segunda-feira, 26 de março de 2018

FORÇA PARA VENCER OS GIGANTES


Quais são os gigantes que você está enfrentando hoje?
• Desemprego, dívida, doença, depressão, perigo, abandono, abuso, tragédia, contas, ponto fraco, rejeição, relacionamento quebrado, incapacidade, drogas, hábito destrutivo, tentação, discriminação, medo, falha no passado, restrição, raiva, culpa etc.
Você ouve seus gigantes gritando?
• “Você não é qualificado para esse desafio!”; “Você não é bom o suficiente!”; “Você não vai conseguir pagar as contas!”; “Ninguém vai querer andar com você!”; “Você não tem um futuro brilhante!”; “Sua vida é uma fraude!”…
Levante-se agora e enfrente seus gigantes usando a mesma tática que Deus deu a Davi!
• Você está pronto para dizer adeus a derrota e começar uma vida vitoriosa com Deus?
• Você está pronto para descobrir sobre como enfrentar os gigantes que enfrenta hoje?
• Você está pronto para conhecer as armas que Deus prepara e para conquistar a vitória?
• Você está pronto para participar do campo de batalha da vida e ter certeza da presença de Deus ao seu lado?
• Você está pronto para cortar a cabeça do inimigo e superar totalmente todo o engano do diabo em sua vida? Você está pronto?
I. Conecte-se na fonte de poder – v.37
Disse mais a Davi: o Senhor me livrou das garras do leão e das do urso; ele me livrará das mãos destes filisteus. Então, disse Saul a Davi: Vai-te, e o Senhor seja contigo. (1 Sm 17.37)
Davi não disse que o Senhor livrou os seus rebanhos do leão e do urso, mas ele disse: “O Senhor que me livrou”. O Senhor é a fonte do poder de Davi. Todos os nossos aparelhos eletrônicos serão inúteis se não estiverem conectados à fonte de energia elétrica. Nós também nunca teremos vitória se a fonte do nosso poder não for nosso Deus. O povo de Deus na Bíblia recebeu força através do derramamento e do poder de Deus.
Tomou Samuel o chifre de azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de Davi. (1 Sm 16.13 / 18.14)
Como Davi nós também recebemos poder e unção. Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda Judéia e Samaria e até aos confins da terra. (At 1.8)
Paulo testemunhou: A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus. (1 Co 2.4-5)
II. Escolha as armas certas – vs.38-40
Davi não usou a armadura de Saul, mas em vez disso usou a arma que o Senhor lhe havia dado. A armadura terá o seu lugar a seu tempo, mas agora é a hora de usar as pedras.
1. A pedra do passado
Disse mais a Davi: O Senhor me livrou das garras do leão e do urso; ele me livrará das mãos destes filisteus. (1 Sm 17.37)
Lembrai-vos das maravilhas que fez, dos seus prodígios e dos juízos dos seus lábios, vós descendentes de Israel, seu servo, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos. (1 Cr 16.12-13)
2. A pedra da oração
Davi muito se angustiou, pois o povo falava de apedrejá-lo porque todos estavam em amargura, cada um por causa de seus filhos e de suas filhas; porém Davi se reanimou no Senhor, seu Deus. (1 Sm 30.60)
Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; à sombra das tuas asas me abrigo, até que passe as calamidades. (Sl 57.1 / 59.16 / Is 26.3)
3. A pedra da prioridade de honrar a Deus
Hoje mesmo o Senhor te entregará na minha mão; ferir-te-ei, e tirar-te-ei a cabeça; os cadáveres do arraial dos filisteus darei hoje mesmo às aves do céu e às feras da terra; para que toda a terra saiba que há Deus em Israel; e para que toda esta assembléia saiba que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; pois do Senhor é a batalha, e ele vos entregará em nossas mãos. (1 Sm 17.46-47)
Lembre-se que sua mais alta prioridade é honrar o nome de Deus. Davi viu Golias como uma chance para Deus se revelar! Davi sabia que ele sairia vivo da batalha? Não. Mas ele estava disposto a dar sua vida para honrar a Deus.
Seu câncer é a chance de Deus para mostrar Seu poder de cura. Seu pecado é a oportunidade de Deus para mostrar Sua graça. Seu casamento em crise pode obter o poder de Deus. Veja sua luta como a tela de Deus. Nela, Ele pintará a Sua supremacia multicolorida.
4. A pedra da paixão
Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá e pelejará contra o filisteu. (1 Sm 17.32)
Sucedeu que, dispondo-se o filisteu a encontrar-se com Davi, este se apressou e, deixando as suas fileiras, correu de encontro ao filisteu. (1 Sm 17.48)
Quem aposta em Davi? Quem colocou o dinheiro no garoto de Belém? Não os filisteus. Não os hebreus. Não os irmãos de Davi, nem o rei Saul. Mas Deus fez. Davi correu em direção ao seu gigante. Faça o mesmo! Paulo diz para fugirmos do pecado e da carne, mas devemos encarar o diabo e resisti-lo no nome do Senhor.
5. A pedra de persistência
Por que Davi pegou cinco pedras? Será porque Golias talvez tivesse quatro parentes do tamanho de King Kong? Creio que ele usaria as outras se errasse na primeira tentativa. Nunca desista. Uma oração apenas pode não ser suficiente. Uma pregação somente pode não derrubar as resistências. Continue a atirar as pedras que o Senhor lhe deu. A vitória é inevitável.
Disse este: Deixa-me ir, pois já rompeu o dia. Respondeu Jacó: Não te deixarei ir se me não abençoares. (Gn 32.26)
III. Mantenha seus olhos no Senhor – vs 41-47
Saberá toda esta multidão que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará nas nossas mãos. (1 Sm 17.47)
Não se permita ser perturbado pelo gigante
Não importa o tamanho dos obstáculos ou dos problemas, o nosso Deus é maior que eles. Não coloque os olhos no problema, mas coloque os olhos no Senhor.
Então, falou Davi aos homens que estavam consigo, dizendo: Que farão àquele homem que ferir a este filisteu e tirar a afronta de sobre Israel? Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo? (1 Sm 17.26)
Davi, porém, disse ao filisteu: tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. (1 Sm 17.45)
Não desanime por causa dos detratores
Sempre haverá alguém para subestimá-lo e chamá-lo de pretensioso. Sempre haverá alguém para julgar as suas motivações, mas permaneça firme na palavra de vitória que o Senhor já liberou.
Ouvindo-o Eliabe, seu irmão mais velho, falar àqueles homens, acendeu-se-lhe a ira contra Davi, e disse: Por que desceste aqui? E a quem deixaste aquelas poucas ovelhas no deserto? Bem conheço a tua presunção e a tua maldade; desceste apenas para ver a peleja. (1 Sm 17.28 / 17.33 / 17.36)
Ponha o seu foco em Deus
Fale de vitória e não de derrota. Fale de sucesso e não de fracasso. Declare tudo aquilo que o Senhor fará.
Disse mais Davi: O Senhor me livrou das garras do leão e das do urso; ele me livrara das mãos deste filisteu. (1 Sm 17.37 / 17.46-47)
Listar as feridas não irá curá-las. Discriminar os problemas não irá resolvê-los. Categorizar as rejeições não irác removê-las. Davi retirou o gigante porque ele olhou para o Senhor.
IV. Aproveite o momento de Deus – vs 48-50
Sucedeu que, dispondo-se o filisteu a encontrar-se com Davi, este se apressou e, deixando as suas fileiras, correu de encontro ao filisteu. Davi meteu a mão no alforje, e tomou dali uma pedra, e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa; a pedra encravou-se-lhe na testa, e ele caiu com o rosto em terra. (1 Sm 17.48-49)
Voluntários para lutar contra Golias
1. Eliabe – Davi nem se quer foi incluído nos alistados antes de matar Golias. Deus pode usar um homem simples para fazer grandes coisas para Ele.
2. Saul – Líderes por posição normalmente se escondem quando o problema chega. Mas os líderes ungidos verão o problema como uma oportunidade para mostrar o poder de Deus. Quando você entristece a Deus e o abandona, você não pode mais lutar contra os inimigos como você fazia antes.
3. Jônatas – Certamente ele poderia ter lutado contra o gigante, mas ele não fora escolhido para isso. Há sabedoria em manter silêncio esperando que Deus se mova para mostrar o nosso lugar na batalha. Não fomos chamados para outra coisa senão fazer a vontade de Deus.
4. Davi – O resultado da batalha depende sempre de que lado Deus está. Um mais Deus vai sempre ser maioria. Somente no Senhor podemos ser vencedores.
V. Corte a cabeça do inimigo – v.51
Pelo que correu Davi e, lançando-se sobre o filisteu, tomou-lhe a espada, e desembainhou-a, e o matou, cortando-lhe com ela a cabeça. Vendo os filisteus que era morto o seu herói, fugiram. (1 Sm 17.51)
• Corte as más conversações, as relações que não produzem fé e santidade, os maus hábitos, a dependência dos homens, o pecado, a deslealdade, a incredulidade etc.
Quando os gigantes enviarem uma mensagem, você já sabe o que fazer:
1. Conecte-se à fonte do poder;
2. Escolha as armas certas;
3. Mantenha seus olhos no Senhor;
4. Aproveite o momento de Deus;
5. Corte a cabeça do inimigo.



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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: