segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Evitando ControvérsiaTito 3:9Não é apenas o pecado que o cristão deve evitar diariamente, também as polêmicas geradas por pessoas que nada entendem da graça de Cristo. Paulo recomenda a Tito e Timóteo para evitar discutir coisas secundárias, elas nada acrescentam na edificação da fé. É comum encontrar pessoas que vivem nas Igrejas tentando convencer os novos convertidos, em questões, que eles mesmos poucos sabem, causando transtornos. E aqueles que enveradam por esse caminho, acabam terminando seus dias longe do Evangelho. A história tem sido testemunha dessa realidade. Três razões porque devemos evitar a controvérsia: 1) São questões intermináveis: A vida com Cristo é simplicidade, quem deseja crescer não deve se meter nesse tipo de coisas, pois vive perdendo tempo. Essas questões sempre existiram e existirão na vida daqueles que não entenderam a suficiência de Cristo na vida. A verdadeira transformação da vida é libertação total ninguém fica preso nessas questões, abordadas por aqueles, que ainda não sabem o que deseja de Cristo. Olha que são muitos que vivem perturbando o bem estar das pessoas. 2) Não acrescenta nada na salvação pessoal: Paulo sabia que tais questões não ajudam em nada na salvação, e aquilo que não ajuda, atrapalha. Pessoas que vivem complicando o Evangelho, logo enfraquecem na fé, deixam de buscar o essencial para o crescimento, para o amadurecimento cristão. Aquelas pessoas que desejam crescer na fé, não podem ficar perdendo tempo com coisas secundárias na Bíblia. 3) Gera confusão não solução: Tudo que gera confusão e dúvida, não vem de Deus. Pois Deus não é de confusão. Confusão são os homens insatisfeitos com o ensino singelo do Evangelho que vive causando confusão na vida das pessoas, sem mostrar solução devida. Jesus jamais gerou confusão com seus ensinamentos, mas sempre trouxe solução para as pessoas que o procuravam. O Evangelho não gera dúvida na vida, de quem quer que seja, independente de classe social ou conhecimento intelectual.Portanto todo cristão, que deseja crescer, tornar um líder e servir ao Senhor deve obedecer o conselho de Paulo evitando as polêmicas, mas fortalecendo na graça de Cristo. Amém!

domingo, 30 de agosto de 2020

Restauração familiar começa com a restauração com DeusGênesis 32:1-31Nessa passagem lemos a história linda da reconciliação de Esaú e Jacó. Uma atitude de Jacó no passado foi suficiente para se tornar num episódio de vingança. Esaú se sentiu prejudicado pelo irmão Jacó, por isso jurou matá-lo, e para se ver livre Jacó fugiu por um bom tempo do irmão. A Bíblia não omite esse problema na família de Isaque, mostrando o quanto somos responsáveis quando tomamos atitude errada no passado na família, que vem, por sua vez, causar uma confusão grave no futuro Hoje também encontramos o mesmo problema na família, onde a inimizade, o ódio têm corroído os corações por causa decisões erradas no passado, que foram tomadas sem consultarmos a Deus.Para solucionar esse problema tão sério é preciso, no entanto existir primeiro a restauração para haver reconciliação. Deus restaurou o relacionamento entre Esaú e Jacó, quando isso aconteceu. Somente é possível acontecer na família tamanha vitória quando o Senhor agir.Que o episódio de Esaú e Jacó nos ensine o caminho da reconciliação que tantas famílias vêm tentando encontrar. Que Deus no abençoe. Amém! 

Livro de 1 TessalonicensesAutor: 1 Tessalonicenses 1:1 indica que o livro de 1 Tessalonicenses foi escrito pelo apóstolo Paulo, provavelmente junto com Silas e Timóteo.Quando foi escrito: O livro de 1 Tessalonicenses foi escrito em cerca de 50 dC.Propósito: Na igreja de Tessalônica havia alguns mal-entendidos sobre o retorno de Cristo. Paulo desejava esclarecê-los em sua carta. Ele também a escreve como uma instrução a uma vida santa.Versículos-chave: 1 Tessalonicenses 3:5: “Foi por isso que, já não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé, temendo que o Tentador vos provasse, e se tornasse inútil o nosso labor.”1 Tessalonicenses 3:7: “...sim, irmãos, por isso, fomos consolados acerca de vós, pela vossa fé, apesar de todas as nossas privações e tribulação...”1 Tessalonicenses 4:14-17: "Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor."1 Tessalonicenses 5:16-18: “Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”Resumo: Os três primeiros capítulos são sobre Paulo desejando visitar a igreja de Tessalônica mas não podendo porque Satanás os impediu (1 Tessalonicenses 2:18), e sobre como Paulo se preocupava com eles e se animava em escutar como tinham estado. Paulo então ora por eles (1 Tessalonicenses 3:11-13). No capítulo 4, Paulo está instruindo os crentes em Tessalônica sobre como viver uma vida santa em Cristo Jesus (1 Tessalonicenses 4:1-12). Paulo prossegue a instruí-los sobre um equívoco que eles tinham. Ele diz que as pessoas que morreram em Cristo Jesus também vão ao céu quando Ele voltar (1 Tessalonicenses 4:13-18, 5:1-11). O livro termina com instruções finais de viver a vida cristã.Conexões: Paulo relembra os tessalonicenses de que a perseguição que estavam recebendo de seus "concidadãos" (2:15), os judeus que rejeitaram o Messias, é a mesma que os profetas do Antigo Testamento sofreram (Jeremias 2:30, Mateus 23:31 ). Jesus advertiu que os verdadeiros profetas de Deus sempre receberiam a oposição dos injustos (Lucas 11:49). Em Colossenses, Paulo recorda-lhes dessa verdade.Aplicação Prática: Este livro pode ser aplicado a muitas situações da vida. Ele nos dá a confiança de que, como cristãos, quer estejamos vivos ou mortos quando Cristo voltar, estaremos juntos com Ele (1 Tessalonicenses 4:13-18). Assegura-nos também, como cristãos, que não receberemos a ira de Deus (1 Tessalonicenses 5:8-9). Esse livro também fornece lições sobre como andar a vida cristã diariamente (1 Tessalonicenses 4-5).

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Um será tomado, e deixado o outro BÍBLIA facebook twitter O verso 40 deve ser compreendido em seu contexto, cuja ênfase é o aspecto repentino da segunda vinda do Senhor. “O que Cristo quis dizer em Mateus 24:28, 40 e 41?” “Não haveria nada de secreto ou misterioso sobre o retorno de Jesus. Todos saberiam do Seu retorno a Terra, pois todos O veriam (Apocalipse 1:7). As palavras de Cristo não deixam margem para um arrebatamento secreto, para uma vinda mística ou para qualquer outra falsa teoria inventada por piedosos e excessivamente zelosos pretensos ‘profetas’. A humanidade iria ‘ver’ Jesus ‘vindo sobre as nuvens do céu’ (Mateus 24:30, cf. Mateus 16:27; 26:64; Marcos 8:38; 14:62; Atos 1:11; Apocalipse 1:7). Não haveria nenhuma dúvida quanto ao evento. Quando Jesus retornar, todos saberão disso sem que nada tenha que ser dito.”1 Quando Cristo Se aproximar da Terra, vai parecer que Ele vem do oriente: “Quando o Filho do homem vier, será manifesto abertamente a todos: “Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem” (Mateus 24:27). “A declaração enigmática do verso 28 era, provavelmente um provérbio popular. Ao ver um bando de abutres (provavelmente não ‘águias’ …) circulando no ar ou pousados no chão, uma pessoa certamente concluiria que devia haver carniça por perto; caso contrário, os abutres buscariam alimento isoladamente. Em outras palavras, essas aves se reúnem somente quando há um motivo. A aplicação do ditado, de acordo com vários comentaristas, é que a multiplicação dos sinais é uma evidência de que algo decisivo está ao alcance. Outros sugerem que, no cenário de Mateus 24, o ditado pode ser um alerta para os cristãos contra reuniões para ver falsos cristos ou para ouvir falsos profetas (versos 25,26). Eles vão acreditar que Cristo está realmente voltando somente quando O contemplarem vindo sobre as nuvens do Céu (verso 27; comparar com Jó 39:30).”2 O verso 40 deve ser compreendido em seu contexto, cuja ênfase é o aspecto repentino da segunda vinda do Senhor. Jesus exemplifica essa verdade com o fato do que ocorreu com os antediluvianos no tempo de Noé. Deus suscitara um profeta que deveria advertir o mundo sobre o dilúvio. As pessoas deveriam se arrepender e aceitar a provisão divina para a salvação. Entretanto, elas não deram atenção para a mensagem profética e continuaram vivendo como se nada fosse acontecer. De repente, “Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos” (Mateus 24:39). Então Jesus conclui: “Assim será também a vinda do Filho do Homem” (v. 39). Desse modo, a declaração de Jesus de que “um será tomado, e deixado o outro” (v 40; ver v. 41) deve ser entendida no contexto de que muitos serão pegos de surpresa pela repentina volta de Jesus. Por isso Cristo ressalta em todo o Seu discurso a necessidade da vigilância: “Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor […] Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam” (Mateus 24:42, 44). O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia declara: “As advertências para ‘tomar cuidado’ e ‘vigiar’ constituem o tema recorrente do capítulo. Para ilustrar a importância de permanecer alerta, Jesus usou seis parábolas: do porteiro (Marcos 13:34-37), que está aqui condensada em um só versículo (Mateus 24:42); do pai de família (v. 43, 44); do servo bom e do mau (v. 45-51); das dez virgens (Mateus 25:1-13); dos talentos (v. 14-30); e a do grande julgamento (v. 31-46).”3 Em nenhum lugar na Bíblia há espaço para um interpretação de que a Segunda Vinda de Cristo será secreta. Na verdade, é o oposto. Nesse mesmo contexto de Mateus 24 Jesus afirma: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória” (Mateus 24:30). Portanto, a segunda vinda de Cristo será universalmente visível. Ele virá “com poder e grande glória”, e “todas as nações da terra” o verão. Ele “vem com as nuvens e todo o olho o verá” (Apocalipse 1:7). “E ele enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e estes reunirão os seus eleitos dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mateus 24:31). Então, “Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:16). Em síntese, com base nesses textos podemos afirmar: 1) A segunda vinda de Jesus será universalmente visível; 2) Jesus virá em Sua majestade, com poder e grande glória; 3) Todo o olho o verá; 3) Será um evento audível, ao som de trombetas; 4) Jesus voltará acompanhado de todos os seus anjos (cf. Mateus 25:31); 5) Os mortos em Cristo ressuscitarão (cf. 1 Coríntios 15:41-54). Esse ponto deve ser reiterado, pois biblicamente não há nenhum espaço para que se imponha ao texto a ideia de que a segunda vinda de Jesus será secreta. Cuidado! Esse é um engano muito perigoso, e o inimigo deseja enganar até mesmo os escolhidos (Mateus 24:24). Portanto, atente-se para a história de Noé que é colocada como exemplo do que ocorrerá quando Jesus voltar. Depois de advertir o mundo por 120 anos, Noé e sua família entraram na arca, e o Senhor fechou a porta (Gênesis 7:16). As pessoas “não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos” (Mateus 24:39). Note o fato de que aquelas pessoas que não deram ouvidos aos apelos divinos se perderam, e não tiveram outra chance depois que a porta da arca se fechou. Jesus afirmou: “Assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mateus 24:39). Não haverá uma segunda chance depois que a porta da graça se fechar. Desse modo, a ênfase de Mateus 24 é muito relevante: “Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor […] Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam” (Mateus 24:42, 44).

 

A Última Trombeta ALERTA: as provas que estamos como os dias de Noé! “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.” Mateus 24:37-39 Amados (as) precisamos entender a seriedade do período em que vivemos e ouvir qual tem sido o alerta de Deus para essa geração. É necessária essa geração perceber qual é a conversa que o Eterno Deus está tendo com a humanidade, e principalmente com a igreja dessa última hora, pois o nosso Deus não mudou, nem se adequou, nem tão pouco se aperfeiçoou. Ele é a PERFEIÇÃO, é IMUTÁVEL, sempre teve um padrão estabelecido para a humanidade, o ser humano é que é inconstante e pensa que Deus acompanhas tendências humanas, ou cresce em sabedoria juntamente com a mente humana. E esse tem sido o grande erro dessa geração, não conhecer o Deus das escrituras, e por não ler a bíblia, fantasiam um deus folclórico segundo a sua imaginação e crêem que é o mesmo Deus das escrituras. Ou para se explicar, ou tentar se excursar da culpa do pecado, dizem o famoso jargão: “Mas nós estamos no período da Graça” e esquecem-se que Deus sempre exerceu graça e juízo em toda a trajetória humana, muitos se apegam que por Deus possuir o atributo da Graça Ele perdeu o atributo de Juiz, e que ainda odeia o pecado e a iniquidade. E por não conhecer o Deus de Israel (HasHem Adonai) essa geração chegou ao nível de pecado (se não ultrapassou) a geração dos dias de Noé e nos dias de Ló. REPORT THIS AD O sentimento que carrego dentro de mim é que as pessoas estão tão distantes de Deus e tão despreocupadas, mesmo indo nas igrejas diariamente, ou em alguns períodos de tempos; a grande maioria está dormindo no momento em que não era para estar dormindo, mas vigilante. Todo mundo preso a esse mundo, e bem poucos são os que estão preocupados com a volta de Jesus; poucos levam a sério os sinais, poucos estão querendo aproximar de Deus de verdade. Quase ninguém leva a sério quando falamos que devemos nos preparar para encontrar com Jesus, que não é de qualquer jeito que alcançaremos a vida eterna, somente os que estiverem em santificação e andando em retidão que alcançaram tal promessa. É bem verdade que não possuímos nenhum atributo para ser totalmente reto nem totalmente justo diante de Deus, e que Cristo teve que morrer pelos nossos pecados e ser esmagado pela ira de Deus pelos nossos pecados que estavam sobre os ombros do nosso salvador, mas ao mesmo tempo em que Ele estava recebendo as nossas culpas e iniquidades, Ele estava imputando justiça e retidão em nós. Então porque a igreja de Cristo despreza essa justiça para andar segundo a vontade animalesca dos seus corações e se entrega tão facilmente as paixões carnais. Por isso temos uma geração carregada de pecados e o que é pior tentando se justificar e achando que está tudo bem com o nosso Eterno Deus, quando na verdade não está. Para entendermos qual é a conversa de Deus e do Seu Filho Jesus para essa geração (pois é a geração que antecede a volta de Cristo nas nuvens do céu)precisamos entender o que Cristo estava querendo dizer com: “como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem” Mateus 24:37. E para isso temos que entender qual era a condição da humanidade no tempo que antecedia o dilúvio. Então vamos nos voltar a palavra e ver o que ela nos conta: “E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente… E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus… Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor… Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus… A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência. E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra. Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.” Gênesis 6:5-13. Percebam que a terra está exatamente da mesma maneira de quando estava na época de Noé. E como Deus não poupou a terra na época de Noé por causa da transgressão do gênero humano, novamente Ele não poupará essa geração corrompida. E se Deus executou juízos executará novamente sobre a terra, onde, pois está o período da Graça? A resposta é muito simples, Deus mostra a Sua graça aos justos e aos retos. A estes Deus irá poupar no dia da Sua ira; como Ele poupou Noé e sua família por causa da justiça, assim também poupará aqueles que andarem em justiça. Precisamos conhecer a maneira que Deus trabalha, pois mesmo nós vivendo debaixo da Graça de Deus, ao mesmo tempo estamos debaixo da Sua Justiça e dos Seus juízos, e Ele terá misericórdia daqueles que aprouverem a Ele e uma prova de que Ele não mudou da transição do antigo testamento para o novo testamento Ele repete as seguintes palavras, tanto no novo como no velho testamento: “Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti, e proclamarei o nome do Senhor diante de ti; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer.” Êxodo 33:19, e novamente Ele fala: “Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece.” Romanos 9:15-16, e ainda: “Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o Senhor vosso Deus.” Levítico 20:7, e de novo: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.” 1 Pedro 1:15-16. Portanto Deus não mudou, ainda é o mesmo. REPORT THIS AD Enquanto Noé pregava a justiça, as pessoas estavam preocupadas com outras coisas; riam, zombavam, continuavam em pecado, não criam. Até que subitamente veio o dilúvio e não deu tempo de ninguém fazer mais nada, nem de se arrependerem, nem de buscar justiça, tinha se encerrado o período da graça de Deus. Certamente eles devem ter gritado a Noé; todos os amigos dele, o restante dos parentes e muitos outros. Eles devem ter pedido misericórdia a Deus, mas era tarde demais, Deus já tinha fechado a porta da arca. Da mesma forma milhares de anos depois tem a mesma conversa com Ezequiel e fala: “… Viste, filho do homem? Acaso é isto coisa leviana para a casa de Judá, o fazerem eles as abominações que fazem aqui? pois, havendo enchido a terra de violência, tornam a provocar-me à ira; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz. Pelo que também eu procederei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade. Ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei.” Ezequiel 8:17-18. O Senhor avisa Ezequiel de novo sobre o encher da taça da ira de Deus e o povo de Israel não ouviu antes continuaram a praticar os mesmos pecados, continuaram a andar sem temor até que veio a espada de Deus. E agora Ele está avisando de novo para todas as nações, mas de novo ninguém está dando ouvidos. É hora de começarmos a levar Deus mais a sério, porque quando Ele começar a executar os seus juízos, nada vai parar Ele, e ai daquele que provar da taça da ira do Senhor (Apocalipse 19:15). Quando Ele próprio vier executar os seus juízos nem os clamores e os gritos de agonia irá fazer com que Ele deixe de executá-los. E essa geração fala: “ah mas não é bem assim não, vivemos no período da graça”. Mas esquecem-se que Jesus vai vim com a galardão pra cada um, tanto pra justiça para os justos como pra juízo para os injustos (Apocalipse 19:6-12). É hora de levarmos o que Deus está falando mais a sério e buscar andar em retidão como Noé andou, porque o nosso Deus é um Deus de amor imensurável, mas também é um Deus tremendo e terrível, quem não O temerá nessa geração? Ele mesmo nos ensina: “E tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus? Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao ARREPENDIMENTO? Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus; O qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber: A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção; Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniquidade” Romanos 2:3-8. Jesus Cristo está vindo, pare de brincar com a sua salvação e busque purificar e refinar a sua justiça, pois é essa justiça que demonstra que você já está ataviado (a) para se encontrar com Cristo (Apocalipse 19:7-8 e Apocalipse 22:11-12). SHALOM!!!!!


 

quarta-feira, 19 de agosto de 2020



 

OITO ATITUDES Estudo afirma que oração influencia na saúde Cientistas da Universidade Duke confirmaram que a oração pode influenciar a capacidade orgânica de enfrentar doenças. Quando a pessoa ora ou canta músicas religiosas, é fortalecido o lobo frontal, parte do cérebro que ativa o sistema imunológico. De acordo com o mesmo estudo, a pessoa que tem fé vive 25% mais que os descrentes. Além disso, tem mais saúde física e mental, pressão arterial normal e um sistema de defesa orgânica muito mais forte. O envolvimento religioso reduz o estresse psicológico. Isso diminui a inflamação e a taxa de encurtamento dos telômeros nas células. Isso explica por que as pessoas mais religiosas vivem em média 7 a 14 anos a mais, segundo pesquisas. Foram cinco anos de pesquisas e 16 estudos médicos sobre o assunto. Para o pesquisador Dale Matthews, da Universidade de Georgetown, em Washington, a crença espiritual, que poderia perfeitamente ser traduzida como confiança em Deus, parece contribuir para que as pessoas superem mais rapidamente as doenças ou a depressão, convivam melhor com males crônicos e sejam menos propensas ao suicídio. Homens que frequentam regularmente cultos religiosos têm 40% menos possibilidades de sofrer um ataque cardíaco. Para o médico Carl Thoresen, da Universidade de Stanford, os religiosos costumam cuidar mais da saúde e se envolvem menos com fatores de risco, como uso de drogas, violência e álcool. PÍLULAS DE ESPERANÇA A Bíblia está repleta de promessas que servem como fundamento da saudável confiança que devemos alimentar em Deus: “Lembrem-se de que Eu estarei com vocês todos os dias, até o fi m dos tempos” (Mateus 28:19). “Não tenha medo, pois Eu o salvarei. Quando você atravessar águas profundas, Eu estarei ao seu lado, e você não se afogará. Quando passar pelo meio do fogo, as chamas não o queimarão” (Isaías 43:1, 2).

 

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Recordando: Reino de Deus = Governo de Deus a) Sobre a criação (natureza): “Todas as coisas foram criadas por Ele e sem Ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). Pássaros, árvores, répteis, peixes, grandes felinos, mamíferos, flores, planetas, galáxias, terra, moléculas, são todos governados de maneira natural. Sendo o que são, fazendo o que fazem, estão obedecendo ao governo de Deus. Essa parte da criação não tem a capacidade de fazer de forma diferente, não têm escolhas. b) Sobre o homem: O homem e a mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26) O que isso quer dizer? Uma grande diferença em relação a todo o restante da criação! Ao ser criado à imagem e semelhança de Deus o homem recebeu espírito, vontade, emoções, inteligência e personalidade, características que as outras criaturas não possuem. Tudo isso quer dizer que o homem pode fazer escolhas. Você acha que uma baleia pode escolher andar? Ou um passarinho pode decidir viver debaixo d’água? O homem (que não foi criado para o mar nem para o espaço) pode, no entanto, viver vários meses sob as águas (dentro de submarinos nucleares) ou no espaço (dentro da estação orbital). Então, o governo de Deus sobre o homem não é automático, depende da escolha e concordância do homem; é, portanto, um governo permitido, um governo com consentimento! Como isso ocorre? Não é difícil entender: Deus comunica a sua vontade ao homem através da sua palavra e do Espírito Santo. O homem, então, torna-se responsável por obedecer ou não à vontade de Deus. Se obedece, o Reino de Deus (governo de Deus), está presente em sua vida. Se escolhe não obedecer, não há Reino de Deus (governo de Deus) em sua vida. A obediência ou a desobediência do homem são atitudes conscientes, atitudes onde a inteligência que lhe foi dada participa ativamente, atitudes em que ele exercita a sua capacidade de fazer escolhas. Como era no princípio? Deus criou o homem e a mulher e comunicou a eles a sua vontade com bastante clareza. Por exemplo: a) “E Deus os abençoou e lhes disse: ‘Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a” (Gn 1.28). É uma ordem clara? b) O homem também devia lavrar a terra e cuidar dela: “Tomou pois o Senhor ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar” (Gn 2.15). Alguma dúvida? c) Especificou qual deveria ser sua alimentação: “E disse Deus ainda: eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento” (Gn1.29). É difícil entender isso? d) Autorizou-o a ter vida sexual com sua esposa: “… sede fecundos, multiplicai-vos…” (Gn 1.28); “Por isso deixa o homem o seu pai e a sua mãe e se une a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2.24) e) Estabeleceu limites para seu comportamento: “E o Senhor lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16,17). Alguma dificuldade de interpretação? O que o homem podia comer? O que ele não deveria, jamais, comer? O que aconteceria com sua vida se ele comesse? Enquanto o homem e a mulher aceitaram (escolheram) o governo de Deus sobre suas vidas tudo estava em harmonia, tudo era bom e saudável: • O homem consigo mesmo: paz, alegria interior permanente; • O homem com seu próximo (esposa): harmonia, cumplicidade, amizade fraterna, amor; • O homem com a natureza: zelo, cuidado; • O homem com Deus: comunhão, proximidade, intimidade, bênção, vida; O que aconteceu? A maioria de vocês já sabe: ao invés de crer e confiar em Deus e no Seu governo, Adão e Eva deram ouvidos à serpente (o próprio satanás disfarçado de serpente). Mas eles tinham recebido ordens de Deus de dominar sobre esse tipo de animal: “…domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra” (Gn 1.26). Ao invés de exercerem a autoridade que receberam de Deus e mandar aquele animal se calar e ir embora, ouviram seu discurso, sua proposta indecente, a qual pode ser compreendida da seguinte maneira: “Deixem de ser tolos! Esqueçam essa história de obedecer a Deus, Ele está escondendo de vocês algo muito bom, que eu conheço e vocês não. Vejam, na verdade vocês não precisam de Deus, podem ter uma vida muito melhor se comerem daquele fruto: vocês vão ser iguais a Deus! Já pensaram? Iguais a Ele, vocês vão conhecer o bem e o mal, o que acham? E então, por que estão se demorando? Vão lá e comam o fruto!” E eles comeram! Rebelaram-se contra uma ordem clara de Deus … e eles pecaram! Essencialmente o pecado é isso: rebelião contra Deus! Fazer a minha vontade, fazer o que “me dá na cabeça”, o que quero, o que parece melhor para mim, deixando de lado a autoridade de Deus, a vontade de Deus, o governo de Deus, o Reino de Deus. Nesse ponto é importante meditar nas seguintes perguntas: 1. Quando escolheu fazer a sua própria vontade e não a de Deus, a vida do homem melhorou ou piorou? 2. O que aconteceu com Adão e Eva após terem pecado foi um castigo de Deus, ou não? Definitivamente, não foi um castigo de Deus! Deus havia dito “…certamente morrerás” e não “…certamente te matarei”. São duas afirmações bem diferentes. Não! O que ocorreu com eles foi a consequência de sua própria escolha. A partir dessa escolha o pecado entrou neles, destruindo o que Deus tinha criado, deformando o homem e a mulher de tal maneira que eles perderam a imagem de Deus, não compartilhavam mais da mesma natureza! Ao escolherem dar ouvidos à serpente (satanás) e seguir o caminho sugerido por ela o homem e sua mulher se tornaram escravos do pecado, escravos de satanás … morreram! “Portanto, assim como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12) “Não há um justo, nem sequer um. Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.” (Rm 3.10-12) Da mesma maneira que Adão e Eva, todos os homens e mulheres estão em pecado diante de Deus: a) Pela herança do pecado (Rm 5.12); b) Por suas próprias atitudes de rebelião e desobediência à vontade de Deus: cada um vive como quer, cada um faz a sua própria vontade. Isso trouxe alguma consequência? Claro que sim! Lembram da harmonia que havia na obediência de Adão e sua esposa a Deus? Não existe mais! • O homem consigo mesmo: temores, ansiedades, depressões, enfermidades; • O homem com seu semelhante: orgulho, inveja, disputas, ódios, rancores, gritarias, guerras, crimes, mentiras, inimizades, divórcios; • O homem com a natureza: poluição, aquecimento global, extinção de espécies, inundações • O homem com Deus: distância, falta de comunhão, desconhecimento de Deus, maldição, morte O domínio e a presença do pecado estão operando tudo isso. Cada uma dessas coisas é um sintoma de morte, a morte que Deus avisou que aconteceria. Observemos o que o Espírito Santo nos fala por meio da carta de Paulo aos Efésios: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso (caminho) desse mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência … fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (Ef 2.1-3) Um espírito muito poderoso controla o homem natural, sugerindo, incentivando e favorecendo um estilo de vida de desobediência e confrontamento em relação a Deus. A alguns, esse espírito oprime de tal forma que os leva às tentativas de fuga por meio do álcool, das drogas, do suicídio. A outros conduz a todo tipo de idolatria, seja ao dinheiro, a si mesmo, à fama, à força, ao sexo, a outros homens, a demônios. Esse é um gravíssimo problema de natureza espiritual. E o homem não tem em si mesmo nenhum recurso para remediar essa situação! “Pois todos pecaram e estão destituídos (afastados) da glória (presença) de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção (liberdade obtida pelo pagamento de um preço) que há em Jesus Cristo” (Rm 3.23) A definição do que é o homem, segundo as escrituras Mas o que é isso? As pessoas têm dado respostas diferentes a essa pergunta. Alguns dizem que os problemas são principalmente econômicos, outros, que são sociais, e ainda outros, que são psicológicos. Certamente, essas respostas podem oferecer alguma compreensão sobre alguns dos sintomas do nosso sofrimento, mas a Bíblia ensina que a doença é muita mais intensa e profunda. Em poucas palavras, o problema é o pecado — rebelião contra o Deus criador que nos criou. O livro de Gênesis descreve como Deus criou o mundo pelo poder do seu mero comando, e de acordo com Gênesis 1.26-28, o coroamento da obra de Deus foi a criação dos seres humanos. Únicos entre todas as criaturas do universo, os seres humanos são feitos “à sua própria imagem”. Ser criado à imagem de Deus significa muitas coisas. Nós, seres humanos, refletimos o caráter e a natureza de Deus em nossa racionalidade, criatividade, e até mesmo em nossa capacidade de nos relacionarmos com Deus e uns com os outros. Mas a imagem de Deus não se refere simplesmente ao que somos; também se refere ao que Deus nos criou para fazer. Além de viverem em comunhão com Deus, a Adão e Eva foi dado o encargo de governarem e cuidarem da criação de Deus como seus vice regentes. Assim, Deus lhes disse que deveriam “subjugar” a terra e “ter domínio” sobre ela — não abusando dela ou tiranizando-a, mas “a cultivando e guardando” (Gênesis 2.15). Ao agirem assim, eles comunicariam a toda a criação o amor, poder e bondade do Criador. Talvez, mais fundamentalmente, isso é o que significa ser a imagem de Deus no mundo: como um antigo rei do Oriente Próximo poderia gravar um “retrato” de si mesmo em uma montanha como um lembrete para o seu povo de quem havia se sentado no trono, Adão representava a autoridade de Deus ao mundo sobre o qual lhe fora dado domínio. Todavia, a autoridade de Adão sobre a criação não era absoluta; era derivada e circunscrita pelo próprio Deus. As pessoas muitas vezes se perguntam por que Deus colocou a árvore do conhecimento do bem e do mal no jardim. A razão é que a árvore lembrava a Adão e Eva que sua autoridade para governar e subjugar a terra não era absoluta. É por isso que o ato de Adão e Eva comerem o fruto foi um pecado tão trágico. Ao comerem o fruto, Adão e Eva estavam tentando fazer exatamente o que a serpente, com falsidade, lhes disse que podiam: eles estavam tentando “ser como Deus” (Gênesis 3.5). Eles estavam se apoderando de mais poder e autoridade do que Deus lhes tinha dado, tentando, assim, obter o elevado trono de Deus. As consequências do pecado de Adão foram nada menos que catastróficas. Deus havia prometido que se os humanos comessem do fruto da árvore proibida, certamente morreriam. O que Deus quis dizer não era apenas morte física, mas também — e mais terrivelmente — a morte espiritual. Era uma punição justa e correta. Não somente um Deus perfeitamente santo e justo jamais toleraria tal mal e pecado em sua presença, mas também, ao declararem a sua independência de Deus, Adão e Eva separaram a si mesmos da fonte de toda a vida e bondade. Eles mereciam a ira de Deus por sua rebelião contra ele, e o salário do seu pecado foi nada menos que morte eterna, condenação e inferno. Pior ainda, quando Adão pecou, ??ele o fez como representante de todos os seres humanos. Paulo escreveu aos romanos: “pela ofensa de um só, morreram muitos” (Romanos 5.15). É por isso que cada um de nós confirma repetidamente o ato de rebelião de Adão contra Deus com nosso próprio pecado. Nós também desejamos estar livres da autoridade e governo de Deus, e assim nos entregamos à busca do prazer e da alegria nas coisas criadas como fins últimos. No processo, declaramos que Deus não é digno da nossa adoração, e assim provamos ser dignos da maldição da morte espiritual que Deus pronunciou no princípio. Se a história da Bíblia terminasse ali — com seres humanos sob a ira de Deus sem uma possibilidade de fuga — viveríamos numa realidade desesperadora. Mas, louvado seja Deus, a história não acaba aí. Em vez de nos deixar morrer em nosso pecado, Deus age para salvar. Por meio da encarnação, morte e ressurreição do seu Filho, Jesus, ele salva o seu povo dos seus pecados e retifica tudo, de uma vez por todas, finalmente e para sempre.


 

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