quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Ai dos Países que se levantarem com a Nação de Israel



Israel rejeita resolução da Unesco sobre Palestina ocupada

  • 22/10/2015 07h41
  • Jerusalém
Da Agência Lusa
Israel rejeitou a resolução aprovada nessa quarta-feira (21) pelo Conselho Executivo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre a Palestina, que critica a política israelense em Jerusalém.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Emanuel Nahson, afirmou, em comunicado, que o país “rejeita totalmente a decisão tomada sobre ‘a Palestina ocupada’” e assegurou que essa resolução “pretende transformar o conflito palestino-israelense em um confronto religioso”.
Nahson afirmou ainda que o Conselho Executivo da Unesco juntou-se aos que querem por fogo nos lugares mais sensíveis da humanidade, referindo-se à Esplanada das Mesquitas, que abriga a Mesquita Al Aqsa, o terceiro lugar sagrado para o Islã e o primeiro para o judaísmo.
A emblemática Cúpula da Rocha fica no rochedo onde o profeta Maomé teria subido aos céus no seu jumento alado, Al Buraq. Muito próxima está a Mesquita Al Aqsa, que frequentemente dá nome à esplanada.
Foi nesse local que o rei Salomão construiu o seu templo, do qual não resta qualquer vestígio. As enormes pedras do Muro das Lamentações são o último vestígio do segundo templo construído vários séculos depois pelo rei Herodes e destruído no ano 70 d.C. pelos romanos.
A resolução, apresentada pela Argélia, o Egito, Kuwait, Marrocos, a Tunísia e os Emirados Árabes Unidos, condena as ações de Israel na região, incluindo a restrição do acesso dos muçulmanos ao local durante as celebrações do Eid (celebração muçulmana que marca o fim do jejum do Ramadã), no mês passado, justificada por motivos de segurança.
A resolução foi apoiada por 26 dos 58 países do Conselho Executivo da Unesco, enquanto 25 membros se abstiveram.
Seis países manifestaram-se contra: os Estados Unidos, o Reino Unido, a Alemanha, Holanda, República Tcheca e Estônia, sendo que um membro estava ausente.
Nahson afirmou que a decisão tomada pelo conselho do organismo internacional vem “inflamar a região” e que os autores da proposta usaram “irresponsavelmente a retórica e distorceram a história”.
Na sua opinião, a resolução representa um passo para “as intenções palestinas de reescrever a história e distorcer o Patrimônio da Humanidade nessa parte do mundo”. Ele  insistiu que “os laços profundos entre os judeus e os seus lugares sagrados em Jerusalém são inegáveis e nenhuma decisão da Unesco pode mudar isso”.


Nenhum comentário:

Postagem em destaque

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Poucas palavras na Bíblia são tão claras, mas ao mesmo desobedecidas justamente por pessoas que afirmam ser cristãs, como a que ensina que a única possibilidade de chegarmos a Deus é por meio do Seu filho Jesus Cristo. Única. E olha que a Bíblia traz isso na boca do próprio Jesus. Lembremos o que está em João 14:6: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, se não por mim.” Há quem leia a passagem, a ache correta, concorde, proclame que faz justamente isso na sua vida por ser cristão, mas quando indagado por sua fé em outros personagens bíblicos afirmam que pedem para que estes “intercedam” por ele para chegar a Deus. Sem noção do que diz a palavra de Deus, acham que não estão desobedecendo e, portanto, não estão fazendo nada errado. Ledo engano. Salientando que não se quer aqui atacar ou diminuir a missão dada por Deus a Maria, a mãe de Jesus, ou a nenhum personagem bíblico, a frase citada entre aspas deve ser de longe o maior exemplo de quando uma pessoa diz ser fiel à palavra de Deus, mas a distorce completamente. Percebam que, ao usar a expressão “o caminho”, Jesus não deixou o ensinamento de que devemos ter quem interceda por nós. Ele diz claramente que está nos dando um presente maravilhoso: pela nossa fé chegarmos ao Pai pelo único caminho que é ele, Jesus. Ponto final. A gramática nos ajuda a entender a frase. Se Jesus tivesse dito “um caminho” e não “o caminho”, aí, sim, poderíamos ter opções. Perceba, internauta, que há mais de um caminho para se chegar à praia, ao centro… Mas imagine, por exemplo, um apartamento no 10º andar com apenas uma porta. Será que esta porta é o caminho para o elevador ou um caminho? Alguém arriscaria pular a janela para chegar ao elevador ou só restaria uma única possibilidade: a porta? Para chegarmos a Deus, Jesus é essa única porta. Qualquer outro caminho representa o perigo da janela. E note-se que a Bíblica é didática. Não há passagem nenhuma falando em usar outro caminho para se chegar a Deus, exceto Jesus. Os que usam Maria, por exemplo, o fazem por conta própria. Não tem respaldo bíblico. Percebam que isso não sonega, como por ignorância teológica alguns acreditam, o importante papel que Deus reservou a Maria. A Bíblia, em João 1:1, diz que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Mais adiante um pouquinho, no mesmo livro, lê-se: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade (João 1:14). Ou seja, está cristalino que Jesus veio à terra para cumprir a missão de salvar a humanidade das garras de satanás. E no plano de Deus para o verbo se fazer carne era preciso nascer igual a todos nós – inclusive para nos deixar a lição que qualquer pessoa de carne e osso que tenha fé em Deus é capaz de superar as adversidades impostas pelo inimigo e conseguir a salvação. Assim, Deus escolheu Maria. Evidente que pelo mérito dela. Deus não escolheria qualquer uma para trazer o Seu filho ao mundo. Mas optou uma mulher também de carne e osso como todos nós. A partir do momento em que Jesus começou o seu ministério, era ele e o Pai. Só ele e o Pai. Uma decisão de Deus, e que quem tem fé Nele não discute. Prestem atenção a estas palavras de Jesus: “E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora (João 2:3-4). Percebam que, para quem não vive a fé na palavra de Deus, não entende que Jesus é, de fato, o único caminho para se chegar a Deus, as palavras soam ríspidas – sobretudo dirigidas à própria mãe. Todavia uma reflexão com o auxílio de outras passagens bíblicas joga luz no fato de Jesus ter uma missão dada por Deus, e somente Deus poderia colocar no seu coração o que fazer, como fazer e quando fazer. Aliás, a própria Maria, que nunca disse a ninguém que seria um caminho para Deus, ao menos não existe isso na Bíblia, testemunhou esta aliança Deus x Jesus. “Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser” (João 2:5). Portanto, está evidente que tanto Jesus quanto Maria, assim como todos nós, temos missões dadas por Deus. Missões distintas. A partir do momento em que se pauta a vida na obediência à palavra de Deus, na fé na Bíblia, deixando ensinamentos religiosos à parte (Bíblia é bíblia. Religião é religião), entende-se isso e a frase que serve de título para este texto claramente. Mas, como diz Jesus, quem tem ouvidos que ouça. Deus no comando.