terça-feira, 24 de abril de 2018

Estude a vida de Jesus por Completo, está tudo na Bíblia Sagrada 66 livros.

O livro de Hebreus (2)

O Filho falou (Hebreus 1:1 - 2:4)

A mensagem merece maior atenção porque o mensageiro é superior. O argumento introduzido no primeiro capítulo e defendido de várias maneiras no resto do livro depende da primazia de Jesus Cristo. Uma vez provado que Jesus é maior do que qualquer outro mensageiro, a revelação que ele trouxe tomará seu devido lugar acima de todas as outras. Os primeiros capítulos de Hebreus mostram que Jesus é superior aos mensageiros do Velho Testamento – sejam anjos ou homens.
A posição exaltada do Filho (1:1-14)
A palavra do Filho é superior porque o próprio Filho é superior (1:1-2). No passado, Deus revelou a sua vontade por meio de mensageiros – anjos, pais, profetas – mas nos últimos dias, ele falou pelo Filho. Os “ultimos dias” mencionados aqui se referem à época da revelação do Novo Testamento, quando Deus cumpriu suas promessas e levou ao fim o sistema judaico.
A palavra traduzida “anjos” significa mensageiros ou embaixadores. Eles foram usados para revelar a vontade de Deus no Antigo Testamento (cf. Atos 7:53; Gálatas 3:19).
O autor apresenta várias características do Filho para provar sua superioridade. Ele é o Herdeiro, acima de servos (1:2; cf. 1:7; 3:5). É interessante observar que ele se identifica com os homens salvos, que se tornam herdeiros ou primogênitos de Deus (1:14; 12:23). A superioridade de Jesus se torna bem mais evidente pelo fato de ele ser o Criador do universo (1:2). Ele é a perfeita imagem do Pai (1:3), mostrando toda a plenitude de Deus (cf. Colossenses 1:19; 2:9).
A grandeza de Jesus é demonstrada não somente em quem ele é, mas em onde ele está. Depois de terminar sua missão terrestre de purificar os pecados dos homens, ele tomou seu lugar a destra do Pai (1:3). Quando ele voltou para o céu, assumiu seu lugar acima dos anjos, tendo cumprido o propósito de sua vinda ao mundo e, assim, herdando por mérito próprio seu nome superior (1:4).
O Filho é o Rei
Alguns fatos destacados no capítulo 1 mostram a posição de Jesus como Rei:
1. Ele sentou-se a direita do Pai (1:3). No primeiro capítulo, o autor já introduz uma profecia do Antigo Testamento que será usada para provar vários pontos sobre Jesus. Seria bom ler Salmo 110 agora, observando os dois temas principais desta profecia sobre o Messias: (a) a posição dele como rei (Salmo 110:1-3,5-7), e (b) a posição dele como sacerdote (110:4). No seu estudo do livro de Hebreus, fique atento aos outros versículos que citam a posição de Jesus como rei, a destra do Pai (cf. 1:13; 8:1; 10:12; 12:2).
2. Ele foi gerado pelo Pai (1:5). A citação de Salmo 2:7, sobre a geração do Messias, não fala do nascimento nem da criação dele, pois outros trechos afirmam a eternidade e divindade de Jesus. Salmo 2:7 fala da coroação de Jesus. Qualquer dúvida sobre o significado pode ser tirada observando os comentários do Novo Testamento sobre este versículo. Nunca é ligado às origens de Jesus, e sempre à exaltação dele quando, após a morte, ele foi ressuscitado e recebido pelo Pai no céu (veja Atos 13:33; Hebreus 5:5).
3. O trono dele é eterno (1:8). As citações dos versículos 8 e 9 aplicam a profecia de Salmo 45:6-7 a Jesus. O primeiro ponto é o domínio eterno dele, um fato bem estabelecido em profecias do Antigo Testamento como Daniel 2:44; 7:14,27.
4. Ele reina com perfeita justiça (1:8-9). Do mesmo Salmo vem o segundo ponto sobre seu domínio, a ênfase na perfeita justiça do reino do Filho. Por ser perfeitamente justo como rei, o Filho é exaltado pelo Pai.
O Filho é Deus
A divindade de Jesus é um dos fatos fundamentais ao fé dos cristãos. Ele é uma pessoa distinta do Pai (cf. João 5:31,32,37) e ocupa uma posição subordinada ao Pai (cf. João 14:28; 1 Coríntios 11:3). Mas Jesus é Deus. Três fatos em Hebreus capítulo 1 mostram sua divindade:
1. Ele merece adoração (1:6). Adoração pertence exclusivamente a Deus, como Jesus mesmo disse em Mateus 4:10. O fato de Jesus aceitar a adoração dos homens é prova que ele reconhecia sua própria divindade (cf. Mateus 8:2; 14:33; etc.). Aqui, o próprio Pai ordena que os anjos adorem Jesus (cf. Apocalipse 5:11-14). Todos os verdadeiros cristãos adoram Jesus como adoram o Pai (João 5:23).
2Ele é chamado Deus (1:8). Este versículo introduz uma série de citações do Antigo Testamento que falam sobre Jesus: “mas acerca do Filho” . . . e . . . Ainda” (1:8-10). Na primeira, a palavra Deus é usada para falar de Jesus.
3. Ele é chamado Senhor (1:10-12). A terceira citação, introduzida com a palavra “Ainda” é especialmente interessante. Por inspiração divina (cf. 2 Timóteo 3:16-17), o autor usa Salmo 102:25-27 para falar sobre Jesus. Quando voltamos para Salmo 102, percebemos que é um salmo de louvor dirigido ao Senhor (veja Salmo 102:1). Quando o nome Senhor aparece no Antigo Testamento escrito assim (em maiúsculos), traduz uma forma do nome de Deus escrito em hebraico como YHWH. Este nome é traduzido nas Bíblias hoje de maneiras diferentes – Javé, Jeová, Yahweh, Senhor, etc. Desta citação, aprendemos que este nome divino não identifica somente o Pai. Jesus, também, é Deus (YHWH)! Ele certamente merece a nossa adoração!
E os anjos?
Quando ele defende o domínio e a divindade de Jesus, ele mostra a superioridade dele em relação aos anjos. Jesus herdou um nome mais excelente (1:4). Deus nunca exaltou os anjos como ele fez com Jesus (1:5). Os anjos são ministros (servos) que adoram o Filho (1:6-7). Eles são espíritos ministradores enviados para servir aqueles que herdam a salvação (1:14) – as pessoas humanas que recebem a salvação em Cristo!
Por esta razão . . . obedeça ao Filho (2:1-4)
Uma característica do livro de Hebreus são os desvios do assunto principal. O primeiro destes desvios aparece já no início do capítulo 2. O autor ainda vai falar mais sobre a relação de Jesus, os anjos e os salvos, mas ele desvia um pouco do assunto para nos alertar sobre o perigo de nos desviar do Senhor. Leia estes quatro versículos na sua Bíblia e preste atenção no argumento:
Deus exigia obediência às revelações inferiores transmitidas por mensageiros inferiores. Ele castigava as pessoas que foram desobedientes naquela época (2:2). Nós devemos ter mais cuidado, então, para não nos desviar ou negligenciar a palavra da salvação que o próprio Filho introduziu (2:1,3). Se rejeitar a palavra de Jesus, como escaparemos do julgamento de Deus?
Ele não deixa dúvida sobre esta palavra da salvação que deve ser obedecida. Trata-se do evangelho, a mensagem do Novo Testamento. Ele descreve o processo de revelação desta Nova Aliança:
  • O Senhor (Jesus) falou inicialmente (2:3). Durante seu tempo aqui na terra, Cristo disse: “Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia. Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar” (João 12:48-49).
  • Os apóstolos confirmaram a mensagem de Cristo (2:3). Depois de Jesus anunciar a sua palavra, aqueles que a ouviram confirmaram a mesma mensagem. Esta afirmação mostra que a palavra de Jesus e o ensinamento dos apóstolos são uma única mensagem. Foi assim que Jesus ordenou quando mandou que os apóstolos ensinassem os ouvintes “a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28:20). A palavra de Cristo e a palavra dos apóstolos são a mesma mensagem – o Novo Testamento a qual todos hoje estão sujeitos (Atos 17:30-31).
  • Deus deu testemunho por sinais milagrosos (2:3-4). O trabalho principal do Espírito Santo é a revelação da palavra de Deus aos homens. Jesus o chamou de “Espírito da verdade” e prometeu que ele ensinaria todas as coisas aos apóstolos (João 14:17,26). Quando ele deu novas revelações aos apóstolos e alguns outros, ele confirmou estas mensagens com sinais milagrosos: “E eles [os apóstolos], tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam” (Marcos 16:20). Deus confirmou a palavra de Paulo e Barnabé com sinais e prodígios (Atos 14:3). Paulo citou os sinais que ele operava como credenciais do apostolado (2 Coríntios 12:12). É interessante que o autor de Hebreus não falou de milagres constantes na vida dos cristãos primitivos, mas de sinais que Deus havia feito pelas mãos dos apóstolos quando revelou a palavra. O propósito dos milagres no Novo Testamento não foi atrair multidões ou enriquecer igrejas e líderes religiosos, nem foi garantir a saúde e prosperidade dos fiéis. Os milagres serviam para confirmar a palavra que estava sendo revelada. Hoje, já temos a palavra revelada “uma vez por todas” (Judas 3) e, por isso, não temos necessidade de mais confirmações.
Conclusão
Jesus Cristo é superior aos mensageiros do Antigo Testamento. Ele é o Criador e Sustentador do universo, o Rei soberano, e o Herdeiro de todas as coisas. Ele é o eterno Deus que merece a nossa obediência e adoração. Jamais devemos negligenciar a palavra que ele revelou na Nova Aliança.


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A Pena Capital e a Lei de Deus - Crimes e Punições na Palavra de Deus Escrito por O Tempora, O Mores. Postado em Artigos Índice de Artigos Crimes e Punições na Palavra de Deus Podemos aprender bastante com os princípios que norteavam o tratamento que a Bíblia dá aos crimes e punições. Estamos tão enraizados em nossa cultura, em como ela trata a questão da quebra da lei, que talvez até nos surpreendamos com o encaminhamento dado pela Palavra de Deus à manutenção da lei e da ordem na sociedade civil de Israel. Vamos, portanto, dar uma rápida olhada em alguns princípios que encontramos, quando estudamos esse assunto nas Escrituras: 1. A primeira coisa que nos chama a atenção, é que na Bíblia não existe a provisão para cadeias. Isso mesmo! Elas nem existiam como instrumento de punição, nem como meio de reabilitação. Isso realmente nos intriga, pois estamos tão acostumados com essa instituição que não podemos imaginar uma sociedade sem cadeias. Quando um crime é cometido, a punição que pensamos de imediato é a cadeia. "Merece cadeia!; devia estar na cadeia"! Dizemos com tanta freqüência. Mas na sociedade de Israel, no Antigo Testamento, a cadeia era apenas um local onde o criminoso era colocado até que se efetivasse o julgamento devido. Em Números 15.34 lemos: "...e o puseram em guarda; porquanto não estava declarado o que se lhe devia fazer...". Logicamente encontramos na Bíblia o registro da existência de cadeias. Jeremias foi encarcerado e Paulo, igualmente, diversas vezes, dentro do sistema romano de punições. Mas estes encarceramentos eram estranhos às determinações de Deus. 2. Desta forma, por mais familiarizados que estejamos com esse conceito, não encontramos, na Palavra de Deus, o encarceramento como remédio, ou a perspectiva de reabilitação através de longas penas na prisão. Muito menos, encontramos a idéia de "proteção da sociedade" através da segregação do indivíduo que nela não se integra, ou que contra ela age. Ou seja, não encontramos, nas prescrições dadas ao povo de Deus, cadeias para punir, remediar, reabilitar ou proteger. 3. O princípio que encontramos na Bíblia é o da restituição. Em Levítico 24.21 lemos, "...quem pois matar um animal restituí-lo-á, mas quem matar um homem assim lhe fará". A restituição ou retribuição, era sempre proporcional ao crime cometido. Como a restituição da vida era impossível, ao criminoso, no seu caso a punição era a perda da própria vida. 4. Isso significa que aquela sociedade não tinha meios para lidar com o crime? Ou aplicava a pena de morte em todos os casos de quebra da lei? Não. Ela possuía determinações bem precisas e eficazes contra a banalização e proliferação da criminalidade. Ela responde à quebra da lei com medidas rápidas e que representavam prejuízo econômico para o infrator. Para os casos de furto, a Lei Civil Bíblica prescrevia a restituição múltipla. Vejamos em Êxodo 22.4 "...se o furto for achado vivo na sua mão, seja boi, seja jumento, ou ovelha, pagará o dobro". 5. Nos casos de furto de propriedade que representa o ganha pão ou meio de subsistência do prejudicado, a Bíblia prescrevia a restituição de quatro ou cinco vezes o que foi subtraído. Assim lemos em Êxodo 22.1 "...se alguém furtar boi ou ovelha e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas". 6. As determinações das Escrituras procuravam proteger a vítima e colocar temor no criminoso, tirando qualquer idéia de proteção que viesse tornar a vítima em acusado também. O que queremos dizer é que, contrariamente aos nossos dias, quando as vítimas ou agentes da lei possuem as mãos amarradas pela excessiva proteção ao criminoso, o direito de cada um de defesa de sua propriedade era algo abrigado, concedido e salvaguardado, na legislação mosaica. Vemos isso em Êxodo 22.2: "...se o ladrão for achado a minar e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue". 7. Aqueles que roubavam alimentos para satisfazer a fome, deviam ser tratados com clemência, mas mesmo assim, persistia a obrigação de restituir sete vezes o alimento que furtou do legítimo dono, uma vez que a própria constituição da sociedade já possuía a provisão para atendimento aos carentes, tornando desnecessário o furto, como vemos em Deuteronômio 24.19 a 21. Desta forma lemos em Pv. 6.30, 31: "...não se injuria o ladrão quando furta para saciar sua alma, tendo fome; mas encontrado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda da sua casa..". 8. Vemos então, em apenas um rápido exame das diretrizes bíblicas e um confronto destas com as opiniões que agora surgem, a sabedoria ali encontrada. Já há milênios antes de Cristo a Bíblia determinava punições pecuniárias, que o homem, a elas hoje chega, baseado na constatação empírica de que outras medidas não funcionam. Com efeito os encarceramentos prolongados, hoje aplicados, não produzem reabilitações, não são bem sucedidos em conservar o criminoso fora de ação e as prisões constituem-se, na realidade, em verdadeiras fábricas de criminosos piores e mais violentos. 9. O sistema bíblico de punição pecuniária é destinado a tornar o crime uma atividade não lucrativa. No que diz respeito àqueles criminosos que se recusavam a obedecer as autoridades constituídas, a sentença é a pena de morte. Lemos isto em Deuteronômio 17.12: "...o homem pois que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, o tal homem morrerá e tirarás o mal de Israel". [10] 10. Isto eqüivale a dizer que a condição de reabilitação na sociedade, para o criminoso primário, era total e absoluta. Indo na direção contrária à nossa sociedade, que coloca o criminoso iniciante enjaulado, em condições subumanas, como criminosos experientes " que se encarregam de formá-lo na escola do crime, o criminoso primário em Israel, pagando a indenização devida, estava pronto a se reintegrar na sociedade atingida pelos seus desmandos. Essa sociedade não deveria discrimina-lo de nenhuma forma, pois restituição havia sido efetivada. 11. Por outro lado, havia aqueles que se recusavam a obedecer, reincidindo no caminho do crime. A Bíblia reconhece a necessidade de proteger a sociedade desses elementos, mas não através do encarceramento " uma forma pseudo-humanitária, somente onerosa, imperfeita e impossível de produzir resultados. O sistema encontrado na Bíblia apresenta a efetivação desta proteção de uma forma radical, mas destinada a produzir frutos permanentes e a gerar a paz e a tranqüilidade em uma sociedade. Além disto, poderíamos falar no efeito didático, que a aplicação coerente e sistemática desta pena teria nos reincidentes em potencial. 12. Que diferença encontramos entre a forma de tratar o crime na sociedade de Israel e na filosofia e sistema empregados nos dias atuais! Em nossos dias, o crime prospera porque é lucrativo e porque corre impune, sendo isto também uma conseqüência da falta de adequação das penas impostas aos crimes cometidos. O sistema penal do Antigo Testamento previa não somente a adequação da penalidade aos crimes cometidos, mas a sua rápida aplicação. Lentidão da justiça é reconhecida até os dias de hoje como uma manifestação de injustiça. Nesse sentido, temos o registo apropriado da Palavra de Deus, em Eclesiastes 8.11:"Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal". 13. Obviamente não há a possibilidade da aplicação direta e total das Leis Civis prescritas por Deus ao estado teocrático de Israel, na sociedade atual. Nem podemos advocar a aplicação da pena de morte para todas as situações temporais prescritas na Lei Mosaica (como, por exemplo, pela quebra do sábado), pois destinavam-se a uma nação específica, dentro de específicas circunstâncias, e com propósitos definidos, da parte de Deus. Muitos dos princípios encontrados, naquela sociedade agrária, entretanto, são eternos e válidos até os dias de hoje e merecedores do nosso exame e estudo. A rapidez das sentenças; as penas pecuniárias e o peso econômico sofrido pelos infratores, em benefício das vítimas; a visão clara de quem é vítima e de quem é infrator, sem cometer a inversão de valores de considerar os criminosos "vítimas do sistema"; o apreço pela vida humana, acima de qualquer outra perda; o cuidado todo especial pela preservação de uma sociedade na qual liberdade também significasse ausência de violências e de ameaças trazidas por indivíduos incorrigíveis; o chamado constante ao bom senso e à preservação da lei e da ordem, não apenas com meras palavras, mas com duras penas contra os malfeitores; a ênfase, respaldada igualmente em penas severas, no respeito aos anciãos e às autoridades; são alguns desses princípios que deveriam estar presentes em qualquer sociedade. Juristas cristãos muito poderiam contribuir para um aprofundamento deste tema, penetrando a fundo na regulamentação da sociedade veto-testamentária e procurando uma adequação desses princípios às nossas condições. A questão de crimes, punições e determinações divinas está alicerçada no tema maior da Lei de Deus. Mas o que realmente significa este termo. O que a Bíblia tem a nos dizer sobre os seus diferentes aspectos? Seria difícil prosseguir em nossa caminhada, se não fizermos uma exploração, neste estágio, do significado da Lei de Deus, e da sua relevância aos nossos dias: