quinta-feira, 2 de março de 2017


Filipenses 4 Estudo: Vencendo Tudo em Jesus Cristo

Em filipenses 4, Paulo exorta os filipenses a alegrar-se no Senhor Jesus Cristo e a perseverar em oração. Mais uma vez os estimula a unidade e fala sobre como aprendeu a viver todas as situações da vida, tendo muito ou pouco. Por fim, ele agradece aos filipenses por sua generosidade nas ofertas e roga a Deus que os abençoe. (Ver Filipenses 3)

Filipenses 4. 1 – 9: Unidade e alegria em oração
1 Portanto, meus irmãos, a quem amo e de quem tenho saudade, vocês que são a minha alegria e a minha coroa, permaneçam assim firmes no Senhor, ó amados!
2 O que eu rogo a Evódia e também a Síntique é que vivam em harmonia no Senhor.
3 Sim, e peço a você, leal companheiro de jugo, que as ajude; pois lutaram ao meu lado na causa do evangelho, com Clemente e meus demais cooperadores. Os seus nomes estão no livro da vida.
4 Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!
5 Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos. Perto está o Senhor.
6 Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.
7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.
8 Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.
9 Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim. E o Deus da paz estará com vocês.
Comentário Filipenses 4. 1 – 9
Aos filipenses, o apóstolo Paulo dá a “receita” de uma Igreja vitoriosa: a unidade. Ele os estimula continuamente a viverem em comunhão e procura tratar de forma amorosa e espiritual cada foco de contenda.
A alegria deve ser algo notável entre os cristãos, a despeito de qualquer situação. Todos que nos cercam devem perceber nosso prazer de viver a vida me Jesus Cristo.
Nossa mente deve ser ocupada, preenchida, transbordante de pensamentos do alto. Além disso, os cristãos têm o dever de não apenas aprender mais, sobretudo devem colocar em prática o que já se sabe.
Filipenses 4. 10 – 13: A satisfação de viver em Jesus Cristo
10 Alegro-me grandemente no Senhor, porque finalmente vocês renovaram o seu interesse por mim. De fato, vocês já se interessavam, mas não tinham oportunidade para demonstrá-lo.
11 Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância.
12 Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade.
13 Tudo posso naquele que me fortalece.
Comentário Filipenses 4. 10 – 13
Paulo não era um interesseiro. O Senhor Jesus o ensinou, através das circunstâncias da vida a ser satisfeito com a provisão de Deus. Isso o capacitou a ser uma pessoa satisfeita em toda e qualquer circunstância.
Ao final, ele crava com uma das declarações mais poderosas da Palavra de Deus: “Tudo posso naquele que me fortalece”.
O Espírito Santo o convence de que ele é capaz de suportar e vencer qualquer dificuldade, porque Jesus Cristo é o seu ajudador.
Filipenses 4. 14 – 19: Paulo é grato à Igreja em Filipos
14 Apesar disso, vocês fizeram bem em participar de minhas tribulações.
15 Como vocês sabem, filipenses, nos seus primeiros dias no evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja partilhou comigo no que se refere a dar e receber, exceto vocês;
16 pois, estando eu em Tessalônica, vocês me mandaram ajuda, não apenas uma vez, mas duas, quando tive necessidade.
17 Não que eu esteja procurando ofertas, mas o que pode ser creditado na conta de vocês.
18 Recebi tudo, e o que tenho é mais que suficiente. Estou amplamente suprido, agora que recebi de Epafrodito os donativos que vocês enviaram. São uma oferta de aroma suave, um sacrifício aceitável e agradável a Deus.
19 O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus.
Comentário Filipenses 4. 14 – 19
Em filipenses 4.14-19, Paulo expressa sua gratidão a generosidade dos filipenses em relação às ofertas enviadas. Elas foram de grande ajuda ao ministério do apóstolo.
Precisamos reconhecer as pessoas que nos servem no Evangelho de maneira genuína e sincera. Devemos honrá-los com ofertas que supra suas necessidades e os ajude a continuar pregando o Evangelho.
Paulo ora, para que Deus supra as necessidades de seus mantenedores assim como eles foram usados para suprir as suas.
Filipenses 4. 20 – 23: Oração final e bênção
20 A nosso Deus e Pai seja a glória para todo o sempre. Amém.
21 Saúdem a todos os santos em Cristo Jesus. Os irmãos que estão comigo enviam saudações.
22 Todos os santos lhes enviam saudações, especialmente os que estão no palácio de César.
23 A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o espírito de vocês. Amém.



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“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Poucas palavras na Bíblia são tão claras, mas ao mesmo desobedecidas justamente por pessoas que afirmam ser cristãs, como a que ensina que a única possibilidade de chegarmos a Deus é por meio do Seu filho Jesus Cristo. Única. E olha que a Bíblia traz isso na boca do próprio Jesus. Lembremos o que está em João 14:6: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, se não por mim.” Há quem leia a passagem, a ache correta, concorde, proclame que faz justamente isso na sua vida por ser cristão, mas quando indagado por sua fé em outros personagens bíblicos afirmam que pedem para que estes “intercedam” por ele para chegar a Deus. Sem noção do que diz a palavra de Deus, acham que não estão desobedecendo e, portanto, não estão fazendo nada errado. Ledo engano. Salientando que não se quer aqui atacar ou diminuir a missão dada por Deus a Maria, a mãe de Jesus, ou a nenhum personagem bíblico, a frase citada entre aspas deve ser de longe o maior exemplo de quando uma pessoa diz ser fiel à palavra de Deus, mas a distorce completamente. Percebam que, ao usar a expressão “o caminho”, Jesus não deixou o ensinamento de que devemos ter quem interceda por nós. Ele diz claramente que está nos dando um presente maravilhoso: pela nossa fé chegarmos ao Pai pelo único caminho que é ele, Jesus. Ponto final. A gramática nos ajuda a entender a frase. Se Jesus tivesse dito “um caminho” e não “o caminho”, aí, sim, poderíamos ter opções. Perceba, internauta, que há mais de um caminho para se chegar à praia, ao centro… Mas imagine, por exemplo, um apartamento no 10º andar com apenas uma porta. Será que esta porta é o caminho para o elevador ou um caminho? Alguém arriscaria pular a janela para chegar ao elevador ou só restaria uma única possibilidade: a porta? Para chegarmos a Deus, Jesus é essa única porta. Qualquer outro caminho representa o perigo da janela. E note-se que a Bíblica é didática. Não há passagem nenhuma falando em usar outro caminho para se chegar a Deus, exceto Jesus. Os que usam Maria, por exemplo, o fazem por conta própria. Não tem respaldo bíblico. Percebam que isso não sonega, como por ignorância teológica alguns acreditam, o importante papel que Deus reservou a Maria. A Bíblia, em João 1:1, diz que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Mais adiante um pouquinho, no mesmo livro, lê-se: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade (João 1:14). Ou seja, está cristalino que Jesus veio à terra para cumprir a missão de salvar a humanidade das garras de satanás. E no plano de Deus para o verbo se fazer carne era preciso nascer igual a todos nós – inclusive para nos deixar a lição que qualquer pessoa de carne e osso que tenha fé em Deus é capaz de superar as adversidades impostas pelo inimigo e conseguir a salvação. Assim, Deus escolheu Maria. Evidente que pelo mérito dela. Deus não escolheria qualquer uma para trazer o Seu filho ao mundo. Mas optou uma mulher também de carne e osso como todos nós. A partir do momento em que Jesus começou o seu ministério, era ele e o Pai. Só ele e o Pai. Uma decisão de Deus, e que quem tem fé Nele não discute. Prestem atenção a estas palavras de Jesus: “E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora (João 2:3-4). Percebam que, para quem não vive a fé na palavra de Deus, não entende que Jesus é, de fato, o único caminho para se chegar a Deus, as palavras soam ríspidas – sobretudo dirigidas à própria mãe. Todavia uma reflexão com o auxílio de outras passagens bíblicas joga luz no fato de Jesus ter uma missão dada por Deus, e somente Deus poderia colocar no seu coração o que fazer, como fazer e quando fazer. Aliás, a própria Maria, que nunca disse a ninguém que seria um caminho para Deus, ao menos não existe isso na Bíblia, testemunhou esta aliança Deus x Jesus. “Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser” (João 2:5). Portanto, está evidente que tanto Jesus quanto Maria, assim como todos nós, temos missões dadas por Deus. Missões distintas. A partir do momento em que se pauta a vida na obediência à palavra de Deus, na fé na Bíblia, deixando ensinamentos religiosos à parte (Bíblia é bíblia. Religião é religião), entende-se isso e a frase que serve de título para este texto claramente. Mas, como diz Jesus, quem tem ouvidos que ouça. Deus no comando.