terça-feira, 23 de junho de 2020

A paz seja convosco Amém 23/06/2020 Ev-Manoel Moura


 Em quem creio no meu Deus ou na minha luta?  Baseado no livro de 1 Samuel 17 A hist√≥ria de um menino que talvez era desprezado por todos, pela sua estatura ou idade n√£o sei, o que sei √© que foi ele quem mostrou a todos que Deus est√° com quem confia nele.  Pela narrativa de 1-Samuel 17, Davi era e est√° imposs√≠vel de vencer Golias, porque? Olhe a altura de Golias, obs. suas armas, veja como ele falava para amedrontar o povo de Deus, ali√°s, um povo que se dizia de Deus mais n√£o confiava em Deus tanto assim.  Perto de Golias, com a estatura que tinha, as armas que usava, Davi estava a ponto de morrer, mias n√£o √© a estatura, nem quais quer tipo de arma feita pelo homem que pode parar um ungido de Deus. Ele veio a Davi, com lan√ßa, espada e escudo, Davi por sua vez n√£o usou nem uma armadura humana, nem arma alguma que o homem tivesse trabalhado para batalha em guerras.  Davi apenas com um badogue, (um estilingue) mostra que basta est√° com Deus, clamar a Deus, cr√© em Deus. Davi disse, voc√™ vem a mim com espadas e porretes, mais em venho em nome do SENHOR dos Ex√©rcitos.   Pode se levantar o mundo inteiro contra voc√™, podem vim a voc√™ com todas as armas humanas, se voc√™ tem a certeza que est√° com Deus e ele com voc√™, basta avan√ßar.   Conforme Daniel 6, os inimigos te julgam, procuram todos os tipos de art√≠fices para que voc√™ seja envergonhado diante de todos, mais se voc√™ permanece fiel a Deus, nada por te tocar, ele fecha boca de le√Ķes, esfria fogo mesmo queimando s√≥ para provar que est√° contigo.   Roupas lindas, belas veste, n√£o te diz que √© um servo de Deus, porque assim se encontravam os soldados do rei Saul, de dana adiantou, o que basta mesmo que ter intimidade com o esp√≠rito Santo. Todos na cidade agrumerados planejado o ataque de uma guerra e Davi, no campo, cuidando do rebanho e adorando a Deus com sua harpa.   Deus usa a quem est√° esquecido aos olhos humanos e deixa no esquecimento os que se julgam se exaltar diante de outros.   #FOR√áAFOCOEF√Č 

terça-feira, 16 de junho de 2020

Permita-se ouvir a voz do Todo-Poderoso ( DEUS)

Estudo sobre ÊXODO 11

Porque Deus tem um povo que verdadeiramente lhe obedecem

(E esse é o povo escolhido)

 

ÊXODO 11

INTRODUÇÃO

Encerramos o cap√≠tulo 10 de √äxodo vendo Mois√©s e o Fara√≥ trocando suas √ļltimas palavras. Os tr√™s primeiros vers√≠culos do cap√≠tulo 11 interrompem esta conversa a fim de nos fornecer algumas informa√ß√Ķes necess√°rias. No vers√≠culo 4, essa √ļltima entrevista entre Mois√©s e o Fara√≥ √© resumida.

I. MAIS UMA PRAGA – VERS√ćCULO 1

Que tolice é para o homem mortal desobedecer a Deus. Faraó aprendeu que o cumprimento da vontade de Deus não pode ser impedido e nem mesmo abandonado (compare Êxodo 5:2 com Êxodo 12:31-32). O Senhor sabe como humilhar o teimoso e vencer a fraca resistência do homem (Isaías 14:27).

Deus poderia ter feito isto antes e poupado tempo. Entretanto, Ele √© um soberano long√Ęnime que deu ao Fara√≥ a oportunidade para obedecer e assim evitar esse terr√≠vel julgamento. Ao fazer assim, o Senhor revelou a Sua miseric√≥rdia, exp√īs a maldade do cora√ß√£o do homem e deixou registrado o Seu magnificente poder.

II. O DESPOJAMENTO DO EGITO – VERS√ćCULOS 2-3

Israel deveria se preparar para o √™xodo tomando emprestado as riquezas dos Eg√≠pcios. A admira√ß√£o que os Eg√≠pcios tinham por Mois√©s fez com que suas solicita√ß√Ķes fossem atendidos e desta maneira a promessa de Deus fosse cumprida (G√™nesis 15:14, √äxodo 3:21). Deus sempre pode abrir as portas para o Seu povo.

Algumas pessoas têm ficado incomodadas com a idéia de Israel ter tomado emprestado sem pagar. Além do fato de que somente Deus é o dono de toda a Sua criação e pode dispor disso como lhe agrada, devemos considerar os seguintes fatos:

1. A palavra hebraica traduzida como “emprestar” significa “pedir” ou “requisitar” e n√£o quer dizer necessariamente que h√° uma promessa de pagamento.

2. Israel havia enriquecido o Egito sem receber sal√°rios.

3. Ao deixar o Egito, o povo de Deus deixou suas casas e terras para serem tomadas pelos Egípcios.

III. UM TERR√ćVEL JULGAMENTO – VERS√ćCULOS 4-6

Deus √© long√Ęnimo, mas a rebeli√£o cont√≠nua trar√° o dia da ira (Prov√©rbios 29:1). O primog√™nito era a esperan√ßa, for√ßa e herdeiro da fam√≠lia. Nenhuma fam√≠lia do Egito estaria isenta. Desde a mans√£o at√© a cabana, ningu√©m escaparia da visita do anjo da morte. O mundo s√≥ presenciou uma noite como est√° apenas uma vez. Imagine se isso ocorresse em nosso pa√≠s. A sofrimento estaria em todo lugar! Quando o homem se recusa a ouvir, Deus sabe como falar de maneira que ele ou√ßa.

IV. A SEGURAN√áA DO POVO ESCOLHIDO DE DEUS – VERS√ćCULO 7

Nenhum israelita morreu. Nem mesmo houve o barulho do latido de um cachorro contra o povo de Deus naquela noite. Por natureza eles não eram melhores do que os Egípcios. Foi a graça da eleição e da redenção que fez a diferença. Há segurança em Jesus Cristo. Que quadro! Toda a nação eleita segura e todo o restante sob julgamento. Nisto Israel foi uma figura dos eleitos e de todos os santos comprados pelo sangue em todas as épocas.

V. FARA√ď ENDURECIDO – VERS√ćCULOS 8-10

No versículo 8, Faraó é informado de que todo o Egito logo se arrependeria de sua determinação de manter Israel sob escravidão. Moisés ousadamente fala as palavras de Deus ao Faraó e saia demonstrando uma justa indignação. (O endurecimento do coração do Faraó foi visto numa lição anterior).

Intentado a ser cruel, Far√£o n√£o abre m√£o de sua cre√ßa a deus min√ļsculos como os deuses do Egito, quando se ver perdido, por um momento ele abre m√£o do povo de Deus para que saia e v√° adorar seu Deus no monte, mais a ideia dele √© que o povo v√° e volte, mais a vontade de Deus era que fosse embora de vez.

Vamos analisar o capitulo 11 de Êxodo, existe aqui algumas regras, ordens de Deus com seu mandamento já preanunciado, que seu povo deveria estar onde ele preparou para estar, Canaã, terra que mana leite e mel.

Tudo que Deus prepara para seu povo é perfeito, todos os povos estranhos tem inveja do povo de Deus, mais o pior que existe muitos ainda do povo de Deus apegado ao Egito, assim como no Egito existia muitos Egípcios apegado ao povo de Deus e por isso, foram embora junto ao povo escolhido de Deus, por ver tanto Poder em um Deus só, enquanto eles adoravam vários e não fizeram nada para livra eles das pragas.

No √ļltimo dia vai ter muita surpresa! Porque quem pensa que √©, n√£o √©, quem pensa que vai n√£o vai ( o destino √© o C√©u a terra Celestial do PAI.

 




sexta-feira, 12 de junho de 2020

CARACTER√ćSTICAS DO CRENTE VERDADEIRO

Caracter√≠sticas do crente verdadeiro 
EU E O ESP√ćRITO SANTO  
 Texto b√°sico:  1 Jo√£o 2.1-6 Texto devocional:  G√°latas 5.16-26 Vers√≠culo-chave:  1 Jo√£o 2.6 “Aquele que diz que permanece nele, esse deve tamb√©m andar assim como ele andou” Alvo da li√ß√£o: Partindo de uma reflex√£o sobre a excel√™ncia da pessoa e obra de Cristo, levar o aluno a pensar na import√Ęncia de uma vida crist√£ digna do evangelho de Jesus, incluindo um exame de sua vida di√°ria como reflexo de sua salva√ß√£o. Leia a B√≠blia diariamente S – 1Jo 2.1-6 T – Cl 1.13-23 Q – Fp 1.27-30 Q – Ef 4.25-32 S – Ef 5.15-21 S – Gl 6.11-17 D – Mt 13.24-30   Introdu√ß√£o Uma das hist√≥rias contadas pelo Senhor Jesus que todos conhecemos muito bem √© a “par√°bola do joio” (Mt 13.24-30). Descobrimos nessa par√°bola que n√£o √© tarefa f√°cil separar o crente verdadeiro do falso. S√£o t√£o pa¬recidos que h√° o risco de algu√©m tentar separ√°-los e se enganar, de modo que apenas no tempo de Deus, mediante a apresenta√ß√£o dos frutos, √© que o julga¬mento acontecer√°. A grande quest√£o est√° no fato de que as caracter√≠sticas do crente verda¬deiro n√£o s√£o externas, mas trata-se de uma atitude de cora√ß√£o, de uma mudan√ßa de mente, da maneira como se relaciona com o Senhor Jesus. O ver¬dadeiro crente procura ser semelhante a Jesus. O texto da li√ß√£o de hoje nos ajuda a examinar exatamente essa dimens√£o do car√°ter crist√£o que se manifesta no relacionamento do crente com Jesus. I. Crentes sabem quem √© Jesus (1Jo 2.1) O conhecimento de Jesus tem m√ļltiplas faces e implica√ß√Ķes. Ele √© muito mais do que aquilo que se pode revelar em apenas um verso da B√≠blia. Da mesma forma como uma dona de casa tem muitas vasilhas e muitos temperos e, no momento de preparar um prato delicioso, n√£o usa todas as vasilhas nem todos os temperos, mas apenas aqueles de que precisa para pro¬duzir o sabor que deseja, assim tamb√©m o crente conhece Jesus e √© aben√ßoado pela qualidade necess√°ria a cada mo¬mento de sua vida. Ele √© o “socorro bem presente” (Sl 46) na hora da ang√ļstia, a for√ßa na fraqueza, a companhia na solid√£o, a paz em tempo de guerra. Ele √© o Advogado junto ao Pai no momento do nosso pecado. Enquanto fomos separados de Deus por causa de nossos pecados, Ele √© aquele que est√° junto ao Pai. Enquanto somos injustos, Ele √© “o justo”. N√£o ape¬nas justo, mas Ele √© tamb√©m justo “para nos perdoar” (1Jo 1.9), √© aquele que jus¬tifica, pois “nenhuma condena√ß√£o h√° para os que est√£o em Cristo Jesus” (Rm 8.1). Ainda que nos reconhe√ßamos pecadores, somos exortados a que n√£o pequemos. Isso significa que, mesmo sendo pecador, o crente n√£o vive na pr√°tica deliberada do pecado, porque o seu desejo √© viver na luz e agradar Aquele que o chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. Ainda assim, quem “pensa estar em p√© veja que n√£o caia” (1Co 10.12). Continuamos com a possibilidade de pecar. A pessoa que n√£o chegou ao co¬nhecimento da verdade n√£o tem solu√ß√£o para o problema do pecado. Ela ignora que est√° pecando ou continua no pecado, fazendo do ato pecaminoso uma pr√°tica natural de vida, ou luta contra o pecado com armas in√ļteis – recursos inade¬quados como boas obras, rezas, esfor√ßo pessoal ou qualquer outro. O crente sabe que Jesus √© o Advogado – aquele que √© “chamado para o lado”, nosso intercessor junto a Deus ( Jo 14.16,25; 15.6; 16.7). Como lembra o Dr. Shedd, “a intercess√£o de Cristo √© a aplica√ß√£o cont√≠nua de Sua morte para nossa salva√ß√£o”. O crente sabe quem √© Jesus! II. Crentes confiam naquilo que Cristo fez (1Jo 2.2) O justo, Jesus Cristo, √© tamb√©m a propicia√ß√£o pelos nossos pecados. Foi o sangue de Jesus, vertido pelos nossos pecados, que tornou poss√≠vel a propicia√ß√£o. 1. Suficiente para o meu pecado O termo propicia√ß√£o √© bastante ligado √† ideia de propiciar, ou tornar poss√≠vel. No caso b√≠blico, propiciat√≥rio √© o lugar onde os pecados eram expiados ou removidos. Em Romanos 3.25, somos informados que “Deus prop√īs, no seu san¬gue (de Jesus), como propicia√ß√£o, mediante a f√©, para manifestar a sua justi√ßa, por ter Deus, na sua toler√Ęncia, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos”. Deve-se observar novamente a √≠ntima liga√ß√£o en¬tre a justi√ßa ( Jesus √© o justo – 1Jo 2.2) e a propicia√ß√£o. Atrav√©s da morte de Cristo, Deus remove os pecados do Seu povo, n√£o apenas simbolicamente como no ritual de Lev√≠tico 16, mas em fato e realidade, limpando a consci√™ncia do homem e eliminando sua culpabilidade perante Deus (veja o coment√°rio da B√≠blia Vida Nova para Rm 3.25). O crente honra a Deus n√£o apenas no ato de buscar o Seu perd√£o, mas tamb√©m na disposi√ß√£o consequente e continuada de perceber-se perdoado. Ainda que o inimigo use in√ļmeros ar¬tif√≠cios para fazer-nos lembrar de nossa indignidade (e de fato somos indignos!), ou mesmo de nossa hist√≥ria passada (inclusive maldi√ß√Ķes ou traumas), sabemos muito bem que, da mesma forma como o bode emiss√°rio (de Lv 16) era enviado para levar o pecado do povo para o deserto, tamb√©m o Senhor levou sobre Si as nossas transgress√Ķes (Is 53.4) e lan√ßou nossos pecados “no fundo do mar”. Sabemos que o sacrif√≠cio de Cristo √© suficiente para remover toda a culpa, de modo radical e completo. 2. Suficiente para o pecado do mundo todo O lembrete inclu√≠do no verso 2 √© maravilhoso: “n√£o somente pelos nossos pr√≥prios, mas ainda pelos do mundo in¬teiro”. O fato insistentemente lembrado na B√≠blia e pelo cristianismo em todos os tempos √© que Deus amou ao mundo ( Jo 3.16), e que foi por isso que Ele deu o Seu Filho para morrer na cruz. N√≥s, os crentes em Cristo Jesus, precisamos ser relembrados constantemente de que o amor de nosso Senhor √© maior do que nosso ego – que Ele ama tamb√©m o descrente, aquele que mora perto de n√≥s e aquele que est√° mais distante: “todo aquele que nele cr√™ n√£o pere√ßa, mas tenha a vida eterna”! ( Jo 3.16) O outro lado dessa verdade √© que podemos e devemos proclamar essa mensagem para cada pessoa do mundo. Tendo confian√ßa no que Ele fez, somos desafiados a um envolvimento absoluto com a obra de evangeliza√ß√£o e de miss√Ķes. Essa √© a raz√£o por que somos “evang√©li¬cos”: fomos alcan√ßados pelo evangelho e pregamos o evangelho – as Boas-Novas de salva√ß√£o de que Cristo morreu e res¬suscitou, e de que Nele h√° salva√ß√£o para todo pecador – do mundo todo.   >> √öltimas – sua revista semanal online | assine gratuitamente <<     III. Crentes fazem o que Cristo manda (1Jo 2.3-6) O padr√£o de vida santa n√£o √© um pre√ßo pago para comprar a salva√ß√£o, e nem mesmo um complemento para isso (j√° que Jesus √© suficiente, e nada est√° faltando em Sua obra propiciat√≥¬ria). Do outro lado, essa vida santa √© um resultado obrigat√≥rio da natureza da obra de Cristo na vida do crente. Guardar os mandamentos de Cristo √© o sinal evidente que acompanha todo o crente verdadeiro – √© o fruto que se espera como resultado da semente do evangelho que nasceu em nosso cora√ß√£o. Aquele que se diz crente e vive em pecado √© semelhante a um produto de marca falsificada que traz a etiqueta, imita o original, mas n√£o tem a qua¬lidade e a durabilidade dele. Al√©m de enganar o comprador, esse produto dep√Ķe contra o controle de qualidade da marca falsificada. Essas pessoas, joio no meio do trigo, est√£o inevitavelmente no mesmo campo de a√ß√£o dos crentes verdadeiros, s√£o perfeitas imita√ß√Ķes, mas vivem de forma pecaminosa. Paulo lembrava aos judeus que, devido √† ma¬neira desregrada como viviam mesmo na condi√ß√£o de “povo de Deus”, eles acabavam fazendo com que o nome de Deus fosse “blasfemado entre os gentios” (Rm 2.24). Infelizmente, ainda nos dias atuais, a vida indigna de muitos de n√≥s acaba por desonrar o nome de nosso Senhor (e havemos de prestar contas a Deus por isso!). O outro lado da verdade tamb√©m √© proclamado nesse texto: quando o crente obedece aos mandamentos de Cristo, ele demonstra de forma exuberante os feitos de Deus em sua vida. Na linguagem b√≠blica, o amor de Deus √© aperfei√ßoado nele. Esse crente √© “o bom perfume de Cristo”, “embaixador de Deus”, como se Deus falasse por interm√©dio dele. A evid√™ncia mais clara que o mundo pode ver como demonstra√ß√£o do poder do evangelho √© a maneira santa e justa como voc√™ e eu vivemos. N√≥s somos as cartas vivas para o mundo! Crente que √© crente de verdade permanece em Cristo. Cristo est√° junto ao Pai (v.1), e o crente tem de andar como Ele andou (v.6). Da√≠ o texto b√≠blico dizer que a mensagem que ouvimos e anunciamos √© para que mantenhamos comunh√£o com o Seu povo, e “a nossa comunh√£o √© com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 1.3). En¬quanto nossos pecados nos separam de Deus, o fato de estarmos em Cristo nos aproxima de Deus, “derrubando a parede da inimizade” e permitindo uma vida de comunh√£o com Deus (cf. Cl 1.21-23). Conclus√£o O crente verdadeiro tem in√ļme¬ras raz√Ķes para se alegrar. N√£o √© sem motivo que ele louva e exalta o Senhor constantemente. S√≥ aquele que sabe quem Cristo √©, que conhece Suas obras e aprendeu a viver em obedi√™ncia √† Sua santa palavra pode entender a dimens√£o extraordin√°ria do evangelho de Cristo Jesus. Temos sido frequentemente en¬sinados a separar uma nota falsa (di¬nheiro) de uma verdadeira. Como crentes, n√£o nos compete julgar os outros crentes, mas somos ensina-dos a examinarmos a n√≥s pr√≥prios (1Co 11.31-32). Um exerc√≠cio bastante saud√°vel para concluir a li√ß√£o de hoje ser√° um exame pessoal de nossos atos e nossa maneira de viver para perceber se verdadeiramente demonstramos o fruto do Esp√≠rito de Deus em nossa vida. O texto de G√°latas 5.16-26 √© uma excelente refer√™ncia para nos ajudar nessa tarefa. A advert√™ncia final √© sem¬pre a mesma: “se vivemos no Esp√≠rito, andemos tamb√©m no Esp√≠rito” (Gl 5.25) – “aquele que permanece nele, esse deve tamb√©m andar assim como ele andou” (1Jo 2.6).



terça-feira, 9 de junho de 2020

J√≥ √© um dos homens mais impressionantes da B√≠blia. A soma das suas virtudes √© t√£o grande que poucos poderiam dizer que alcan√ßaram, em suas vidas, o mesmo n√≠vel espiritual e moral que ele alcan√ßou. A seu favor, J√≥ tinha o testemunho do pr√≥prio Deus, que se orgulhava de apontar o patriarca como um homem √≠ntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal (J√≥ 1.1,8; 2.3). Al√©m das virtudes apontadas pelo Senhor, J√≥ tamb√©m demonstra ser possuidor do que eu chamo de virtudes do intercessor (J√≥ 1.5), ele orava pelo pecado alheio. Outra marca moral deste homem √© a sua grande e sincera humildade aliada a uma imensur√°vel resili√™ncia emocional, psicol√≥gica e espiritual. Por muito menos do que J√≥ passou, diversos homens j√° amaldi√ßoaram a Deus e outros tantos, como que atendendo a sugest√£o da esposa dele (J√≥ 2.9), tiraram suas pr√≥prias vidas. Mas, diante da dor, J√≥ agiu diferente. Em meio ao caos que alcan√ßou sua hist√≥ria, J√≥ declarou que concordava em aceitar o bem e o “mal” de Deus da mesma maneira. J√≥ √© t√£o virtuoso que at√© nos irrita com sua paci√™ncia. A ideia que ele nos passa atrav√©s de sua vida e testemunho n√£o agrada ao homem do presente s√©culo. Todos n√≥s preferimos uma vida de mar-de-rosas com Deus, aos problemas. J√≥ √© t√£o extraordin√°rio que para encontrar defeito nele precisei fazer for√ßa. S√≥ existem dois sen√Ķes em J√≥ (ainda bem, sen√£o pensar√≠amos que ele era o pr√≥prio Cristo imaculado). Primeiro, apesar de dizer que aceitava o “mal” de Deus (J√≥ 2.10), perder seus bens e statussocial era o que ele mais temia (J√≥ 3.25) e por isso lutava para “n√£o dar motivos ao azar” (J√≥ 1.5). Ele cria que por suas boas obras alcan√ßaria a gra√ßa de Deus (Ef 2.9). Segundo, apesar de ser um homem t√£o especial, ele exerceu pouca influ√™ncia moral e espiritual sobre os seus filhos (Pv 22.6) e n√£o conseguiu transmitir para eles a f√© que possu√≠a. Acho que todos concordariam que um homem t√£o santo como J√≥ merecia filhos melhores. Mas, n√£o √© bem assim que as coisas funcionam. A quest√£o n√£o √© merecer ou desmerecer. Vamos corrigir esse pensamento. Homens extraordin√°rios devem formar e educar seus filhos com mais excel√™ncia do que simplesmente ficar apagando os “inc√™ndios” que eles fazem (J√≥ 1.4, 5 e 13). J√≥ se esqueceu de observar esse lado da vida e por isso seus filhos foram t√£o fracos. N√£o passa despercebido aos nossos olhos o fato de Deus testemunhar sobre J√≥, mas nada dizer sobre o car√°ter dos seus filhos. Tamb√©m √© bom notar que J√≥ √© um homem imune ao diabo, diga-se de passagem, t√£o imune que o diabo nem fazia quest√£o de not√°-lo. Se Deus n√£o falasse de J√≥ o diabo n√£o tocaria em seu nome, muito menos em sua vida. J√° os filhos dele n√£o gozavam dessa mesma imunidade. Neles o diabo toca e at√© mata sem nenhuma cerim√īnia. A √ļnica prote√ß√£o que eles tinham contra satan√°s vinha das ora√ß√Ķes de seu pai. Uma li√ß√£o que tiramos daqui √© que as ora√ß√Ķes dos nossos intercessores n√£o nos proteger√£o para sempre. Por mais intercessores que tenhamos a nossa disposi√ß√£o, √© imperativo que desenvolvamos a nossa pr√≥pria f√© e comunh√£o com Deus. Nunca dependa de outra pessoa para servir ao Senhor. Os filhos de J√≥ foram o primeiro alvo que o diabo atacou quando teve a chance (J√≥ 1.13-15); eles n√£o foram p√°reos para satan√°s; a brecha espiritual encontrada neles n√£o era pequena. Eles tinham a mania de fazer festas regadas a vinho com o dinheiro do pr√≥prio pai, sob a prote√ß√£o intercessora de J√≥, mas sem a sua presen√ßa. Suas festas eram para todos, menos para J√≥. Parece que eles n√£o queriam a figura de homens √≠ntegros em suas festas. J√≥ n√£o era convidado para as festas dos pr√≥prios filhos; n√£o tinha espa√ßo nelas (J√≥ 1.4 e 13). √Č muito interessante observar isso. Queremos a intercess√£o dos intercessores, mas queremo-los bem longe quando planejamos pecar. Quando queremos pecar, os intercessores n√£o servem como amigos e companhia; nesses momentos preferimos a “prote√ß√£o” do erro alheio e do pecado coletivo, porque num mar de lama, a sujeira da nossa roupa n√£o se destaca. Tudo parece legal quando pecamos com a galera. O problema √© que tal comportamento cauteriza nossas consci√™ncias e passamos a acreditar que nunca seremos abalados; ledo engano. A segunda li√ß√£o que tiramos dessa hist√≥ria √© que cada um dar√° conta de si a Deus e, o que √© pior o pecado achar√° o pecador (Nm 32.23). A terceira li√ß√£o que tiramos dessa hist√≥ria √© que ter uma vida √≠ntegra n√£o nos imuniza dos problemas. Sob a permiss√£o de Deus, problemas podem surgir como instrumentos de aperfei√ßoamento dos santos. Nestes casos, mesmo no √°pice da dor, ainda se poder√° declarar com ousadia: Sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantar√° sobre a terra… e ainda em minha carne verei a Deus… os meus olhos… o contemplar√£o (J√≥ 19.25-27 – trechos). O mesmo n√£o se pode dizer dos primeiros filhos de J√≥, quando a crise chegou a suas vidas, n√£o lhes deu uma segunda chance; na crise eles foram eliminados (Pv 29.1).