domingo, 30 de abril de 2017

Jesus Cristo está te chamado a testemunhar!

Carta de Deus – A importãncia do testemunho cristão (parte 2)

Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento (Como o testemunho de Cristo foi mesmo confirmado entre vós). (1 Cor 1:5-6)

Diz-se que testemunho é a qualificação para ser testemunha, embora possa existir testemunha sem testemunho (vasos para desonra – 2 Tm 2:20).

A Bíblia nos mostra em muitos de seus versículos a importância do testemunho cristão , nos fazendo entender que se quisermos ter uma igreja madura espiritualmente, qualificada para toda boa obra, santificada pela palavra e pronta para apresentar-se gloriosa, sem mácula,sem mancha ,sem ruga e pronta para o noivo Jesus é imprescindível valorizar o testemunho cristão de cada crente.

Mas o que temos visto em muitas igrejas é que esses mesmos valores tem sido deixados de lado em detrimento de outros valores. Infelizmente as escolhas ministeriais tem sido feitas no “achismo” para suprir um ativismo religioso em fazer a obra de Deus esquecendo-se do Senhor da Obra. Muitas pessoas perdem tanto tempo fazendo a obra de Deus que não tem tempo de pedir orientação de Deus para a obra. Muitos crentes esquecem que a obra deve ser feita segundo a vontade de Deus. Em muitos lugares a obra de Deus tem sido feita a “trancos e barrancos” , ou seja, de qualquer jeito, por pessaos inexperientes (néofitas) que mal sabem governar sua própria casa(1 Tm 3:5).
Aliás esse é um dos pré-requisitos do testemunho cristão para o ministério.

Assim como o testemunho na família é a prova de crente verdadeiro e da sua fé (1 Tm 5:8), o testemunho cristão é a qualificação espiritual para o ministério. Paulo relata alguns deve de quem almeja o episcopado como ser irrepreensível, marido de uma só mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar, que governe “bem” a sua própria casa e etc..(1 Tm 3:5;7). Isso quer dizer que não é qualquer um que possa exercer o ministério.

Mas infelizmente, temos visto no meio cristão que as escolhas em algumas igrejas não tem seguido esses princípios, mas outros como nepotismo e de amizade por conveniência, citando apenas esses dois como exemplo.

O livro de Atos relata da escolha de sete diáconos que foram escolhidos por terem “boa repetução, ou seja, bom testemunho,sendo esses “cheios do Espirito Santo” e de sabedoria(At 6:3)

O testemunho cristão nos torna um obreiro aprovado e qualificado diante de Deus (2 Tm 2:15,3:14-17).

Outra coisa que o testemunho cristão contribui é para a evangelização. Creio que o método mais eficiente de evangelismo é o testemunho de um crente. Diz a palavra de Deus qua a UNIDADE e o TESTEMUNHO fez crescer a igreja primitiva(At 2:46-47).
O testemunho cristão com qualidade traz a salvação em quantidade (1 Tm 4:12-16).

Paulo pede a Timóteo para que seja exemplo dos fiéis EM TUDO,perseverando no testemunho, para que fazendo isso, ele possa salvar-se a si e os que ouvem.

Preseverar em ser testemunho cristão tem sido um dos grandes desafios a essa geração de crentes.
Isso porque o referencial da Igreja primitiva em detrimento desta “igreja” com “i” minúsculo de nossa geração é enorme.

Diz a palavra de Deus que o testemunho daqueles crentes era tremendo,tanto que persevervam unânimes no templo, partiam o pão, ou seja,tinham comunhão, faziam com alegria e singeleza de coração e contavam com a simpatia do povo.

Diz as Escrituras que “enquanto isso”o Senhor acrescentava os que ia sendo salvos (At 2:46-47).

Mais do que fazer campanhas evangelísticas de grande porte o cristão deve se cosnscientizar que o testemunho cristão vale mais do muitos projetos evangelísticos de qualquer ministério.

O livro de Atos mostra a realidade de uma igreja que era unida, unânime, fraterna, simples, temente a Deus e de uma alegria sincera. E por isso, contava com a “simpatia” do povo. E por isso e nada mais que isso, que “todos os dias” Deus acrescentava os salvos.

Hoje vivemos outra realidade a de uma igreja individualista, dispersa, egoísta e a cada dia mais parecida com os padrões do mundo, do que os padrões de Deus.

Mas Graças a Deus que existe algumas excessões e alguns remanescentes que não abrem mão de serem menos religiosos evangélicos e mais cristãos bíblicos no modo de proceder e agir.

Meu desejo é que essas excessões venham a ser maioria, para que o Senhor se agrade dos crentes e dos líderes dessa geração.

Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens.
Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros (Rm 14:18-19)

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“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Poucas palavras na Bíblia são tão claras, mas ao mesmo desobedecidas justamente por pessoas que afirmam ser cristãs, como a que ensina que a única possibilidade de chegarmos a Deus é por meio do Seu filho Jesus Cristo. Única. E olha que a Bíblia traz isso na boca do próprio Jesus. Lembremos o que está em João 14:6: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, se não por mim.” Há quem leia a passagem, a ache correta, concorde, proclame que faz justamente isso na sua vida por ser cristão, mas quando indagado por sua fé em outros personagens bíblicos afirmam que pedem para que estes “intercedam” por ele para chegar a Deus. Sem noção do que diz a palavra de Deus, acham que não estão desobedecendo e, portanto, não estão fazendo nada errado. Ledo engano. Salientando que não se quer aqui atacar ou diminuir a missão dada por Deus a Maria, a mãe de Jesus, ou a nenhum personagem bíblico, a frase citada entre aspas deve ser de longe o maior exemplo de quando uma pessoa diz ser fiel à palavra de Deus, mas a distorce completamente. Percebam que, ao usar a expressão “o caminho”, Jesus não deixou o ensinamento de que devemos ter quem interceda por nós. Ele diz claramente que está nos dando um presente maravilhoso: pela nossa fé chegarmos ao Pai pelo único caminho que é ele, Jesus. Ponto final. A gramática nos ajuda a entender a frase. Se Jesus tivesse dito “um caminho” e não “o caminho”, aí, sim, poderíamos ter opções. Perceba, internauta, que há mais de um caminho para se chegar à praia, ao centro… Mas imagine, por exemplo, um apartamento no 10º andar com apenas uma porta. Será que esta porta é o caminho para o elevador ou um caminho? Alguém arriscaria pular a janela para chegar ao elevador ou só restaria uma única possibilidade: a porta? Para chegarmos a Deus, Jesus é essa única porta. Qualquer outro caminho representa o perigo da janela. E note-se que a Bíblica é didática. Não há passagem nenhuma falando em usar outro caminho para se chegar a Deus, exceto Jesus. Os que usam Maria, por exemplo, o fazem por conta própria. Não tem respaldo bíblico. Percebam que isso não sonega, como por ignorância teológica alguns acreditam, o importante papel que Deus reservou a Maria. A Bíblia, em João 1:1, diz que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Mais adiante um pouquinho, no mesmo livro, lê-se: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade (João 1:14). Ou seja, está cristalino que Jesus veio à terra para cumprir a missão de salvar a humanidade das garras de satanás. E no plano de Deus para o verbo se fazer carne era preciso nascer igual a todos nós – inclusive para nos deixar a lição que qualquer pessoa de carne e osso que tenha fé em Deus é capaz de superar as adversidades impostas pelo inimigo e conseguir a salvação. Assim, Deus escolheu Maria. Evidente que pelo mérito dela. Deus não escolheria qualquer uma para trazer o Seu filho ao mundo. Mas optou uma mulher também de carne e osso como todos nós. A partir do momento em que Jesus começou o seu ministério, era ele e o Pai. Só ele e o Pai. Uma decisão de Deus, e que quem tem fé Nele não discute. Prestem atenção a estas palavras de Jesus: “E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora (João 2:3-4). Percebam que, para quem não vive a fé na palavra de Deus, não entende que Jesus é, de fato, o único caminho para se chegar a Deus, as palavras soam ríspidas – sobretudo dirigidas à própria mãe. Todavia uma reflexão com o auxílio de outras passagens bíblicas joga luz no fato de Jesus ter uma missão dada por Deus, e somente Deus poderia colocar no seu coração o que fazer, como fazer e quando fazer. Aliás, a própria Maria, que nunca disse a ninguém que seria um caminho para Deus, ao menos não existe isso na Bíblia, testemunhou esta aliança Deus x Jesus. “Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser” (João 2:5). Portanto, está evidente que tanto Jesus quanto Maria, assim como todos nós, temos missões dadas por Deus. Missões distintas. A partir do momento em que se pauta a vida na obediência à palavra de Deus, na fé na Bíblia, deixando ensinamentos religiosos à parte (Bíblia é bíblia. Religião é religião), entende-se isso e a frase que serve de título para este texto claramente. Mas, como diz Jesus, quem tem ouvidos que ouça. Deus no comando.