quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Leitura Alternada (Mateus 16: 11-17; I João 5: 1, 11, 12, 20): Jesus sabia claramente quem era e qual seu propósito, e queria que seus discípulos o soubessem também. Ele queria ter certeza de que eles compreendiam sua unicidade. Ele não era um profeta regresso. Ele era o Messias prometido – o Filho do Deus vivo. Deus apresentou Seu Filho diretamente aos discípulos – refutando o que outros diziam. Pedro foi o primeiro a identificar Jesus como o Messias prometido – o Cristo – o homem ideal (ou Filho) da Criação divina e Salvador do mundo. Achei interessante ler este relato em conjunto com o que segue em I João porque, para mim, isso aponta para a importância de estarmos seguros de ver Jesus em sua verdadeira luz, de apreciar realmente os sacrifícios que ele fez para revelar a Natureza de Deus de um modo que todos pudessem compreender e emular. Jesus era humanamente capaz de demonstrar a Vida eterna porque ele compreendia que Cristo era sua verdadeira e única natureza. Esse mesmo Cristo é a nossa natureza. Jesus o demonstrou e nos ensinou tudo o que precisamos saber a fim de vivê-lo. Assim como somos um com Deus, somos todos um em Cristo – o homem constituindo a divina imagem e semelhança de Deus! A Vida eterna nos foi revelada pelo Filho de Deus. Podemos reconhecer a presença do Cristo tão certamente como Pedro fez — e seguir no caminho da Vida

















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