terça-feira, 28 de maio de 2019

Vivendo Cristo em mim

-Tema: IGREJA

A verdadeira Igreja de Cristo

“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”

 Efésios 2.19

-Introdução: Hoje existem muitos tipos de igrejas para todos os gostos. Quem gosta de barulho ou de silêncio, tanto para os conservadores até aos mais modernos. Mas respeitando esta diversidade, qual seria a verdadeira Igreja de Cristo? A palavra Igreja (do grego EKKLESIA) tem o sentido de os chamados ou chamadores.  Portanto a Igreja é uma comunidade de pessoas que creem em Jesus como o Filho de Deus e se tornam membros desta família para caminharem juntos com Deus. Então a verdadeira Igreja de Cristo é uma família de fé e amor.

Porque preciso de uma igreja?

Vejamos alguns exemplos Bíblicos sobre a Igreja e sua importância:

 

1- O que nós somos de Cristo?   I Coríntios 12.27 “vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo”

A Igreja é o Corpo de Cristo. Há aproximadamente dois mil anos atrás, Jesus andou sobre a terra, falou e tocou em pessoas. Mas hoje o Senhor continua presente através de seu corpo que é formado pelos membros da sua Igreja. Através de nós, Jesus ainda fala e toca em muitas pessoas que precisam de alívio do seu poder.

Assim como um membro do nosso corpo não pode ser cortado e sobreviver, também na Igreja quando alguém sai do corpo, logo perde sua vida espiritual. Então é muito importante fazer parte de uma Igreja.

Mas como saber se tal igreja é parte do corpo de Cristo ou não? Simplesmente pelas suas obras ou “pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7.15). Se tal comunidade faz as obras que Jesus faria em corpo presente, então este é um verdadeiro corpo de Cristo.

Você faz parte do corpo de Cristo!

     

2- O que Cristo é para nós como igrejaEfésios 4.15 “seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”

Cristo é a cabeça da Igreja. Tudo que é feito na Igreja deve seguir a orientação de Cristo. Jesus é o Dono desta obra, a “igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue” (Atos 20.28). Então precisamos buscar ter a cada dia mais e entender que “nós, porém, temos a mente de Cristo” (I Coríntios 2.16).

Se uma pessoa em sua mente quiser fazer algo com um dos membros de seu corpo e este não obedecer, logo percebe que está doente. Do mesmo modo acontece com a Igreja quando a Cabeça que é Jesus manda seus membros fazer sua obra e não fazem é porque a Igreja está doente. Muitas comunidades sofrem de paralisia e raquitismo espiritual por não obedecer ao mandado de Jesus.

Em muitas igrejas existem pessoas que querem mandar em tudo e se esquecem de que a autoridade máxima no Corpo de Cristo é Jesus. Quando cada um quer fazer sua própria vontade, as coisas não acontecem na Igreja como Jesus queria que fosse. Mas quando todos entendem qual é o propósito de Deus e o obedecem, então se cumpre o que a cabeça manda.

Deixe Jesus ser a autoridade máxima em sua Igreja!

 

Você é a Igreja de Cristo!

-CONCLUSÃOHebreus 10.25 “Não deixando de congregar, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”.

Embora os evangélicos cresçam consideravelmente, devemos nos preocupar com o grande número de ex-evangélicos que tem sido cada vez maior. Se Cristo é a cabeça e a Igreja é o Corpo, então assim como você não vê um corpo andando sem cabeça, também não pode ver um crente sem igreja.

Precisamos de uma igreja porque precisamos aprender e crescer juntos na presença do Senhor e receber os sacramentos que só a igreja está autorizada a dar. Na Igreja podemos viver em família, mesmo com os problemas de convivências peculiares de uma família. Mesmo assim é melhor estar em família do que sozinho.

Deus tem uma família de fé esperando você!

sábado, 4 de maio de 2019

O falso e o verdadeiro discipulo


João 6
14 Vendo, pois, aqueles homens o milagre que Jesus tinha feito, diziam: Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo.
15 Sabendo, pois, Jesus que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte.
16 E, quando veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar.
17 E, entrando no barco, atravessaram o mar em direção a Cafarnaum; e era já escuro, e ainda Jesus não tinha chegado ao pé deles.
18 E o mar se levantou, porque um grande vento assoprava.
19 E, tendo navegado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram a Jesus, andando sobre o mar e aproximando-se do barco; e temeram.
20 Mas ele lhes disse: Sou eu, não temais.
21 Então eles de boa mente o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam.
22 No dia seguinte, a multidão que estava do outro lado do mar, vendo que não havia ali mais do que um barquinho, a não ser aquele no qual os discípulos haviam entrado, e que Jesus não entrara com os seus discípulos naquele barquinho, mas que os seus discípulos tinham ido sozinhos
23 (Contudo, outros barquinhos tinham chegado de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças).
24 Vendo, pois, a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, entraram eles também nos barcos, e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus.
25 E, achando-o no outro lado do mar, disseram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui?
26 Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes.
27 Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.
28 Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?
29 Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.
Nos versículos 1 a 14 do capítulo 6 do evangelho de João, Cristo realiza o milagre de alimentar uma multidão de muitas milhares de pessoas.
Antes de alimentar essas pessoas, ele tinha se gastado em ensiná-los durante todo o dia e em curar muitas enfermidades.
Ele se envolveu no atendimento de suas necessidades físicas, em termos de doença, as suas necessidades espirituais, em termos de ensino, e também alimentando-os no final do dia, quando eles estavam com fome.
Eles ficaram tão impressionados, que no versículo 14 eles disseram: “Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo?”
O profeta mencionado por Moisés em Deuteronômio 18:15 e que a Ele se deveria ouvir. Eles concluíram: Jesus era aquele profeta.
Em outras palavras, eles estavam prontos para receber Jesus como o Messias, como seu Libertador, com base no que eles tinham visto fazer e ouvi-Lo dizer.
Em vez de cair em adoração diante dele, eles decidiram que queriam usá-lo.
Eles tinham seus próprios fins egoístas. Eles pensaram em Jesus como um tipo de um “gênio da lâmpada mágica!”.
E logo queriam fazê-Lo rei à força e tê-lo com um líder numa revolução contra Roma.
Não havia nada de adoração. Não havia nada de arrependimento. Não havia nada de um grito de misericórdia.
Era como se eles dissessem: “Venha conosco, temos algo para você fazer”.
Mas Jesus não é o “gênio da lâmpada mágica” de ninguém.
Eles estavam vazios. Eles estavam cegos. Eles eram egoístas. Eles não estavam arrependidos. Eram caçadores de emoção.
Eles imaginaram terem encontrado alguém que pudesse fazer coisas extraordinárias e usar isto a favor deles.
Nunca se deixe enganar por uma aparente honra a Cristo, que elogia seus preceitos e despreza a Sua cruz.
Jesus conhecia a mente daquela multidão que se dizia seus seguidores e “sabendo que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte”.
Jesus não é um realizador das fantasias dos homens. Ninguém usa a Deus. Ninguém usa a Cristo.
I Samuel 4, relata uma batalha de Israel contra os filisteus.
Israel estava em pecado, imoralidade, em idolatria e tinha abandonado a Deus. E os filisteus estavam ganhando a guerra.
O que eles pensaram? “Tragamos de Siló a arca da aliança do Senhor, e venha no meio de nós, para que nos livre da mão de nossos inimigos” (v.3).
Para eles, a arca da aliança seria algo como um talismã divino mágico, que ele poderiam usá-lo da forma que pensassem.
E você sabe o que aconteceu? Os filisteus venceram a batalha e roubaram a Arca.
Ninguém usa Deus. Cristo não veio para satisfazer os caprichos, fantasias e desejos dos homens.
Muitos que dizem amar a Jesus, na verdade este amor está vinculado ao que Ele fez ou pode fazer por eles.
Mas quando Ele mostra o caminho da cruz há uma hostilidade aberta. O amor é falso. Jesus nunca se compromete com o falso discípulo.
Marcos 6
45 E logo obrigou os seus discípulos a subir para o barco, e passar adiante, para o outro lado, a Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.
46 E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar.
Jesus não somente se apartou daquela multidão dotada de um falso amor e de uma falsa fé, como também afastou seus discípulos daquele lugar.
Ele sabia que tinha de fugir da multidão e também sabia que os discípulos tinham que se apartar dali, porque teria sido possível os discípulos se envolverem com o entusiasmo carnal daquela multidão.
E aqui nota-se as marcas do verdadeiro discípulo.
O verdadeiro discípulo é obediente
Primeiro de tudo, veremos que o verdadeiro discípulo é obediente, versículo 16: “E quando a noite veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar.” Eles tinham ouvido a ordem de Jesus de se apartarem daquele lugar e irem para Cafarnaum.
E eles entraram em um barco e atravessavam o mar em direção a Cafarnaum. E era já escuro e Jesus não tinha chegado a eles.
Eles certamente não entenderam o motivo que levou Jesus a dar-lhe aquela ordem. Mas obedeceram.
Eles não questionaram: “Por que isto Jesus?”. “Por que não vais conosco?” Eles tiveram uma confiança sem hesitação e inquestionável obediência.
A verdadeira obediência não espera nenhuma explicação. Não faz perguntas questionadoras a Deus. Apenas crê em Deus e cumpre sua vontade.
A Bíblia não foi um livro escrito para dar explicações aos homens, mas para revelar Deus e a sua perfeita vontade.
Não é uma questão de: “Eu não entendo isso” é uma questão de: “Eu vou fazer isso”. É uma questão de não a minha vontade, mas a tua, por mais misteriosa que ela seja para mim.
E esse é o cerne do discipulado: a obediência que não faz perguntas, a obediência que não espera por nenhuma explicação e uma obediência cega que crê plenamente em quem ordenou fazer.
John Payton era um jovem estudante na Inglaterra. E ele não sabia exatamente onde Deus queria que ele fosse, mas ele sentiu um chamado para o campo missionário.
Ele estava recentemente casado. Deus o conduziu para as ilhas New Hebrides, um lugar habitado por canibais.
Vários meses se passaram e um dia sua esposa deu à luz um bebê. Duas semanas depois, o bebê contraiu uma doença tropical e morreu.
E um dia depois sua esposa morreu e ele enterrou os dois lado a lado na frente do pequeno alpendre que ele havia construído.
Ele dormiu nas sepulturas por três noites para impedir que os nativos desenterrassem os corpos e os comessem.
Ele desabafou: “Até que ponto a obediência vai, Deus? O que o Senhor quer de mim?”
Tempos depois ele conseguiu se comunicar com o primeiro nativo daquela ilha. Ali ninguém falava seu idioma.
John Payton ficou naquelas ilhas por 35 anos. E no final de 35 anos, disse em sua biografia: “Eu não sei de um único nativo que não tenha feito uma profissão de fé em Jesus Cristo.”
Um homem que obedeceu sem hesitação. O custo não é a questão, a obediência é.
O verdadeiro discípulo deseja a presença de Cristo e não seus feitos
Há uma segunda virtude do verdadeiro discipulado: Eles desejavam a presença de Cristo.
Se eu seguir o meu Mestre, eu quero estar onde Ele está. Se eu sou um discípulo de Cristo, eu quero estar com meu Senhor.
O verdadeiro discípulo não diz: “Jesus, faça um milagre”, e, “Jesus, me mostra uma maravilha”.
Ele apenas diz: “Contanto que você esteja aqui, isso é tudo que eu preciso”. Isso é um discípulo.
Ele não se importa tanto com o poder de Cristo, ele só quer sua presença.
Eles se fatigavam em remar, porque o vento lhes era contrário, até a quarta vigília da noite (Mc 6:48).
Os discípulos enfrentaram a tempestade no mar da Galiléia durante toda a noite. Mas eles desejavam estar com Jesus, e isto os fazia prosseguir obedecendo aquilo que Jesus tinha ordenado a eles. O resultado de tudo era que eles estariam com Jesus novamente.
Pedro, por exemplo, queria sua presença. Ao longo do capítulo 6, versículo 67 diz: “Então Jesus disse aos Doze: ‘vocês também querem vai embora?’ E Simão Pedro disse: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. Acreditamos e temos a certeza de que Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”
Mateus 14
26 E os discípulos, vendo-o andando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo.
27 Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais.
28 E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas
29 E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus.
30 Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!
Eles se assustaram. Esqueceram-se dos milagres de Cristo. Pensaram ser um fantasma.
Mas, quando Pedro viu que era Jesus, logo pensou: “Se é o Senhor que está lá, eu quero estar lá.”
Pedro quis tanto o lugar onde Jesus estava que ele sequer viu as circunstâncias.
O verdadeiro discípulo só quer estar onde Ele está. É o suficiente para Ele.
O verdadeiro discípulo é um adorador
Mateus 14
32 E, quando subiram para o barco, acalmou o vento.
33 Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.
E aqui temos a terceira característica de um verdadeiro discípulo. O número um é obediência, número dois é um desejo de Sua presença, número três, adoração.
Eles inclinaram-se em uma verdadeira adoração, humildade, sentido de pecado, uma sensação de fragilidade, um sentimento de miséria, um sentimento de inadequação, uma sensação de relativa obscuridade, caindo aos pés de Cristo em adoração. Essa é a verdadeira adoração.
Se você realmente ama a Jesus você não precisa ver Seus milagres. Não precisa ver qualquer super poder expresso por Cristo. Tê-lo perto de você é o suficiente… para adorá-lo.
O falso discípulo não ama a obediência
Os versículos de João 6:22 a 29 demonstram o caráter do falso discípulo.
Enquanto o verdadeiro discípulo é obediente, centrado em Cristo e apenas Sua presença é suficiente para levá-lo a uma adoração verdadeira, o falso discípulo é exatamente o oposto.
Um falso discípulo é desobediente. Ele não quer a presença de Cristo, ele quer o Seu poder. Ele não adora a Cristo, mas a si mesmo.
Jesus havia despedido a multidão (Mc. 6:45). Cristo disse-lhes para eles irem embora. Mas eles estavam lá. Bem, isso é apenas uma característica dos falsos discípulos, eles não obedecem
Agora eles estão tentando descobrir onde está Jesus. Eles conversavam entre si: “Este é o profeta de que Moisés falou, faremos dele Rei.”
Eles deveriam ter ido há muito tempo. Mas eles estavam sentados lá, coçando a cabeça e dizendo: “Onde está Jesus? Para onde ele foi?”
Alguns da multidão se dispersaram, só havia uma porção remanescente, os desobedientes.
João 15
14 Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
Eles entraram em barcos e foram atrás de Jesus. Mas a busca deles tinha uma motivação errada.
Eles procuraram a Jesus porque queriam usá-lo para fazer algo para eles.
Eles eram falsos buscadores. Eles não queriam obedecer. Eles queriam que Jesus obedecesse a eles.
Um verdadeiro discípulo é caracterizado por amar a obediência. O falso é caracterizado por não amar a obediência.
O falso discípulo deseja os feitos de Cristo e não a Cristo
Eles encontram Jesus e o interroga: “Como chegastes aqui?” Jesus não responde que caminhou sobre as águas.
Jesus não compartilha seu poder com falsos discípulos. O discípulo falso quer apenas seus milagres e permanecem vazios.
Esse é o caráter de um falso discípulo, em oposição à verdade: Eles não desejam a Cristo, eles querem algo para sua própria satisfação.
Jesus disse a eles: “Na verdade, na verdade vos digo que me buscais porque comestes do pão e vos saciastes” (João 6:26).
Eles não podiam sequer ver a pessoa de Jesus Cristo, tudo o que podiam ver se limitavam as pretensões de seus estômagos.
Esta palavra “saciastes” usada por Jesus é o grego “chortos”, que significa grama ou feno.
Você sabe o que Jesus diz a eles? “Vocês são como um monte de animais irracionais que encheram o estômago e estão de volta para mais uma carga”.
O falso discípulo quer tudo o que ele pode obter de Cristo, o verdadeiro discípulo dá tudo o que tem.
O falso discípulo é um falso adorador
Ele diz: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas para a comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará” (João 6:27).
E somente Jesus Cristo pode satisfazer a fome de uma alma. Ele é o pão da vida.
Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus? (João 6:28)
Eles estão dizendo: “Como você faz esses truques de fazer comida? O que temos que fazer para ter esse poder, para ter este alimento constante?”
É algo marcante no falso discípulo: “O que devemos fazer? o que funciona? Tudo em torno de fazer algo e obter resultados.
Mas Jesus esmaga suas ambições: “Esta é a obra de Deus: Crer naquele a quem o Pai enviou”.
E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede (João 6:35).
Eles pensaram mais uma vez em seus estômagos: “Como nos pode dar este a sua carne a comer?” (João 6:52)
Eles passaram a estranhar tudo o que Jesus estava lhes dizendo.
Eles queriam ouvir aquilo que traria satisfação material. Jesus lhes falava de coisas espirituais.
Aquilo ficou cada vez mais insuportável. Finalmente eles exclamaram: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (João 6:60)
Resultado? “Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele”. (João 6:66)
João 6
67 Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?
68 Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.
69 E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.
Se você é um verdadeiro discípulo você é obediente.
Se você é um verdadeiro discípulo você quer apenas a presença do Senhor.
Você só quer estar onde Ele está.
Se você é um verdadeiro discípulo você é um verdadeiro adorador.
Por outro lado, se você é um falso discípulo você é desobediente.
Se você é um falso discípulo você não se importa muito sobre a pessoa de Cristo, você só quer o que Ele pode fazer por você.
Você realmente não quer adorá-Lo, você adora a si mesmo.

Postagem em destaque

VIVA SUA VIDA EM CRISTO