sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018


Estudo de Atos - Capítulo 6

Esse capítulo mostra que mesmo na Igreja Primitiva com o crescimento de novos convertidos alguns problemas existiam, por isso meu querido leitor não procure por uma igreja perfeita, já que ela é composta por pessoas falhas assim como eu e creio você também, Atos 6: 1 mostra que existia 2 grupos de judeus naquela época, e com isso existia preconceito uns contra os outros, e mesmo convertidos eles ainda estavam no processo de mudança de mente ( nunca vai parar esses processo ), e com isso um problema aconteceu, as viúvas helenistas não estavam sendo atendidas na distribuição diária dos alimentos, lembrando que os irmão doavam tudo que tinham para justamente suprir as necessidades dos irmãos, e por serem helenistas estavam sofrendo uma discriminação.



Os helenistas , são Judeus de fala Grega, eles cresceram com costumes Gregos isso inclui também sua espiritualidade, com isso eles não eram considerados como Judeus autênticos, já que até o seus nomes eram de origem Grega, porém, Cristo quebrou toda divisão e nos fez um só, mais a mudança de mente é um processo e a Igreja estava passando por isso ainda, nos versículos 2 ao 6 são escolhidos os diáconos para ficarem responsáveis pela partilha dos alimentos, já que os apóstolos estavam se dedicando a palavra do Senhor, por isso necessitamos de um estrutura para não deixamos ninguém desamparado, não para termos posição diante dos irmão mais sim para servir, por isso somos ministros ( servo ) e dedicamos nossos ministérios ( servindo) aos nossos irmãos, mas, não foram escolhidos por sua posição social, ou para agradar alguém, foram colocadas características próprias para cumprir a missão de servir as mesas.

Homens de bom testemunho, cheiros do Espírito Santo e de sabedoria, o que temos de pessoas com péssimo testemunho de vida, sem o Espírito Santo e com pouca sabedoria fazendo a obra do Senhor de qualquer maneira , e não são poucos, por isso se você ocupa uma posição de Servo onde você  serve e não tem as qualificações de Atos 6:  3 converta-se logo, não faça a obra do Senhor de qualquer maneira, um dia todos teremos de prestar contas.

Tal proposta agradou a todos. Então, escolheram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, além de Filipe, Prócoro, Nicanos, Timom, Pármenas e Nicolau, um convertido ao judaísmo, proveniente de Antioquia.  Vs 5 

Então recebem a oração dos Apóstolos para cumprirem com suas missões, os apóstolos continuaram na missão de testemunhar a Cristo, e com isso a palavra de Deus era cada vez mais divulgada e muitos se convertiam ao cristianismo, até mesmo os sacerdotes Judeus.

No versículo de 9 em diante, vemos que mesmo Estevão tendo uma função especifica ele não deixou de levar o nome de Jesus para os outros, mais vemos que ele realizava prodígios e milagres, som isso ele incomoda alguns, segue um relato de um texto recente que li sobre isso.
A atividade de Estêvão suscitou oposição dos membros das sinagogas, seja dentro dos prédios das sinagogas onde Estêvão se punha em pé para falar em nome de Jesus, ou do lado de fora deles. Os Libertos eram prisioneiros romanos (ou os descendentes de tais prisioneiros) que mais tarde receberam a liberdade. Sabemos que o general romano Pompeu to­mou prisioneiros grandes números de judeus, que mais tarde foram liber­tados em Roma, e é possível que aqui haja menção a estes. Não é certo o relacionamento entre os outros nomes dos grupos locais e o dos Libertos. Vários estudiosos têm postulado qualquer número de Sinagogas, desde uma (para todos os vários grupos) até cinco (uma sinagoga para cada grupo). Ao passo que Bruce (Livro, pág. 133), pensa em termos de uma sinagoga dos libertos dentre os quatro grupos mencionados, a construção grega fa­vorece duas sinagogas, uma para os primeiros três grupos (Libertos, Cireneus, Alexandrinos), e uma para os dois outros (os da Cilícia e da Ásia). Era natural que os grupos nacionais formassem suas próprias sinagogas para a adoração em Jerusalém,(Eram necessários apenas dez homens para formarem o núcleo de uma sina­goga.) e seriam frequentadas tanto pelos imigrantes que habitavam em Jerusalém como por visitantes casuais.

Provavelmente eles tenha distorcido alguma fala de Estevão para que ele fosse julgado, Lucas mostra que Estevão era inocente, assim como ele teve de pagar um preço por dizer a verdade, muitos outros morrem por não negar a fé em Jesus, então irmão não mude a palavra de Deus para te agradar ou agradar a outros, viva ela e pregue ela, confie em Deus que o melhor ele tem para você.

No final desse capítulo algo maravilho se encontra, Estevão antes mesmo de ser chamado para ser um diácono ele já era cheio da Graça de Deus, e isso só aumentou em sua vida e com resultado o versículo 15 descreve.
Então, todos os que estavam assentados no Sinédrio, ao fixarem seus olhos em Estevão, viram que seu rosto parecia como o rosto de um anjo.

Isso irmão é Poder de Deus, isso é a Paz que Jesus Cristo nos deixou, alguns acham que ser cristão é viver a teoria da prosperidade e não passar por situações difíceis, nem sempre Deus nos livre das provações e tribulações do dia a dia, mais ele nos da paz em todas, EU DISSE EM TODAS, então busque esse poder, para no dia da provação não murmurar e falar em abandonar tudo, mais sim se manter na posição que Cristo te chamou.

Te deixo um desafio para até o final desse estudo, ore e busque com Deus saber qual o seu chamado que ele quer que você realize aqui na terra.

Isso é importante, saber qual a sua missão, então te desafio a buscar por ele. E também gostaria que você comentasse abaixo, agora colocamos a opção de comentar pelo Facebook isso facilita mais, então nos incentive comentando abaixo. Paz do Senhor !


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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: