terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Não seja Idólatra!

MATEUS-CAPÍTULO 5 :17 ELE CUMPRI A LEI GÁLATAS 6:2 ELE NOS DA UMA NOVA LEI: MATEUS -CAPÍTULO 5:21 ELE CUMPRIU O MANDAMENTO DE DEUS. 5;22 ELE DAR UM NOVO MANDAMENTO: EM JOÃO ESTA O RESUMO DE TODOS OS DEZ MANDAMENTOS. JOÃO CAPÍTULO 13:34 JOÃO CAPITULO 15:10 AO15 O VERDADEIRO AMIGO DE JESUS
"IDOLATRIA" SERÁ QUE É SÓ ADORAR IMAGENS?

SALMO 115 VERSO 4 ao 18

“guardai-vos dos ídolos” é viver de todo coração a fé em Jesus Cristo. É ser controlado por tudo que subjaz
ao título “filhos amados” (ver especialmente 1João 3:1-3, 4:7-5:12). Qualquer alternativa ao senhorio de Jesus, o enxame de alternativas, quer sejam vistas do ponto de vista da carne, do mundo ou do Maligno, é idolatria.  “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” (1João 5:21).
Nunca o mundo viu o que está presenciando na atualidade, nesta época de super requintada tecnologia e acelerado avanço da ciência. TEXTO DO LIVRO FRANCÊS F. ROBERTS.
"O cristão do tempo de JOHN BUNYAN O PEREGRINO atravessou a Feira da Vaidade. O Cristão de hoje, vive dentro dela, sem poder isolar-se. Ela o envolve, mansamente, por todos os lados, da manhã à noite, com o arminho (a alvura, brancura) e o acetinado (a delicadeza, macio e lustruoso como o cetim) dos seus chamarises (atrativos, engodos); com as atrações mais coloridas de suas ofertas; com os tons suaves de suas promessas  fictícias, ou então com o repúdio ostensivo ou dissimulado dos padrões morais e com os apelos violentos à licenciosidade (libertinagem) e ao desregramento.
O cristão moderno, por isto, deve manter-se vigilante contra inimigos solertes (astutos) e implacáveis. Para tanto, tem necessidade de munir-se (abastecer-se de munições) com as poderosas armas da oração e da Palavra. Faz-se mister que o Espírito Santo de Deus o possua, imunizando-o contra as enfermidades contagiosas e fatais, oriundas de uma época a mais, corrompida".
Amigos e irmãos na fé em cristo jesus, finalmente, o servo de Deus, (viajante) em demanda à Cidade Santa, precisa da convicção que tiveram os três homens da Babilônia dentro da fornalha ardente: Daniel Cap.  3 Verso 12, 16, 19, 22, 25. A presença do quarto homem com eles, para que um fio de cabelo, sequer, não se queime.
É dentro das labaredas deste século que convém ao servo fiel aceitar, como a planta ressequida aceita o orvalho, as Palavras do Senhor: O peregrino de hoje – jogado na cova dos leões, – tem o privilégio de ouvir:
“NÃO TEMAS! NUNCA HOUVE UM LUGAR POR ONDE ANDES QUE EU NÃO TENHA ANDADO ANTES!” Caminha firme, cristão de hoje! Estás de viajem, apressa-te. Tens, diante dos olhos, a "RESPLANDESCENTE ESTRELA DA MANHÃ" Não a percas de vista. Ela indica o amanhecer do NOVO DIA. Não te ofusque a feira da vaidade. Aquele que prometeu guardar-te, não cochila, nem por um segundo sequer. Não te importem as fornalhas, nem as covas de leões, nem gigantes, nem os abismos.
O BOM PASTOR É PODEROSO, acima de todas as forças mais poderosas do mal, pois enquanto estas caminham para a destruição, Aquele te leva, nos braços, para a NOVA JERUSALÉM, onde “não haverá noite!” Idolatria é o tema mais discutido na Bíblia, e daí? Será que a idolatria é um problema relevante ainda hoje, fora de campos missionários onde adoradores ainda se vergam diante de imagens? O segundo tipo de questão é concernente ao aconselhamento: uma questão “psicológica”. Como podemos entender a miríade de fatores significantes que moldam e determinam o comportamento humano? Em especial, é possível compreender de forma satisfatória o fato de que pessoas são ao mesmo tempo interiormente dirigidas e socialmente moldadas?
Estas questões e as suas respostas acabam se entrelaçando. Esse entrelaçamento tem sido frutífero em minha vida pessoal e no meu aconselhamento de pessoas atribuladas.
A relação da motivação individual e o condicionamento sociológico,
a relevância de grandes partes da Escritura prende-se ao nosso entendimento de idolatria. Contudo, permita-me focalizar a questão utilizando um versículo do Novo Testamento que há muito me perturba. A última linha de João adverte e ordena: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” (1João 5:21). Como é que avaliamos esse mandamento no final de um tratado de 105 versículos sobre o relacionamento vital com Jesus, o Filho de Deus? Será que algum escriba fez uma emenda extemporânea? Seria um erro desajeitado
feito por um escritor que, usando linguagem simples, metodicamente tece densas e ordenadas tapeçarias cheias de significado? Será esta uma perspectiva de aplicação prática limitada pela cultura, colocada ao final de uma das epístolas mais atemporais e pertencentes aos lugares celestiais que temos? Cada uma dessas alternativas falha em entender a integridade e o poder das palavras finais de João.
Pelo contrário, a última linha de 1João deixa-nos com a questão mais básica com que Deus confronta o coração humano: alguém ou alguma coisa, que não Jesus Cristo, tem controlado a confiança do nosso coração, como objeto, preocupação, lealdade, serviço ou prazer? É uma questão que influi a motivação imediata de nossos comportamentos, pensamentos e sentimentos. No conceito bíblico, a questão da motivação é a questão do senhorio. Quem ou o que “regula” meu comportamento, o Senhor ou um substituto? As respostas indesejáveis a esta questão – respostas que mostram nosso desentendimento da “idolatria” que queremos evitar – são claramente apresentadas em 1João 2:15-17, 3:7-10, 4:1-6 e 5:19. É
impressionante como estes versos apresentam uma confluência de perspectivas de motivações idólatras nas áreas sociológicas, psicológicas e demonológicas. O caráter interno da motivação é demonstrado na expressão “concupiscência da carne” (1João 2:16):
nosso movimento de inércia “centrado em nós mesmos”, vontades, esperanças, medos, expectações, “necessidades” que abarrotam nossos corações. Vê-se o caráter externo da motivação na expressão “o mundo”, como sendo tudo o que modela, reforça e condiciona essa inércia, ensinando-nos mentiras. A dimensão “demonológica” da motivação e do comportamento é determinada pelo senhorio do diabo (1João 3:7-10, 5:19), postando-se como “regulador” sobre o reino da carne e do mundo.  Em contraste:
1- O “Primeiro Mandamento”, a exemplo dos dois ou três mandamentos iniciais, contrasta fidelidade ao Senhor com infidelidades. A batalha aberta contra a idolatria aparece vivida com o “bezerro de ouro” e reaparece através dos livros de Juízes, Samuel, Reis, pelos profetas e por Salmos.
2- Esta confiança no mundo, na carne e no diabo não nos surpreende, pois ocorre através das escrituras: veja em Efésios 2:1-3 e Tiago 4:1-7 exemplos particularmente condensados.
Segundo a Bíblia, trata a idolatria como um fator central do conceito social, “o mundo”, que nos forma e modela. O mundo é uma “Feira das Vaidades”, como disse John Bunyan com impacto em “O Peregrino”. Pelo livro todo, e em especial no capítulo “Feira das Vaidades”, é retratada a interação de formadores sociais do comportamento, poderosos, sedutores e temerosos, com as tendências contagiosas quanto a idolatria, autodeterminantes do próprio coração do Cristão.


3- “Coração” é o termo bíblico mais compreensivo para aquilo que determina nossa direção de vida, comportamento, pensamentos, etc. Veja Provérbios 4:23, Marcos 7:21-23, Hebreus 4:12 etc. A metáfora de “circuncisão ou incircuncisão de coração” é semelhante a “ídolos do coração”, em que uma atividade religiosa externa é empregada para retratar a dinâmica motivacional interna que o ato exterior reflete.
4- Locus é um termo latino usado para definir lugar. Na ciência designa curva, superfície ou figura que contenha todos os pontos, e apenas esses pontos, atendendo a dada condição (NT).
5- Veja as declarações resumidas de Paulo, João e Tiago em Gálatas 6:16, Efésios 2:3 e 4:22, 1Pedro 2:11 e 4:2, 1João 2:16, Tiago 1:14, onde eptthumiai é a palavra inclusiva para se referir a tudo quanto há de errado conosco, Efésios 5:5 e Colossensses 3. Ídolos imitam aspectos da identidade e do caráter de Deus, como se vê no trecho anterior: juiz, salvador, fonte de bênçãos, barreira contra o pecado, objeto de confiança, autor da vontade a que obedecer etc... cada ídolo neste bloco que se junta ao sistema faz falsas promessas e dá falsos avisos: “se apenas... então...”. Por exemplo, os comportamentos “capacitadores” da esposa mostram seu papel idólatra de salvadora. Seu ídolo promete e adverte: “se apenas puder oferecer a coisa certa e fazer o melhor, então seu marido mudará. Mas se você não cuidar das coisas por ele, então o desastre ocorrerá”. E porque tanto as promessas quanto as advertências são mentiras, o culto a cada ídolo resulta numa ressaca de miséria e maldição. Ídolos mentem, escravizam e matam. Estão continuamente insinuando-se pela voz daquele que sempre foi mentiroso, senhor de escravos e assassino desde o princípio. Estão sob a imediata ira de Deus que, frequentemente impede que tais coisas dêem certo em Seu mundo. A simples figura da idolatria – um adorador prostrado ante a imagem de madeira, metal ou pedra – é
poderosamente explanada na Bíblia. Idolatria torna-se um conceito com o qual compreender as razões intrínsecas da motivação individual e do condicionamento social. Os ídolos do coração conduzem-nos a abandonar a Deus de muitas maneiras. Manifestam-se e expressam-se em qualquer lugar, nos mínimos detalhes na vida interior e exterior. Tais ídolos do coração cabem como a mão na luva com respeito aos bens de consumo oferecidos pela Feira das vaidades da vida social. Os convites e as ameaças da nossa existência social seduzem-nos à deserção e encaminham-nos em direção à idolatria. Estes temas dão uma perspectiva fundamental sobre as “más novas” que permeiam a Bíblia. Em suma, os pecados comportamentais são sempre retratados na Bíblia como “motivados” ou governados por um “deus” ou “deuses”. O problema com a motivação humana, a questão de aliança prática, com Deus ou qualquer substituto, é frequente e propriamente retratada como o problema da idolatria. A idolatria é um problema profundamente enraizado no coração humano e poderosamente impingido sobre nós, pelo ambiente social. Isto traz-nos exatamente ao segundo tipo de pergunta mencionada no início. Esta segunda questão é a do aconselhamento. Como concatenar as três coisas seguintes? Primeiro, as pessoas são responsáveis por seus comportamentos pecaminosos. Quer os chamemos de pecado, problemas pessoais, ou vidas disfuncionais, as pessoas são responsáveis pelas coisas destrutivas que pensam, sentem e fazem. Se sou violento ou medroso, este é o meu problema.
É óbvio que, se a idolatria é o problema do “co-dependente”, então fé arrependida para com Cristo é a solução. Isto contrasta de modo marcante com as soluções propostas na literatura sobre co-dependência, quer secular, quer caiada com frases cristãs. Essa literatura freqüentemente descreve com perceptividade o padrão de ídolos disfuncionais – vícios e dependências – que amaldiçoam e escravizam pessoas. Os ídolos que escravizam o salvador ou o bêbado compulsivo, não funcionam muito bem em seu favor.
A literatura pode até usar a palavra “idolatria” como metáfora, sem significar “idolatria contra Deus e, por isso, arrependimento”. A solução, sem exceção, é oferecer ídolos diferentes e mais funcionais ao invés de arrependimento diante do Cristo da Bíblia! As terapias seculares ensinam ídolos “eufuncionais” às pessoas, ídolos que “trabalhem” pelas pessoas e as “abençoem” com vidas temporariamente felizes (Salmo 73).
Assim, por exemplo, a auto-estima é estimulada como a reposição da tentativa de agradar pessoas desagradáveis, ao invés de estima pelo Cordeiro que foi sacrificado por mim, um pecador. A aceitação e o amor vindo de novos outros significantes, começando com o terapeuta, cria versões bem sucedidas do temor de homens e de confiança em homens ao invés de ensinar a confiança em Deus como sendo essencial. Minha autoconfiança e autonomia crescem quando ensinam-me a colocar minhas expectativas naquilo que posso obter. O fruto parece bom, mas é fundamentalmente imitativo. Crentes em falsos evangelhos por vezes florescem, por algum tempo. Sistemas de terapia sem arrependimento no seu cerne deixam intacto o sistema de idolatria. Simplesmente reabilitam e reconstroem a impiedade de maneira que funcione com maior sucesso. O motivo da idolatria na Bíblia diagnostica a base auto-destrutiva final na qual pessoas felizes, saudáveis e confiantes constroem suas vidas (ídolos eufuncionais), tão perspicazmente quanto diagnostica pessoas infelizes, as quais são mais óbvias e imediatamente autodestrutivas (ídolos disfuncionais) A terminologia é, certamente, diferente. “Problemas pessoais” e “vidas disfuncionais” implicam numa responsabilidade primária à própria pessoa, à família e à sociedade. “Pecado” implica numa responsabilidade primária

para com Deus o Juiz, com responsabilidades pessoais e sociais decorrentes.  É claro que num período específico ídolos específicos terão de ser nomeados e enfrentados. O aconselhamento bíblico com específico,s Jesus enfrenta o jovem rico com sua adoração de Mamon. A parábola do semeador confronta as pessoas com sua incredulidade, seu conformismo social, suas riquezas preocupantes, prazer e seus cuidados (todos podendo ser descritos como expressões do motivo de ídolos). No Antigo Testamento, Elias confrontou a adoração de Baal diretamente.
Richard Lovelace. Dynamics of the Spiritual Life (Downers Grove, II.: Intervarsiry Press, 1979), página 110. Isaías 53:6 e Juizes 21:25
A palavra "síndrome" deve ser despida de suas pretensões clínicas de poder explicativo signifícante. É puramente descritiva, metafótica. Significa, aqui, literalmente "coisas que tendem a andar todas juntas". compartilhemos o mesmo conjunto genérico de tendências idólatras? As formas numerosas de orgulho e temor de homens, obsessão com prazeres da sensualidade, preocupação com dinheiro, tendências de autoconfiança quanto as nossas próprias opiniões, agendas, capacidades, a criação de falsas visões de Deus baseadas nos nossos desejos e experiências, o desejo de ser intrinsecamente justos, estilos individuais de pecado: o pecado, portanto, em todas as suas dimensões, é claramente o problema com o qual o conselheiro cristão terá de lidar. Possui dimensões secundárias — as variações de temas comuns — que tornam tão dificultoso o aconselhamento. Conquanto todos os homens tenham nascido em pecado e desenvolvem as mesmas práticas e fugas pecaminosas, cada indivíduo desenvolve o seu próprio estilo de pecado. Os estilos (combinações de fugas e de pecados) são particulares a cada indivíduo, mas sob eles existem os temas comuns. É obra do conselheiro descobrir esses fatores comuns sob os indivíduos".
Vaidades podem valorizar ídolos diferentes. Não nos surpreende que a exigência e o desagrado do pai, significativo no seu coração. Contudo, em razão do intercâmbio contínuo do coração e ídolos jamais ser rejeitado ou fracassar. Nossos ídolos cobiçam aquilo que não temos e agarram com a vida aquilo que possuímos. Muitas das nossas idolatrias são formadas socialmente pelas oportunidades pelos valores que nos cercam. Por exemplo, não é de surpreender-se que mais pessoas se tornarão homossexuais (ou adúlteras, ou pornógrafas) numa cultura que torna certas formas de pecado sexual mais fáceis, grandes shows na televisão. Os ídolos genéricos em cada coração podem ter frutos diferentes nas pessoas diferentes. Por exemplo, hoje em dia ninguém é ameaçado por formas de idolatria religiosa na adoração de Baal, mas o Mormonismo é uma ameaça semelhante. Muitas variações entre nós são possibilitadas pelos "acidentes" da experiência da vida: tragédias ou vida mansa, deficiências ou saúde, riquezas ou pobreza, uma escolaridade colegial ou acadêmica de pós-graduação, primogênito ou oitavo filho, masculino ou feminino, nascido em 1500 antes de Cristo ou 1720 ou 1920 ou 1960, e assim por diante. Muitas variações individuais são devidas a diferenças hereditárias e de temperamento: tipos de inteligência, coordenação e capacidade física, variedade de talentos e habilidades, diferenças hormonais e de metabolismo oportunidades e opções que se encontram na vida dão uma gama quase que infinita de "individualidade" entre as "comunalidades." As categorias de diagnóstico que penetram as "comunalidades" são tais como "idolatria versus fé"que empregamos aqui. Somente estas podem incluir tanto as mudanças quanto as relativas estabilidades do mundo, carne e diabo na vida do ser humano, todas as pessoas de modo simples mas nunca simplistas, levando em conta as complexidades todas. Em todas as nossas diferenças, no evangelho quando os temas de idolatria não são compreendidos,"Deus ama você"

tipicamente torna-se uma ferramenta para suprir a necessidade de auto-estima em pessoas que se sentem fracassadas. O conteúdo específico do Evangelho de Jesus Cristo: "graça para pecadores e
libertação para os contra quem foi feito pecado" é minimizado ou até mesmo distorcido para "aceitação incondicional pelas vítimas da falta de aceitação dos outros". Onde se compartilha esse "evangelho", a mensagem é mais ou menos assim: "Deus aceita-o exatamente como você é. Deus tem amor incondicional por você". Porém esse não é o evangelho bíblico. O amor de Deus não é o afeto incondicional positivo. Uma teoria de motivação baseada apenas em necessidade, no lugar de uma teoria de idolatria, torce a solução do evangelho, tornando-a em "outro evangelho"essencialmente falso. Evangelho é melhor do que amor incondicional. O evangelho diz "Deus aceita-o exatamente como Cristo é. Deus tem amor contra-condicional por você". Cristo carregou a maldição que você merecia. Cristo contra-condicional agrada plenamente ao Pai e dá-lhe de Sua própria bondade perfeita. Cristo reina em poder, tornando-o filho do Pai e aproximando-se de você a fim de iniciar uma transformação daquilo que para Deus era inaceitável a seu respeito. Deus nunca me aceita "tal qual eu sou". Ele me aceita "tal qual eu sou em Jesus Cristo". O centro gravitacional é diferente. O verdadeiro evangelho não permite que o amor de Deus seja sugado na lascívia da alma por aceitação e valor em si mesmo. Em lugar disso, o evangelho descentraliza radicalmente as pessoas. O que a Bíblia chama de "temor do Senhor" e "fé" faz com que as pessoas olhem para fora de si mesmas. preocupam-se muito em ministrar o amor de Deus a pessoas que vêem a Deus como o crítico maior e mais recente a quem jamais conseguirão agradar. Mas seu fracasso em conceituar os problemas das pessoas nos termos que apresentamos  ensinar-se um evangelho liberal. A cruz torna-se apenas uma demonstração de que Deus me ama. Perde sua força como expiação substitutiva por parte do Cordeiro Perfeito no meu lugar, convidando-me ao "arrependimento do pecado que perverte meu coração". A ferida de meu povo é levianamente curada. Já os pastores cristãos de tendências moralistas enfrentam outra espécie de problema. Onde há uma tendência moralista no aconselhamento cristão, o perdão de Cristo tipicamente aplica-se apenas aos pecados comportamentais. O contexto do evangelho, Jeremias 8:11 (conferir com 23:16 em diante), o Salmo 23, como outras porções das escrituras, é uma pura promessa para se beber. Outros trechos dão detalhes da tradução do dom para a gratidão, da raiz para o fruto, de permanecer para o produzir fruto, de fé para as obras (Gálatas 5 e 1 João 4:7-5:12)"feedback loop'" de efeitos mútuos, um círculo vicioso, contagiosa quanto a idolatria.

Meditação
Não fiques ansioso. Meu Espírito dirigirá os teus passos. Não temas. Nunca houve um lugar por onde andas que Eu não tenha andado antes. Muitas vezes a tua fé vacila. Nem por isto te preocupes. Mesmo quando não te sintas forte, Eu estou te segurando. Deves repousar na MINHA FIDELIDADE e não nos teus sentimentos.

Tuas forças oscilam dia a dia, porém o MEU PODER será sempre o mesmo à medida que te renderes ao Meu Espírito. 1Pedro 1:3-9. – Eu vos abençoarei, povo Meu, quando os vossos corações se voltarem para Mim com ansiedade e sinceridade. De onde vos virá o socorro, senão do Senhor? Não há satisfação para a alma nas possessões terrenas. Elas só poderão ser alimentadas por UMA PESSOA e não por coisas, por mais atraentes que vos pareçam. E a única PESSOA CREDENCIADA para saciar a fome das vossas almas é O SENHOR, O SALVADOR JESUS CRISTO, através do Ministério do Seu Maravilhoso Espírito Santo. João 6:51-58.

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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: