e comeu o que sobrou. Depois dele veio o gafanhoto saltador (devastador) e comeu o que o gafanhoto migrador deixou, e finalmente o gafanhoto devorador comeu o que foi deixado pelo gafanhoto saltador.” (Joel 1.3,4). Nada tem a ver a associação do devorador com o demônio nem benção com prosperidade financeira, (Benção sem medida é chuva para a colheita, maldição era seca!)
Devemos compreender a diferença entre contribuir em LEI e o contribuir em GRAÇA, para não ficarmos debaixo de maldição, e obrigados a guardar toda a lei, se escolhermos seguir um mandamento dela. Então porque o povo acredita que o dízimo é válido? – O povo, na sua grande maioria, é ignorante da Palavra de Deus. “Existe muito mais que eu gostaria de falar nestas linhas, mas vocês parecem não prestar atenção, portanto é difícil fazê-los compreender. Vocês agora já são servos de Cristo há muito tempo e já deviam estar ensinando aos outros, mas em vez disso vocês estão regredindo, a tal ponto que precisam de alguém que lhes ensine tudo de novo, até mesmo as primeiras noções da palavra de Deus. Vocês são como criancinhas que só podem beber leite, sem idade suficiente para alimento sólido. E quando uma pessoa ainda se alimenta de leite, isso demonstra que ela ainda não foi muito longe na vida cristã, e não sabe muito sobre a diferença entre o certo e o errado.” (Hb 5:11,13). Nós, cristãos, devemos ter o cuidado de não ficarmos como passarinho no ninho, obrigados a engolir o que colocam na nossa boca!
É fato que a maior parte das pessoas dá o dízimo por medo das maldições ou por interesses em crescer financeiramente, isso não dá pra negar! “Se vocês, na realidade, estão prontos para dar, então não importa quanto têm para dar. Deus quer que vocês deem aquilo que possuem, não o que não possuem.” (2 Co 8:12). Fazem do dízimo uma obrigação, mas Jesus é liberdade! Segundo a lei do dízimo, todo aquele que não der o dízimo será amaldiçoado, e sabemos que o fim de toda maldição é Jesus Cristo! Jesus diz para buscarmos a Ele em primeiro lugar e todas as demais coisas serão acrescentadas sem cobrança alguma, sem ofertas, sacrifícios ou dízimos. “Coloquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e ele dará a vocês todas essas coisas.” (Mt 6:33). Quem pratica o dízimo se faz maldito, ao contrário do que alguns líderes ensinam, que praticando o dízimo retiramos a maldição de sobre nós!
Se um crente é amaldiçoado por falta de dar o seu dízimo e é ladrão, então como pode estar liberto? Isto nos faz julgar o irmão e afirmar que o sacrifício de Cristo não foi suficiente na sua vida. Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo e Ele já nos abençoou com todas as bênçãos nas regiões celestiais “Portanto, agora já não há nenhuma condenação para aqueles que pertencem a Cristo Jesus” (Rm 8:1). Então, agora por não dar o dízimo serei condenado por um espírito devorador? Se Jesus triunfou sobre os principados e as potestades, como um devorador, suposto demônio, poderia entrar em nossa vida, que está entregue nas mãos de JESUS, e destruí-la só porque não paguei o dízimo? Isso é terror psicológico nos fiéis e fazendo do dízimo uma “taxa de proteção divina!” Não rouba de Deus o cristão que não dá o dízimo, não temos o direito de chamar de ladrão a quem Jesus libertou! Quem Rouba a Deus nos dízimos são os Sacerdotes não os fiéis.
O apóstolo Paulo se refere e admira no povo da Macedônia dizendo: “Eles deram não somente aquilo que podiam dar, mas muito mais do que isso; e posso testemunhar que assim o fizeram de vontade própria.” (2 Co 8:3). Essas palavras do apóstolo Paulo foram proferidas na época da graça, onde se pregava apenas JESUS CRISTO sem Lei de Moisés, sem cerimônias e rituais. E ele pediaOFERTAS para ajudar as pessoas de determinadas regiões onde se encontravam a igreja de CRISTO (IGREJA são as pessoas que aceitavam JESUS). A liberalidade do coração das pessoas, ou seja, elas têm de sentir, querer dar, ofertas por livre e espontânea vontade. E em nenhuma dessas passagens Paulo fala que essas pessoas ao dar pediam alguma coisa ou esperavam alguma coisa como ensinam alguns pregadores de hoje ao dizer que quando as pessoas dão devem já esperar o retorno de sua oferta. Jesus não deixou isso como mandamento, tampouco os apóstolos, não há um versículo sequer no novo testamento que aponte para isso! “Como dizem as Escrituras: “O homem piedoso dá generosamente aos pobres. As boas obras dele permanecerão para sempre.” Porque Deus, que dá a semente para o lavrador plantar e, mais tarde, boa produção para colher e gastar dará a vocês todas as sementes que vocês precisam. Ele as fará crescer, a fim de que vocês possam colher da sua colheita os frutos da sua justiça.” (2 Co 9: 9,10)
Paulo, em Efésios nos afirma que Deus nos abençoou “EM CRISTO”, não “EM DÍZIMO” – “Como louvamos a Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos do céu por pertencemos a Cristo!” (Ef 1:3), porque abençoados já somos. Você, Eu vivemos debaixo da GRAÇA e não debaixo da LEI! Somos livres em tudo, inclusive na forma de contribuir. Em toda a Bíblia não existe uma única citação que ampare essas afirmações. Somos livres de maldições sejam elas quais forem. “Entretanto, Cristo nos comprou e nos redimiu (Tirou) da maldição da Lei, quando se tornou maldito em nosso lugar. Porque está escrito nas Escrituras: “Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.” (Gl 3:13)
O crente nascido na Graça tem como regra a Palavra de Deus, e as nossas experiências não podem ir contra a Palavra, fazer do dízimo uma regra em plena Graça é como estar com um grosso véu, deixando o povo vendado. “Não só o rosto de Moisés estava coberto com o véu, mas a mente e o entendimento do seu povo também estavam vendados e obscurecidos. Ainda agora, quando a antiga aliança é lida, os corações e as mentes dos judeus estão cobertos com um grosso véu, porque eles não podem ver nem entender o sentido verdadeiro da antiga aliança. Porque este véu, só pode ser removido por meio de Cristo. Até o dia de hoje quando eles leem os escritos de Moisés, um véu cobre os seus corações.” (2 Co 3: 14,15)
Em Atos 18:2,3, cita que o apóstolo Paulo fabricava tendas para se sustentar no ministério. Naquela época os pastores da Bíblia trabalhavam e não viviam à custa do evangelho. “Porque vocês sabem muito bem que devem seguir nosso exemplo: Vocês nunca nos viram ociosos quando estivemos com vocês; nunca aceitamos comida de ninguém sem pagar; trabalhamos duramente dia e noite pelo dinheiro que necessitávamos para nos mantermos, a fim de não sermos uma carga para nenhum de vocês.” (2 Tess 3:7-8)
Jesus disse: “(…) De graça recebestes, de graça dai.” (Mateus 10:8). O DIZIMO NÃO É UMA OBRIGAÇÃO PARA A IGREJA, POIS NÃO VIVEMOS SEGUNDO A LEI DE MOÍSES. MAIS SEGUNDO A LEI DO NOVO TESTAMENTO QUE É AMAR! Ou a “Lei ou Cristo”. A principal oferta que Deus quer de nós é a nossa própria vida doada á Ele, e a oferta do sacrifício de louvor e adoração.
DÍZIMO, a maldição da LEI na GRAÇA!
Deus quer amor e não obrigação!
Deus Abençoe á Todos!

É possível ficar perto de Deus sem ir a igreja?
Eis as frases do século:
“Para viver uma vida com Deus, eu não preciso ir à Igreja!”
“Avançamos, nossa cultura permitiu uma evolução da vida espiritual, onde não dependemos mais de Igrejas, Irmãos, Lideres (Pastores, Anciãos).”
Muitos também dizem “A igreja somos nós! Eu, Você, cada um é sua própria igreja!” Sim! Isso é verdade. Porém o lugar em que frequentamos e chamamos de igreja/Templo na verdade são “Casas de Oração”. Veja!
As Escrituras dizem: ‘A minha casa será chamada casa de oração” (Mt 21:13)
E a Palavra de Deus nos incentiva para nos reunirmos e juntos buscar a face de Dele. “Pois onde dois ou três se reunirem em meu nome, eu estarei ali no meio deles”. (Mateus 18:20).
Qual então melhor lugar para nos reunimos, além das Casas de Oração/Igrejas? Bom de qualquer forma neste texto explicativo chamarei as “Casas de Oração de Igreja!”.
Mas será que essas pessoas realmente conhecem Deus? – Para conhecer Deus, é necessário conhecer o Seu caráter, os Seus princípios eternos, os Seus mandamentos, a Sua vontade. E isso leva um tempo para aprender. A igreja é o corpo de Cristo, e a Palavra de Deus, fala muito em (ESTAR NO CORPO).
“Nossos corpos têm muitos membros, porém esses muitos membros formam um só corpo. Assim acontece com Cristo. Cada um de nós é um membro desse corpo único de Cristo…” (1 Coríntios 12:12-13) – “Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.” (1 Coríntios 12:14)
Assim como todos os nossos membros no corpo humano é essencial para seu bom funcionamento, assim também somos comomembro no corpo de Cristo, cada um é fundamental para seu funcionamento, cada um exerce um papel importante:
“Pois tal como existem muitos membros em nosso corpo, e esses membros têm um trabalho diferente a executar, assim também é com o corpo de Cristo. Todos nós somos parte dele, e cada um de nós é necessário para fazê-lo completo…” (Romanos 12: 4 e 5)
É claro que qualquer membro só poderá estar vivo e ativo se estiver ligado ao corpo, é indispensável estar conectado ao corpo (Igreja, Cristo).
O que é que acontece quando uma parte é amputada do corpo?
Ela logo apodrece, morre se degenera. Para poder viver e crescer, você precisa ser uma parte integrada a este corpo. Por isso todo crente tem que estar ligado à igreja. Foi assim que Deus projetou o nosso corpo físico, e assim também projetou o corpo de Cristo.
“Ora, o corpo não é feito de um só membro, mas de muitos. Se o pé disser: “Não sou membro do corpo porque não sou mão, nem por isso deixa de ser um membro do corpo. E que pensariam vocês se ouvissem uma orelha dizer: “Não sou membro do corpo, porque sou apenas uma orelha, e não olho. Será que isso a faria menos parte do corpo?” (…). “Entretanto, Deus criou muitos membros para os nossos corpos e colocou cada um desses membros conforme Ele quis. Que coisa esquisita seria um corpo, se tivesse somente um único membro!” (…). O olho não pode dizer á mão: Não preciso de você. A cabeça não pode dizer aos pés: Não preciso de vocês.” (I Coríntios 12: 14, 16, 18,19 e 21).
Pense no seu corpo humano, agora pense nos seus membros (mãos, pés…), é assim que a Bíblia se refere ao Corpo de Cristo, tudo vivo, conectado e ligado á Ele! Não é somente “eu e Jesus”. É “nós e Jesus”. Na igreja o todo é maior que as partes. Como um corpo, a igreja tem muitas partes, cada uma delas com uma função importante para Deus.
“Isso produz harmonia entre os membros, não havendo divisão no corpo. Todos os membros têm o mesmo interesse uns pelos outros. Se um membro sofrer, todos os outros sofrem com ele, e se um membro for honrado, todos os outros se alegram com ele. Eis o que eu estou procurando dizer:
“TODOS VOCÊS JUNTOS SÃO O CORPO DE CRISTO, E CADA UM DE VOCÊS É UM MEMBRO SEPARADO E NECESSÁRIO DESSE CORPO.” (I Coríntios 12: 25 á 27).
A igreja, como corpo de Cristo, está viva com o Espírito de Cristo. A Bíblia fala da igreja como a noiva de Cristo. O Senhor enxerga nela uma beleza cada vez mais radiante; partilha com ela de amor e intimidade profundos. A igreja é mais preciosa para Cristo do que a esposa para seu esposo. Jesus é o nosso cabeça, o templo é o lugar onde podemos dar testemunho das maravilhas que Deus tem feito na vida de cada um. É através da Igreja que somos batizados nas águas, como mandou o Senhor Jesus, reunidos na presença do Senhor em união e em uma só comunhão, tomamos a Santa Ceia, ouvimos á Sua Santa Palavra, louvamos, oramos em comunhão, nos alegramos juntos. “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Salmos 133:1).
Como podemos condenar um ministério se ainda não apreciamos? Qual a maneira de achar pessoas reunidas em nome de Deus? Estando em comunhão com os irmãos (a igreja). Não adianta você só acreditar e ter fé em Deus. “Pois onde dois ou três se reunirem em meu nome, eu estarei ali no meio deles.” (Mateus 18:20). Quando entendemos verdadeiramente o propósito de irmos à igreja, isso se torna prazeroso.
“Mais vale passar um dia no seu templo que viver mil dias em qualquer outro lugar. Prefiro ficar humildemente á entrada da casa do meu Deus á viver nas casas dos maus.” (Salmos 84: 10)
Na igreja Deus nos oferece o que é necessário para entrar no seu Reino, Deus deseja que nós perseveremos na fé uns com os outros. “E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos à caridade e às boas obras. “Não descuidemos dos nossos deveres na igreja, nem das suas reuniões, como algumas pessoas fazem, mas animemo-nos e nos admoestemos (Advertir) uns aos outros, especialmente agora que o dia da sua volta está se aproximando (Hebreus 10:25)”.
Não ter comunhão com os irmãos é ser como uma brasa fora do braseiro, ela esfria e apaga!
Quando se nega ir ao templo de Deus, será que não está mais interessado em seguir o seu gosto do que em obedecer a Deus? Se o Próprio Jesus e seus discípulos iam às sinagogas (igrejas, templos), então neste caso o que lhe diferencia Dele? Jesus frequentava o templo. “E ensinava nas suas sinagogas, e por todos era louvado.” (Lucas 4:15). (Sinagoga: Lugar onde se reúnem os israelitas para o exercício do seu culto).
Sabe quando em muitas vezes uma pessoa que no princípio parece antipática, depois se revela um grande amigo. É o que está acontecendo entre Você e a Igreja. Aproxime-se dela sem preconceitos, e verá como vão se abrir novos horizontes na sua verdadeira vida. “Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se ajuntam, e nada disse em oculto” (João 18.20). O povo de Deus costumava se reunir nos templos, em salas especiais, até nas cavernas, para louvar o Senhor e ouvir a Palavra. “E cumprindo-se dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar…” (At 2.1). O próprio Cristo afirma que “…e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16:18). A igreja faz parte do plano de Deus para aqueles que querem ser melhores na caminhada espiritual.
Se você acredita em Jesus e diz que O ama, a vida com as pessoas da Igreja é essencial para moldar e desenvolver o caráter cristão. Para se acreditar em Deus não precisa ir à igreja. Mas para ficar mais “perto” Dele espiritualmente sim! E mesmo que você tenha o hábito de ler a Bíblia, tenho certeza absoluta que “dificilmente” você vai se dedicar aos estudos e leitura da Bíblia e sozinho irá conseguir entende-la!
Você pode se aperfeiçoar por correspondência? É como dizer que você não precisa estar numa escola para estar vivendo uma vida de conhecimento ou se crê mesmo em Deus e não quer ouvir do que Ele pensa? Quando visitamos a casa de Deus, é o primeiro passo para sairmos do nosso orgulho. Antes de descartar ou desprezar a igreja na sua vida, é importante ver o que Deus diz a respeito dela. Se tomar consciência disso poderá dizer como o Salmista: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos á casa do Senhor.” (Salmos 122,1)
Não existe em nenhum lugar da Bíblia qualquer incentivo para que as pessoas sirvam a Cristo longe de Sua igreja, o que acontece é que muitas pessoas pela falta de compromisso que têm com o Evangelho de Cristo, defendem que a igreja não é algo importante e fundamental na vida do verdadeiro cristão. Isto é ignorância! “Pois a sabedoria vale mais que pedras preciosas; você pode imaginar qualquer tipo de riqueza, mas isso não pode se comparar ao valor da sabedoria.” (Prov. 8:11)
“Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e aprender no seu templo.” (Salmos 27:4). Nossa alma necessita da presença de Deus e, o culto preenche esse espaço, além de ser um lugar propício para aprendermos mais de Deus. Vá à igreja com reverência para prestar um culto de adoração ao Senhor e para ouvir e aprender. “Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.” (Eclesiastes 5:1)
Enquanto diz “NÃO”, outros estão indo á igreja e saindo com sua porção, estão com a botija cheia de azeite e a cada “NÃO” você só está atrasando suas bênçãos, pois em muitas situações Deus quer sim lhe dar as suas bênçãos, mas será que você está realmente preparado (Segundo os desígnios de Deus) para recebê-las? E recebendo-as você terá o zelo necessário para com elas? – Sem ir á igreja fica difícil caminhar segundo os conselhos e vontades de Deus, pois o homem é falho!
Há certos caminhos que parecem perfeitos ao homem, mas quem os segue acabará encontrando á morte. (Provérbios 14:12)
“Deixem para trás a insensatez e vocês viverão de verdade. Venham andar pelo caminho do entendimento!” (Prov. 9:6). “Quem dá valor á sua própria vida procura se tornar sábio; quem usa bem o seu entendimento prospera.” (Prov 19:8)
Você vai na casa de seus amigos? Então se você é amigo de Deus vai na casa Dele!
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” (Apocalipse 2:7)
Deus abençoe á todos!

Orar x Rezar – Entenda as diferenças!
– Os católicos “REZAM”, os evangélicos “ORAM” –
A diferença está no modo em que se comunicam com Deus!
REZAR: A palavra “Rezar” vem do (Latim) e significa “recito” e recito tem o significado de “Ato de ler em voz alta e clara, “repetir”, “dizer de cor.” Observa-se aqui que o termo “rezar” se aplica a textos pronto, de autoria de terceiros. Rezar é algo repetitivo, decorado, são palavras segundo fórmulas determinadas, decorada, feita a partir de um texto já pré-definido como modelo. Exemplo… Quando queremos expressar um fato é comum ouvir a seguinte frase: “Como “reza” a lenda…”, ou seja, quando se diz algo, história que se repete e da qual já sabemos o que vai acontecer. Não existe na Bíblia a palavra “rezar”, só existe a palavra “oração”.
A igreja católica incentiva à prática da reza, tendo como instrumento o uso do “Terço ou santo Rosário”. O que é “Terço ou santo Rosário”? A reza do terço tem origem no paganismo budismo, era chamado de “Mala”. Mala significa “Guirlanda” em sânscrito, (Sânscrito é uma língua clássica da Índia antiga, onde a escrita da língua sânscrita é chamada de “Devanágari”, que significa “escrita dos Deuses” ou ainda “cidade dos Deuses”), e deu origem ao rosário/terço. A mala é um objeto da história dos rituais religiosos indiano, onde seu adepto é o deus Shiva dos pagãos (Shiva é um deus hindu, chamado de “o Destruidor”‘ ou “o Transformador”, a mala foi prontamente absorvida pelo budismo e posteriormente pela “igreja” católica romana). A mala é formada por uma sucessão de contas (bolinhas) transpassadas por um fio e amarradas de forma circular; como o próprio nome em sânscrito sugere, no formato de uma guirlanda hindu. A mala é utilizada para calcular o número de mantras recitados. (Mantras são repetições). No caso do terço usado pela igreja católica, é utilizada para calcular o número de rezas feitas.
A história contada pelos católicos não cita sua origem no paganismo, eles contam que a imagem de uma mística “Rosa mística”, santa dos católicos das rosas ou do rosário, ensinou essa reza ao frade Domingos de Gusmão, por sinal, o fundador da Ordem dos Pregadores ou Dominicanos! Ela própria terá então apresentado o rosário/terço como uma “arma poderosa contra os inimigos da fé”. Esta crença surgiu em 1208, século XIII, e foi justamente nesta época que surgiu a história de que uma santa chamada “Nossa Senhora de Fátima”, a própria senhora das rosas ou do rosário, apareceu para três crianças e pediu que rezassem e fizessem todos rezar o terço, para que acabassem as guerras e todos os males no mundo. (É esta parte da aparição que é narrada pelos católicos). Algumas de suas rezas também são direcionadas a determinados santos católicos (Ex: Ave Maria cheia de graça….).
Deus nos esclarece através da Sua Palavra que Ele não quer orações repetitivas, “Não fiquem recitando sempre a mesma oração, como fazem os pagãos, que pensam que as orações repetitivas é que são eficientes.” (Mateus 6:7) – Por isso nós evangélicos “Oramos”.
ORAÇÃO: Oração vem do (Grego, Hebraico) e significa “Prática de súplica ao Eterno”. Já o verbo “orar”, tem suas raízes no termo latino “oro”, que significa “dizer, falar”, de onde também se deriva o termo “oral”, ou seja, “dito”, “falado”. Neste entendimento compreendemos que orar é a na forma de uma fala, uma conversa. Orar é abrir o coração a Deus, como a um amigo é um diálogo com Deus é a comunicação com Deus através de suas próprias palavras (nada decorado, mas palavras que vem do coração, as orações devem ser produzidas pela nossa mente).
O ato de orar é mais tocante, falamos coisas pessoais, coisas próprias, Orar é sentir, comunicar-se com Deus através do sentimento, um sentimento que é intraduzível.
Não há palavra que o defina com absoluta precisão. O mais rico vocabulário do mundo é pobre para traduzir a grandeza de um sentimento. Não há fórmula que o contenha, não há molde que o guarde, não há um modelo específico. O sentimento é, por natureza, algo que não pode ser forçado, como o relâmpago prenunciando um temporal, o sentimento fere o campo de nossa consciência e num dado instante, penetra o âmago do infinito. Como interpretá-lo? Só Deus o conhece, porque só Deus sabe o que são essas vibrações de nossa alma, quando para Ele apelamos na linguagem misteriosa do sentimento.
Mesmo que Deus saiba dos nossos pensamentos e do que vamos falar antes mesmo de sair da boca, Ele quer que se tenha uma conversa com Ele (Como do filho para o pai ou de amigo para amigo). Por exemplo, quando você conversa com o seu pai ou com o seu melhor amigo você usa um discurso pronto?
Mas e a oração do “Pai Nosso” que está na bíblia?
Temos “dois modelos de oração” na Bíblia, nos livros de (MT 6:9-13 e LC 11:2-4). Na igreja católica durante a oração do Pai Nosso, não se tem por hábito orar por ele por completo, deixando-se de citar o verso 13 do texto de Mateus (Porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém). Este trecho não é falado! – Já os evangélicos usam a oração completa assim como está na Bíblia no livro de Mateus.
Pai Nosso em algumas igrejas evangélicas é usado como uma oração introdutória (Introdução, início, começo). A oração do Pai Nosso para nós evangélicos é ensinado como uma oração modelo, uma oração a ser tomada por base. Outro detalhe é que quando Jesus ensinou a oração, Ele instituiu um modelo, um exemplo e não uma regra! No entanto que no livro de Lucas, ela ocorre com outras palavras. Devemos adorar ao Pai em espírito e em verdade, “Porque Deus é Espírito, e é preciso que seus adoradores o adorem em Espírito e em verdade.” (João 4:24)
O argumento das pessoas que tem por hábito rezar é dizer que a Bíblia incentiva à prática de repetir as orações, e que Jesus rezava? – Isto devido a uma passagem registrada em Mateus que diz:
“Então Jesus os levou a um lugar chamado Getsêmani, e os mandou sentar e esperar, enquanto ia adiante para orar. Levou com ele Pedro e os dois filhos de Zebedeu, Tiago e João, e começou a sentir angústia e tristeza. Então disse-lhes: “Minha alma está cheia de tristeza, a ponto de morrer. Fiquem aqui e vigiem comigo.” Ele avançou um pouco, inclinou-se com o rosto no chão, e orou: “Meu Pai! Se for possível, afaste este cálice de mim. Contudo, eu quero que seja feita a sua vontade, e não a minha”. Depois voltou aos três discípulos, e os encontrou dormindo. “Pedro”, perguntou ele, “vocês não puderam ficar acordados comigo nem mesmo uma hora? Vigiem (Fiquem Atentos) e orem. De outro modo a tentação vencerá vocês. Pois o espírito na verdade está disposto, mas o corpo é fraco!” Outra vez ele os deixou e foi orar: “Meu Pai! Se este cálice não puder ser tirado de mim, então cumpra-se a sua vontade.” Ele voltou aos discípulos novamente e os achou dormindo, porque os olhos deles estavam pesados de sono. Então ele voltou á oração pela terceira vez, dizendo novamente as mesmas coisas.” (Mateus, 26: 36 á 44). E vemos em (Marcos 14: 32: 39) mais uma passagem de oração semelhante a esta!
Vamos compreender estas passagens Bíblica: Ela se deu em Getsêmani e na qual o Senhor Jesus Cristo estava vivendo uma tremenda agonia, a angústia de Jesus não era pelo temor do sofrimento físico, nem pelo medo ou mesmo a morte física, mas pela associação de sua morte com o pecado, por saber que na cruz assumiria o nosso lugar, que carregaria em Seu corpo os nossos pecados para nos resgatar do pecado e da morte. Assim visto que Ele já sabia que o seu sofrimento terreno, ou seja, humano estava para começar, foi muito comum que Jesus Cristo ficasse repetindo as suas próprias palavras. Quando você deseja algo que considera importante, você fica clamando a Deus? Quando você tem um parente enfermo, você ora repetindo várias vezes para Deus curá-lo? Você cita em suas orações o seu querer até conseguir? Você bate na porta da misericórdia? Jesus não fez diferente, Ele estava em comunhão com Deus, e repetiu tais palavras porque tinha uma necessidade de urgência, ali era uma situação diferente! Aquelas palavras tinham um objetivo! – E Ele não fez destas palavras um modelo de oração. Jesus estava batendo na porta da misericórdia!
Na oração, devemos derramar nossos corações a Deus “Não se aflijam com nada (Não andem ansiosos por coisa alguma), em vez disso, orem a respeito de tudo; contem a Deus as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-lhe. Se fizerem isto, vocês experimentarão que a paz de Deus, que excede todo o entendimento, conservará a mente e o coração de vocês em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:6-7).
Deus Abençoe á Todos!

ORAÇÃO: “Pai Nosso”, Como interpretar? (Frase-a-Frase)
(Oração do Pai-Nosso Explicada frase-a-frase Mateus 6:9 a 13 )
Na oração do Pai-Nosso encontramos verdades valiosíssimas que observadas seriamente é capaz de nos garantir uma comunhão melhor com Deus. Com certeza este estudo o ajudará a refletir mais uma vez as lições do mestre, nas quais sua vida será ainda mais enriquecida espiritualmente. Quando os discípulos de Jesus perceberam que Ele era, de fato, o enviado de Deus, pediram-lhe que lhes ensinasse a orar de maneira eficiente. Jesus Cristo então lhes ensinou a oração do Pai-Nosso.
A oração do Pai-Nosso é um modelo de petição, não é para ficar sendo repetida (rezando) várias vezes de forma seguida. “Não fiquem recitando sempre a mesma oração, como fazem os pagãos, que pensam que as orações repetitivas é que são eficientes.” (Mateus 6:7). O modelo de oração do “Pai Nosso”, é como um formulário a ser preenchido com as nossas próprias palavras para nos relacionarmos com Deus. Ela nos ensina a como orar. Ela nos dá os “ingredientes” que devem fazer parte da oração. Ela é dividida em sete partes, e em cada parte podemos orar intensamente.
“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.” (Mt 6:9-13)
Veja agora a Esmiúça (Explicação detalhada):
1 – “PAI NOSSO, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;…” – Na frase inicial “Pai Nosso que estás nos céus” – Deixa claro que toda oração deve ser dirigida exclusivamente á Deus (ao Pai), que está no céu. E “Santificado seja o teu nome” – Nos diz para adorarmos a Deus, e louvá-lo por quem Ele é. Segundo a Bíblia, a palavra “Santificado” significa: (Separado, Diferenciado, Exclusivo e de forma Inconfundível). Logo, toda oração deve ser encaminhada diretamente ao Deus Criador. Santificar é colaborar com Deus, é fazer notória a diferença entre o Santo e o profano (Profano é tudo que for contrário do que é sagrado, é tudo contrário ao que é Divino, entre o que é de Deus e o que não é!) – Santificar o nome do Pai é estabelecer, por meio da fé, no nosso próprio coração, o que Deus é para nós. Significa sustentar a fé no meio das contrariedades da vida, quando tudo pretende negar a Deus, quando os ímpios se levantam para desacreditar a Deus. A expressão “Teu nome” se refere a Deus na Sua totalidade, significa Deus em todos os Seus atributos (Características), é a preocupação genuína (Pura) em dar toda a glória a Deus Pai. O Senhor procura verdadeiros adoradores que O adorem em espírito e em verdade.
2 – “… venha o teu reino;….” – Aqui, Jesus Cristo usou a palavra reino porque, naquela época, a maioria dos povos só conhecia organizações do tipo “reinado” (um rei e seus súditos). Nos dias de hoje as “sociedades” são mais comuns (governantes e cidadãos). Portanto, a expressão “reino de Deus” quer dizer sociedade de Deus, critérios sociais estabelecidos e administrados por Deus. Logo, nesta parte da oração Jesus Cristo nos ensina que precisamos praticar as leis de Deus (Seus mandamentos) para sermos cidadãos do seu reinado. Deus governa todo o Universo, o governo de Deus implica em impactar o mundo através do Evangelho, quando vidas são libertas, famílias restauradas, enfermos são curados, pecadores arrependidos, assim o Reino de Deus está sendo implantado. Quando oramos: “venha o Teu reino”, estamos orando pelo sucesso do evangelho, em sua amplitude e poder e também indica que estamos esperando a vinda do dia de Deus.
– “…seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;”. – Nesta parte Jesus deixa claro que mesmo nos tornando cidadãos do reino de Deus, temos que nos adaptar aos critérios de Deus e nos conformar com o que Ele nos permitir. Só assim seremos, de fato, bem-aventurados (bem-sucedidos) em tudo o que fizermos. Veja: “seja feita a tua vontade” – Devemos orar para que seja feita a vontade de Deus, não por nossos desejos. Porque a vontade de Deus tem que ser feita na terra? Quando eu começo a desejar a vontade de Deus e não a minha, eu reconheço Sua autoridade, O adoro, estabeleço o Seu governo e não do homem, enfim, seja na Terra ou no céu, Sua vontade é perfeita, boa e agradável. Esse deve ser o desejo de todo crente sincero ansiando para que o mundo inteiro venha a conhecê-lo também. Jonas queria ir para uma cidade diferente da cidade que Deus escolheu, Paulo queria que tirasse o espinho da carne, Elias queria ficar dentro da caverna, entre tantos outros exemplos, mas eles sabiam que a vontade de Deus sempre é a melhor para a nossa vida. “assim na terra como no céu” – No céu a vontade de Deus é feita prontamente, imediatamente. E aqui na terra como é feita a vontade de Deus? Vemos o agir de Deus na vida de quem é fiel, na vida daqueles que tem confessado Jesus como Senhor e Seu único Salvador, um povo qualificado para fazer a Sua vontade aqui na terra. Muitas vezes não queremos fazer a vontade de Deus, principalmente quando não entendemos ou quando não gostamos. Quando oramos a Deus clamando para que Sua vontade seja estabelecida, com certeza nossa oração atravessa os céus e vai até o coração do Pai.
4 – “O pão nosso de cada dia nos dá hoje;…” – Neste texto mostra a nossa dependência de Deus em suprir o alimento diário, aqui somos encorajados a pedir a Deus pelas coisas que precisamos para sustentar também a nossa carne. Nesta parte Jesus ensina que não adianta pedir a mais com o intuito de estocar, Deus só concede o que necessitamos, cada um recebe sua porção exata! O amanhã é outro dia! O povo de Israel teve que aprender a dependência em Deus e confiar Nele para seu sustento no deserto por quarenta anos (o Maná – o pão de cada dia!) Êxodo 16: 20 e 21. Maná que sustentou diariamente por quarenta anos o povo de Israel no deserto, onde eles não podiam guardar porque estragava (exceto o sexto dia), mas Deus mandava a porção exata para cada um, porque Deus é perfeito!. Aqui, a palavra “Pão” também significa suprimento, alimento, vestimentas, etc. Jesus quando fala do pão Ele está falando de nossas necessidades físicas, emocionais e Ele está falando também da nossa fome da alma, da nossa dimensão espiritual, ou seja, Jesus está falando de uma fome mais profunda, mais essencial. A súplica pelo Pão é a suplica pelo trabalho, pelo afeto, pela benção de Deus para que possamos enfrentar a vida e seus desafios.
5 – “…E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;…” – Nesta parte da oração do Pai Nosso Jesus entra num ponto muito importante das relações humanas, ou seja, “ofensor e ofendido”. Nos lembra de confessar nossos pecados a Deus e nos desviemos deles. Nesta parte fica evidente que, se estamos em débito com Deus, precisamos pedir o perdão destas dívidas (destas ofensas) para que, estando sem débitos, Deus nos conceda aquilo que desejamos. Note, entretanto, que existe uma pré-condição para que Deus nos perdoe e consequentemente nos atenda. A pré-condição é sermos capazes de perdoar os que estão em débito conosco também (aos que tenham nos ofendido), de modo a alcançarmos o perdão de Deus e recebermos aquilo que desejamos. Quem perdoa conhece Jesus e lembra-se que Deus também já nos perdoou.
6 – “…E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal;”. – Aqui, Jesus comenta que o mal e as tentações existem de verdade. A melhor maneira de nos proteger é seguir os ensinamentos de Deus pedindo a Ele frequentemente que nos proteja e nos salve do “predador” da humanidade (diabo ou satanás). Conforme Tiago 1.12,13 Deus não pode ser tentado e a ninguém tenta, por isso é necessário pedir a Deus para não cair em tentação. É uma petição por socorro em alcançar a vitória sobre o pecado e um pedido por proteção contra os ataques do inimigo da nossa alma. Somos tentados o tempo todo e ninguém que seja humano está isento de tentação.
7 – “Porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.”. E aqui termina reafirmando e reconhecendo a grandeza, o poder e a glória de Deus. É importante afirmar para o Senhor e também para cada um de nós que o Reino, o poder e a glória pertencem somente ao Pai. E após um longo tempo na presença do Senhor, submetendo-se aos cuidados Dele, solicitando a provisão diária (Pão), buscando o perdão pelos pecados, e pedindo a proteção para não cair nas ciladas do inimigo, finalmente, chega o momento de glorificar, exaltar, e reconhecer o governo que o Pai exerce sobre seus filhos. Pois teu é o reino!
A oração de Jesus mostra que orar é mais do que pedir algo — é estar em constante comunhão com Deus. A oração não faz Deus baixar até nós, mas eleva-nos a Ele!
Deus Abençoe á Todos!
Como devemos dialogar com Deus?
QUAL A VERDADEIRA ORAÇÃO?
A verdadeira oração não é um ato bem pensado nem palavras eloquentes ou poéticas que inspiram seus ouvintes. A verdadeira oração não é medida por aplausos dos homens nem a sua eficácia é determinada pela beleza das palavras. 

Deus não ouve palavras vazias que impressionam apenas a homens – Deus não atende palavras. Mas Ele responde a corações quebrantados e contritos (Arrependido)!!!

Na verdade Oração é o grito sincero do coração, os gemidos profundos do espírito e palavras proféticas e de fé.
A eficácia da oração é determinada apenas pela profundidade do impacto que provoca no coração do Pai, e não nos ouvidos dos homens.

Não é o tamanho ou a eloquência (Discurso) das orações que tocam no coração do Pai e traz o mover da mão de Deus!!
Orar é conversar com Deus.
“Prestem atenção a este fato: O Senhor separa o homem obediente para viver ao seu lado. É por isso que ele me ouve quando oro e peço ajuda.” (Salmos 4:3)

Nunca desista de orar, e se não tiver palavras, não se preocupe, Deus interpreta suas lágrimas. Apenas se coloque diante do Pai em nome de Jesus de forma sincera e Ele irá te ouvir!!
“(…) Lembre-se: seu Pai sabe exatamente o que vocês precisam, até mesmo antes que vocês peçam a Ele!” (Mateus 6: 8).
Deus abençoe á Todos!




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