segunda-feira, 2 de abril de 2018

Carregando a cruz dia após dia
O que significa carregar a minha cruz? E Por que para servir a Cristo, devo a cada dia tomá-la?
Este texto encontrado no evangelho de Marcos 8-34, Mateus 16:24 e Lucas 14:27, tem sido alvo de dúvidas de muitas pessoas, principalmente novos convertidos ou até mesmo antigos na fé, onde carregar a cruz, pode soar de forma diferente daquilo que Jesus realmente quis passar para a multidão e seus discípulos.
Muitos tem uma ideia errônea sobre o assunto. Onde muitas pessoas, inclusive cristãos, por não compreenderem tanto o texto como o contexto, trazem uma interpretação um tanto equívoca a respeito de carregar a cruz.
Logo, ligam a relacionamentos instáveis, falta de dinheiro ou recursos financeiros, problemas no trabalho, doenças ou qualquer tipo de mazelas e dificuldades desta vida. Como se estivéssemos predestinados a viver maldições.
Enquanto, estas coisas não estão ligadas a perfeita vontade de Deus para nossas vidas, e sim, consequências de atos praticados, por ação ou omissão de nós mesmos ou de outrem, que venham nos provocar algum dano.
Não terá este artigo o foco neste assunto. Para estes problemas relacionados a “carregar a cruz”, dá-se o primeiro entendimento para nós cristãos, que diante de algum problema desses em questão, carregar a cruz estará ligado em não agirmos mal, não murmurarmos, não dar mal testemunho e não pecarmos diante de tais situações.
E sim, buscar em Deus, estratégias para nos livrar e ajudar a sua suportar as consequências destes problemas, aí sim, dá-se um princípio de entendimento quanto carregar a cruz pra estas questões, pois com foco em agradar a Deus e servi-lo, renunciarei as minhas vontades, as dores e sofrimentos com foco em algo muito maior, que é Cristo.
E com certeza para todos estes problemas, nosso Deus é maior! E com certeza ele irá te livrar desta situação e dará um escape! Se foi por esta razão que chegou a este post, te convido a ler sobre:
Se pretender conhecer a respeito de carregar a sua cruz e alguns conceitos pertinentes a este assunto, continue conosco nesta leitura e estudo.
A missão de Jesus Cristo
Ao entrar no texto bíblico em Marcos 8:31 que diz: Começou então a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem padecesse muitas coisas, que fosse rejeitado pelos anciãos e principais sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto, e que depois de três dias ressurgisse.
Jesus alerta a seus discípulos, a respeito de tudo o que deveria passar para cumprir a sua principal missão aqui nesta terra para o qual Deus o enviara, salvar a humanidade.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho Unigenito, para que todo aquele que Nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
Importava que o Filho do Homem, passasse por todo aquele sofrimento para resgatar a humanidade.
Não compreendendo isto, no versículo 32 do mesmo capítulo (Marcos 8), Pedro o repreende, e Jesus o responde com uma dura palavra (verso 33): Retira-te de diante de mim Satanás; porque não compreende as coisas que são de Deus, mas as que são dos homens.
Pedro não compreendera a real missão de Jesus. Para que cumprisse a tarefa que lhe foi dada, Ele deveria morrer, e não somente isto, mas uma morte de cruz. Humilhado e castigado foi, sofreu a culpa e vergonha por amor a nós.
E tudo isto tinha um cunho totalmente espiritual, uma profecia relatada no livro do profeta Isaías 53:4-5 diz:
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Aqui nesta passagem de Isaías, já aniquila toda a ideia que você tinha até hoje sobre levar a sua cruz pra seguir a Cristo. Todas as dores Ele levou sobre si.
Se você está passando por algum momento infeliz em sua vida, ou carrega sobre você dificuldades num contexto geral, em possíveis áreas de sua vida, isto não está ligado a cruz, todo o peso e maldição Ele já levou por nós.
Estávamos desgarrados e destinados a perdição eterna. Eramos enfermos na alma, cheios de podridão e chagas por causa do pecado, Ele levou sobre si e cumpriu o desígnio de seu Pai. Veja Colossenses 1:13,14
O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor;
Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados.
Então, como identificar a diferença entre carregar minha cruz e dificuldades desta vida? Vejamos alguns princípios.
Carregando a cruz, ideia central
O Senhor Jesus estava disposto a cumprir o propósito do Pai, não importando para Ele de que forma seria, mesmo que tivesse que pagar um alto preço por isso. Sofrimento, dor, morte e morte de cruz.
Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo e tome a cada dia a sua cruz e siga-me. Você sabe qual é a principal missão da igreja instituída por Jesus Cristo aqui nesta terra?
Ao aceitarmos a Cristo Jesus como único, suficiente, e eterno salvador de nossas vidas, e nos entregamos de coração para vivermos este amor, andamos em novidade de vida!
Transbordamos de alegria e gozo na alma, e isto, não fica retido dentro de nós, logo, transborda e torna-se aparente para amigos, parentes e todos que estão a nossa volta. As pessoas vem para Jesus através do nosso testemunho.
Esta radiante transformação e libertação reflete em nós, e para isto Jesus nos deixou esta missão: Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura! Marcos 16:15
Danos continuidade ao propósito de Deus, salvar a humanidade. Para isto, tomamos nossa cruz e sigamos os seus passos. O que isto significa? Renúncia e disposição para viver os riscos de levar as boas novas do evangelho da paz!
Aqui era o ponto em queria chegar. Em Marcos 8:35, Jesus nos ensina, que ao assumirmos a nossa entrega de seguí-lo, isto incluirá uma vida de renúncia, viveremos não mais pelos nossos planos e desígnios, mas estaremos dispostos a viver a direção de Deus para nossas vidas (que sempre culminará em salvação de almas).
Vivendo os seus propósitos, não pensaremos mas em nós mesmos, mas em viver e realizar o ide de Jesus, vivendo não mais para nós mesmos, e sim para Deus.
Abrindo mão de nossas vontades e planos, dispostos para encarar qualquer situação que possa vir mediante a esta escolha de nossas vidas, morrendo (morte física) se preciso for, por amor a Deus.
Sofrendo pela causa de Cristo e sua obra
E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo. Marcos 13:13
Sofrer se preciso for, perseguições, aflições, simplesmente por que o amamos e queremos trazer para si , almas perdidas neste mundo. Aliás, nos versículos do 10 ao 13, lhe dará um melhor entendimento sobre isto.
Por sermos diferentes e andarmos na contra-mão do mundo, luz nas trevas o mundo não nos suporta. Poderemos sofrer, calúnias, afrontas e desprezo de muitas pessoas por servir a Cristo.
Suportar essas coisas é carregar a cruz. Ser humilhado e perseguido por amá-lo.
No evangelho de João 15;20-27, Jesus nos mostra que o mundo nos odeia, porque a Palavra de Deus está em nós.
A Palavra de Deus denuncia o pecado, traz a mensagem de salvação e arrependimento do pecador. Será normal sofrer aqui perseguições e aflições, mas a própria Palavra nos alerta:
Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas. Salmos 34:19
Observe João 16:33 parte b: “ No mundo tereis aflições, mas tende bom animo, eu venci o mundo”.
Qual benefício em seguir negar a mim mesmo
São inúmeros os benefícios de quem serve ao Senhor, mas com certeza, a salvação de nossas vidas é o maior deles. Mas, não para por aí! A bíblia é repleta de promessas para aqueles que confiam, esperam e andam em seus caminhos!
Deleita-te no Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais Ele fará. Salmos 37:4,5
Deus jamais desamparará a seus filhos e os que buscam sua vontade e Reino.
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33. Todo o capítulo 6 de Mateus está alinhado a esta palavra, entre outros ensinamentos, desde como orar a Deus, o cuidado que Deus tem com seus filhos. Dica de leitura para este breve estudo.
Compreender e viver este amor, lhe trará paz e bênçãos, mesmo sofrendo por amor ao evangelho. Mesmo renunciando a sua vida. Isto é uma questão de fé! Se você ainda não vive esta disposição não se preocupe!
Conforme caminhamos com Cristo e vivemos uma vida de santificação dia após dia, Ele mesmo gera em nós o amor pelas almas, o mesmo amor que o fez se entregar por nós um dia.
Ele lhe capacitará e dará entendimento através da Sua Palavra, para que seja um grande ganhador de almas e efetue pescas maravilhosas neste mundão que te espera!
Há vidas lá fora sedentas pela Palavra de Deus!
Esteja disposto em viver para Deus, renunciar a sua vida, seus planos, suas vontades, para viver a vida que Ele tem para você, não importando o que terás que sofrer por amor a sua obra e sua causa.
Um dia Jesus renunciou toda a sua glória por amor a humanidade, em troca recebeu uma coroa de espinhos. Olha o que Ele tem para você: Apocalipse 2:10b: Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
Negue-se a si mesmo, e tome a cada dia a sua cruz, esteja disposto em agradá-lo e servi-lo, mesmo que sofra, mesmo perca a sua vida! Mas certo de um dia nos encontraremos com Ele em sua glória, e veremos o quanto valeu a pena!
Fiquem na paz de Cristo!



Nenhum comentário:

Postagem em destaque

A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: