sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018


Estudo de Atos - Capítulo 6

Esse cap√≠tulo mostra que mesmo na Igreja Primitiva com o crescimento de novos convertidos alguns problemas existiam, por isso meu querido leitor n√£o procure por uma igreja perfeita, j√° que ela √© composta por pessoas falhas assim como eu e creio voc√™ tamb√©m, Atos 6: 1 mostra que existia 2 grupos de judeus naquela √©poca, e com isso existia preconceito uns contra os outros, e mesmo convertidos eles ainda estavam no processo de mudan√ßa de mente ( nunca vai parar esses processo ), e com isso um problema aconteceu, as vi√ļvas helenistas n√£o estavam sendo atendidas na distribui√ß√£o di√°ria dos alimentos, lembrando que os irm√£o doavam tudo que tinham para justamente suprir as necessidades dos irm√£os, e por serem helenistas estavam sofrendo uma discrimina√ß√£o.



Os helenistas , são Judeus de fala Grega, eles cresceram com costumes Gregos isso inclui também sua espiritualidade, com isso eles não eram considerados como Judeus autênticos, já que até o seus nomes eram de origem Grega, porém, Cristo quebrou toda divisão e nos fez um só, mais a mudança de mente é um processo e a Igreja estava passando por isso ainda, nos versículos 2 ao 6 são escolhidos os diáconos para ficarem responsáveis pela partilha dos alimentos, já que os apóstolos estavam se dedicando a palavra do Senhor, por isso necessitamos de um estrutura para não deixamos ninguém desamparado, não para termos posição diante dos irmão mais sim para servir, por isso somos ministros ( servo ) e dedicamos nossos ministérios ( servindo) aos nossos irmãos, mas, não foram escolhidos por sua posição social, ou para agradar alguém, foram colocadas características próprias para cumprir a missão de servir as mesas.

Homens de bom testemunho, cheiros do Esp√≠rito Santo e de sabedoria, o que temos de pessoas com p√©ssimo testemunho de vida, sem o Esp√≠rito Santo e com pouca sabedoria fazendo a obra do Senhor de qualquer maneira , e n√£o s√£o poucos, por isso se voc√™ ocupa uma posi√ß√£o de Servo onde voc√™  serve e n√£o tem as qualifica√ß√Ķes de Atos 6:  3 converta-se logo, n√£o fa√ßa a obra do Senhor de qualquer maneira, um dia todos teremos de prestar contas.

Tal proposta agradou a todos. Ent√£o, escolheram Estev√£o, homem cheio de f√© e do Esp√≠rito Santo, al√©m de Filipe, Pr√≥coro, Nicanos, Timom, P√°rmenas e Nicolau, um convertido ao juda√≠smo, proveniente de Antioquia.  Vs 5 

Ent√£o recebem a ora√ß√£o dos Ap√≥stolos para cumprirem com suas miss√Ķes, os ap√≥stolos continuaram na miss√£o de testemunhar a Cristo, e com isso a palavra de Deus era cada vez mais divulgada e muitos se convertiam ao cristianismo, at√© mesmo os sacerdotes Judeus.

No versículo de 9 em diante, vemos que mesmo Estevão tendo uma função especifica ele não deixou de levar o nome de Jesus para os outros, mais vemos que ele realizava prodígios e milagres, som isso ele incomoda alguns, segue um relato de um texto recente que li sobre isso.
A atividade de Est√™v√£o suscitou oposi√ß√£o dos membros das sinagogas, seja dentro dos pr√©dios das sinagogas onde Est√™v√£o se punha em p√© para falar em nome de Jesus, ou do lado de fora deles. Os Libertos eram prisioneiros romanos (ou os descendentes de tais prisioneiros) que mais tarde receberam a liberdade. Sabemos que o general romano Pompeu to­mou prisioneiros grandes n√ļmeros de judeus, que mais tarde foram liber­tados em Roma, e √© poss√≠vel que aqui haja men√ß√£o a estes. N√£o √© certo o relacionamento entre os outros nomes dos grupos locais e o dos Libertos. V√°rios estudiosos t√™m postulado qualquer n√ļmero de Sinagogas, desde uma (para todos os v√°rios grupos) at√© cinco (uma sinagoga para cada grupo). Ao passo que Bruce (Livro, p√°g. 133), pensa em termos de uma sinagoga dos libertos dentre os quatro grupos mencionados, a constru√ß√£o grega fa­vorece duas sinagogas, uma para os primeiros tr√™s grupos (Libertos, Cireneus, Alexandrinos), e uma para os dois outros (os da Cil√≠cia e da √Āsia). Era natural que os grupos nacionais formassem suas pr√≥prias sinagogas para a adora√ß√£o em Jerusal√©m,(Eram necess√°rios apenas dez homens para formarem o n√ļcleo de uma sina­goga.) e seriam frequentadas tanto pelos imigrantes que habitavam em Jerusal√©m como por visitantes casuais.

Provavelmente eles tenha distorcido alguma fala de Estevão para que ele fosse julgado, Lucas mostra que Estevão era inocente, assim como ele teve de pagar um preço por dizer a verdade, muitos outros morrem por não negar a fé em Jesus, então irmão não mude a palavra de Deus para te agradar ou agradar a outros, viva ela e pregue ela, confie em Deus que o melhor ele tem para você.

No final desse capítulo algo maravilho se encontra, Estevão antes mesmo de ser chamado para ser um diácono ele já era cheio da Graça de Deus, e isso só aumentou em sua vida e com resultado o versículo 15 descreve.
Então, todos os que estavam assentados no Sinédrio, ao fixarem seus olhos em Estevão, viram que seu rosto parecia como o rosto de um anjo.

Isso irm√£o √© Poder de Deus, isso √© a Paz que Jesus Cristo nos deixou, alguns acham que ser crist√£o √© viver a teoria da prosperidade e n√£o passar por situa√ß√Ķes dif√≠ceis, nem sempre Deus nos livre das prova√ß√Ķes e tribula√ß√Ķes do dia a dia, mais ele nos da paz em todas, EU DISSE EM TODAS, ent√£o busque esse poder, para no dia da prova√ß√£o n√£o murmurar e falar em abandonar tudo, mais sim se manter na posi√ß√£o que Cristo te chamou.

Te deixo um desafio para até o final desse estudo, ore e busque com Deus saber qual o seu chamado que ele quer que você realize aqui na terra.

Isso é importante, saber qual a sua missão, então te desafio a buscar por ele. E também gostaria que você comentasse abaixo, agora colocamos a opção de comentar pelo Facebook isso facilita mais, então nos incentive comentando abaixo. Paz do Senhor !


quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O que é um Cristão?




Pergunta: "O que é um Cristão?"

Resposta: 
O Dicion√°rio Webster’s define um Crist√£o como “uma pessoa que professa a cren√ßa em Jesus Cristo ou na religi√£o baseada nos ensinamentos de Jesus.” Enquanto este √© um bom ponto de partida para entender o que √© um Crist√£o, como em muitas defini√ß√Ķes seculares, entretanto, ela falha em comunicar a verdade b√≠blica do sigificado de ser Crist√£o.

A palavra Crist√£o √© usada tr√™s vezes no Novo Testamento (Atos 11:26; Atos 26:28; 1 Pedro 4:16). Os seguidores de Jesus Cristo foram chamados “Crist√£os” pela primeira vez em Antioquia (Atos 11:26) porque seu comportamento, atividade e fala eram como Cristo. A express√£o foi inicialmente usada pelas pessoas n√£o salvas de Antioquia como um apelido desrespeitoso para debochar dos Crist√£os. Significa literalmente: “pertencente ao partido de Cristo” ou um “aderente ou seguidor de Cristo”, o que √© bem similar √† forma como o Dicion√°rio Webster’s a define.

Infelizmente, com o tempo a palavra “Crist√£o” perdeu uma grande parte de seu significado e √© geralmente utilizada para descrever algu√©m que √© religioso ou tem altos valores morais ao inv√©s de ser um verdadeiro seguidor renascido de Jesus Cristo. Muitas pessoas que n√£o acreditam em Jesus Cristo se consideram Crist√£s simplesmente porque v√£o √† igreja ou vivem em uma na√ß√£o “Crist√£”. Mas ir √† igreja, servir aos menos afortunados que voc√™, ou ser uma boa pessoa n√£o fazem de voc√™ um Crist√£o. Como disse um evangelista certa vez: “Ir √† igreja n√£o faz de voc√™ um Crist√£o mais do que ir a uma oficina faz de voc√™ um carro.” Ser um membro de igreja, freq√ľentar os cultos regularmente e trabalhar para a igreja n√£o podem fazer de voc√™ um Crist√£o.

A B√≠blia nos ensina que as boas obras que fazemos n√£o s√£o capazes de nos tornar aceit√°veis para Deus. Tito 3:5 nos diz que “n√£o por obras de justi√ßa praticadas por n√≥s, mas segundo Sua miseric√≥rdia, Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Esp√≠rito Santo.” Ent√£o, um Crist√£o √© algu√©m que foi renascido por Deus (Jo√£o 3:3; Jo√£o 3:7; 1 Pedro 1:23) e colocou a sua f√© e confian√ßa em Jesus Cristo. Ef√©sios 2:8 nos diz que “pela gra√ßa sois salvos, mediante a f√©; e isto n√£o vem de v√≥s; √© dom de Deus.” Um verdadeiro Crist√£o √© algu√©m que se arrependeu do seu pecado e colocou sua f√© e confian√ßa somente em Jesus Cristo. A sua confian√ßa n√£o √© em seguir uma religi√£o ou um conjunto de c√≥digos morais, ou uma lista de fa√ßas e n√£o-fa√ßas.

Um verdadeiro Crist√£o √© algu√©m que colocou a sua f√© e confian√ßa na pessoa de Jesus Cristo e no fato de que Ele morreu na cruz como pagamento por nossos pecados e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos para obter vit√≥ria sobre a morte e dar vida eterna a todos os que Nele cr√™em. Jo√£o 1:12 nos diz: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que cr√™em no seu nome.” Um verdadeiro Crist√£o √© de fato um filho de Deus, uma parte da verdadeira fam√≠lia de Deus, e algu√©m que recebeu vida nova em Cristo. A marca de um verdadeiro Crist√£o √© o amor pelos outros e obedi√™ncia √† palavra de Deus (1 Jo√£o 2:4; 1 Jo√£o 2:10).


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O Que Diz A Bíblia Sobre O Homem do Lar

Todos os males da sociedade, sejam financeiros, pol√≠ticos, trabalhistas, escolares ou religiosos t√™m a sua origem no cora√ß√£o do homem. Sabemos como √© o cora√ß√£o do homem (Jer. 17:9; Rom 3:10-23). A institui√ß√£o que Deus estabeleceu, ainda no jardim do √Čden, que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade √© o que chamamos de fam√≠lia. O ambiente que √© formado pelo amor exercitado entre todos da fam√≠lia cria o que chamamos de .o lar.. O lar tem suma import√Ęncia na vida humana pois √© o ber√ßo de costumes, h√°bitos, car√°ter, cren√ßas e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Ent√£o, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e tamb√©m, o que √© bom para a fam√≠lia √© bom para o mundo.


 

Tal lar, tal mundo

Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia de que atingiremos o alvo o qual Deus tem para nós na relação de família.


 

I. O HOMEM DO LAR
 

A. Homem foi o primeiro criado
1. A realidade G√™n 2:7-8, 18-22, v.18, .N√£o √© bom que o homem esteja s√≥; far-lhe-ei uma ajudadora id√īnea para ele.. v. 22, .E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher. I Tim 2:13, .Porque primeiro foi formado Ad√£o, depois Eva..


2.A responsabilidade

· De ser primeiro formado como Ad√£o, ou por ser o primog√™nito como R√ļben ou Esa√ļ e outros, trouxe privil√©gios e responsabilidades (Lei - Deut 21:15-17; veja os exemplos com R√ļben ,G√™n 49:3; Esa√ļ , G√™n 27:19 e na par√°bola de Lu 15:11-32).

· O homem foi feito por Deus e assim Deus tem autoridade sobre o homem. A mulher foi formada do homem e ele tem autoridade sobre ela. As crian√ßas v√™m dos pais e assim os pais t√™m autoridade sobre os filhos. · O exemplo de Cristo: Col 1:15-19, .E ele √© antes de todas as coisas, ... E ele √© a cabe√ßa do corpo ... toda a plenitude nele habitasse. · No jardim do √Čden, depois do pecado, Deus veio chamando Ad√£o e n√£o Eva para explicar o que tinha acontecido. Deus falou com Ad√£o como cabe√ßa do lar e respons√°vel pelas a√ß√Ķes do lar. G√™n 3:9. · Foi Ad√£o que respondeu pelas a√ß√Ķes da fam√≠lia como o respons√°vel do lar. G√™n 3:10-12. · Ad√£o n√£o procurou essa posi√ß√£o, como nenhum homem a procura, mas foi desde o princ√≠pio .conforme o prop√≥sito dAquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade. (Ef 1:11; I Cor 4:7).

 

Seq√ľ√™ncia de aparecimento

Deus + Cristo + Homem + Mulher + Crianças = ordem de autoridade e responsabilidade
· Na igreja, √© o homem que tem responsabilidades v√°rias. I Tim 2:12; 3:1-13.

· No lar, √© o homem que tem o mandamento de iniciar o amar em todos os aspectos. Em Ef 5:25, .V√≥s, maridos, amai vossas mulheres. a palavra amai vem da palavra grega Phil√≠a que significa amor que √© medido por sacrif√≠cio. Ent√£o o homem tem primeiro essa responsabilidade de amar todos no lar na maneira certa por ser o primeiro formado.

Ent√£o, pelo homem ser primeiro formado no jardim do √Čden, Deus mostrou a sua vontade para o homem ter uma posi√ß√£o prim√°ria no lar. Essa posi√ß√£o, de ser formado primeiro, traz com ela responsabilidades intransfer√≠veis das quais ele tem que dar conta diante de Deus (G√™n 3:9; I Sam 3:13) e que a falta de lev√°-las s√©rio, pode ter um efeito intenso sobre a sua comunh√£o com Deus (I Ped 3:7).

OBS: Há os que argumentem deste fato do homem tendo autoridade sobre a mulher e da família por ser formado primeiro dizendo que as árvores devem então ter autoridade sobre o homem pois elas eram primeiras. Neste argumento é negado o fato que foi o homem feito na imagem de Deus e não as arvores e qualquer parte outra da criação. O homem tem supremacia da criação por ser criado na imagem de Deus.

 

B. Homem é cabeça do lar
 

1. A posi√ß√£o: I Cor 11:3; Ef 5:23

2. A responsabilidade

  • A posi√ß√£o de cabe√ßa n√£o √© para ser vista como o mundo v√™, pois o mundo v√™ o homem como um ditador que reina sobre um pa√≠s, um senhor que governa um castelo, ou o galo que manda no galinheiro.
  • A autoridade que o homem do lar tem, n√£o √© da sua origem.(I Cor 4:7, .Porque, quem te faz diferente?.) √Č uma autoridade que Deus confia no homem do lar. O homem exercita esta autoridade com firmeza e sabedoria, mas √© Deus quem a mant√©m e a estabele√ße.( The Christian Family, p. 133 )
  • Como Cristo √© a cabe√ßa da igreja, o homem √© a cabe√ßa da mulher e do lar.
     
Como foi, podemos perguntar, que Cristo mostrou a sua posição de cabeça? Ele mostrou a sua posição de cabeça da igreja quando .a si mesmo se entregou por ela. (Ef 5:25). A maneira de ser a cabeça está vista no seu amor. O seu amor está visto no seu sacrifício. Lembramos o significado da palavra ágape que é um amor medido pelo seu sacrifício. O homem tem essa responsabilidade de amar com sacrifício pois o mandamento é , .Vós, maridos, amai vossas mulheres.. E o homem há de amar ela como Cristo amou a igreja (Ef 5:25) e como a seus próprios corpos (Ef 5:28). Em I Ped 2:21- 3:18, o exemplo de Cristo padecendo pelos outros, (.pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.. 2:21, e .o Justo pelos injustos. 3:18), é o exemplo para mulheres (3:1), para maridos (3:7) e, finalmente, para todos (3:8).


 

Como Cristo é a cabeça da igreja, o homem é da mulher.

Pelo homem ser a cabe√ßa da mulher e do lar, a maior parte do sustento do lar deve vir dele (I Tim 5:8). O corpo do homem d√° evid√™ncia que √© para ele suportar o esfor√ßo do trabalho f√≠sico do lar. O homem tem uma capacidade natural de ag√ľentar o estresse mental que vem em administrar as necessidades do lar. Deus fez o homem se desanimar no cora√ß√£o menos f√°cil e isso facilita a sua posi√ß√£o de ser a cabe√ßa do lar. Como a igreja deve olhar s√≥ a Cristo para seu sustento material e cuidado espiritual, a esposa e a fam√≠lia devem olhar √† cabe√ßa do lar para o sustento material, e o cuidado moral e espiritual (Ef 5:25-28).

√Č da cabe√ßa do lar que deve vir o padr√£o de iniciativa maior nos assuntos de espiritualidade e moral no lar (√äx 10:2; Deut 6:7-9; Sal 78:5,6; Prov. 13:22,24; Isa. 38:19; Efe. 6:4). Se a cabe√ßa do lar estiver presente n√£o deve ser algu√©m outro no lar que toma a iniciativa de ter ora√ß√Ķes nas refei√ß√Ķes do lar ou de ter a fam√≠lia incentivada e pronta para os cultos p√ļblicos ou de decidir quais ser√£o os limites morais do lar. Outro pode participar neste incentivo, mas √© a cabe√ßa que deve ter a responsabilidade geral deste padr√£o de iniciativa.

√Č l√≥gico que esta posi√ß√£o serve de modelo de comportamento diante das mulheres dando honra para ser imitado ou copiado por todos no lar. √Č o marido que Deus instrua .Igualmente v√≥s, maridos, coabitai ... dando honra √† mulher, como vaso mais fraco. (I Ped 3:7). Se o homem n√£o est√° dando honra √† sua mulher ele est√° em desobedi√™ncia direta. Se ele permite que os filhos desrespeitem a sua esposa, as irm√£s deles, a professora na escola ou a vizinha, ele est√° em desobedi√™ncia indireta por eles. Ele √© a cabe√ßa, o respons√°vel diante de Deus pelo que transcorra por todos no lar ou na sua presen√ßa ou na sua aus√™ncia. · O homem, para ser a cabe√ßa que deve ser, vai precisar aumentar o conhecimento sobre as suas responsabilidades, as necessidades da sua esposa como mulher, e uma certa sabedoria pedag√≥gica para cuidar dos seus filhos. .V√≥s maridos, coabitai com elas com entendimento. (I Ped 3;7) traz para o homem responsabilidades de agir com compreens√£o, percep√ß√£o e experi√™ncia em vez de altivez, emo√ß√£o, essentimento ou s√≥ aquelas a√ß√Ķes e atitudes a sociedade aceita. · O Pastor da igreja tem responsabilidades espirituais na igreja e tem que .dar conta. (Heb 13:17), tamb√©m o marido √© respons√°vel por todos sobre quais ele tem responsabilidade e deve responder pelo que se faz na mesma maneira. Eli em I Sam 3:11-14. Eli, sabendo do comportamento dos seus filhos , .n√£o os repreendeu.. O julgamento veio ent√£o, n√£o s√≥ sobre os filhos, mas sobre Eli, como pai e respons√°vel pelo lar. Por Ac√£ pecar, a fam√≠lia foi destru√≠da, mostrando em parte a influ√™ncia que Deus coloca na posi√ß√£o do pai. Pelo pai pecar, a semente deste pecado seria prolongado nas a√ß√Ķes da fam√≠lia. Josu√© 7:1-26. A mesma foi repetida em Daniel 6:24.

Pensamos do fato que talvez a mulher ou os filhos n√£o aceitem o homem assumir a sua posi√ß√£o. √Č capaz que o homem por anos n√£o tem exercitado bem a sua posi√ß√£o. Essa falta de se declarar tem resultado h√°bitos maus no lar influenciando a esposa que por sua vez tem que tomar uma lideran√ßa, e os filhos que por sua vez n√£o t√™m acostumado de a submeter-se √† autoridade do pai. Quando este √© o caso, anos de normas que t√™m criados automaticamente pela falta de cabe√ßa ativa no lar, n√£o podem ser esperado que todos mudem tudo num momento para outro. Se o homem tem reconhecido o fato que ele n√£o desempenhou satisfatoriamente a sua posi√ß√£o, √© necess√°rio que ele confesse tal pecado a Deus e procure a sua gra√ßa de colocar tudo em ordem no seu lar, sabendo que leva tempo e amor constante at√© que todos sigam as determina√ß√Ķes dele como cabe√ßa do lar. Temos o exemplo de Deus para conosco (I Jo 4:19) e a promessa da Palavra (I Cor 13:8, .O amor nunca falha.) para nos encorajar nessa tarefa admir√°vel.

Em resumo e em resposta √† solicita√ß√£o dos maridos e pais interessados em saber o que podem fazer para agirem na maneira que a posi√ß√£o pede, estas sugest√Ķes est√£o aqui dadas. Dar aten√ß√£o √† fam√≠lia (brincando ou fazendo obras manuais com os filhos, lendo livros a eles, dando ouvido √† esposa e aos filhos, passeando ao parque ou centro com todos da fam√≠lia, conversando dos assuntos que eles puxam, etc.); ser atento √†s necessidades da fam√≠lia (roupa, alimenta√ß√£o, escolaridade, medicamento, conselhos, bem estar mental e emocional); proteger a fam√≠lia de qualquer situa√ß√£o que prenuncia um mal seja de amigos, h√°bitos, musicas, vizinhos ou parentes; instrua sobre h√°bitos saud√°veis de higiene pessoal, alimenta√ß√£o, boas maneiras, conversa√ß√£o, etc.; ser um exemplo do bem, da B√≠blia e de comportamento.

 

C. Homem é líder do lar
 

1. O privil√©gio: G√™n 18:19; 35:2: Josu√© 24:15; Atos 10:2

2. A responsabilidade

· A posi√ß√£o de cabe√ßa mostra que o homem tem autoridade no lar; a posi√ß√£o de l√≠der mostra que o homem √© o dirigente ou orientador do lar. Sendo cabe√ßa, o homem tem a posi√ß√£o de agir. Sendo l√≠der, ele tem a responsabilidade de agir.

· Lideran√ßa envolve a responsabilidade de agir para o beneficio de um outro, n√£o o direito de mandar os outros a lhe servir. O homem respons√°vel do lar nunca deve pensar da autoridade que ele tem fora do contexto da responsabilidade que ele tamb√©m tem. Luc. 22:24-47.

· Lideran√ßa no lar, √© um poder intransfer√≠vel que Deus tem estabelecido para o homem do lar ter. O homem n√£o deve se esconder desta fun√ß√£o, nem procurar se desculpar desta obriga√ß√£o por achar que n√£o tem uma personalidade forte, experi√™ncia adequada, etc. Ele deve aprender cumprir a sua posi√ß√£o pedindo de Deus a sabedoria necess√°ria (Tiago 1:5).

· Lideran√ßa envolve tamb√©m a necessidade de delegar autoridade aos outros. Se ele n√£o transmite poderes transfer√≠veis aos outros capazes, todas as decis√Ķes e a√ß√Ķes t√™m que por necessidade ser feitas por ele. Isto exaustar√° o l√≠der por ele tentando ser um sabe-tudo em todos os lugares. Assim a fam√≠lia logo sentiria alienada dele, e assim ele ser√° respons√°vel de destruir e amarrar os relacionamentos no lar.( p. 240, Man and Woman in Biblical Perspective). Como ela respeita o andamento e limites da responsabilidade do marido, o marido deve respeitar os limites da responsabilidade da esposa n√£o interferindo desnecessariamente na administra√ß√£o que ela d√° no lar.


 

Cristo trata a igreja como esposa e n√£o como uma filha.
 

· Lideran√ßa envolve o l√≠der procurando conselhos e ajuda dos outros. Isso n√£o enfraque√ße a sua posi√ß√£o de l√≠der mas contrariamente, garante a realiza√ß√£o da sua posi√ß√£o. Prov. 15:22, .Quando n√£o h√° conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam.. (Prov. 11:14; 24:6). .E, se algum de v√≥s tem falta de sabedoria, pe√ßa-a a Deus, que a todos d√° liberalmente. Tiago 1:5. Salom√£o foi aben√ßoado por Deus quando ele pediu um cora√ß√£o entendido em vez de pedir muitos dias, riquezas, ou a vida de seus inimigos. (I Reis 3:5-15).

· Deus tem posto ordem no mundo. Na realidade, tudo na cria√ß√£o, at√© o lar, pede este arranjo para ter paz. Se o fundo do cora√ß√£o da esposa e dos filhos pudessem ser vistos, se poderia ver que eles desejam intensamente que o homem do lar tome a atitude de l√≠der. Quando o l√≠der √© submisso a quem n√£o deve ser l√≠der, confus√£o e espanto no lar √© criado, sen√£o visivelmente, nas emo√ß√Ķes. A natureza pecaminosa de todos os participantes do lar causa os que devem ser submissos a desafiarem a lideran√ßa. Mas, no fundo de tudo, h√° o desejo de ter a ordem que Deus tem posto no lar. Cristo √© a cabe√ßa e o corpo √© bem ajustado (Efes. 4:16).

· O desejo para ter paz no lar n√£o deve superar a responsabilidade de liderar no lar. A pr√°tica de sacrificar o que o homem do lar v√™ como saud√°vel, certo e justo s√≥ para ter unanimidade no lar n√£o √© aceit√°vel. N√£o h√° raz√£o por ele aceitar o que √© danoso e ofensivo entre os por quem ele √© respons√°vel e comprometido a amar e proteger. Deus leva ele como o que tem que dar conta por tudo que ele permite ocorrer no lar. Lembre-se do caso de Eli (I Sam. 3:13,14).

· Por ser l√≠der, n√£o quer dizer que tem que ser rude, duro ou √°spero. Um l√≠der pode ser, e deve ser, manso, culto e meigo. Mois√©s foi um l√≠der de uns tr√™s milh√Ķes de pessoas por mais de quarenta anos, e √© dito .E era o homem Mois√©s mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. (N√ļm. 12:3). Cristo tamb√©m, o modelo para o homem do lar, tinha do Pai, todas as coisas depositadas nas suas m√£os, mas ... .Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se.... e assim ... .come√ßou a lavar os p√©s aos disc√≠pulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido.. (Jo 13:3-16).

· O verdadeiro l√≠der √© primeiramente um l√≠der consigo mesmo. Ele j√° pratica autocontrole com os seus desejos, √Ęnimos, e apetites. Ele j√° proporciona bem o seu tempo entre seu trabalho e descanso, e seu prazer e dever. S√≥ depois de ele saber de si controlar, pode ele ser um l√≠der capaz dos outros. (Veja este principio na rela√ß√£o de pastor - igreja, I Tim. 3:4,5; professor - aluno, II Tim. 2:2).

· O homem do lar, interessado em cumprir a sua posi√ß√£o de l√≠der para a gl√≥ria de Deus e em obedi√™ncia √† Palavra de Deus far√° tudo necess√°rio at√© mesmo de se humilhar diante dos do lar quando errar pedindo lhes perd√£o. Assim estar√° seguindo o exemplo de Cristo que foi obediente em tudo (Fil. 2:8).


 

D. Homem é exemplo no lar
 

1. O modelo
  • O Pai com seu povo. Lev 19:2; Mt 5:48; Lu 6:36.
  • Cristo com a igreja. Lu 22:26; Jo√£o 13:1-17; Ef 5:23; I Ped 2:21.
Não há melhor ou mais completo modelo para o homem seguir no seu respeito de ser o que deve no lar do que o exemplo de Cristo para com o Seu povo. O amor de Cristo que levou-se a se entregar pelos Seus não obstando o preço da sua morte é para o homem um modelo de amar a sua esposa e lar não importando as inconveniências que podem vir. Vamos ver Cristo e o Seu Pai.

Exemplo de Cristo

  • Amoroso - Mar 1:11; Jo 13:1.
  • Iniciante no amor - Jo 3:16; Fil. 1:6; I Jo 5:19.
  • Levou peso do outro - I Cor 13:7; Heb 12:2.Iniciou a uni√£o - Col 3:14.
  • Sacrif√≠cio - Jo 3:16.
  • Zeloso - Zac. 8:2.
  • Exemplar - Jo 14:9.

Lição para o Homem do Lar

  • Seja ativo; n√£o desinteressado, com apatia.
  • Seja valioso √† sua fam√≠lia
  • Encare os problemas; n√£o abandone a fam√≠lia.
  • N√£o seja satisfeito com a destrui√ß√£o da fam√≠lia.
  • Renunciar-se voluntariamente; n√£o seja ego√≠stico
  • N√£o fique com sentimento morno
  • N√£o seja vergonhoso, mas algo de orgulho √† fam√≠lia.

2. A pr√°tica - Jo 13:17

Para o homem do lar ser um exemplo que faz uma diferen√ßa para o bem dos filhos e outros no lar, a√ß√Ķes precisas t√™m que ser feitas. I Cor 8:1, .A ci√™ncia incha, mas o amor edifica.. Sabendo o que deve ser n√£o √© suficiente sozinho, tem que ser posto em a√ß√£o. (Tiago 1:22-27, v. 25, .Aquele, por√©m, que ... n√£o sendo ouvinte esquecidi√ßo, mas fazedor da obra, este tal ser√° bem-aventurado no seu feito.., Mat. 7:24; Jo√£o 13:17) Reconhecimento do fato que o seu comportamento, atitude, e pr√°tica pesam muito no comportamento, atitude e pr√°tica dos que est√£o sob a sua autoridade j√° √© um ponto de partida. Procurando a sabedoria de Deus em ser conformado √† imagem de seu Filho √© a pr√°tica di√°ria necess√°ria para o homem do lar que quer cumprir a sua posi√ß√£o para o bem. Tiago 1:5

O homem do lar, pela posição que Deus lhe tem dado, automaticamente, e muitas vezes inconscientemente, influi com intensidade nas maneiras de pensar e agir que todos do lar vão adotar nas suas próprias vidas particulares.

  • O que os pais ensinem aos filhos pode ser como adornos √† vida dos filhos: Prov. 1:8,9.
  • Somos influenciados pelos outros: Prov. 13:20; 22:24,25; Rom 14:7;I Cor 15:33; I Tess 1:6,7; Heb 10:24; II Ped 2:7,8.
  • O exemplo do homem do lar cria ra√≠zes em todos os participantes do lar a praticarem nas suas vidas involuntariamente o mesmo comportamento, e os mesmos costumes, h√°bitos, morais ou cren√ßas, seja para o bem ou para o mal, que eles t√™m visto pelo exemplo do homem do lar
  • N√£o √© o que ele diz que produz tal impress√£o, mas o que ele inspira diariamente, pela sua pr√°tica, no decorrer dos anos.
O exemplo do homem do lar tem um efeito longo nos que presenciam o seu exemplo √≠ntimo e continua no lar. Os filhos v√£o repetir, muitas vezes exagerando, os pecados que o pai reservou s√≥ para si. Veja o exemplo do Davi que reservou para ele o prazer da carne com Bate-Seba (II Sam 11:4) que logo seguiu cometer homic√≠dio (II Sam 11:15-17) e levou ela para si. Nos filhos de Davi repetiu estes mesmos males entre eles mesmos. Amnon, filho de Davi, fez incesto com sua irm√£ Tamar (II Sam 13:11-14). Absol√£o, filho de Davi, resolveu vingar o mal que Amnon fez √† Tamar, e matou Amnon (II Sam 13:23-29,32). Absol√£o, em tempo, ent√£o furtou os cora√ß√Ķes dos homens de Israel (II Sam 15:6) e assim tirou o reino de Davi. Mais tarde, Salom√£o, filho de Davi, tinha grande n√ļmero de esposas, que foi instrumental para afastar o seu cora√ß√£o de Deus (I Reis 11:1-8). Assim prosseguia mais e mais violentamente nos filhos o mal que Davi reservava por si. Este foi para a grande tristeza da sua vida em particular e as da sua fam√≠lia, cumprindo assim a palavra do Senhor, .n√£o se apartar√° a espada jamais da tua casa. (II Sam 12:10).

 

Lista parcial do que o exemplo dum pai pode influir sobre os no lar

  • h√°bitos pessoais de higiene no lar e em publico
  • modos de conduta no lar, igreja e na sociedade
  • atitudes sobre as leis do lar, igreja e da sociedade
  • maneiras de adorar Deus particular e publicamente
  • a import√Ęncia dada √† B√≠blia· a rever√™ncia dada a Deus
  • procedimentos de trabalhar· responsabilidade no emprego
  • prefer√™ncias de alimenta√ß√£o
  • opini√Ķes pol√≠ticas
  • opini√Ķes religiosas
  • conceitos de vestimenta
  • uso de palavras e express√Ķes
  • modos de conversar
  • atitudes sobre subst√Ęncias nocivas
  • cuidado dos enfermos, deficientes e pobres
  • o trato de mulheres
  • boas maneiras
  • morais: honestidade, justi√ßa e fidelidade √† sua palavra
  • uso do dinheiro· firmeza e lideran√ßa
  • padr√Ķes de pensamento e racioc√≠nio
  • auto-estima
  • seriedade dada aos estudos
  • profiss√£o

     

A B√≠blia mostra o homem em posi√ß√Ķes de lideran√ßa nas quais s√£o exemplos para os outros:
 

  • na igreja (profeta, pastor, di√°cono) I Tim 2:12; Atos 20:28,29; I Ped 5:1-3; Ef 4:1,12; I Tim 3-13
  • na sociedade (rei, governador) Rom 13:1-3
  • no lar (pai, marido, cabe√ßa) I Cor 11:3; Efes. 5:23; 6:4
     

3. As bênçãos

Uma geração que ponha a sua esperança em Deus - Sal 78:5-8.

Filhos que admirem os pais - Mal 4:5,6.

 

E. Homem e a Responsabilidade

1. O Princípio
  • B√≠blico Responsabilidade Pessoal: Eze 18:20; Jo 12:48; Gal 6:5,7
  • Posi√ß√£o de responsabilidade requer aten√ß√£o e a√ß√£o: Eze 33:1-6
  • Capacidades dadas aponta a responsabilidade de usar para o bem: Mt 25:14-30
  • B√™n√ß√£os vem em propor√ß√£o de obedi√™ncia: I Cor 3:8
I Tim 6:20, .√ď Tim√≥teo, guarda o dep√≥sito que te foi confiado.
 
2. A Pr√°tica
A base primordial de ser pai é vista na idéia de responsabilidade. Sendo consciente do seu senso de responsabilidade do bem estar material e espiritual de outros é a marca distinguidora de um verdadeiro pai. (Weldon Hardenbrook, Recovering Biblical Manhood and Womanhood, p 378).

Por causa do pai ser ausente constantemente da sua posição no lar, seja por profissão ou vontade, tem tornado aceitável pela sociedade que o homem não precisa ser mais participante ativo nas suas famílias. Mesmo que este tem sido aceitável pela maioria, de jeito nenhum deve ser visto como digno de aceitação pelo homem do lar que queira cumprir tudo que Deus deu a ele fazer.

O pensamento que o homem n√£o precisa ser um participante ativo na sua fam√≠lia fere o prop√≥sito do homem ser criado primeiro; est√° em oposi√ß√£o ao princ√≠pio do homem ser a cabe√ßa do lar; √© contraproducente para o homem ser um l√≠der no lar; √© irresponsabilidade na parte do homem se ele √© a causa disto, ou se ele se acomoda e deixa isso desenvolver ou permanecer onde que ele tem autoridade. · Para um pai ser o que deve diante da sua esposa e com seus filhos leva coragem. Se ele n√£o mostrar este ingrediente importante, mesmo em pouca quantidade, ele ser√° considerado um vencido, derrotado, aquele que n√£o tem √Ęnimo para enfrentar as dificuldades ou sofrimentos da vida.

Os filhos tomar√£o o seu exemplo e multiplicar√£o esta pr√°tica para as gera√ß√Ķes futuras. Assim logo tem uma sociedade de homens sem garra (pelo menos fora do campo de futebol), faltando convic√ß√£o pr√≥pria, e sem princ√≠pios pessoais. Isso ser√° visto claramente na administra√ß√£o do pa√≠s, dos estados, das cidades, e das igrejas. Mas o inverso acontecer√° se o pai, em temor a Deus e amor pela fam√≠lia, toma a seriedade de dar import√Ęncia √† sua posi√ß√£o que Deus tem dado a ele e, pela gra√ßa de Deus, busca obedecer os princ√≠pios da Palavra de Deus, mesmo que isto lhe custe conveni√™ncia particular, conforto f√≠sico, sentimento de seguran√ßa interno ou um estilo menos ambicioso de vida. · O homem do lar faz a sua esposa ser sens√≠vel, compassiva e atenciosa pela aten√ß√£o e amor que ele determina a ela. O homem respons√°vel no amor e estima√ß√£o √† sua esposa e aos seus filhos traz para si amor e estima√ß√£o vindo da sua esposa e dos seus filhos (Efes. 5:28, .Quem ama a sua mulher, ama-si a si mesmo..)


 

Tal homem, tal lar

 

F. O Homem do Lar e o Seu Tempo
 

1. O Modelo Mat. 28:20; Heb 13:5

Deus com Seu povo e Cristo com a Sua igreja.

2. O Mandamento Geral
Ecl 9:10; 12:13; Efes 5:15-17; Col 4:5

Todos os crentes devem remir o tempo desfrutando dele da melhor maneira para a glória de Deus enquanto estiveram na terra.

3. O Mandamento Particular
Como homem do lar, há uma responsabilidade particular para ele usar o seu tempo com sabedoria junto à família: Gên 2:23,24; Ecl. 9:9; Mat. 19:3-6; Efes 5:28, 29.

4. A Pr√°tica.
Em um √ļnico ano, h√° 8.760 horas, 522.00 minutos e 31.320.000 segundos. Quantas delas est√£o sendo empregadas na vida do lar?

A responsabilidade do homem diante de Deus √© de usar o tempo para melhor proveito para a sua gl√≥ria (Ecl 12:13; Col 4:5).√Č sempre um desafio ao homem empregar o seu tempo numa maneira adequada, pois os dias s√£o maus (Efe. 5:16).Como seria para n√≥s se Cristo estivesse nos protegendo o tanto quanto que protegemos os da nossa fam√≠lia?

A .porção. do homem é de gozar a vida com a mulher que ama (Ecl. 9:9). Se ele usa o seu tempo desproporcional, até com coisas dignas, ele perde a sua .porção., quer dizer, a benção principal de ser casado. Para .andar com sabedoria. (Col 4:5) é necessário empregar o tempo, cada minuto, para a glória de Deus. Pois o homem tem que responder pelo que se faz com o que Deus o dá (Ecl. 12:14; Mat. 25:14-30).

 

Uma vez usado o tempo por um propósito,
ele nunca voltará para ser usado por outro propósito.
 

Ser algo importante na sociedade e ser bem sucedido na vida com bens materiais n√£o pode preceder a import√Ęncia de obedecer a Deus ou ser respons√°vel com a fam√≠lia. A vida conjugal e o fruto que vem desta uni√£o √© recompensa suficiente para o homem que quer glorificar Deus com a sua vida (Ecl 9:9).

√Č crueldade para com a fam√≠lia e desobedi√™ncia diante de Deus para o homem do lar se separar fisicamente desproporcional do lar por causa da sua paix√£o de ter louvor na sua profiss√£o, prazer pessoal ou pela corrida de ser rico e famoso. Quando um homem do lar d√° mais tempo √† outra coisa do que aos do lar, os membros do lar sentem menos prezados, pouco importantes e deixados ao lado. Isto √© crueldade que vem justamente da pessoa que publicamente, diante de Deus e o homem, prometeu que estes ele proteger√°, cuidar√° e amar√°.

Não há segredos ou mágica .cortar caminho. ou criar um substituto que preencha o que um homem responsável, amável e atencioso pode ser e deve ser para o lar senão, gastar tempo em quantidade e qualidade no lar. Uma quantia de dinheiro, um tio, um amigo, um vizinho, ou sogro e sogra não são tão importantes ao lar quanto a presença física e atenção amorosa do homem do lar.


 

Não pode ser cabeça, líder, exemplo e responsável e ser também ausente a maior parte dos dias.
Ou é um, ou é outro

O homem do lar deve ter a glória de Deus como o alvo principal da sua existência. Isso é conseguido só através de obediência à sua palavra em todas as áreas da sua responsabilidade. Se um homem do lar tem um sucesso na sua vida profissional, mas tem um fracasso no seu lar, tem errado o alvo. Como pode um homem glorificar a Deus sem ser responsável naquilo que Deus estabeleceu antes de qualquer outra instituição - quer dizer, o lar?


 

Quanto tempo obediente no lar, Tantas bênçãos no lar

Em Gênesis 2:24 o princípio de preeminência que o homem deve dar para o lar e a harmonia e a união que o lar há de ter é mostrado nas palavras .deixará o homem o seu pai e a sua mãe., .e apegar-se-á à sua mulher., .e serão ambos uma carne..
  • Se o homem do lar depende dos pais, ou at√© outros membros da sua fam√≠lia, para cuidar, financiar, aconselhar, transportar, ministrar, proteger, etc., os de quem ele √© primeiramente respons√°vel, como pode ser dito que ele deixou o seu pai e a sua m√£e? Se ele est√° dependendo dos outros para fazer o que ele mesmo deve, ele ainda n√£o .deixou. os la√ßos da sua vida anterior para criar uma nova uni√£o.
  • Se um homem est√° fora do lar a maior parte do tempo, mesmo fazendo o que √© digno, como pode ele .apegar-se √† sua mulher. ou a sua fam√≠lia, que dizer, ter uni√£o e harmonia como uma unidade? Se os membros do lar n√£o est√£o juntos para planejar os projetos do lar e das vidas de cada um, o lar n√£o ter√° uni√£o ou harmonia nenhuma.
  • Como √© que um homem pode ser uma carne, quer dizer, promover harmonia e uni√£o √≠ntima na fam√≠lia, se ele n√£o est√° presente para resolver os contra tempos e problemas que surgem no dia-a-dia com os membros do lar?


     

O Homem sem Tempo para o Lar é o Homem sem Tempo para Obedecer a Deus

H√°bitos entre os membros do lar est√£o automaticamente criados quando repete um acontecimento pelo menos tr√™s vezes. Se o homem do lar estiver fora quando decis√Ķes devem ser feitas sobre o dia a dia da fam√≠lia, logo a outra autoridade que √© presente na sua aus√™ncia resolve os problemas na melhor forma poss√≠vel. Assim um h√°bito √© formado. Ent√£o, quando o homem do lar estiver presente, e ele determinar de ser a cabe√ßa ou l√≠der da fam√≠lia, ele vai entrar em choque com os costumes que a sua pr√≥pria aus√™ncia criou. Dificilmente, de uma hora para outra, ele transformar√° os costumes feitos e praticados por dias. Ele sendo presente com tempo proporcional procurando ser o que Deus quer que ele seja, cria h√°bitos saud√°veis entre todos no lar. Assim os do lar ter√£o h√°bitos de seguir o seu exemplo, considerar o seu conselho e respeitar a sua lideran√ßa constantemente.

Todos os homens t√™m dificuldades para enfrentar, interesses pessoais para organizar e desafios na vida para vencer mas em nenhum tempo √© aceit√°vel deixar de obedecer os princ√≠pios do lar que Deus estipulou (Ecl. 12:14). Se o homem respons√°vel quer sabedoria para equilibrar emprego, lazer, lar, desafios, etc., pode pedi-la de Deus, .que a todos d√° liberalmente.. √Č necess√°rio que este homem pe√ßa-a com f√©, .em nada duvidando., significando que ele deve ter prontid√£o para colocar em pr√°tica a sabedoria que Deus d√°. (Tiago 1:5,6).

Não pode desprezar o tempo em serviço a Deus no lar. O que o homem do lar presta às suas responsabilidades, ele está prestando a Deus no mesmo tempo. Mat. 25:40, .Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes..

Se Deus instituiu o lar, e se Deus estipulou as posi√ß√Ķes para todos no lar, e se Deus revelou a sua vontade para todos no lar obedecerem, pode ent√£o saber que .h√° tempo para todo o prop√≥sito debaixo do c√©u. (Ecl 3:1). Levar√° coragem pessoal, amor que √© medido pelo sacrif√≠cio, e a sabedoria divina. Qualquer homem pode obter tudo o que Deus programou para seu lar (Mar 8:34-37; Fil. 4:13).

 

.Há tempo para todo o propósito debaixo do céu.



DI√ĀCONO E O SERVI√áO DA MESA.

TEXTO √ĀUREO: Porque os que servirem bem como di√°conos, adquirir√£o para si uma boa posi√ß√£o e muita confian√ßa na f√© que h√° em Cristo Jesus. (1 Tm 3.13).
INTRODUÇÃO
A palavra di√°cono no grego tem como significado servo. A miss√£o do di√°cono conforme o texto de Atos 6.1-6, √© servir √†s mesas e tamb√©m cuidar das vi√ļvas. H√° exemplo de excelentes di√°conos na B√≠blia e dentre eles, citamos: Estev√£o e Filipe.
O termo diácono aparece 30 vezes no Novo Testamento, sendo que em 20 casos a palavra é traduzida por ministro, que de fato tem como significado e representação o servo (1 Tm 3.10,13).
I – ATRIBUI√á√ēES AO DI√ĀCONO.
1- Requisitos para o diaconato. Tr√™s s√£o as caracter√≠sticas b√°sicas na vida de um obreiro eficaz (At 6.3). S√£o elas; boa reputa√ß√£o, cheio do Esp√≠rito Santo e cheio de sabedoria. Boa reputa√ß√£o relaciona se ao posicionamento √©tico e moral do obreiro, isto de fato corresponde √† pessoa de quem se fala somente coisas boas, pois √© um individuo que d√° testemunho por meio de conduta que engrandece a Deus (Tt 1.6,7). Ou seja, que este tenha boa fama na sociedade. Cheios do Esp√≠rito Santo, atitude que se relaciona com o recebimento do batismo e tamb√©m indica um minist√©rio prof√©tico sob a inspira√ß√£o do Esp√≠rito Santo e que leva a presen√ßa do Esp√≠rito Santo em sua vida diaria, esp√≠rito, alma e corpo santificados ao Senhor (1 Ts 5.23). Em suma o obreiro deve ser s√°bio. A sabedoria indica a capacidade de julgar corretamente e agir prudentemente. Sendo que tal a√ß√£o seja em compadecer pelas almas perdidas sem salva√ß√£o em Cristo Jesus (Tg 1.5).
2- Nobres fun√ß√Ķes do diaconato. Em Atos 6.5, encontraremos a cita√ß√£o dos nomes dos primeiros di√°conos que foram escolhidos por terem requisitos fundamentais para o exerc√≠cio do minist√©rio. A escolha dos sete di√°conos foi baseada na necessidade de auxilio aos ap√≥stolos. Sendo assim, coube aos di√°conos √† fun√ß√£o de cuidar das vi√ļvas e dos pobres da igreja (At 6.1).
A expressão servir às mesas corresponde à administração de fundos para o serviço social. Entretanto, a função dos diáconos não está limitada a atividades materiais, pois, assim também cabe ao diácono atividades espirituais, como: servir a ceia.
3- Qualifica√ß√Ķes morais do di√°cono. Paulo em sua Carta pastoral a Tim√≥teo cita algumas qualifica√ß√Ķes morais correspondentes ao minist√©rio do di√°cono (1 Tm 3.8-13).
a) Honestos (v.8): palavra que indica respeito adquirido por conduta.
b) N√£o de l√≠ngua dobre (v.8): isto √©, de uma s√≥ palavra. Pessoa sincera e honesta para com os outros.
c) N√£o dado a muito vinho (v.8): o di√°cono n√£o poder√° ser inclinado ao vinho.
d) N√£o cobi√ßoso de torpe gan√Ęncia (v.8): o di√°cono n√£o poder√° ser escravo do dinheiro e nem das riquezas. Assim como todo crist√£o o di√°cono dever√° buscar primeiro o Reino de Deus e a sua Justi√ßa (Mt 6.33).
e) Marido de uma s√≥ mulher (v. 12): tal qualifica√ß√£o n√£o corresponde √† afirma√ß√£o da monogamia, mas sim se trata da import√Ęncia do di√°cono ser fiel em seu relacionamento conjugal. Marido de uma s√≥ mulher indica que o di√°cono dever√° ser sempre fiel a sua esposa.
4- Passos fundamentais para o exerc√≠cio do diaconato. Para que o di√°cono seja bem sucedido na pr√°tica ministerial o mesmo dever√° ser primeiramente testado (1 Tm 3.10). O teste relacionado ao di√°cono passa a ser uma analise direcionada ao estilo de vida e conduta que o mesmo desenvolve em seus relacionamentos. No relacionamento com a fam√≠lia o di√°cono dever√° ser marido de uma mulher e que governe bem seus filhos, isto relaciona √† conduta pedag√≥gica, e que governe bem a sua pr√≥pria casa, isto corresponde ao suprimento do que √© necess√°rio para a sobreviv√™ncia da fam√≠lia (1 Tm 3.12).
Portanto, o diácono deverá ser altamente espiritual, cheio do Espírito Santo e de boa conduta.
II РESTEVÃO EXEMPLO DE SERVO ÚTIL.
Estev√£o, do grego, coroa, foi o primeiro m√°rtir do cristianismo e o primeiro nome citado pelo evangelista Lucas na lista dos sete di√°conos. √Č o √ļnico dos sete que ao ser citado aparece algumas qualifica√ß√Ķes.
1- Virtudes presentes no minist√©rio de Estev√£o. Jesus assim disse: “Assim tamb√©m v√≥s, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizeis: somos servos in√ļteis, porque fizemos somente o que dev√≠amos fazer” (Lc 17.10). Estev√£o era diferente era consagrado ao diaconato, por√©m, fazia atividade concernente aos evangelistas.
Os di√°conos deveriam ter tr√™s qualifica√ß√Ķes b√°sicas: boa reputa√ß√£o, ser cheios do Esp√≠rito Santo e cheios de sabedoria. Por√©m, Estev√£o √© citado com duas outras qualifica√ß√Ķes: cheio de f√© e de poder (At 6.5,8).
Estev√£o era cheio do Esp√≠rito Santo, isto indica que o di√°cono era obediente e temente a Deus, e desenvolvia diariamente os frutos do Esp√≠rito. Por outro lado Estev√£o era cheio de poder, virtude alcan√ßada mediante uma vida de consagra√ß√£o a Deus e por meio de tal virtude prod√≠gios e grandes sinais eram realizados no meio do povo (At 6.8).  A sabedoria de Estev√£o era demonstrada na pr√°tica da evangeliza√ß√£o (At 6.10).
2- Estev√£o primeiro m√°rtir. M√°rtir do grego, m√°ryr, indica o seguinte significado; testemunha. Com as persegui√ß√Ķes o termo corresponde a aqueles que morreram, mas n√£o negar√£o ao Senhor Jesus. O livro de Atos por ser uma obra de valor e qualifica√ß√£o hist√≥rica registra a morte de Estev√£o que de fato √© a primeira morte de algu√©m no cristianismo por n√£o negar ao Senhor Jesus.
Foi Estev√£o modelo para a sua gera√ß√£o na dedica√ß√£o ao Senhor ao ponto de sofrer a morte e n√£o negar ao Senhor, como tamb√©m √© ele para as gera√ß√Ķes posteriores ao inicio do cristianismo um exemplo de servo que n√£o se preocupou em ser servido e nem mesmo em ser respeitado por ser de boa conduta. A preocupa√ß√£o de Estev√£o era servir ao Senhor que esta seja tamb√©m a preocupa√ß√£o da igreja do Senhor nestes dias t√£o dif√≠ceis.
III – O DIACONATO DA IGREJA.
Igreja existe para servir ao Senhor. A principal missão da igreja é proclamar o Evangelho. Quando a igreja deixar de ser missionária, a mesma deixará de ser igreja. Porém, a missão profética da igreja é manifestada de diversas facetas.
1- Miss√£o Social. A igreja primitiva estava fundamentada em quatro pilares: doutrina, comunh√£o, solidariedade e ora√ß√£o. E perseveravam no partir do p√£o (At 2.42), tal cita√ß√£o garante que existia na igreja primitiva a partilha do p√£o. A igreja em Atos dos ap√≥stolos √© apresentada como igreja caridosa (At 2.45), Igreja que era consciente das necessidades dos crist√£os (At 11.27-30) e a igreja de fato cumpria sua miss√£o social (2 Co 8.3,4).
2- Miss√£o √Čtica. √Čtica √© a ci√™ncia que trata da conduta humana, √© enfatizada pelo cumprimento dos direitos e pela pr√°tica dos deveres do individuo na sociedade em frente √†s institui√ß√Ķes: fam√≠lia, igreja, estado, empresa e escola. A igreja em si dever√° comportar eticamente perante o mundo com conduta que seja referencial para os demais integrantes da sociedade.
A missão ética da igreja torna-se obrigatória por se basear na pessoa de Deus, que é um Ser pessoal e ético e tal verdade é confirmada nos atributos morais de Deus. Justiça, santidade, misericórdia, perfeição e amor são atributos de Deus e os mesmos são indicativos da ética cristã.
 Em Mateus 5.13, est√° escrito; V√≥s sois o sal da terra. O sal s√≥ √© fazendo. Logo, aqui se encontra uma atribui√ß√£o da igreja com a √©tica em preservar e d√° sabor ao mundo.
J√° em Mateus 5.14, est√° escrito; V√≥s sois a luz do mundo. Aqui estar mais uma miss√£o √©tica da igreja em ser a luz e iluminar o mundo.
3- Miss√£o Prof√©tica. Portanto, no imperativo da Grande Comiss√£o inclui, na sua ess√™ncia, a responsabilidade da igreja em contribuir com a A√ß√£o Social, pois a A√ß√£o Social passa a ser a elimina√ß√£o das causas das necessidades das pessoas, correspondem com atividades pol√≠ticas e econ√īmicas, procura transformar as estruturas da sociedade e praticar a justi√ßa social. Sem a Igreja n√£o h√° possibilidade da aut√™ntica pr√°tica social.
Em suma, a missão profética da igreja não apenas se restringe à proclamação do evangelho, mas por sua desenvoltura e aplicabilidade torna-se possível o assistencialismo aos pobres, aos enfermos e à libertação dos cativos (Mc 16.15-18).
CONCLUSÃO
A principal missão do diácono era servir. Não importar o grau ministerial ou a condição financeira, Deus tem nos chamado para servi-lo. E por meio do serviço da igreja as pessoas que estão a nossa volta serão abençoadas.




sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

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Está em União.

Estudo B√≠blico Sete Li√ß√Ķes do Centuri√£o de Cafarnaum


Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo ser√° curado. Pois eu tamb√©m sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘V√°’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Fa√ßa isto’, e ele faz”. Lucas 7:7-8

A hist√≥ria do centuri√£o de Cafarnaum √© bastante conhecida, n√£o apenas no meio evang√©lico, mas em todo o mundo, crist√£o ou n√£o. Por uma boa raz√£o: √© um exemplo pr√°tico de f√© e como ela deve ser praticada. A hist√≥ria nos desafia a exercer um tipo de f√© que, at√© aquela data, ainda n√£o tinha par√Ęmetro de compara√ß√£o, visto que Jesus mesmo disse “que ainda n√£o havia visto f√© como aquela”. E, at√© hoje, √© uma f√© que n√£o encontra rivais.

O centuri√£o era o oficial romano respons√°vel pelo comando de uma guarni√ß√£o de 100 homens, que geralmente ficavam aquartelados em cidades estrat√©gicas, fosse pela import√Ęncia ou pela localiza√ß√£o geogr√°fica. E, em Cafarnaum havia um centuri√£o que se destacou n√£o apenas pela compet√™ncia profissional, mas tamb√©m ficou conhecido pela empatia pessoal e por uma f√© √≠mpar, especial. Um tipo especial de f√© que nos desafia hoje, mesmo passados dois mil√™nios.

Esse homem tinha a reputa√ß√£o similar √† que hoje possui um delegado em cidade do interior. Ele era a “autoridade” ou, como dizem alguns, em avan√ßado est√°gio de decomposi√ß√£o embriagu√™s: “seu dot√ī otoridade“. Mas, uma coisa que me chama aten√ß√£o nesse homem sem nome, sem passado e sem hist√≥ria – mas que marcou a Hist√≥ria -, √© que ele, apesar disso, era um homem humilde e simples, que atentava para as necessidades das pessoas ao seu redor.

Ah, como homens desse naipe fazem falta nos dias atuais. Infelizmente, muitos hoje, mesmo em posi√ß√Ķes eclesi√°sticas, mal sobem um tijolo degrau e j√° se consideram superiores aos demais. E o que direi de pol√≠ticos, empres√°rios e at√© mesmo aqueles que foram nomeados para nos defenderem, agindo como cr√°pulas e criaturas de baixeza tal que encontro dificuldades em encontrar um nome adequado para qualific√°-los?

Em meus sonhos de pura f√© infantil, me vejo rabiscando um rol de pessoas a quem desejo conhecer ao chegar no C√©u (depois de dar aquele abra√ßo apertado no Senhor, √≥bvio… risos). E, nessa singela lista, rabisco facilmente os nomes de Josu√©, o maior l√≠der de torcida organizada de todos os tempos (ganhava o jogo no grito), Mois√©s, seu tutor e destruidor de tutancam√Ķes (ou algo parecido). Poderia citar No√©, aquele do “meu barquinho em alto-mar“, e n√£o poderia deixar de fora, claro, Davi, o terror dos gigantes. Mas, nessa lista ainda incompleta, vou achar um jeito de incluir uma nota de rodap√©: “n√£o esquecer de procurar o centuri√£o sem nome“.

Assim, pe√ßo que me acompanhe nessa agrad√°vel caminhada na qual vamos tentar abordar o que esse an√īnimo famoso tem a nos ensinar sobre f√©, amizade, confian√ßa, humildade e autoconhecimento. Vem comigo.

Li√ß√Ķes de Atitude, F√© e Humildade

1. Ele se preocupava com quem lhe era sujeito

Infelizmente, hoje isso √© raro: pessoas em elevada posi√ß√£o que se preocupam com quem est√° abaixo de si. √Č muito triste ver pessoas investidas de poder utilizando dessa autoridade para pisar e humilhar os mais humildes e menos favorecidos. Caso voc√™ seja ou venha a se tornar algu√©m de elevada posi√ß√£o, seja social, profissional, eclesi√°stica ou pol√≠tica, aprenda com o centuri√£o de Cafarnaum a dar mais aten√ß√£o a quem lhe serve. Fazendo assim, essa pessoa continuar√° a lhe servir cada vez mais e por mais tempo ainda.

2. Ele não era orgulhoso de sua posição social

Outra mazela da atualidade: pessoas que gostam de mostrar sua posi√ß√£o acima dos outros. √Č o caso cl√°ssico do “voc√™ sabe com quem est√° falando?” na pr√°tica, a famosa “carteirada”. Isso deveria ser um caso de vergonha nacional mas, infelizmente, √© um ind√≠cio de v√≠cio cultural. Um v√≠cio contaminante, por sinal. Nossa sociedade apresenta sinais claros de que est√° enferma, e esse √© um desses evidentes sintomas. O centuri√£o nos ensina, atrav√©s de seu exemplo, a n√£o deixar seu car√°ter ser contaminado com sua posi√ß√£o.

3. Ele sabia diferenciar poder de autoridade

Apesar de ser bastante fácil de definir o que é autoridade e o que é poder, tornando ainda mais fácil distinguir um do outro, esse ainda é um erro banal e muito repetido, inclusive no meio eclesiástico. A melhor forma de demonstrar o que é um e outro é pelo exemplo, e esta será a forma que tomaremos de empréstimo para tal.

Pense em um guarda de tr√Ęnsito, fardado e de apito na m√£o. Ele v√™ um pedestre querendo atravessar a faixa, mas os carros n√£o lhe d√£o a vez, ent√£o ele se posiciona, aponta para os carros em movimento e faz soar seu apito em alto e bom som. O que acontece? Os carros param: carros pequenos, motos, carros maiores e at√© mesmo caminh√Ķes e √īnibus cheios. Por que param? Porque ele tem autoridade e os motoristas a respeitam. Mas, o guarda tem poder para parar os carros? N√£o.

Entendeu a diferença entre autoridade e poder? O centurião tinha autoridade do império romano para dar ordens e manter a ordem, mas não tinha poder. Nunca se esqueça disso: autoridade é outorgada e revogada; assim como você um dia recebeu, poder perder. Mas, poder não se outorga e não se perde, ou você acha possível que Deus perca Seu poder?

4 . Ele exercia sua autoridade com confiança e convicção

A frase do centuri√£o nos mostra que ele era um homem decidido e um l√≠der confiante. Tanto ele era confiante que seus subordinados o obedeciam: “eu mando um fazer isso e ele faz. Digo a outro que v√°, e ele vai”. Quando voc√™ √© liderado por algu√©m que exerce sua lideran√ßa de forma confiante e convicta, obedec√™-lo n√£o √© um fardo, mas um prazer. Dura coisa √© seguir algu√©m que n√£o sabe para onde vai, quanto mais enviar algu√©m para fazer algo ou para algum lugar.

Outra coisa importante sobre autoridade: o oficial romano exercia a autoridade em nome de outro, qual seja, o imperador. E isso nos ensina a nós, cristãos, que exercemos autoridade no nome de Jesus, mas o poder ainda é dEle, e não nosso. Você, que é líder na igreja, aprenda isso e exerça a autoridade que Deus lhe deu de forma a honrar Aquele que detém todo o poder, e confiou em você para exercê-lo em Seu nome. Dessa forma, você nunca perderá Sua autoridade.

5. Ele sabia que Jesus tinha uma autoridade sobrenatural

Isso √© algo que me chama a aten√ß√£o: um gentio que, na teoria, desconhecia o poder de Deus manifesto em Jesus, n√£o tinha qualquer d√ļvida sobre a capacidade sobrenatural do Senhor em realizar milagres. Por sinal, uma coisa que os fariseus (“santos”) os “mestres da Lei’ viviam tentando desacreditar e distorcer: o poder sobrenatural de Jesus.

Infelizmente, esse é o tipo de coisa que ainda vemos acontecer: crentes duvidando do poder de Deus, de Ele realizar um milagre em nossas vidas, enquanto pessoas que não professam a mesma fé que nós, e não conhecem o Senhor como nós conhecemos, não duvidam que Ele pode realizar algo miraculoso e mudar o quadro de suas vidas. Essa é uma dura lição que nós, cristãos, aprendemos com o centurião: confiar mais no Senhor e crer que o milagre vai acontecer.

E você, faz como o centurião e também crê que o impossível Ele pode fazer em sua vida?

6. Ele sabia que uma palavra do Senhor poderia mudar qualquer situação adversa

Essa √© consequ√™ncia natural de crer no poder de Deus para mudar situa√ß√Ķes. O centuri√£o demonstrou um tipo de f√© singular, uma f√© capaz de fazer tremer o pior dos dem√īnios e de impactar o crente mais fiel. Ele mostrou a f√© como ela deve ser, uma f√© que, na maioria das vezes, temos medo de exercer, de colocar em pr√°tica. N√≥s, crist√£os, somos impactados e desafiados pelo exemplo do centuri√£o: crer que UMA palavra do Senhor pode mudar tudo.

Quantas vezes somos testados em nossa f√©, e achamos que a situa√ß√£o est√° perdida? Nesses momentos, corremos aos p√©s de Jesus e pedimos que Deus reverta o quadro, esperando que Ele nos responda e nos d√™ o alento para seguirmos em frente. Mas, vai passando o tempo, as coisas n√£o mudam ou, pior: pioram, e nossa f√© vai esvanecendo e a confian√ßa esmorecendo. N√≥s nos esquecemos, com relativa facilidade, da Palavra do Senhor, dita em nosso favor, aquela mesma palavra que choramos e nos alegramos ao ouvi-la…

Dizem que mem√≥ria de brasileiro √© curta, porque continua votando nos mesmos safados pol√≠ticos de sempre, mas parece que a mem√≥ria do crist√£o brasileiro √© ainda pior. Se o eleitor se esquece de quem n√£o presta, e continua acreditando nele, o crist√£o despreza o inesquec√≠vel. E se n√≥s us√°ssemos e ous√°ssemos exercer a mesma f√© do centuri√£o, o que aconteceria? Sinceramente? N√£o sei… nunca tive coragem de crer dessa forma, embora, algumas vezes, tenha chegado perto.

Antes de desafiar você, meu caríssimo leitor, eu preciso desafiar a mim mesmo para crer como creu aquele homem. E, se eu não crer, o bicho créu em mim (risos).

7. Ele acreditava que a palavra de Jesus era poderosa para reverter o quadro

Algumas vezes em minha trajet√≥ria eu fui obrigado a crer no milagre. Geralmente isso acontecia quando n√£o havia mais sa√≠da ou outra op√ß√£o. Eu ficava sem alternativas, ent√£o s√≥ me restava crer. √Č mais ou menos parecido como naqueles filmes em que o mocinho est√° √† beira de um precip√≠cio, com o mar l√° no fundo, sem vontade alguma de pular. Mas, os inimigos est√£o chegando, querendo esfol√°-lo vivo e ele, sem sa√≠da, pula. Na vida, apesar de n√£o ser bem assim, √© bem por a√≠! risos

Às vezes, Deus nos coloca nesses becos sem saída da vida justamente para nos dar aquele incentivo: Pula, meu filho, nos meus braços, que Eu te seguro! Mas, não é fácil. Aliás, não é NADA fácil. Como dizia um pastor amigo meu: a fé é um salto no escuro nos braços de Deus. O centurião, ao contrário da maioria de nós, quando ouve uma palavra da parte do Senhor, vai embora crendo que Ele vai resolver a situação. O centurião, não. Ele acreditava que a palavra do Senhor era poderosa e eficaz ANTES de Jesus proferi-la! Minino, isso é que é fé! Bota fé nisso, homi!

Conclus√£o
Um detalhe interessante acerca da identidade do centurião: por que não foi registrado seu nome? Quando Pedro foi visitar outro importante centurião romano, em Cesaréia, seu nome é revelado: Cornélio. Mas, por que a omissão ao centurião de fé? Não sei, mas posso especular que há um motivo para isso, e meu senso de curiosidade me diz que esse motivo pode ser até simples.

Nomeando o centuri√£o, ele se tornaria exemplo de muitos, mas tamb√©m um ideal que a maioria julgaria inating√≠vel. Deixando-o an√īnimo, talvez Deus esteja querendo nos dizer que qualquer um pode exercer a mesma f√© que aquele oficial romano demonstrou. Talvez a maior mensagem que possa ser pregada sobre o centuri√£o dessa passagem n√£o seja a que est√° expl√≠cita, mas a impl√≠cita: um her√≥i da f√© an√īnimo.

E esse talvez seja o maior segredo da f√©: n√£o aparecer, para que somente Jesus apare√ßa. N√£o nos fornecendo o nome do santo, mas apenas o milagre por ele operado, Jesus p√īde ficar em evid√™ncia na passagem, e apenas o nome dEle foi glorificado, apenas Ele foi o protagonista da hist√≥ria. Nesse filme que √© a vida crist√£, cujo roteiro foi escrito por Ele, somos meros coadjuvantes no Caminho da vida. Coadjuvantes como foi Jo√£o Batista: que Ele cres√ßa e que eu diminua.

Agora, acabei de aprender que um gentio, ali√°s, um gentil oficial romano, tamb√©m abdicou da primazia e saiu de cena para dar lugar ao Rei. Ah, meu caro an√īnimo, como voc√™ me ensinou tanto, e nem sei sequer seu nome, para lhe agradecer por isso. Me aguarde no C√©u (risos), que irei lhe procurar e lhe agradecer pessoalmente.

E voc√™, aprendeu as li√ß√Ķes do centuri√£o de Cafarnaum? Que tal, agora, acreditar que o Senhor tem poder para fazer o milagre e esperar que esse milagre aconte√ßa de verdade?



sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

O que significa ser uma só carne no casamento?

Pergunta: "O que significa ser uma só carne no casamento?"

Resposta: 
O termo “uma carne” vem da descri√ß√£o de G√™nesis da cria√ß√£o de Eva: “Ent√£o, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. E disse o homem: Esta, afinal, √© osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-√° varoa, porquanto do var√£o foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e m√£e e se une √† sua mulher, tornando-se os dois uma s√≥ carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e n√£o se envergonhavam” (G√™nesis 2:21-25).

O termo “uma carne” significa que assim como o nosso corpo √© inteiro e n√£o pode ser dividido em peda√ßos e ainda ser um inteiro, assim tamb√©m Deus estabeleceu o relacionamento matrimonial. N√£o h√° mais duas entidades (dois indiv√≠duos), mas agora h√° apenas uma entidade (um casal). Essa nova uni√£o tem v√°rias caracter√≠sticas.

Quanto √† dura√ß√£o da uni√£o, Jesus diz que Deus criou o casamento para que o casal permanecesse juntos at√© que a morte os separassem (Mateus 19:6). Quando div√≥rcio acontece contr√°rio ao plano de Deus, voc√™ n√£o tem dois “inteiros”, mas sim duas metades que foram separadas bruscamente uma da outra. Quanto a liga√ß√Ķes emocionais, a nova unidade √© mais importante do que todos os relacionamentos pr√©vios e futuros (G√™nesis 2:24¬™). Algumas pessoas, mesmo depois de casados, d√£o mais aten√ß√£o ao seu relacionamento com seus pais do que ao seu c√īnjuge. Essa √© uma receita para desastre em um casamento e √© uma distor√ß√£o da inten√ß√£o original de Deus de “deixar e unir”. Um problema semelhante pode desenvolver quando o marido ou a esposa come√ßa a se aproximar de um filho/a com a inten√ß√£o de que ele/a cuide de suas necessidades emocionais, ao inv√©s de depender de seu c√īnjuge.

Emocionalmente, espiritualmente, intelectualmente, financeiramente e de toda outra forma, o casal deve se tornar um. Assim como uma parte do corpo cuida das outras partes (o est√īmago digere comida para o corpo, o c√©rebro dirige o corpo para o bem do corpo inteiro, as m√£os trabalham a favor do corpo, etc.), assim tamb√©m cada parceiro do casamento deve mostrar carinho e cuidado um pelo outro. Cada um n√£o deve ver dinheiro ganho como “meu” dinheiro, mas sim como “nosso” dinheiro. Ef√©sios 5:22-23 e Prov√©rbios 31:10-31 demonstram esse princ√≠pio de “unidade” colocado em pr√°tica para o marido e sua esposa respectivamente.

Fisicamente: Eles se tornam uma s√≥ carne e o resultado de ser uma s√≥ carne pode ser encontrado nos filhos que essa uni√£o produz; esses filhos agora cont√™m informa√ß√£o gen√©tica como resultado dessa uni√£o. E at√© mesmo no aspecto sexual desse relacionamento, eles n√£o devem considerar seus corpos como pertencentes a si mesmo, mas ao seu c√īnjuge (1 Cor√≠ntios 7:3-5). Eles tamb√©m n√£o devem se focalizar em seu pr√≥prio prazer, mas em dar prazer ao seu c√īnjuge.

Essa uni√£o e a busca do que √© melhor para o outro n√£o √© uma coisa autom√°tica, principalmente depois da queda da humanidade em pecado. O homem, em G√™nesis 2:24, √© ordenado a “unir-se” a sua esposa. Essa palavra representa duas id√©ias. Uma √© a de ser “colado” em sua esposa, um retrato de qu√£o estreito o relacionamento matrimonial deve ser. O outro aspecto √© o de “perseguir/conquistar sua esposa persistentemente”. Essa id√©ia de “perseguir” deve ir al√©m do namoro que leva ao casamento e deve continuar por todo o casamento. A tend√™ncia da carne √© a de fazer o que “me faz sentir bem”, ao inv√©s de considerar o que vai beneficiar seu c√īnjuge. Esse tipo de ego√≠smo √© um problema comum que surge no casamento quando a “lua-de-mel acaba”.

Por mais legal que seja viver juntos cuidando das necessidades um do outro, Deus tem um prop√≥sito mais importante para o casamento. Assim como eles estavam servindo a Cristo com suas vidas antes do casamento (Romanos 12:1-2), agora devem servir a Cristo juntos como uma unidade e criar seus filhos para servir a Deus (1 Cor√≠ntios 7:29-34; Malaquias 2:15; Ef√©sios 6:4). Priscila e √Āquila, em Atos 18, s√£o um bom exemplo disso. √Ä medida que um casal almeja a servir ao Senhor juntos, o gozo que o Esp√≠rito d√° vai encher o seu casamento (G√°latas 5:22-23). No jardim do √Čden, tr√™s pessoas estavam presentes (Ad√£o, Eva e Deus) e gozo fazia parte desse relacionamento. Portanto, quando Deus est√° no centro do casamento nos dias de hoje, tamb√©m vai haver gozo. Sem Deus, uma uni√£o duradoura n√£o √© poss√≠vel.