quarta-feira, 3 de abril de 2019

EU QUERO VIVER A VIDA DE DEUS.

Estudo Reconhecendo O Verdadeiro Chamado Feito Por Jesus Cristo.

Vamos aprofundar no estudo que nos dar a verdade sobre porque meu chamado é o mais importante de minha vida?
A todo tempo vamos ver Deus pedindo para que a Glória fosse dada unicamente a Ele,
A verdadeira visão do chamado.

Ev-Manoel Moura

“Quem põe a mão no arado e olha para trás, não está apto para o Reino de Deus.” (Lc 9,62)
Citação Bíblica talvez bem conhecida, mas pouco levada em conta. Seguir Jesus exige radicalidade traduzida em disposição para dizer sempre sim a sua vontade, que quase sempre nos surpreende e muitas vezes é contrária a nossa.
Pôr a mão no arado, sem olhar para trás, é questão de coerência, perseverança e fidelidade. Vimos muitos que gostariam de seguir o Mestre, mas envolvidos pela tentação de “olhar para trás”, têm a atitude de um daqueles primeiros servos chamados pelo próprio Jesus para segui-lo, Jesus disse: “Segue-me”. Este respondeu: “Permite-me primeiro ir enterrar meu pai” …um outro ainda lhe disse: “Eu te seguirei Senhor, mas deixa-me primeiro despedir-me de minha casa.” Jesus porém respondeu-lhe: “Quem põe a mão no arado e olha para trás, não está apto para o Reino de Deus.” (Lc 9,59 ss)
O Reino de Deus é exigente, não nos permite dar um passo pra frente e dois para trás. Acredito que seja por isso que os discípulos tiveram tanta dificuldades em responder prontamente ao chamado de Cristo e continuam tendo até hoje. Ele não promete vida fácil, nem riquezas a seus seguidores nesta Terra: “… o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.” (Lc 9,58), diz falando de si mesmo.
Somente uma experiência pessoal com o amor de Deus renovada a cada dia, nos faz caminhar alimentados pela esperança, expressa nesta outra passagem: “Quem perseverar até o fim, esse será salvo.” (Mt 10,22)


37 Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. 38 E aquele que não toma a sua cruz e não me segue, também não é digno de mim. …

Jesus disse: "Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo. E aquele que não carrega sua cruz e não me segue não pode ser meu discípulo" (Lucas 14:26-27).
Essas palavras de Jesus são surpreendentes, particularmente à luz dos Seus próprios dizeres sobre amar o nosso próximo e demonstrar amor também pelos nossos inimigos. O que elas significam? Elas não significam, como alguns têm entendido, que devemos simplesmente amar o pai ou a mãe menos do que a Jesus Cristo. Odiar algo ou alguém não significa "amar menos." O termo "ódio" na Bíblia nunca tem outro significado que não seja odiar.
As palavras de Jesus nos conduzem à realidade do pecado, a qual devemos odiar. Toda relação humana que Deus fez boa no princípio está agora corrompida e poluída pelo pecado do homem, seja a relação dos pais e filhos, seja a do casamento, ou qualquer outro tipo de relacionamento humano. Mesmo a nossa própria vida, tal como se mostra a partir do nosso nascimento, é corrompida e depravada. Se a nossa conduta em qualquer desses relacionamentos há de ser agradável ao Senhor, precisamos primeiro morrer para eles, odiá-los, pois que estão em pecado. Nós precisamos morrer para a nossa vida e odiar a sua raiz depravada. No sofrimento do nosso pecado precisamos nos voltar a Cristo. "Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo" (João 3:3). A graça de Deus que traz salvação opera em nós um novo nascimento. Como consequência desse novo nascimento, nós morremos para a nossa velha vida de pecado, morremos para a nossa própria vida, antes de tudo. Por meio disso nós também morremos a tudo que tenha relação à vida deste mundo, uma vez que ele jaz no pecado. Essa obra da graça traz uma separação entre os homens, uma separação espiritual entre aquele que ama a Deus e o mundo que O odeia.
Jesus disse, "Não pensem que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Pois eu vim para fazer que o homem fique contra seu pai, a filha contra sua mãe, a nora contra sua sogra; os inimigos do homem serão os da sua própria família" (Mateus 10:34-36). O evangelho cristão não traz uma paz e fraternidade universal terrenas, mas hostilidade, conflito espiritual entre o crente e o incrédulo. Por essa razão é que Jesus acrescenta que nós devemos carregar a nossa cruz se quisermos segui-Lo (Lucas 14:27). Ser cristão implica firmar-se pela causa de Cristo, mesmo contra a família e os amigos, e sofrer por Sua causa. De fato, somente em Cristo é que somos habilitados a caminhar retamente nos relacionamentos da vida. Nós precisamos morrer para eles, desde que residem no pecado, tal que possamos recebê-los sob uma nova forma em Cristo.
Como então os recebemos sob uma nova forma em Cristo? É em conexão a isso que Jesus ensina no versículo paralelo, "Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim" (Mateus 10:37). O amor de Cristo é um amor exclusivo. Ele é fundamental, e nós amamos outras pessoas de uma forma reta somente quando primeiro O amamos.
Isso pode implicar que nós precisemos repreender e chamar ao arrependimento amigos e amados, mesmo que em resposta eles nos abandonem. Isso pode implicar que pela causa de Cristo eu não possa gozar uma comunhão normal com membros da família em virtude do obstáculo entre nós e seu andar no pecado. Isso pode implicar que precisemos deixar, posto que o evangelho tenha sido corrompido, uma igreja confortável e familiar repleta de parentes e amigos. Nós precisamos amar a Cristo antes de tudo. Um cristão piedoso precisa estar pronto para sofrer a perda de todas as coisas pela causa do seu Senhor, até mesmo suportar a reprovação da família e dos amigos pela causa de Cristo, se for necessário. No entanto é também pelo buscar a Cristo antes de tudo, que Deus também vai operar arrependimento e conversão dos membros de uma família que Lhe aprouver trazer à salvação. Não concessões, mas o amor obediente a Cristo é que atrai os homens a Ele.
Você está agindo como um discípulo de Cristo? O que está em primeiro lugar na sua vida, o Senhor ou os seus vínculos terrenos? A sua vida e o seu proceder demonstram isso?



 Lucas 14:26 

“Se alguém deseja seguir-me e ama a seu pai, sua mãe, sua esposa, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até mesmo a sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo. 


Jesus está a caminho de Jerusalém. Virando-se para a multidão que o seguia, ele deixa claro que o caminho do seguimento é exigente e demanda renúncias. É uma opção radical. Nesse sentido, a proposta do discipulado não é para a multidão, a “massa”. A militância por vida plena é uma decisão para pessoas livres de tudo o que escraviza. Jesus diria que as pessoas que optam pelo reino são como o “fermento” que transforma a massa (Lucas 13,21). A decisão pelo reino não é de facilidades. Talvez seja por isso que poucas pessoas decidam seguir pelo caminho proposto por Jesus.
1. Seguir Jesus exige renúncias
1.1 Renunciar a família (Lucas 14,26)
Uma das cláusulas que Jesus estabelece para as pessoas que o querem seguir é desapegar-se dos laços afetivos com a família, da segurança que a família proporciona. A prioridade é o seguimento. A família é secundária. Conforme a comunidade de Lucas, Jesus usa o verbo “odiar” em relação aos familiares (Lucas 14,26). É palavra forte. Aqui, no entanto, odiar quer dizer colocar em segundo plano diante de algo prioritário. Para Jesus, as relações familiares não podem impedir a adesão ao projeto do reino. Este é a prioridade.
É Jesus mesmo quem nos dá o exemplo, ao dar preferência à missão. Quando sua mãe e seus irmãos querem vê-lo, Jesus afirma ter uma família mais importante. É a família de quem, como ele, vive o projeto do Pai. “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (cf. Lucas 8,19-21).
1.2 Renunciar os interesses pessoais (Lucas 14,26)
Outra condição exigida por Jesus é colocar os interesses pessoais, a própria vida, em segundo lugar diante da prioridade, que é o projeto do reino e sua justiça.
Nosso mundo estimula o individualismo, os desejos egoístas e o bem-estar individual. Jesus, no entanto, propõe como critério para segui-lo no caminho da cruz a busca do bem-viver coletivo, o serviço na gratuidade, a ajuda solidária na luta por uma sociedade justa. Em outras palavras, decidir pelas relações do reino é imitar o próprio mestre.
1.3 Renunciar os bens (Lucas 14,33)
Seguir Jesus supõe também ser totalmente livre diante dos bens. Exige estar desapegado de tudo, isto é, do orgulho e da competição, das seguranças e das ambições, de todas as formas de riqueza.
Optar pelo reino é colocar os bens a serviço da vida. E Jesus recorda mais de uma forma de como fazer com que os bens nos ajudem a ser “ricos para Deus” (cf. Lucas 12,21). Os bens geram vida quando partilhados (Lucas 12,33-34; 14,15-24; 18,18-23; 19,1-10) ou quando investidos a serviço do reino, isto é, de projetos que têm em vista a igualdade, tal como fizeram as mulheres que o seguiam desde a Galileia (Lucas 8,1-3).
Jesus quer ajudar-nos a não colocar os bens como o mais importante, transformando-os em ídolos que escravizam. “Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Lucas 16,13). E servir a Deus, à vida, é ser verdadeiramente livre.
2. Seguir Jesus requer novas atitudes
2.1 Tomar a cruz e seguir (Lucas 14,27)
Seguir as relações do reino e da sua justiça é estar disposto a carregar a cruz. É tomar decisões que requerem desapego e geram conflitos que levam ao desprendimento, a sofrimentos. É uma opção de vida que supõe riscos e exige renúncias. Que renúncias? Aqui, podemos lembrar as recusas do próprio Jesus. Primeiro, deixou sua família em Nazaré, priorizando a missão conferida pelo Espírito do Senhor no anúncio de uma boa notícia para os pobres (Lucas 4,16-31). Para priorizar o projeto do Pai, Jesus renunciou aos valores oferecidos por este mundo injusto, simbolizado pela figura do diabo. Diante dele, o nazareno rejeitou as riquezas, recusou o poder real e não aceitou a oferta de prestígio (Lucas 4,1-13).
Isso significa que, para seguir Jesus na radicalidade, é necessário ser uma pessoa livre, que não se deixa escravizar pela propaganda consumista e pela oferta de bens, poder e fama como sentido de vida.
2.2 Ser prudente e realista (Lucas 14,28-32)
Seguir o projeto do reino requer novas atitudes, exige que sejamos pessoas recriadas. Então, Jesus conta duas parábolas que ilustram o desafio para quem opta em segui-lo no caminho.
Na primeira (Lucas 14,28-30), ele mostra que o seguimento não é fruto de uma opção que se faz de uma hora para outra, mas é resultado de decisões bem pensadas, amadurecidas. Elas devem estar de acordo com a realidade de cada pessoa que quer assumir o discipulado na radicalidade. Somente assim pode haver fidelidade até o fim, evitando-se falsas ilusões, uma vez que não basta boa vontade. Diferente é uma decisão momentânea. Esta é como fogo de palha que logo se extingue e não persevera. Seguir Jesus é ser como o construtor de uma torre. Ele planeja sua obra e avalia se tem recursos para levar a obra até a sua conclusão.
Na segunda parábola (Lucas 14,31-32), Jesus apresenta o exemplo de um rei prudente ao se defender de outro rei que vem batalhar contra ele. A prudência leva a avaliar as condições que se tem para assumir a missão. É necessário ter sabedoria e humildade para assumi-la com coerência. É preciso também coragem e firmeza para suportar as consequências, as cruzes que resultam da opção pela justiça do reino. As parábolas insistem na clareza ao se fazer a opção em seguir Jesus na missão de viver as relações do reino.
E nós hoje
Certamente, as exigências de Jesus nos questionam quando nossa ação evangelizadora está voltada mais para as “massas” e não tanto para o “fermento”, isto é, o engajamento radical em favor da democracia, da justiça e da partilha, da gratuidade e da superação de preconceitos.
É evidente que Jesus não recusa ninguém. Ele mesmo acolheu com ternura um homem muito rico. Porém, não deixou de lhe mostrar que o caminho da felicidade passa pela partilha (Lucas 18,18-23). Também foi comer na casa de um ladrão confesso. Mas deixou claro que ele se tornaria discípulo do reino na medida em que devolvesse o que roubara e partilhasse outro tanto com os pobres (Lucas 19,1-10).
Com a narrativa da liturgia deste final de semana, a comunidade de Lucas quer encorajar as pessoas que, ainda hoje, decidem assumir fielmente o seguimento da proposta de Jesus. Quer animá-las a se manterem firmes diante das calúnias e das difamações, das perseguições por causa da justiça ou até da própria morte que vierem a sofrer por parte de indivíduos e instituições que servem às riquezas deste mundo.
Este evangelho nos convida a perseverarmos na fidelidade ao projeto do reino, custe o que custar, mesmo que a luta em favor da inclusão de mulheres, pessoas negras e pobres gere o ódio da Casa Grande contra nós. Importa que a vontade do Pai se torne realidade em nossas vidas (cf. Lucas 22,42). E isso será possível na medida em que abrirmos nossos corações ao mesmo Espírito que animou a missão de Jesus de Nazaré na intimidade com o Pai (Lucas 4,18).
Qual é a nossa atitude diante dessas condições exigentes que Jesus nos coloca? É de acolhida ou de indiferença? É de adesão ou de repulsa?


Mateus 19
28Jesus lhes respondeu: “Com toda a certeza vos afirmo que vós, os que me seguistes, quando ocorrer a regeneração de todas as coisas, e o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.

Eles não deviam procurar agora, mas em um período futuro.
Que vós tendes seguido a mim, na regeneração - Esta palavra ocorre apenas uma vez em outro lugar no Novo Testamento, Tito 3: 5 . Literalmente significa um novo nascimento ou nascer de novo. Aplicado ao homem, denota a grande mudança quando o coração é renovado, ou quando o pecador começa a ser um cristão. Este é o seu significado, claramente, na passagem referida em Tito; mas esse significado não pode ser aplicado aqui. Cristo não nasceu de novo e, em nenhum sentido apropriado, pode-se dizer que eles o seguiram no novo nascimento; mas a palavra também significa qualquer grande mudança, ou uma restauração de coisas para um estado anterior ou para um estado melhor. Nesse sentido, é provavelmente usado aqui. Refere-se àquela grande revolução - aquela restauração da ordem no universo - que o novo nascimento universal que ocorrerá quando os mortos ressuscitarem, e todas as coisas humanas forem mudadas, e uma nova ordem das coisas surgirá das ruínas do mundo. o velho, quando o Filho do homem vier a juízo. A passagem, então, deve ser lida, “Ye, que me seguiu, como recompensa no grande dia da ressurreição dos mortos, e da formação da nova e eterna ordem das coisas - o dia do julgamento, a regeneração. - seja honrado e abençoado em sinal.
Quando o Filho do homem se assentar no trono da sua glória - Isto é, para julgar o mundo. o trono de glória; significa trono glorioso ou um trono esplêndido. Não é para ser tomado literalmente, mas é usado para denotar seu caráter como um rei e juiz, e para significar a grande dignidade e majestade que será exibida por ele. Veja Mateus 24:30 Mateus 26:64 Atos 1:11 Atos 17:31 .
Sente-se em doze tronos - Isso é figurativo. Sentar-se em um trono denota poder e honra, e significa aqui que eles seriam distinguidos acima de outros, e seriam mais altamente honrados e recompensados.
Julgando as doze tribos de Israel - Jesus será o Juiz de rápido e morto. Ele somente está qualificado para isso, e o Pai deu todo o julgamento ao Filho, João 5:22 . Ser juiz denota posto, autoridade e poder. Os antigos juízes de Israel eram pessoas de distinta coragem, patriotismo, honra e bravura. Assim, a palavra vem a denotar não tanto um exercício real do poder de julgar, como a honra ligada ao ofício; e como reis terrenos têm aqueles ao seu redor dignos com honras e ofícios - conselheiros e juízes, assim Cristo diz que seus apóstolos ocuparão a mesma posição relativa no grande dia. Serão honrados por ele e por todos, como apóstolos, como tendo, em face da perseguição, deixado tudo; como tendo lançado as fundações de sua igreja, e suportado todas as perseguições do mundo.
As doze tribos de Israel - Este era o número das tribos antigas. Por este nome o povo de Deus foi denotado. Por esse nome, Jesus aqui denota seu povo redimido. Veja também Tiago 1: 1 , onde os cristãos são chamados as doze tribos. Aqui também significa, não os judeus, não o mundo, nem os maus, não que os apóstolos devam pronunciar sentença contra os inimigos de Deus, mas o povo de Deus, os redimidos. Entre eles, Jesus diz que seus apóstolos serão honrados no dia do juízo, quando reis terrestres ocuparem cargos oficiais e honrarem aqueles que os serviram simbolicamente. Compare as notas em 1 Coríntios 6: 2 .

Mateus 19:29 

Também todos aqueles que tiverem deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou terras, por causa do meu Nome, receberão cem vezes mais e herdarão a vida eterna. 
E todo aquele que deixou as casas 133; - Nos dias de Jesus, aqueles que o seguiram foram obrigados, em geral, a abandonar casas e lares e a frequentá-lo.
Em nosso tempo, muitas vezes não é necessário que devemos literalmente deixá-los, exceto quando a vida é dedicada a ele entre os pagãos; mas é sempre necessário que os amemos menos do que nós, que desistamos de tudo o que é inconsistente com a religião e que estejamos prontos para desistir de tudo quando ele exigir isso.
Para o meu amor de namelsquo - De anexo para mim. Marcos acrescenta: "e para os evangelhos", "" isto é, da obediência às exigências do evangelho e amor pelo serviço do evangelho.
Receberá uma centena de vezes - Marcos diz que "cem vezes agora neste tempo, casas, e irmãos, e irmãs", " Cem vezes significa cem vezes mais. Isso não deve ser entendido literalmente, mas ele dará o que valerá 100 vezes mais na paz, na alegria e nas recompensas da religião. Também é literalmente verdade que nenhum interesse temporal do homem é prejudicado pelo amor de Deus. Marcos acrescenta: "com as perseguições". Estes não são prometidos como parte da recompensa; mas em meio às suas provações e perseguições, eles devem encontrar recompensa e paz.
Se nos colocarmos diante de Deus, crendo que Ele pode e vai mudar minha direção quando estou ao seu favor, Ele vai nos dar sabedoria para exercer o chamado, assim no entregue.

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