sexta-feira, 15 de julho de 2016

Fuja do diabo, se salve em Jesus Cristo!


Mundo Espiritual---Bênção, Maldição e Amarras diabólicas

Nós fazemos parte de uma árvore histórica de gerações. É bobagem pensar que apenas somos produtos de nossas próprias decisões e vontades. (Ainda que isto nos isente de nossas responsabilidades, em meio a todas as influências não temos o direito de nos isentar de nossas culpas). Estamos inscritos num contexto de histórias de gerações.
Na bíblia vemos que várias gerações existiram e contribuíram para a formação de um grande homem.
Ex.: Davi, a paternidade de Jessé sobre Davi é registrada em toda bíblia.
Em Crônicas 2:3-15 vemos que:
“ Jessé era filho de Obede, que era filho de Boás com Rute, portanto no sangue de Davi estava a herança de um moabita de fibra e caráter tanto de Boás como de Rute”.
Herdamos e possuímos a herança genética de até 10 gerações. Creio que por isto, a genealogia de Jesus foi tão completa. Os escribas registraram todos os nomes positivamente para formar a herança genética de Jesus.
Nos cromossomos estão impressos as características às vezes dominantes, às vezes recessivas de todos os nossos antepassados. Quando estes se encontram com os cromossomos da mulher, definiram-se as características encontradas.
Porém na carga genética fica todo potencial, todo estão impressos, e estas são as heranças assimiladas.
E é ai que reside às enfermidades genéticas. Uma pequena deformação dos cromossomos é suficiente para transmitir toda herança de doenças geneticamente transmitidas.

E por que existe aquela alteração de cromossomos?
Ø   Pôr causa das maldições, dos pactos que nossos antepassados fizeram.
Ai entra todo princípio da árvore genealógica. Por isso é importante fazer a árvore genealógica.
Como foram os nossos antepassados, suas vidas, suas práticas, seus vícios, etc.
A partir daí discernir se existem maldições que entraram na família e através da oração quebrar.
Temos que interceder, pedir perdão pelos pecados que aqueles antepassados fizeram e quebrar pactos que fizeram.

Ø O milagre da genética em nossas vidas está em nossa formação, existe um espermatozoide entre cento e cinquenta  milhões que vai alcançar o óvulo e o óvulo é um dentre quinhentos mil; nesta proporção somos um dentre milhões.
Portanto não nos culpemos ou nos sintamos descriminados, se Deus tinha milhões de opções dentre os espermatozoides e os óvulos que Ele poderia ter usado.
Ele utilizou aquele que possuía aqueles gens e o resultado saiu você, com toda essa carga genética que lhe foi transmitida.
Temos que ver as positivas que precisam ser aproveitadas e as heranças negativas que precisam ser quebradas.

Espíritos familiares
Êxodo 20:5 diz: “Visitarei a maldade dos pais nos filhos até terceira e quarta geração, daqueles que me aborrecem”.
Existe uma transmissão de heranças espirituais das gerações passadas para nós; estas heranças tanto podem ser uma benção como uma maldição.
Deus disse que visitaria a maldade dos pais nos filhos: Como isso acontece?
Deus tão somente entrega aquela família ou indivíduo a sofrer ações de espíritos que induzam sua família (seus antepassados) a práticas pecaminosas, dessa forma as heranças espirituais são transmitidas. (O provérbio se cumpre - Tal pai, tal filho).

Mesmo que os filhos tenham sido marcados pelos distúrbios dos comportamentos; era de se esperar que não repetissem os mesmos erros, mas isto não acontece. São marcados e moldados pelos espíritos que agiram em seus pais e mais cedo ou mais tarde irão demonstrar as mesmas tendências, vícios e comportamentos.

Ver exemplos: suicídio, adultério, alcoolismo, temperamento violento, jogos de azar, etc.

A bíblia na versão King James - versão inglesa:
Levítico 19:31 e Levítico 20:6 dizem:
“Não voltareis para os que têm espíritos familiares para serdes contaminados por eles”.
A alma que se voltar para espíritos familiares, eu me voltarei contra ela e a eliminarei do meio do meu povo”.
Nas traduções em português usamos as palavras: necromantes, adivinhadores, feiticeiro.

Ø   Em inglês usam o termo espíritos familiares para demonstrar que estes espíritos de adivinhação, necromancia, feitiçaria, passam de geração em geração.
Há um acompanhamento por parte desses demônios sobre as famílias, eles transmitem os mesmos vícios, comportamento e atitudes.
Nas culturas orientais o elo familiar é mais forte, os filhos têm uma total assimilação do comportamento dos pais, e mesmo na nossa civilização ocidental os elos de transmissão são fortíssimos.
Esse texto da bíblia estabelece que a justiça e a iniquidade são pessoais e as consequências delas, na vida das pessoas, também são.

As consequências do pecado e da justiça, ao nível de juízo de Deus é pessoal sim, mas a nível te transmissão de vícios e comportamentos não.
O distúrbio de comportamento de uma pessoa afeta toda relação que ela possui com os demais; Deus não imputa o pecado e o juízo no filho, por causa da iniqüidade do pai, mas o filho sofre, em sua vida, as conseqüências.

O futuro daquele filho será determinado por seus atos de justiça ou iniqüidade; mas as conseqüências das atitudes de seus pais, ele as sofrerá em sua vida.
Sem dúvida, estes fatores irão interferir em seu futuro. Contudo, o filho poderá quebrar aquela cadeia de transmissão hereditária ou reforçá-la por sua própria conduta.



Benção ou Maldição
Salmo 109:17-19: “Visto que amou a maldição, ela lhe sobre venha; pois não desejou a benção, ela se afasta dele...”

Ø   Tanto a benção como a maldição é uma força concreta.
·      Jacó abençoa seus filhos - Benção Profética - Gênesis 49
·      A força de uma benção - Jacó e Esaú - Gênesis 27.
·      Uma benção proferida e o cumprimento dela. Josué amaldiçoa quem reerguesse Jericó; Josué 6:26 profere, se cumpre em I Reis 16:34.
Vemos o poder que existe na verbalização das palavras.
Aquilo que proferimos ou abençoamos ou amaldiçoamos.

Ø Nossas palavras são materiais que damos ou para o Espírito Santo agir ou para espíritos malignos.
Ø Por isso a bíblia condena os maldizentes. Com nossas palavras ou edificamos ou destruímos.


As palavras constroem ou destroem
Tiago 3:6 “Vede que uma fagulha põe em brasas tão grande selva”.
·      As palavras têm poder de encorajar ou abater.
·      Despertam alegria ou tristezas e angústias.
Por causa de palavras não medidas, duras e desprovidas de misericórdia, lares são destruídos, filhos abandonam os pais, amizades são rompidas. Provérbios 15:1 dizem: A palavra dura suscita a ira”.

Mateus 12:36-37 “Pelas tuas palavras serás justificado ou condenado”.

Nossas palavras podem alimentar ou anular a ação de Satanás.
Salmo 141:3: Davi temia falar irrefletidamente e diz: “Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios”.

Provérbios 18:21: “A morte e vida estão no poder da língua”.
 Há pessoas que vivem amaldiçoando tudo:
·      Amaldiçoam o salário;
·      Amaldiçoam o emprego;
·      A família:
·      Os pais;
·      Os filhos.
As palavras são sementes que caindo em solo propício, e achando condições favoráveis, germinam, crescem, frutificam.
São dois os seus frutos: Benção ou maldição.
Tiago 3:10 diz: ”De uma só boca procede à benção e maldição”.

Ø   Maldição é a autorização dada ao diabo por alguém que exerce autoridade sobre outrem, para causar dano à vida do amaldiçoado.
Na maioria das vezes não temos consciência de estar passando-lhe esta autorização; em geral fazemos mediante prognósticos negativos, que é popularmente conhecido como “rogar pragas”.
É um dizer profético negativo sobre alguém.
De modo geral é no momento de ira ou descontrole emocional, ou em decorrência de um desejo frustrado, de alvo não alcançado, que proferimos maldições como:
·      Um dia você vai implorar a minha ajuda.
·      O que você fez comigo outros farão com você.

As pragas se cumprem
Por desconhecer o poder das palavras muitos vivem amaldiçoando. Quando usamos os lábios para amaldiçoar estamos chamando a nós o que existe no inferno.
As maldições trazem opressão e possessão demoníacas.
·      Opressão opera de fora para dentro.
·      A possessão de dentro para fora.
( Ex.: a expressão: O diabo que te carregue. )
Nossas palavras semeiam benção e maldição:
·      Sobre nós mesmos.
·      Sobre os outros.
Quando criticamos, difamamos, murmuramos, abrimos brecha para o inimigo. Então ele apresenta planos, projetos e ideias, que provocam situações favoráveis à sua atuação.
Conhecemos bem a história da figueira que Jesus amaldiçoou. Jesus estava com fome e foi procurar fruto nela. E, não encontrando senão folha, Jesus disse: “Nunca mais coma alguém fruto de ti”. - Marcos 11:14.
E no dia seguinte à figueira estava seca, dos brotos à raiz.
Por que Jesus fez isso?
·      Para mostrar aos seus discípulos quão profundo pode ser o alcance da maldição.
Também para que soubessem o poder que pode ter as palavras, porque logo em seguida ele acrescenta:
verso 23 - “Se alguém disser...” Palavras podem secar uma figueira ou transportar um monte.
Portanto é muito temerário amaldiçoar.

Não amaldiçoemos a nós mesmos, com frases tais como:
·      Eu sou um idiota.
·      Eu não presto para nada.
·      Meu destino é sofrer.
·      Eu sou mesmo azarado.
·      Nasci para ser um fracasso.
·      Nunca vou vencer na vida, etc.
Tudo isso é dito com uma dose de ira e desprezo por si mesmo. Afirmação desse tipo tem o poder de tornar inútil a vida de qualquer pessoa.
“Amou a maldição: ela o apanhe; não quis a benção, aparte-se dele”.
Salmo 109:17.
Outros vivem se depreciando fisicamente. Consideram-se feias, não gostam do seu cabelo, ou nariz, ou da boca; acham-se muito gordas ou muito magras, altas baixas. Não estão satisfeitas consigo mesma; não aceitam como são, e por isso vivem uns verdadeiros dramas pessoais.
A parábola das dez minas o servo mau se condenou com suas próprias palavras; sua boca determinou seu julgamento:
“Pois tive medo de ti, que és homem rigoroso; tira o que não puseste e ceifas o que não semeaste. Respondeu-lhe: Servo mau, por tua boca te condenará”.   Lucas 19:21-22
Pilatos durante o julgamento de Jesus, ao perceber que em nada conseguiria favorecê-lo, lavou as mãos e disse: “Estou inocente deste Justo, fique o caso convosco”.
Todo povo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue, e sobre os nossos filhos “. Mateus 27: 24-25”.
E foi o que aconteceu com os judeus; guerras, derramamento de sangue, morte e exílio.

Não chamemos a maldição sobre nós
Não amaldiçoemos os outros
Ex.: História da mulher que o marido estava ensinando a dirigir automóvel. O homem estava paralítico por uma palavra que disse a sua esposa. “Você é burra. Muito burra. Não aprenderá nunca; você não aprende nada”.
A esposa ficou silenciosa por alguns momentos, cabeça baixa, pensativa. Depois olhou firmemente o marido e, descarregando toda sua mágoa e ira, sentenciou: “Posso ser o que você disse, mas esta “burra” que não aprende  nada, um dia haverá de ouvir você  implorando que o leve para o hospital dirigindo este carro; mas esta “burra” que não aprende nada, não o fará. Mesmo que você grite,  não aquele grito de estupidez, mas de dor, e até chore, não o atenderei. E levantando o lençol mostrou as pernas  paralisadas. Tudo o que ela falou se cumpriu. Ele estava com câncer, e tinha 30 dias de vida”. - Livro Benção e maldição - Jorge Linhares.
Há pessoas que tem um prazer mórbido de depreciar os outros por causa da aparência física.
Criticam a magreza, a obesidade, o modo de andar, o modo de falar, os cabelos, a calvície, tudo enfim.
Ex.: A história de Eliseu. Quando certos jovens começaram a zombar da sua calvície. Estavam zombando de um profeta de Deus. E Eliseu os amaldiçoou. No mesmo instante duas Ursas saíram do mato e mataram 42 daqueles rapazes.
Não amaldiçoemos as autoridades.
Êxodo 22:28; Eclesiastes 10:20 Não amaldiçoe as autoridades espirituais.
Ato 23:5 Paulo se retratou quando soube que estava diante do sumo sacerdote.
I Timóteo 2: 1-4 A bíblia nos ensina a abençoarmos as autoridades e orarmos por elas.

Não devemos amaldiçoar nossos filhos, mas abençoar.
Pais que chamam os filho de burros, maricas, malandrinho, safadinho, moleque, vá para o inferno, vou te matar, diabinhos, anjinhos com rabinhos, etc.
Costume de pedir a benção dos pais.
·      Abençoar no ventre, com imposição de mãos.
·      Abençoar quando saem. Quando vão brincar, trabalhar.

Ø   Casamentos que não tiveram a benção dos pais.
Nomes próprios e seus significados
Qual a sua influência?
·      Daniel = Deus é meu juiz.
·      Misael = quem é como Deus?
·      Azarias = Deus é meu socorro.
·      Ananias = Deus é misericordioso.
·      Mara = amargura.
·      Dolores = Dor.
·      Adriana = deus das trevas.
·      Cláudio = coxo, aleijado.
·      Aparecida = sem origem.

Homens que Deus mudou seus nomes
·      Jacó = enganador, trapaceiro. Israel = campeão ou vencedor. A nação de Israel não é filhos do trapaceiro, mas filhos do vencedor.
·      Saulo = altivo, grande, soberbo. Paulo = pequeno.
·      Simão para Pedro = Petros = fragmento de rocha.

Como vencer os sentimentos negativos
Olhando às circunstâncias do ponto de vista de Deus.
Ex.: Josué e Calebe viram a possibilidade de vencer os inimigos e tomar a terra.
Os demais espias viram os gigantes.

Ex.: Davi e Golias. Os israelitas viram que Golias era grande demais para ser enfrentado.
Davi viu que: a testa do gigante era grande demais para errar uma pedrada.

II Coríntios 5:7, II Coríntios 4:18.
Muitos cristãos se preocupam demais com seus sentimentos.
Exageram na importância deles.

Efésios 6:13 fala do dia mal. Qual dia mal?
·      Sabemos que temos que andar pela fé e não pelos sentimentos, mas é muito comum voltar ao hábito de tomar decisões e julgar nossos valores pessoais ou nossa espiritualidade baseados no que estamos sentindo.
·      Até que ponto nossas emoções são importantes?

Ø   Para se ter uma resposta correta precisamos descobrir o ponto de vista de Deus.
Creio que Deus se preocupa com nossos sentimentos, mas muito mais com nossas : Ações , Pensamentos e  Palavras
Não encontramos na palavra de Deus nada como devo me sentir:
Os ensinamentos são claros sobre:
1 - Como devo me comportar.
2 - Como devo pensar.
3 - Como devo falar.
A razão disso é que Deus sabe que de nada adiantaria ordenar como o homem deve se sentir, já que Ele nos criou incapazes de obedecer esse tipo de ordem. Não há como decidirmos como vamos nos sentir.
A certas coisas que podemos decidir com a ajuda de Deus:
·      O que fazer.
·      O que pensar.
·      O que dizer.
Deus nos dotou com capacidade de usar nossa vontade para fazer nossas escolhas. Mas não existe escolha ou decisão que possa produzir as emoções que gostaríamos de sentir.
Podemos decidir:
·      O que fazer.
·      O que pensar.
·      O que dizer.
Os sentimentos são controlados ou são conseqüências dos:
·      Nossos pensamentos
·      Ou palavras que dirigimos a nós mesmos.
Por desígnio de Deus, nossos sentimentos (emoções) são reações involuntárias aos pensamentos que ocupam a nossa mente e as palavras que nos afloram aos lábios, principalmente as que dirigimos a nós mesmos. - O CONTROLE DAS EMOÇÕES DEPENDE DIRETAMENTE DO CONTROLE DE NOSSOS PENSAMENTOS E PALAVRAS.
De certa forma os nossos sentimentos são semelhantes aos nossos sonhos:
São provocados por nossos pensamentos, porém não são racionais ou confiáveis.
Como os sonhos nossos sentimentos revelam muita coisa a nosso respeito, pois espelham o nosso subconsciente.
No entanto não devemos confiar neles para orientar nossas decisões, e nem valorizá-las demasiadamente, pois podemos correr o risco de perder a objetividade, caindo num mundo de introspecção e misticismo.
Outro perigo: deixar os sentimentos se multiplicarem - um sentimento negativo tende a gerar outros sentimentos negativos.

Ex.: Uma depressão pode gerar um sentimento de culpa por estar deprimido.

Especialmente o crente pode se sentir culpado. Porque crente não pode ser assim.

Ø ANTICONCEPCIONAL - negar aos sentimentos negativos o direito de se reproduzirem e dominar nossas vidas.
Não admitir sentimento de culpa.
Por exemplo: se eu fosse um crente mais espiritual não teria esse tipo de sentimento.

Como podemos controlar nossos sentimentos?
Só podemos fazê-lo indiretamente, na medida que PENSAMOS E FALAMOS DE MODO CORRETO.
Começamos a nos sentir melhor quando corrigimos nossa forma (maneira) de pensar: SOBRE DEUS, SOBRE NÓS MESMOS, A RESPEITO DOS OUTROS E DAS CIRCUNDTÂNCIAS QUE NOS CERCAM.
A mais de 100 anos CHARLES FINNEY (evangelista e teólogo) afirmou: “Estou consciente de que não consigo, por meio de um esforço direto, sentir-me como quero e como quero. Sei que meus sentimentos e todos os estados e fenômenos da sensibilidade são apenas indiretamente controlados por minha vontade. Por um ato de vontade eu posso ordenar ao meu intelecto que considere certos fatos, e desta maneira posso afetar minha sensibilidade e produzir um determinado estado emocional”.
Provérbios 23:7 “Como imagina em sua alma assim ele é”.
Esta passagem deixa claro que os sentimentos, as paixões e o comportamento do homem são determinados por sua maneira de pensar.
As autoridades no assunto afirmam que os nossos PENSAMENTOS determinam como iremos sentir e nos comportar.
Se isso é verdade precisamos aprender a PENSAR corretamente.
Muitos vivem pensando de forma destrutiva há tanto tempo, que nem percebem mais quando seus pensamentos são: NEGATIVOS - CRÍTICOS - PREJUDICIAIS.
Além desses fatores existe a influência SATÂNICA. Ele sabe que os nossos pensamentos são importantes, sabe que se conquistar a mente do homem conquistou todo homem MENTE (SEDE DA ALMA).
Por isso procura alimentarmos de pensamentos distorcidos, enganosos, confusos, para nos deixar desanimados, derrotados e com um senso de condenação.
Ele sabe que não possui argumentos que possam competir  com a palavra de Deus; por essa razão nos incentiva a pensar MEIAS-VERDADES, que não refletem o que sentimos quando estamos deprimidos, à seguir constrói com argumentos fortes com base em fundamentos errados (falsos).
Algumas mentiras que ele mais usa
·      Você fracassou e por isso será sempre um fracasso. É melhor desistir de seus planos.
·      Deus não responderá sua oração; nunca responderá, você está perdendo tempo orando assim, deixe disso!
·      Você teve um pensamento impuro, logo você é impuro e sempre será impuro já que não consegue mesmo mudar; por que se entrega aos seus desejos e curte sua impureza um pouco?
·      Você disse que perdoou aquela pessoa, mas está sempre com esse sentimento de ódio novamente, é melhor reconhecer que não adianta; afinal ela não merece mesmo o seu perdão.
É fácil perceber os erros contidos nestas frases, quando as vemos por ESCRITO, mas quando nos sentimos DEPRIMIDOS, INÚTEIS E CONTAMINADOS essas afirmações parecem confirmar as opiniões que já temos a nosso respeito. Não conseguimos enxergar que Satanás está tentando nos desistir da luta, para que ele possa vencer-nos.
SOLUÇÃO: Troque os pensamentos errados por pensamentos corretos. Troque palavras destrutivas por fortes afirmações da verdade.
Todos nós conversamos SOZINHOS. Às vezes em voz audível, às vezes só em pensamentos.
Talvez você pense que as coisas que fala sozinho não são importantes, engano seu; são mais importantes que aquilo que falamos aos outros, pois nós somos nosso companheiro constante.

Ø   Devemos selecionar muitas bem as palavras que dirigimos a nós mesmos.
Salmo 19:14 diz: “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença”.
As melhores palavras são aquelas que encontramos na bíblia e nas afirmações que fazemos baseados nas verdades bíblicos.

Ø   Vós já estais limpos pela palavra. (é água de Deus)
Hebreus 13:5 “Pois ele disse: Não te deixarei nem te desampararei”.

Ø Promessa de Deus
Ø  A consciência da presença de Deus é o auxílio para atravessarmos a maioria das provações.
Mas ele, o escritor, movido pelo Espírito Santo, vai além, nos ensina como aplicar a promessa de Deus:
Verso 6: Assim afirmemos, afirmemos confiadamente. Outra tradução: Assim com confiança ousemos dizer: o Senhor é meu auxílio; não temerei; que me poderá fazer o homem?

Ø   Percebeu qual o segredo? ASSIM AFIRMEMOS CONFIADAMENTE!
Baseado na palavra de Deus pode RENUNCIAR as palavras NEGATIVAS que costumamos dizer, e em lugar delas, aplicar as palavras bíblicas às circunstâncias que, estejamos atravessando, fazendo AFIRMAÇÕES DE VITÓRIAS, POSITIVAS E VERDADEIRAS.

Ø   A palavra do Senhor é a arma para a nossa vitória.
Filipenses 4:8 diz o que deve ocupar nosso pensamento.
II Coríntios 10:4, 5 A palavra de Deus é a única capaz de destruir: Fortalezas - Sofismas - Raciocínios - Altivez, etc.
Efésios 6:17 fala do capacete da salvação. Usa-se na cabeça para proteção. Espada do Espírito = palavra de Deus.
Com a palavra me defendo das setas e contra-ataco desfazendo as mentiras de Satanás e ando na verdade de Deus.






quarta-feira, 13 de julho de 2016

Aprenda ter fé com Jesus Cristo!

11. Deus fazia milagres maravilhosos por meio das mãos de Paulo,
12. de tal maneira, que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os doentes. Estes eram curados de todas as suas enfermidades, assim como espíritos malignos eram expelidos deles.
(Atos, 19)

Baseado nesta passagem da Bíblia,  onde muitos não crê!
Eu creio e vejo como uma arma de Deus através de seus servos,  para fazer a obra.
Onde orar por roupas de pessoas enfermas e porcessas por espíritos maliguinos são curadas e libertas,  até mesmo consagra e ungir um objeto ou um alimento,  para levar a alguém que não esteja presente,  isso tudo tem um direção de Deus,  pena é que muitos não crerem e outros não tem intimidade Espiritual para com Deus para fazer isso, com ousadia e coragem!

Mais na direção de Deus faço tudo para a Glória de Deus,  por Deus é Deus de Mistério.

Ajude sua fé creia������você.  Amém eu creio em toda a palavra de Deus.

Isso é para cura e libertação. 
Jesus Cristo sabe e ver tudo.

Proverbios 16:03 "Confia no SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serao estabelecidos" Jesus Cristo só revela a quem busca!!!! Tenha um lindo dia com o Espírito Santo.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Jesus Cristo é tudo, não precisamos de placas ou títulos, ele é tudo em nós.


A SEGUNDA CASA
Tudo começa com esse texto de 2 Crônicas 7.

II CRÔNICAS  [7]

1 Tendo Salomão acabado de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os
sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa.
2 E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha
enchido a sua casa.
3 E todos os filhos de Israel, vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa,
prostraram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, adoraram ao Senhor e lhe deram
graças, dizendo: Porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.
4 Então o rei e todo o povo ofereceram sacrifícios perante o Senhor.
Agora a partir daqui entraremos na mensagem de revelação
“A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos.” (Ageu 2:9 a)
TE CONVIDO A UMA VIAGEM NO TEMPO
Era o segundo dia, segundo mês do quarto ano do reinado de Salomão quando o primeiro templo do Senhor começou a ser construído em Jerusalém. Mais de mil pessoas trabalharam. Ouro, prata, tecido...
DE GRANDE ESPLENDOR VESTIA-SE O PRIMEIRO TEMPLO

Salomão fora o homem elegido pelo Senhor a construir uma casa feita a mãos de homens para o Deus eterno.
Mas infelizmente o tempo foi passando, e apesar do deslumbramento da casa de Deus, o povo tornou-se infiel. Eles começaram a seguir práticas detestáveis das outras nações, contaminando o templo do Senhor.
O mesmo templo que fora consagrado por Ele, em Jerusalém:
"Além disso todos os chefes dos sacerdotes e o povo aumentavam cada vez mais a sua infidelidade, seguindo todas as abominações dos gentios; e profanaram a casa do Senhor, que ele tinha santificado para si em Jerusalém." (2 Crônicas 36:14)

Por volta de 586 a.C., este templo foi destruído pelo rei Nabucodonosor. Seu povo, os babilônicos, “incendiaram o templo de Deus e derrubaram o muro de Jerusalém”:
"Também queimaram a casa de Deus, derribaram os muros de Jerusalém, queimaram a fogo todos os seus palácios, e destruíram todos os seus vasos preciosos." (2 Crônicas 36:19)
Nada sobrou: utensílios de valor, jovens, adultos, velhos, homens e mulheres. Apenas um remanescente sobreviveu, e este foi levado ao exílio na Babilônia para serem escravos até a época do domínio persa. Estes, após 70 anos, voltariam a Jerusalém para reconstruir o templo e o muro da cidade. E assim Deus tocou no coração do rei da Pérsia, Ciro, quem os mandou de volta à terra de Judá.

Era cerca de 538 a.C. quando uma parte deste remanescente volta sob a liderança de Zorobabel. Finalmente a reconstrução do templo iniciara.
VERÍAMOS NOVAMENTE A MAGNIFICÊNCIA DA CASA DE DEUS!!!
Pedra sobre pedra, mãos à obra. Passa o cimento, põe o tijolo, quebra a pedra... mas espera!
O QUE ACONTECEU?
O povo parou. A oposição dos habitantes não judeus começa a pesar; a obra foi interrompida. Então, Deus levanta profetas como Ageu e Zacarias, que chamam o povo a completar a obra.
Novamente o povo voltou-se para si mesmo. Enquanto a casa do Senhor continuava destruída:
"Acaso é tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica desolada?" (Ageu 1:4)
O ERRO NÃO PÁRA POR AQUI
A desobediência dos antepassados aparece novamente. Não apenas havia o povo esquecido do templo do Senhor, mas também de Seus ensinamentos, principalmente da pureza.

Nas palavras do Dr. Scofield: “A lei mosaica defendia que pureza moral não podia ser transmitida, mas impureza moral sim. A contínua desobediência da nação tornava suas obras inúteis diante de Deus.”

Assim, o povo plantava muito e colhia pouco; comia e não se fartava; bebia e não se satisfazia; vestia e não se aquecia. Até o que recebia era para colocar dentro de um saco furado.
Cerca de 515 a.C. o segundo templo é finalmente completado e dedicado. Felizmente o povo ouviu o que Deus falara por meio de Ageu e Zacarias, e consideraram os seus caminhos.
Contudo, o tempo passa (e como o tempo parece, para muitos, um grande inimigo! Sábio o ditado: “Com o tempo, sabemos quem é quem!”) - e nos deparamos com as seguintes palavras:
“E falando-lhe alguns a respeito do templo, como estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse ele: Quanto a isto que vedes, dias virão em que não se deixará aqui pedra sobre pedra, que não seja derribada.” (Lucas 21:5-6)
E A NOSSA MÁQUINA DO TEMPO CONTINUA
Ano: Entre 66 e 70 d.C. De acordo com o Rabino Joseph Telushkin, em 66 d.C., os judeus revoltaram-se contra Roma (governo em Jerusalém naquela época) e venceram o enorme império romano em uma batalha decisiva.
Contudo, esta vitória trouxe grandes derrotas. Quando o exército com 60.000 homens romanos voltaram e souberam da notícia, saquearam a terra de Israel e a cidade de Jerusalém.
Como se não fosse pouco, tocaram fogo no templo do Senhor, restando apenas o Muro Ocidental (HaKotel ), conhecido atualmente como o Muro das Lamentações.
Não seria este mesmo povo o qual Jesus amorosamente disse que queria reunir seus filhos, assim como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo de suas asas?
"Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que a ti são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta a sua ninhada debaixo das asas, e não quiseste!" (Lucas 13:34)
Jerusalém, porém, não o quis. O povo decidiu voltar para si mesmo, andar segundo o seu caminho, rejeitar os ensinamentos do Senhor.
Hoje, apesar de não existir um templo como o que fora construído por Salomão e Zorobabel, ainda assim o Senhor nos chama a reconstruir o templo. O clamor proferido por Ageu ainda ressoa nos dias atual.
Ele nos chama a considerar onde os nossos caminhos nos levaram; a fazer caminhos retos para os nossos pés, “para que o manco não se desvie, antes, seja curado” (Hebreus 12:13)
Quando ordenado à construir o tabernáculo, Moisés recebeu a cautela de construí-lo exatamente como o Senhor dissera, pois este seria uma simples manifestação de uma habitação que, na realidade, era uma cópia daquilo que estava nos céus
"Os quais servem àquilo que é figura e sombra das coisas celestiais, como Moisés foi divinamente avisado, quando estava para construir o tabernáculo; porque lhe foi dito: Olha, faze conforme o modelo que no monte se te mostrou." (Hebreus 8:5)
"Atenta, pois, que os faças conforme o seu modelo, que te foi mostrado no monte."(Êxodo 25:40)
O tabernáculo lembraria diariamente que o Senhor era único e verdadeiro Deus e que estava com o povo.
Mas mesmo assim, o povo desviou-se; esqueceu o seu Libertador; andou em caminhos tortuosos e impuros. Somente por meio de alguém que Deus curaria a amnésia espiritual do seu povo. Este alguém foi Jesus Cristo.
EM CRISTO, DEUS CONSTITUIU UM SUMO SACERDOTE PARA SEMPRE, COM UM SÓ SACRÍFICIO
Onde existe um sumo sacerdote, existe também um templo e uma nova aliança. E essa nova aliança, Deus declara: “Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração. Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.” (Hebreus 8:10b)
Paulo, explicando aos  coríntios acerca da ressurreição dos corpos, declara que:
“Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória." (1 Coríntios 15:53-54)
Hoje habitamos em um templo (nosso corpo, pois nós somos a igreja) corruptível e mortal. Mas quando Cristo voltar, habitaremos não mais neste templo passageiro, mas em um segundo templo. Incorruptível. Imortal.
“Quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.” (1 Coríntios 13:10)
CONSIDEREMOS OS NOSSOS PASSOS:
• Onde eles nos tem levados?
• Que caminhos e ensinamentos temos ingerido?
• Os temos praticados?
• Os temos divididos com alguém?
• Será que alguém será um segundo templo por nossa causa?
• É nossa conduta pura?
• Estamos obedecendo?
• Estamos a conhecer diariamente o nosso Deus e o Seu caminho, ou vivemos como o povo da época de Salomão e de Zorobabel?
POR ÚLTIMO, CONSIDEREMOS O TEMPO
Será que perseveraremos até o dia em que formos ou Cristo voltar, para que troquemos nosso primeiro templo pelo segundo?
“Pela vossa perseverança ganhareis as vossas almas.” (Lucas 21:19)
EM TODOS OS MOMENTOS
Principalmente nos tristes, e nos que levam-nos a desistir da caminhada com Cristo e a levar outros conosco nesta caminhada –, lembremos dos templos construídos por Salomão e Zorobabel, do corpo atual e do novo corpo.
Pois “A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos.” (Ageu 2:9 a)

COMO SER SANTO?
“Pois está escrito: Sejam santos porque eu sou santo.” (1 Pedro 1:16 )
QUEM VERDADEIRAMENTE AMA A DEUS DESEJA SER SANTO
Santidade significa estar separado para Deus. Um estado de santidade resulta em uma conduta diferente para aqueles que estão separados, por isso digo que: "O cristão não é um pecador tentando ser santo, somos santos tentando não pecar."
O Senhor nos ensina a fazer certas as coisas, mas Ele também nos dá a habilidade para fazermos o que Ele nos pede.
Lutamos e batalhamos quando tentamos fazer o que Ele quer que façamos, na nossa própria força, em vez de clamarmos por Sua força através de nossa fé.
A SEMENTE DA SANTIDADE É PLANTADA EM NÓS NO NOVO NASCIMENTO
À medida que trabalhamos com o Espírito Santo e regamos esta semente com a Palavra de Deus e nossa obediência, começamos a ver mudanças positivas em nossa conduta e em todas as outras áreas de nossa vida.
Muitos cristãos passam a maior parte de sua vida esperando verem-se transformados antes de crerem em alguma coisa positiva a respeito deles mesmos. Mas a boa notícia é que Deus vê o nosso coração. Temos o desejo de fazer o que é certo porque Ele nos deu um novo coração e colocou Seu Espírito em nós.
Quando começamos a crer naquilo que a Palavra diz sobre nossas vidas mais do que o vemos ou fazemos, então o nosso caráter começa a ser transformado rápida e drasticamente.
"Pois, tantas quantas forem as promessas de Deus, nele está o sim; portanto é por ele o amém, para glória de Deus por nosso intermédio." (2 Coríntios 1:20)

terça-feira, 5 de julho de 2016

Só o sangue de Jesus.

O Juízo de Deus começa pela sua própria casa!

Jesus Cristo é o Pastor que Deu a vida pelas Ovelhas.

Maus líderes existem aos montes dentro das igrejas. O joio está espalhado dentro da igreja como ensinam as escrituras (Mt 13. 26). Isso não é novidade para ninguém. Apesar de designar aqui o termo “pastores” a essas pessoas que citarei abaixo, não tenho a intenção de diminuir aqueles que fazem jus a esse termo tão lindo mostrado nas escrituras, e que realmente pastoreiam de coração as ovelhas do Senhor. Usei esse termo somente para facilitar a identificação dessas pessoas.

Não respeitar aqui não significa faltar ao respeito, pois toda pessoa merece ser respeitada. O dicionário online Priberam define como um dos significados de respeito, o “apreço, consideração, deferência”. É nesse sentido que não respeito e admiro os pastores citados abaixo

Os 10 pastores que não respeito e não admiro

Os dez pastores que não respeito e não admiro são:

1- O que faz do púlpito um palco de shows = A exposição da Palavra é esquecida e substituída pelo talento hollywoodiano desse pastor, que explora as mais diversas técnicas para cativar os seus expectadores, fazendo do show o protagonista do culto. Ele é a estrela e não Cristo e Sua palavra. Seu púlpito é lugar de entretenimento, de show, e não de pregação, de transmissão da voz de Deus.

2- O que explora financeiramente as ovelhas = Esse pastor é muito ambicioso e tem planos de crescimento. Porém, para a realização dos seus planos, precisa de muito dinheiro. E esse dinheiro é retirado das ovelhas, através das mais diversas técnicas de extorsão (legais). Ele não liga para o que a Bíblia ensina e inventa formas de arrecadação para realizar seus sonhos megalomaníacos. As ovelhas são iludidas, exploradas e sugadas até a última gota que podem dar.

3- O que insiste em querer fazer a agenda de Deus = Um pastor que quer determinar lugar, dia e hora para Deus agir não merece meu respeito. Segunda: Deus age na família; terça: nas finanças; quarta: Deus dá o Espírito Santo; quinta: Deus faz conversões e sexta: Deus liberta as pessoas de demônios. Deus agora está preso em uma agenda criada pelo homem?

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4- O que ilude as pessoas com amuletos, objetos ungidos e unções que não vem de Deus = Esse pastor escraviza pessoas em crendices e superstições que não são encontradas e ordenadas na Bíblia. Desvia a fé que deveria ser unicamente no Deus soberano para objetos e unções (falsas) e extravagantes. Trabalha com a ilusão, com a ambição, com a falta de conhecimento de muitas das ovelhas que lhe ouvem.

5- O que “profetiza” o que Deus não mandou profetizar = Usa sua influência sobre as pessoas para “profetizar” e “revelar”. Porém, não usa a Bíblia, que é a revelação e é onde se encontram as profecias de Deus para a vida de seus servos.

6- O que faz com que seus fieis o adorem = Ele é visto como um semideus pelos seus fieis. O pior de tudo é que não faz nada para mudar essa situação, pois adora ser paparicado, adora status, adora demonstrar seu grande “poder” e ser ovacionado pela multidão. Seu prazer é ver multidões afluindo em sua direção com desejo de glorificá-lo.

7- O que usa o dinheiro dos dízimos e ofertas para seu próprio enriquecimento = Esse pastor-empresário é formado e pós-graduado em enriquecimento usando a igreja. Tem fortuna e bens luxuosos, tudo adquirido com a ajuda das ofertas da igreja que, segundo diz ele, é usado para a obra de Deus. Ele engana multidões que bancam sua vida de ostentação.

8- O que prega a teologia da prosperidade = Um pastor que diz que pobreza é maldição, que o crente verdadeiro será reconhecido pela sua prosperidade material, e outras abobrinhas sem embasamento bíblico, não merece admiração. Se a Teologia da prosperidade é um câncer, esse pastor é um espalhador de doenças no meio do povo.

9- O que usa versículos isolados da Bíblia para fundamentar doutrinas destruidoras = Esse pastor adora inventar doutrinas usando versos bíblicos isolados, cuja interpretação isolada, sem considerar contextos e outras boas regras de interpretação, favoreça seus pensamentos e desejos.

10- O que [acha] que determina a ação de Deus = É uma piada dizer que um homem determina algo ao Todo-Poderoso, mas essa ousadia acontece. Palavras ousadas saem da boca desse pastor determinando, ordenando, exigindo que Deus faça determinadas coisas que, segundo ele, Deus tem de fazer. Coitado, não tem nem noção da besteira que faz! E o pior: ensina as pessoas a agirem também assim!

Esses são os pastores que não respeito e não admiro.

E VOCÊ, TEM ALGUM PASTOR COMO OS CITADOS QUE NÃO RESPEITA E NÃO ADMIRA?

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Aprenda com Deus

Tema; 

OTema :Os 3 elementos da arca.

A arca é um elemento do Tabernáculo. É considerada como o trabalho de maior relevância feito para representar a presença de Deus em meio ao Seu povo. Os sinais encontrados na arca representam ministérios e apontam para o profético e o messiânico.


1. A Vara de Arão


“Sucedeu, pois, que no dia seguinte, Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.” (Nm 17:8)


O galho que floresceu dentro da arca é um sinal de que a Palavra se cumpre a seu tempo e que ela não deixa de florescer, ainda que estejamos em um deserto. É também a restituição da voz profética. Nosso crédito profético será restituído. Quando falarmos nas células, na equipe de liderança, macrocélulas, etc, todos receberão do mover e dirão: ‘o meu líder profetizou na minha vida e assim será', porque o nosso crédito profético está sendo restituído.


A vara de Arão significa ainda o tempo de florescer em todas as estações. A amendoeira é a única árvore que ultrapassa as estações comuns. No inverno, ela está florescendo e no verão dá o fruto. Quando entra na primavera, ela ainda está frutificando.


Deus está dizendo hoje: ‘vou apressar os seus passos para a conquista que está chegando no seu ministério'. A amendoeira sinaliza um tempo profético. Segundo alguns estudiosos, a amendoeira é a única árvore frutífera que vence o inverno, que começa a brotar antes de qualquer árvore, que ultrapassa o tempo da colheita comum e, quando para muitas árvores a colheita está se encerrando, para a amendoeira, ela está anunciando os novos frutos.


Você é uma amendoeira. Isso significa que o seu ministério sempre frutificará e diante da colheita você sempre terá a perspectiva de outros frutos que aparecerão. Esse é o tempo, essa é a unção devolvida quando a arca volta para o ombro do sacerdote. A nossa colheita será abundante. Colheremos em tempo e em fora de tempo!


2. A Tábua da Lei


“E Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.” (Êx 34:28)


A tábua da lei fala da restituição dos princípios. A tábua da lei é um sinal de que os princípios de Deus não podem ser quebrados. Moisés sobe ao Sinai por duas vezes. Em uma das vezes, ele se irritou com o povo e quebrou as tábuas da lei, os princípios. Moisés teve que subir novamente ao Sinai, para escrever os princípios de volta, os mandamentos. Ele havia pecado tanto quanto o povo (Ex 32:19; 34:1-3).


Deus passou 40 dias escrevendo os mandamentos e, num instante, Moisés quebrou a tábua da lei. Moisés foi o primeiro homem que, literalmente, quebrou os princípios, lançou-os no chão, por causa da sua ira.


Não somos diferentes de Moisés. Muitas vezes, na hora da ira, quebramos muitos princípios. Esquecemo-nos de que somos uma arca e de que não devemos jogar a tábua da lei fora. A tábua da lei é um sinal de que os princípios de Deus não podem ser quebrados, pois são a base de toda ética social, através da qual o homem, além de honrar a Deus, honra a si mesmo e ao seu próximo. Essa tríade de honra: a Deus, a si mesmo e ao próximo, revela cumprimento de princípios.


O Senhor restituirá, nessa unção dos princípios, a nossa honra. No lugar da vergonha, o Senhor nos dará honra dupla (Is 61:7). Essa tríade precisa ser considerada, os princípios precisam ser guardados e vividos, pois eles são a base para o equilíbrio de toda a humanidade. Onde há cumprimento de princípios, a presença de Deus traz respaldo e extirpa toda dor. Quando a arca é resgatada, a unção da devolução dos princípios também vem sobre as nossas vidas. Essa unção é uma palavra revelada, como vida para o nosso espírito.


Como podemos crer numa unção que esteja fora da Palavra e uma palavra que esteja fora da unção? Há pessoas com a palavra fora da unção, usando apenas o carisma natural, que, apesar de ser bom, não constrói ministério. Um ministério para ser construído precisa ter a sua base na unção da Palavra. É a unção que faz a diferença na vida e no ministério do líder.


3. O Maná


“Eles, pois, colhiam o maná a cada manhã, cada um conforme ao que podia comer; porque, aquecendo o sol, derretia-se.” (Ex 16:22)


O maná fala da restituição da provisão e do suprimento. O povo hebreu andava debaixo de uma ordem e, como sinal, recebia a comida do Trono. Eles passaram 40 anos no deserto sem shoppings, sapatarias, padarias, supermercados... nada. Eles iam crescendo e o sapato ia crescendo junto (Dt 8:4). É Deus quem cuida do Seu povo quando este está no deserto.


Você entrará em um nível de prosperidade, porque este Deus lhe trará restituição. É o maná do Trono. É uma unção verdadeira, é um sinal de que as nossas dificuldades e os nossos desertos estão encerrados, o Senhor jamais desamparará o Seu povo, pois quem andou com Ele 40 anos não teve necessidade alguma.


Estamos falando de milagres de restituição. Alguém ser restituído é voltar a ter o crédito sem ser cobrado o passado, pois a nossa geração tem enfrentado desertos diferentes, mas o Senhor tem guardado e suprido o Seu povo, trazendo suprimento de prosperidade advindo pela obediência da caminhada em um propósito. Isso está dentro da arca.


Quem perde a visão da arca perde a provisão. A prosperidade não é resultado da força do braço, é militar debaixo do propósito divino. É por isso que muitos não prosperaram. Devemos saber onde investimos; se há retorno, é investimento, se não, é gasto.


Muitas pessoas querem a prosperidade como recompensa de seu trabalho. A prosperidade é um sinal de aliança. Prospera quem faz aliança com quem é próspero. É um resultado de obediência à Palavra, pela qual estamos sendo restituídos, porque o Senhor, em meio ao deserto, tem sido o grande provedor. Creio que a provisão virá para a sua vida, como sinal de Deus para esse propósito, porque estamos recebendo uma visão correta: o lugar certo da arca.


Esses elementos indicam e apontam para um ministério que poderá fazer toda a diferença nessa guerra de histórias e descréditos que muitos passam. Devolver a arca para os ombros do sacerdote é uma chamada profética que nos levará a uma responsabilidade individual e um maior cuidado conosco mesmos. Assim, não permitiremos que o adversário mine a nossa base.


Para a arca ser movida, havia algumas exigências feitas apelo próprio Senhor. “Davi fez para si casas na cidade de Davi; também preparou um lugar para a arca de Deus, e armou-lhe uma tenda.” (II Cr 15:1) A presença da arca é segurança para o povo e ameaça para o inimigo (I Sm 4 a 17).s 3 elementos da arca.
A arca é um elemento do Tabernáculo. É considerada como o trabalho de maior relevância feito para representar a presença de Deus em meio ao Seu povo. Os sinais encontrados na arca representam ministérios e apontam para o profético e o messiânico.

1. A Vara de Arão

“Sucedeu, pois, que no dia seguinte, Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.” (Nm 17:8)

O galho que floresceu dentro da arca é um sinal de que a Palavra se cumpre a seu tempo e que ela não deixa de florescer, ainda que estejamos em um deserto. É também a restituição da voz profética. Nosso crédito profético será restituído. Quando falarmos nas células, na equipe de liderança, macrocélulas, etc, todos receberão do mover e dirão: ‘o meu líder profetizou na minha vida e assim será', porque o nosso crédito profético está sendo restituído.

A vara de Arão significa ainda o tempo de florescer em todas as estações. A amendoeira é a única árvore que ultrapassa as estações comuns. No inverno, ela está florescendo e no verão dá o fruto. Quando entra na primavera, ela ainda está frutificando.

Deus está dizendo hoje: ‘vou apressar os seus passos para a conquista que está chegando no seu ministério'. A amendoeira sinaliza um tempo profético. Segundo alguns estudiosos, a amendoeira é a única árvore frutífera que vence o inverno, que começa a brotar antes de qualquer árvore, que ultrapassa o tempo da colheita comum e, quando para muitas árvores a colheita está se encerrando, para a amendoeira, ela está anunciando os novos frutos.

Você é uma amendoeira. Isso significa que o seu ministério sempre frutificará e diante da colheita você sempre terá a perspectiva de outros frutos que aparecerão. Esse é o tempo, essa é a unção devolvida quando a arca volta para o ombro do sacerdote. A nossa colheita será abundante. Colheremos em tempo e em fora de tempo!

2. A Tábua da Lei

“E Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.” (Êx 34:28)

A tábua da lei fala da restituição dos princípios. A tábua da lei é um sinal de que os princípios de Deus não podem ser quebrados. Moisés sobe ao Sinai por duas vezes. Em uma das vezes, ele se irritou com o povo e quebrou as tábuas da lei, os princípios. Moisés teve que subir novamente ao Sinai, para escrever os princípios de volta, os mandamentos. Ele havia pecado tanto quanto o povo (Ex 32:19; 34:1-3).

Deus passou 40 dias escrevendo os mandamentos e, num instante, Moisés quebrou a tábua da lei. Moisés foi o primeiro homem que, literalmente, quebrou os princípios, lançou-os no chão, por causa da sua ira.

Não somos diferentes de Moisés. Muitas vezes, na hora da ira, quebramos muitos princípios. Esquecemo-nos de que somos uma arca e de que não devemos jogar a tábua da lei fora. A tábua da lei é um sinal de que os princípios de Deus não podem ser quebrados, pois são a base de toda ética social, através da qual o homem, além de honrar a Deus, honra a si mesmo e ao seu próximo. Essa tríade de honra: a Deus, a si mesmo e ao próximo, revela cumprimento de princípios.

O Senhor restituirá, nessa unção dos princípios, a nossa honra. No lugar da vergonha, o Senhor nos dará honra dupla (Is 61:7). Essa tríade precisa ser considerada, os princípios precisam ser guardados e vividos, pois eles são a base para o equilíbrio de toda a humanidade. Onde há cumprimento de princípios, a presença de Deus traz respaldo e extirpa toda dor. Quando a arca é resgatada, a unção da devolução dos princípios também vem sobre as nossas vidas. Essa unção é uma palavra revelada, como vida para o nosso espírito.

Como podemos crer numa unção que esteja fora da Palavra e uma palavra que esteja fora da unção? Há pessoas com a palavra fora da unção, usando apenas o carisma natural, que, apesar de ser bom, não constrói ministério. Um ministério para ser construído precisa ter a sua base na unção da Palavra. É a unção que faz a diferença na vida e no ministério do líder.

3. O Maná

“Eles, pois, colhiam o maná a cada manhã, cada um conforme ao que podia comer; porque, aquecendo o sol, derretia-se.” (Ex 16:22)

O maná fala da restituição da provisão e do suprimento. O povo hebreu andava debaixo de uma ordem e, como sinal, recebia a comida do Trono. Eles passaram 40 anos no deserto sem shoppings, sapatarias, padarias, supermercados... nada. Eles iam crescendo e o sapato ia crescendo junto (Dt 8:4). É Deus quem cuida do Seu povo quando este está no deserto.

Você entrará em um nível de prosperidade, porque este Deus lhe trará restituição. É o maná do Trono. É uma unção verdadeira, é um sinal de que as nossas dificuldades e os nossos desertos estão encerrados, o Senhor jamais desamparará o Seu povo, pois quem andou com Ele 40 anos não teve necessidade alguma.

Estamos falando de milagres de restituição. Alguém ser restituído é voltar a ter o crédito sem ser cobrado o passado, pois a nossa geração tem enfrentado desertos diferentes, mas o Senhor tem guardado e suprido o Seu povo, trazendo suprimento de prosperidade advindo pela obediência da caminhada em um propósito. Isso está dentro da arca.

Quem perde a visão da arca perde a provisão. A prosperidade não é resultado da força do braço, é militar debaixo do propósito divino. É por isso que muitos não prosperaram. Devemos saber onde investimos; se há retorno, é investimento, se não, é gasto.

Muitas pessoas querem a prosperidade como recompensa de seu trabalho. A prosperidade é um sinal de aliança. Prospera quem faz aliança com quem é próspero. É um resultado de obediência à Palavra, pela qual estamos sendo restituídos, porque o Senhor, em meio ao deserto, tem sido o grande provedor. Creio que a provisão virá para a sua vida, como sinal de Deus para esse propósito, porque estamos recebendo uma visão correta: o lugar certo da arca.

Esses elementos indicam e apontam para um ministério que poderá fazer toda a diferença nessa guerra de histórias e descréditos que muitos passam. Devolver a arca para os ombros do sacerdote é uma chamada profética que nos levará a uma responsabilidade individual e um maior cuidado conosco mesmos. Assim, não permitiremos que o adversário mine a nossa base.

Para a arca ser movida, havia algumas exigências feitas apelo próprio Senhor. “Davi fez para si casas na cidade de Davi; também preparou um lugar para a arca de Deus, e armou-lhe uma tenda.” (II Cr 15:1) A presença da arca é segurança para o povo e ameaça para o inimigo (I Sm 4 a 17).

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